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A imagem médica já é excelente há anos. Então por que a decisão cirúrgica ainda depende tanto da experiência individual de cada cirurgião? É por aí que Paulo Crepaldi começa a conversa com Vinícius H. Nasr, que lidera a operação comercial do Brasil e da América Latina da Amplifier AI.
A tese do episódio é direta: não basta ver melhor — é preciso planejar e decidir melhor. Falamos sobre o gêmeo digital (a reconstrução 3D da tomografia do próprio paciente), sobre como a IA faz o trabalho bruto enquanto o médico segue como decisor final, sobre a confiança em IA clínica, e sobre por que o maior concorrente da inovação em saúde não é outro software — é o hábito.
⚠️ Os números citados (redução do tempo de planejamento, melhoria na compreensão anatômica e mudança de conduta) são dados apresentados pela Amplifier AI, incluindo um estudo conduzido em parceria com o Instituto Dante Pazzanese.
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⏱️ CAPÍTULOS
00:00 Os números que abrem o episódio
00:52 Quem é Vinícius Nasr e o que é a Amplifier AI
02:54 O gargalo real: imagem x decisão
04:34 As dores do cirurgião vascular
08:00 O diferencial: 30+ medições automáticas
10:36 A analogia do Waze
14:00 Como se valida o gêmeo digital (e a alucinação da IA)
16:00 TAVI, categoria 2 na Anvisa e produto agnóstico
22:00 A origem da Amplifier (a história do fundador)
23:30 Por que o Brasil? Anvisa, FDA e São Paulo
25:57 Os números: 50%, 89% e 1 em cada 3 condutas mudadas (dados Amplifier)
28:03 Cardiopatia congênita: um caso real
29:47 O maior concorrente é o hábito
30:33 O fechamento: o hospital do futuro
Via Oral é onde a indústria da saúde pensa em primeira pessoa. Dia 5 e 20. Uma dose oral quinzenal para seus ouvidos.