Duplo Clique
A Andrea Janer da Oxygen, e a Fernanda Belfort da Tribo de Marketing, são duas amigas apaixonadas por lifelong learning. Toda semana, elas se juntam para dar um Duplo Clique nos principais temas de tecnologia, negócios e tendências. Conversas gostosas e descontraídas, mas cheias de conteúdo para você ganhar repertório e estar sempre atualizado.
"As opiniões expressas aqui são estritamente pessoais e não devem ser interpretadas como representativas ou endossadas pela Salesforce, empresa onde a Fernanda Belfort trabalha."
Duplo Clique
#45 OxyTrends, Netflix Toma Hollywood, Guerra das Redes: Jovens x Governo
A gente começa destrinchando o que realmente muda até 2026: IA acelerando enquanto o dinheiro não fecha, disputa global por chips e Big Tech reposicionando estratégia no escuro. O papo com Dario Amodei ajuda a separar hype de valor real e mostra como as pré-compras de GPUs viraram apostas bilionárias sem garantia de retorno.
Depois, o tabuleiro vira com a compra da Warner pela Netflix e o impacto direto em empregos, catálogo e poder de decisão sobre o que o mundo assiste. No front social, Austrália testa banir redes para menores, estudos reacendem o debate sobre ultraprocessados e surge a pergunta central: como proteger jovens num cenário de solidão crescente e excesso de tela? Entre IA, streaming e regulação, o episódio é um mapa rápido para cortar o ruído.
- Acompanhe mais com a gente:
Oxygen Club - Andrea Janér
Tribo de Marketing - Fernanda Belfort
"As opiniões expressas aqui são estritamente pessoais e não devem ser interpretadas como representativas ou endossadas pela Salesforce, empresa onde a Fernanda Belfort trabalha."
Eu sou a Fernanda Belfort, e eu sou a Andréia Jané. E bem-vindos a mais um Duplo clique. Um duplo clique de semana cheia, né, Deia? A semana já tinha muita coisa, e com o Oxitrends, que a Andrea tem a Oxygen, né, gente? Vocês conhecem que, entre outras coisas, tem um clube, uma comunidade. E sexta-feira teve um evento presencial para apresentar, que a Deia faz todo ano, as tendências para o ano que vem, algumas retrospectivas desse, mas tendências no ano que vem. Foi um sucesso, né, Dea? Casar cheia, lotado de gente, em pleno dezembro. Sim, fiquei muito, muito, muito feliz.
SPEAKER_00:Ai, amiga, obrigada. Foi muito legal mesmo. Eu tô até com cara de cansada, olha meus olhos aqui, gente. Foi uma semana intensa pra terminar uma apresentação de quase, sei lá, 180 slides, né? A gente tentando. Nosso papel é tentar costurar tudo isso que tá acontecendo no mundo e abrigar em temas que fiquem, que façam sentido e que permitam que as pessoas entendam o que a gente disso tudo extrai, né? Como possíveis acontecimentos para o ano que vem. Então é um trabalho Herculho, porque a gente junta geopolítica, tecnologia, comportamento, sustentabilidade, isso é uma série de pautas que a gente tem que agrupar, ver o que daquilo ali é fumaça, espuma e não merece a nossa atenção, e tentar olhar para frente para tentar clarear um pouco os possíveis cenários. Então isso é muito trabalho, e obviamente eu não faço sozinha, né? A gente tem um time na Oxford que trabalha com isso. E assim, são muitos inputs e muita edição para a gente conseguir chegar naqueles slides que vocês viram na sexta-feira. Foi lá no C6 aqui, a gente fechou, acho que tinha umas 220 pessoas pra gente sentada na escada, fiquei até com vergonha das pessoas, porque deu um certo overbooking, fiquei feliz, nunca tinha visto aquele lugar tão cheio nos nossos eventos. A gente já fez outros eventos no C6 antes, fica aqui meu agradecimento aí, Alexandra Paim, que sempre nos abre as portas da sua casa, a gente já fez então um hoje de assistir lá também, mas nunca ficou tão cheio como sexta-feira.
SPEAKER_01:Não, aquele auditório cheio, chegava a gente, aí eu tava lá no fundo também, todos fazendo assim, não, não, aqui tem lugar, aqui tem lugar, a pessoa atravessava tudo, subia, teve uma que foi sentar, a pessoa falou, não, tô guardando pro meu marido, tipo, já tava quase dando, entendeu? Disputa, assim. Muito bom, foi um sucesso e todo mundo prestando atenção, tirando foto, vendo, se conectando. Então, isso eu também acho que foi. Foi incrível. Sucesso absoluto, né?
SPEAKER_00:E é isso aí, gente. Agora a gente tá pensando se faz um novo, uma nova apresentação, talvez em janeiro, final de janeiro, começo de fevereiro, pra todo mundo que não pôde ir, porque dezembro é um mês desafiador, né? As pessoas estão tentando acabar daqui a três semanas, então todo mundo precisa terminar tudo, né? Então, assim, aquela loucura tradicional desse mês. De repente a gente faz um outro aí no começo do ano, comecei de fevereiro, pra entender como é que a gente consegue abrir pra mais gente também esse conteúdo.
SPEAKER_01:Eu tava falando isso pra Déa, gente. Eu tava falando, DEA, porque foi feita a apresentação também depois. Vocês gravaram ou grava uma outra sessão? Gravamos e vai subir pra plataforma da Oxigen pros assinantes da manhã. Ah, então, perfeito. Perfeito. Então, quem não pôde ir, tá? Os assinantes têm acesso a todos os conteúdos, então vai estar lá. Mas eu tava falando pra DEE, a Deia, você tem que fazer uma outra sessão, abrir até pra quem não é assinante, cobrar um valor X, entendeu? Pra dar acesso pra mais gente, porque o conteúdo é muito, muito, muito bom. E o que sai de gente assinando depois, né, Dessa é a prova de que o conteúdo é muito bom. Eu brinco com o André, que eu já sou quase uma afiliada, entendeu? Que eu fico falando da Oxygen. Gente, é brincadeira, eu trabalho, nasceu os forças, minhas opiniões aqui não tem, não representam nada ligado à companhia, eu não tenho nenhuma ligação comercial. Esse podcast que eu tenho com a DES é um podcast, tá? Só pra deixar claro, né? Só foto perdoa emprego a falarem que eu sou afiliada da Oxygen. Não que eu não fosse, seria com muito orgulho. Mas a quantidade de gente que sai, assina, ama. É incrível. Fico muito, muito, muito feliz com o seu sucesso, amiga. Obrigada, amiga. Sai uma palavrinha pra gente daqui a pouco, né, meu amor? A Dé, mais pra frente vai contar um pouquinho, mas vamos fazer um roundup rapidinho de algumas notícias, né, Déa? Mas segurem aí que a Dé vai contar um pouquinho disso. São cinco anos de clube, é isso?
SPEAKER_00:Cinco anos de clube. E gente que assina, tinha gente na plateia que assina desde o mês um, que foi junho de 2020. Foi pandemia, né? A gente é uma imprensa praticamente de pandemia. E deu certo. A gente continua conosco até hoje, exatamente.
SPEAKER_01:O primeiro podcast que a gente gravou na tribo de marketing, você não tinha ainda o clube? Não, ele é tarde. Você tava. Eu lembro que você contou, não, eu tô com uma ideia de fazer e tal. Mas você não tinha ainda. Então, legal, né?
SPEAKER_02:Muito legal.
SPEAKER_01:Muito legal. E o que mais? O que temos de notícias da semana? Algumas coisas que eu que vi me chamaram a atenção, né? Essa semana teve o Deal Book. Então, o Dill Book é um evento, né? Do New York Times. O The Book é o. Tem uma newsletter, né? Do ano inteiro, né? Do Andrew Ross.
SPEAKER_00:Andrew Sorkin, que é um super jornalista de economia, um cara que eu gosto muito de seguir. Não sei isso. E lançou um livro agora, que não chegou no Brasil ainda em português, mas é um livro fenomenal sobre economia, em que ele estudou durante muito tempo o Crash de 1929 da Bolsa. E tá satisfazu se tem bolsa de A ou não, né? Se tem bolsa de bolha de A, exato, e ele está vendo muitos sinais de um hoje, de um estouro da bolha, né, que se aproximam muito do que aconteceu às vésperas do Crash de 29. Então esse livro é um calhamaço, meu marido já comprou, lá já está começando a ler, eu ainda não cheguei lá. O livro está fazendo um download pra gente.
SPEAKER_01:Eu vi uma conversa dele com o Ray Dalio. Comecei a assistir no YouTube, eu tive que. A vida aconteceu, eu tive que trabalhar, alguma coisa assim, e parei. But ele está super divulgando o livro, né?
SPEAKER_00:No, e o livro parece que tá super bem, tá super elogiado, and I acho que vai ser um must aí de 2026, um must read. But the Dill Book is an event that levels to entrevists. It was, much assistive on YouTube. So the entrevistas deles are consideradas muito boas. And he entrevistou uma que eu gostei particularmente, foi do Dario Amoday. A gente já falou bastante dele aqui na Oxygen, ele é o CEO e cofundador da Anthropic, e Anthropic é quem faz o Claude, que é um LLM que muitos de vocês devem usar, né? Eu sei que hoje em dia, quando eu vou nas palestras, eu pergunto, quem está usando Chat GPT? Aí assim, sei lá, 70% da sala levanta a mão. Fala, quem está usando o Clode? Já é o segundo, 20%. Aí o resto fica entre, sei lá, Perplexity, agora tá crescendo o Gemini, as pessoas estão voltando a usar o Gemini por causa dessa última atualização, mas o Clone é um queridinho, né? A gente gosta bastante dele e é o LLM que o Manus usa, inclusive, né? Que é o meu, minha preferida, a gente sempre fala disso. Mas o Amodê foi entrevistado justamente sobre essa pergunta, sobre esse ponto que você acabou de mencionar, Fê, será que vai estourar essa bolha de inteligência artificial? Então, alguns pontos principais da entrevista, né? O Amodê realmente reconhece os investimentos massivos que estão acontecendo em inteligência artificial, but it separa the pontoon de vista technology and the point of vista economic. So it fell out of the point of vista technological, it continues super seguro que é isso que tem que acontecer mesmo. But the point of vista economically have some questions ainda. And he, as we are preparing Anthropic for an IPO. So it is used an avenue to create different AI, which he considered some mayor rival hoje.
SPEAKER_01:Isso deu sinal também.
SPEAKER_00:Um sinal vermelho, um alerta vermelho, algo assim, traduzindo livremente, porque ele sentiu que o Google chegou lá, com o Gemini 3. Isso é um risco enorme para a OpenAI, porque a OpenAI continua queimando caixa loucamente. Eles vão ali dependendo de novas rodadas de investimento, é um dinheiro que não tem fim e eles não estão nem perto dequilar a empresa. Enquanto que o Google, não precisamos nem falar, o Google tem muito dinheiro em caixa, tem uma marca forte, tem outras fontes de receita. Então é um competidor que realmente vai incomodar a OpenAI. Eu acho que é a primeira vez que a OpenAI se sente ameaçada por alguien.
SPEAKER_01:O que eu acompanho a pouco essa semana? This negócio of really echo this semana, and Sam Altman had been told for many things that have been featured for other products, other designers, to focus on Chat GPT. After this conversation with Dario Amodei, he felt that Anthropic has a model to work for empresa. So it's enterprise, what they're doing, it's interesting to assisted. I assisted two at once. Comecei a terrible to do book, but that's one of those that I assisti. E ele comenta até dessa dinâmica tão doida que é que hoje em dia você precisa antecipadamente comprar, né? Ou dizer que tem interesse em toda a parte de hardware da Nvidia, todos os processadores e tudo isso, com uma mega antecedência. Então é aquela coisa muito doida, porque você vira e fala assim: quanto que eu estimo que vai ser o tamanho da empresa daqui um ano, quanto processador eu vou precisar, e eu tenho que ir e falar que eu tenho um compromisso de comprar tanto. E aí eu preciso garantir que eu vá ter o dinheiro naquela data para comprar tanto. Por isso que tem esses dias todos muito doidos. E aí, a hora que chega, se eu tiver uma demanda maior, eu não consigo atender a demanda. Se eu tiver uma demanda menor ou não estiver conseguindo gerar a receita que eu preciso do seu investimento, eu não tenho dinheiro para pagar. Então, existe uma matemática toda que não é fácil, que a hora que você pega um Google que está muito mais verticalizado, então eles estão produzindo e tendo os próprios processadores e tudo isso, essa dinâmica fica muito melhor. Eu acho que isso é uma coisa que a conclusão do Google é minha, baseada em outras coisas, a conversa sobre essa dinâmica ando, é do Dario Almudei. Outra coisa que eu ouvi que faz todo sentido, é a dinâmica dos negócios, e daí isso até ouvir no OLEN, é que o que se imagina é que o Google vai pegar os seus ótimos modelos e vai oferecer um monte de coisa de graça e vai dar uma estrangulada na OpenAI. Because parece que 80% da receita do OpenAI, pelo que eu ouvi no desses podcasts, vem de assinaturas, vem de consumidor. So tem esse lance todo. Tem o ponto de que todo mundo fala, né? O chat GPT já me conhece. Eles estão tentando justamente criar esse tipo de ligação, que é por onde vai. Lembra que eu te falei que eu assisti uma entrevista do Sam Altman com o Johnny Ive? Que eu te falei, até te mandei no negócio, depois eu te encontro o podcast. Entendeu? Até já faz umas duas semanas, nem lembro muitas coisas. But primeiro que assim, aquelas conversas deliciosas. Gente, o Johnny Ive é aquele cara que foi um dos caras que responsáveis pelo iPhone, por todos os, por alguns dos designs icônicos da Apple. E ele é um cara super focado in design, super de humanas, que fica pensando em como as pessoas interagem com as coisas. And I feel this aquisição, eles compraram a empresa andar pensando juntos nesse futuro. E aí até deram uma provocada neles, mas quando a gente vai poder ver alguma coisa? Quando vai? Quando vai? Andou a apertar, ela fala assim, but menos de dois anos? Menos de dois anos. Mas quando a gente deve ter notícia, no próximo ano a gente deve ter notícia. Foi meio que a expectativa gerada, porque tem tudo isso acontecendo. Eles falando que tem que ser um design, tem que ser alguma coisa que faça as pessoas, que volte a encantar as pessoas, que tem uma simplicidade andar. Andar essas conversas de design that I particularly adoro, but me follow a coisa que tem um design that seems icônico, a collection. A simplicity and what that permite fazer. And I pergunta para o Johnny Ives, what you gostaria de ter desenvolvido? Ele é o zíper. Eu queria ter desenvolvido o zíper. But there's essay of design que eu acho que é a grande aposta. Mas precisa ter um bom modelo por trás. Óbvio que precisa. But a aposta que eles estão fazendo é de realmente ter alguma coisa que tenha uma interface diferente, que tenha um nível de conversa, de interação do usuário ando que seja num outro nível. Acho que é a OpenAI quer ser a Apple nesse sentido. Mas teve esse desconforto gigante que aconteceu. E o Dario Amodei também perguntaram pra ele, né? O Andrew pergunta pra ele, porque deu um super bafafá também. Porque o David Sachs, que é o cara que cuida de A e cripto, o Pizar disso, né? Do Trump, que é o cara do podcast lá do All-Len, falou que Anthropic é muito woke. Então, porque o Dario Amodei tem matérias até falando, né? Que ele é o último cara que realmente tem uma conduta ética e tudo isso. Ele fala um pouco da entrevista sobre esse dilema entre tudo que você quer desenvolver.
SPEAKER_00:Ele é a favor de regulação. Ele, desde o início, falou que ele é super a favor de uma regulação forte. Por isso que eu acho que ele é tão criticado. Mas ele, quando ele saiu da Open AI e abriu a Anthropic, ele disse lá atrás, a gente. Lembra que eles tinham um code? Como é que é o nome feio do negócio que eles têm? Eles têm tipo um código de um código ético que é o que regula o desenvolvimento da AI dentro da Anthropic. Eles criaram uma Constitutional AI, me lembrei. Ah, eu acho que é o que eu acho.
SPEAKER_02:Constitutional AI.
SPEAKER_00:Lá atrás, então eles sempre se posicionaram como uma AI mais ética. Então, eu acho que eles têm esse código de conduta interno, que é o Constitutional AI, que a gente na época deu muito isso nas nossas news, porque foi muito bacana, assim, ver como eles criaram um corpo ali de diretrizes para orientar o desenvolvimento de algo que eles sabiam que ia ser muito grande, né, e que precisaria ter algumas regras. Então, desde o início, at Anthropic, por isso eu gosto tanto do Cloude, por isso que eu gosto tanto do Daryl Amodei, porque eu acho que ele tem muita noção, e ele fala, eu já vi o Dario Mode umas duas ou três vezes falando nesses festivais, já vi ele ainda voz, ele sempre vai. E ele é um cara muito enfático nessa provocação, né? Tipo, pra onde a gente tá indo. Só que ao mesmo tempo ele tá indo, né? Então é aquele. Mas é aquela coisa, tipo, tá, mas você tá indo também.
SPEAKER_01:Mas ele decidiu ficar só na parte de Enterprise, né? Que é uma parte um pouco menos. Claro que tem toda a discussão de emprego, que, aliás, teve mil coisas essa semana. A gente, essa semana, eu ia deixar. Se deixar, a gente fica aqui oito dias falando, né, gente? A gente não vai ficar, tá? Fiquem tranquilos. Mas essa semana saiu muita coisa dessa parte de emprego também, né? Um monte de estudos e coisas, vem muita repercussão falando disso, do quanto toda estimativa é que tenha primeiro o impacto de perdas de emprego, e depois tudo isso acabe gerando mais empregos e que tem um saldo de que, sei lá, eu vi um estudo do Gartner dizendo que vai ter essa barrigada e daqui a tipo cinco anos já vai ter mais emprego do que tem hoje. Mas, obviamente, empregos com perfil diferente, precisa ter um riskin. But, tirando essa discussão de emprego, a parte de enterprise é uma parte muito mais safe, né? Do ponto de vista do impacto que isso tem. E os impactos não intencionais que a tecnologia pode trazer. Porque o Diogo Cortis foi fazer uma apresentação essa semana, e ele usou essa. Ele trouxe isso no meio da apresentação, né? De quais são os impactos não intencionais da tecnologia. Então eu acho que no fundo acaba ficando mais protegida essa parte de Enterprise.
SPEAKER_00:É, eu acho que sim, mas no fundo, enfim, o que eu acho que as perguntas que os jornalistas fazem nessas horas é, tá, você tá alertando, você tá falando, mas assim, você também tá fazendo, né? E eu, quando vi o Dario Modet esse ano em Davos, ele fala que ele tá indo, que ele tá fazendo, porque se ele não fizer, a China will be. That's right, they faz because it's a quest of soberania. If the Occidental vencer, a gente vai deixar a China vencer, anda bom for the Occident. It's um, que a gente precisa chegar na frente.
SPEAKER_01:Super interessante. E aí teve até uma provocação, porque uma hora ele falou alguma coisa de que alguns gerenciam um pouco melhor esse risco, outros não, né? De quanto que vai fazer, o que vai fazer, até onde vai. E o Andrew provoca e fala: É, quem são? Dele, ah, não vou comentar isso, né? E daí ele vira e fala: a gente vai voltar pra esse tópico. E daí ele continua falando o que ele tava falando, né? Assim, meia frase, aí ele vira e fala, no, we won't. Entendeu? Sabe? Porque fica essa provocação, né? Tipo, todo mundo querendo provocá-lo pra falar mal dos outros. Ele, assim, cara, eu não vou entrar nisso e não vou cair nessa cilada. E a segunda que eu assisti do Dill Book foi a Erika Kirk, né? E. Hum, Spice. Spice, né? Me chamou a atenção. Ela tá nesse lineal.
SPEAKER_00:Acho que ela é muito louca. Acho ela muito louca. Eu acho ela uma atriz, assim.
SPEAKER_01:A Erika Kirk, lembrando aqui, né? Nossos ouvintes, tem um super amigo meu que trabalha comigo, tudo, que falou: meu, a Fernanda não segue a Virginia, né? Ela segue, tipo, o Sandar Pinchai, entendeu? Assim, né? Osioso e tudo, mas só pra a galera que não fica acompanhando esses nomes todos, todas as semanas, né, Dea, como a gente. A Erika Kirk é a viúva do Charlie Kirk, né, Dea?
SPEAKER_00:Isso aqui foi morto esse ano e era um super aliado do Trump.
SPEAKER_01:E ele é um cara polêmico com uma série de ideias. Era, né? Porque ele faleceu. Ele era um cara polêmico com uma série de ideias, que eu pessoalmente não conhecia. Concordo, acho que muitos de vocês, nossos ouvintes, também não, né? Porque com certeza tem um certo alinhamento, senão vocês não iam estar ouvindo a gente tanto. Mas um cara que sempre falava muito sobre diálogo, estava muito aberto para conversas, ia nas universidades, deixava qualquer um pegar o microfone e tinha, então, que acho que esse é um lado bom. E que a gente também tem que reconhecer: o mundo não é preto no branco, é cinza. E uma pessoa pode discordar dela de umas coisas e achar que ela tem outras coisas boas andiamo. And no começo da entrevista, ele vira e fala que há um ano ele se correspondia de mandar mensagem, e-mail, conversar e tudo com o Charlie Kirk. E que por mais que ele não concordasse com muitas das coisas, ele sempre conseguia ter um diálogo muito bom. E conversar, discutir coisas, e colocar o ponto de vista dele, e ouvir o ponto de vista do outro lado, e ter conversas nesse sentido muito interessantes. E que ele ficou muito tocado quando ela virou e falou que perdoava o assassino. Daí eles entram um pouco nessa história e ela conta de que ela está cuidando das coisas agora. Ele vira e fala que muitos ouvintes pediram, enviaram perguntas andas e tal, andiram saber como ela pretendia agora balancear as coisas, entender como ela ia conseguir equilibrar o papel dela de mãe one that assumiu o negócio e que estava cuidando de tudo agora. And it's super fair, porque é aquela coisa, a vida a gente planeja a vida da risada. De repente ela não, the esposa tem que ficar em casa, supportando the marido, and so acontece uma tragédia dessa, ela perde o marido, and de repente ela tem que fazer tudo. Então me lembrou um pouco daquele diálogo, sabe? Do feminismo, das coisas todas, that no fim do dia todas essas conversas também acontecem, porque a vida não é tão fácil de ser planejada e na hora que vem tudo isso. Mas bom, passado isso, lembrei da fofoca do JD Vance, Daya.
SPEAKER_00:É, esse babado permanece, né? Essa fofoca continua rondando o J.D. Vance e a Erika Kirk. Porque, só pra gente também resgatar, porque nem todo mundo também tá lembrando aí do início dessa fofoca, essa fofoca começou, na verdade, com um abraço, num evento que viralizou na internet, um abraço entre o J.D. Vance e a Erika Kirk. Eles do Turning Point, who is the organization that the Charlie Kirk funded and Erika assumiu, before she turned viúva, the morte of Charlie Kirk, there was an event of the Turning Point. A Erika, that was theatral and dramático, Erika ao vivo. I ask that. My opinion is that the country é uma viúva, então tudo isso ficou muito.
SPEAKER_01:Não tô querendo dizer que ela tá fingindo nem nada, mas assim, tudo ficou muito. O que de repente parece exagerado e tal, agora ficou super, né? Gerando uma empatia enorme nas pessoas, porque ela é uma viúva de uma tragédia, né?
SPEAKER_00:E aí ela fez uma homenagem ao marido e apresentou o Jade Vance, que é o vice-presidente americano, né? Que era super amigo do Charlie Kirk. Muito amigo. Eles eram. Eles eram quase considerados quase irmãos, eles se consideravam quase irmãos. Então, enfim, conviviam muito, provavelmente, né? E quando ele veio ao palco, eles trocaram um abraço, mas um abraço com uma linguagem corporal muito suspeita, né? Ela coloca a mão na nuca dele e ele coloca a mão na cintura dela, de um jeito que a internet veio abaixo. As pessoas, todo mundo falou, gente, ferrou, esses dois estão tendo um caso e ninguém enxergou isso ainda, né? Então a história começou a gerar muita fofoca, e a partir daí as coisas foram crescendo, né? Até chegar o momento em que a Busha Vance, que é a vice-primeira dama, apareceu num evento oficial sem aliança. E rapidamente foi gasolina no fogo. As pessoas falaram, pronto, o casamento dos dois está abalado. E começou uma especulação na internet. Será que JD Vance e Erika Kirk serão um casal? E aí, gente, tem uma história pregressa aí, que acho que vale trazer, que é o seguinte: a Asha tem uma ascendência indiana. Ela não é cristã. E quando eles se casaram, acho que isso não era uma questão, porque o JD Vance não foi sempre essa pessoa que ele é hoje. O Jance tinha uma outra trajetória, uma outra vida, ele era até crítico.
SPEAKER_01:Uma outra ambição política, potencialmente.
SPEAKER_00:Ele era até crítico do Trump. Ele teve uma virada. A história do Jerry Vance foi um dia bem interessante de estudar, porque ele é um cara que apareceu ontem nesse mundo político-cristão que ele acabou hoje abraçando. And ele se casou com a Usha, isso não era uma questão. Só que agora, para esse movimento cristão americano que está ganhando muita força, ele está sendo questionado. E isso está virando uma força política tão grande nos Estados Unidos that a Asha passa a ser uma liability for ele, um problema. Ele está sendo questionado por muitos seguidores, enfim, eleitores. Como é que ele é casado com uma mulher que não compartilha dos mesmos valores que ele? E aí o pessoal começou a enxergar, corta, para esse abraço dele, da Erika Kirk, e as pessoas começaram a falar, gente, mas esse é o casal perfeito. Jerry Vance e Erika Kirk juntos é uma dupla explosiva, ninguém segura essa dupla. Então, esse é um babado que vale a pena acompanhar. E para colocar mais uma pimenta aí na história, o New York Times semana passada colocou uma matéria no ar bem agressiva, até eu diria, mostrando que o Trump tem apresentado muitos sinais de cansaço e de envelhecimento, embora a narrativa seja sempre de que ele está sempre a mil por hora, que ele faz milhões de reuniões por dia, que ele viaja, que ele está aqui, que ele está colar, que ele continua recebendo and despachando normalmente na Casa Branca, mais números, the New York Times foi entrevistar pessoas que estão perto do Trump, dizem que sua agenda oficial já diminuiu 39% in relação ao primeiro mandato. Ses compromissos estão começando cada vez mais tarde, ele não está fazendo nada de manhã cedo, normalmente só depois do meio dia, it's aparecendo menos in eventos domésticos, está indo mais para o exterior, a rotina que a gente não tem tanta visibilidade. Ele chamava the Biden, when they're president, Sleep Joe, because I fazendo a mesma coisa. Ele perdeu peso, enfim. Some duas coisas que acho que essa história do Jade Vance, Querka Kirk, e o cansaço, a parente talvez the vitalidade do Trump, são dois lados de uma mesma moeda, porque a gente sabe que se o Trump, for example, se acontecer alguma coisa com ele, or impeached, because in October they have midterms, they're election for the Congress American, and it would perder a maior in Congress. If the Democrats organizar and a maior, the Trump would enfrent a nice phase in their government, in which he don't have tanta liberty to do what he bem entered, as he does actually.
SPEAKER_01:Ele está envelhecendo. Isso é uma coisa que não tem, não tem como ele disputar uma próxima eleição. A preocupação é o JD Vance realmente ganhar uma força e ter o potencial de se eleger. Aí que a coisa complica, né, De. Então, muita coisa acontecendo.
SPEAKER_00:E se o Trump sai, gente, gente, o Trump tem mais três anos de governo. Ele vai terminar o governo com 82, né? Então, assim, se ele realmente não tiver a energia necessária para terminar esse mandato, ou se ele sofrer algum tipo de impeachment, que é algo que está na mesa, né? Se os democratas ganharem, o Jade Vance vem aí. Então ele está endereçando, essa semana ele precisou endereçar os rumores de uma crise conjugal. Vocês verem como isso não é só fofoca de internet, ele precisou falar disso publicamente, né? E disse que depois que ela apareceu sem aliança, ele minimizou e falou: não, imagina, é que a Ancha tá sempre lavando a louça, ela tá sempre dando banho nos filhos, e ela esquece de colocar a mão. Tô falando sério, mas você tá brincando. Notícia da People. Que é uma coisa. De novo, começa a começar.
SPEAKER_01:Mas assim, de novo coloca a mulher, né? Vira e fala, cara, ela tava fazendo a unha, sei lá, entendeu? Mas assim, não, ela tava lavando a louça, cuidando dos filhos. Tipo, primeiro eu coloco a mulher de volta nesse negócio. Segundo, quem tira a aliança pra lavar a louça ou da. Aliança é justamente o negócio que você não tira nunca, né? Hello?
SPEAKER_00:Ah, ela é mãe de três crianças pequenas, ela tá sempre ali, meio que no, né, no trabalho braçal, e aí ela tirou aliança e às vezes, né, esqueceu. Esqueceu, não é nada demais. Então, gente, é divertido de acompanhar essa fofoca aí.
SPEAKER_01:Dea, o que mais temos para hoje, hein? Netflix e Warner? Ou vamos direto das trends?
SPEAKER_00:Acho que tem essa história da Netflix e da Warner, que eu acho que é importante a gente dar um duplo clique, né, Fê? Falar, pelo menos, não precisa ser tanto tempo, mas muito recente, a gente ainda está só começando a ver aí os impactos disso. Mas Hollywood está fervendo, né? Acho que hoje já tem uma matéria importante na capa do Financial Times dizendo que começou um backlas tremendo ali em Hollywood, né? Sindicatos, até o sindicato dos roteiristas, que é super poderoso, proprietários de cinemas, e até a Jane Fonda, que é uma super ativista, que está sempre ali causando, muito divertido. Estão pedindo aos reguladores que bloqueiem, que impeçam mesmo esse acordo. O principal medo é que isso diminua a concorrência, que tenha menos compradores para filmes e séries de TV, perda de empregos, porque vai, obviamente, haver uma consolidação ands vão acabar desligando muita gente.
SPEAKER_01:A Netflix anunciou a compra for 83 bilhões da Warner Bros. And it's really the rabo balancing okay. Game of Thrones, Friends, Casa Blanca, O Vento Levou, milhões de coisas que vão. Uma das coisas é que o Netflix passa a ter um portfólio muito maior, né? Então tem Game of Thrones, Friends, Casa Blanca, O Vento levou, um monte de coisa.
SPEAKER_00:O vento levou a Oni pra Netflix, exatamente.
SPEAKER_01:Muito bom. O vento levou, exatamente, o vento levou. Foi um vento caro, mas levou. Nossa. E como você colocou um monte de coisa que muda e que coloca uma ameaça à Hollywood. E uma ameaça ao jeito que tudo isso acontece. Isso me lembrou também na Trends, você falando, né, Dea, que cada vez mais a gente vai assinar, você já falou isso no Duplique outras vezes, né? Vários serviços, igual com o streaming, que a gente assina vários, então possivelmente vai deixar de ter o HBO Max e tudo isso vai para dentro da Netflix. Vamos deixar o que você vai fazer.
SPEAKER_00:Será que vai consolidar isso? Porque eu falei isso no Trends, e eu sempre comparo os streamings hoje com as IAs, com os LLMs, com os modelos. A gente, né, bons tempos que a gente só assinava a Netflix, custava, gente, eu lembro, custava R$25,00 por mês a Netflix lá no início. Não sei se você lembra disso. A gente assinava e já achava que tinha um catálogo enorme ao nosso dispor. Tudo bem que a Netflix sempre teve muita coisa velha, não tinha nada muito, lançamentos muito novos e tal, mas era só a Netflix. Aí depois, com o passar do tempo, a gente começou a ter que assinar outras coisas, né? Sei lá, Amazon Prime, Apple TV Plus, a HBO, quem tem filho pequeno em casa acaba tendo que assinar Disney Plus. Então você vai ver, né, de 20 em 20 dólares, de 30 em 30 dólares, daqui a pouco você está gastando, sei lá, 200 dólares por mês de streaming, né? Pra você poder curtir todos esses lançamentos, porque tinha até um termo que eu adorava, que se falava em 21, que foi na época da pandemia, que foi o Pico TV, lembra? O pico? O pico da TV, porque foi quando a gente estava em casa, isolados, e a TV virou um entenimento quase que o único entretenimento que a gente tinha, né? Então, naquela época, eu me lembro muito, foi uma briga entre os estúdios, entre as empresas, Big Tech também, Apple, Amazon, para fazer produções incríveis, numa época que ainda tinha lockdown. Então, foi ali que nasceu, por exemplo, o White Lotus, que hoje é um super sucesso. Qual foi o desafio do White Lotus na época? Criar uma série em tempo recorde para poder ser streamada durante a pandemia, porque estava todo mundo em casa, sem os perigos do lockdown. O que eles fizeram? Eles pegaram um hotel, foi único jeito, eles pegaram. Essa história é super legal. Eles tiveram que fazer, eles pensaram, chamaram o Mike, esqueci o sobrenome dele, depois você procura pra mim, Fê. O cara que é o criador do White Lourdes, que eu já assisti duas vezes ao vivo - é um cara incrível, super criativo, divertido. Mike White. Lembrei, Mike White. Você foi mais rápido do que é Mike White. É isso aí, tá? É Mike White mesmo? Ele é um cara divertidíssimo, eu já vi ele duas vezes. Ele foi chamado pelos big bosses lá e falou: a gente precisa que você crie uma série que possa acontecer, ser filmada com pessoas, respeitando as regras do lockdown. Aí ele pensou, bom, vamos pegar um resort, fechar esse resort, onde tinha dinheiro, né? Vai lá e fecha aquele hotel. Eu acho que o primeiro foi no Havaí, eu não lembro agora mais, é o primeiro White Lotus, que foi no Havaí. E aí ele falou, a gente bota toda a equipe lá dentro, faz os testes, né? Todo mundo testa, todo mundo fica lá isolado, e a gente consegue filmar em, sei lá, seis semanas, oito semanas, a série inteira foi filmada por causa disso, porque foi na pandemia. E aí se tornou aquele fenômeno. A gente, quando assiste, não se toca disso, mas tudo acontece numa boa.
SPEAKER_01:Nossa, eu não sabia. É perfeito, é isso mesmo, maravilhoso.
SPEAKER_00:E aí depois disso foi um sucesso, né? Foi sucesso e continua sendo, assim, sempre é num hotel, aí ficou essa narrativa, é a mesma até agora, mas é meio isso.
SPEAKER_01:Mas então vamos ver. Talvez a gente esteja vendo o começo de uma consolidação, né? A gente tem, por outro lado, a Apple TV, que ainda insiste em ter algumas coisas, lança algumas coisas muito boas, mas a quantidade de conteúdo produzido é pequena, né? Comparada com as outras. Tem a Paramount, tem a Disney. Vamos ver como que isso vai acontecer. A Amazon Prime, né? Amazon Prime, tava esquecendo. E no Brasil, a Globo. Porque daí é um fenômeno aqui.
SPEAKER_00:O Globoplay, perfeito. É um fenômeno, um fenômeno. Eu acho incrível que a Globo. A Globo, assim, a gente fala que é o nosso, sei lá, mercado livre aqui, lutando contra a Amazon, né? Tipo assim, como é que a Globo realmente tem um conteúdo tão bom que ela conseguiu aí ser. Acho que depois do YouTube, talvez a Globo seja o segundo maior streaming do Brasil, eu tenho a impressão que o Globo play, tipo, segundo ou terceiro. Só perde pro YouTube que também é um outro player que não se considera um streaming, mas é o concorrente de todas essas aí que a gente está falando.
SPEAKER_01:Exatamente. E com essas tendências também, né? Dessas micronovelas, essas coisas todas que existem, fora as coreanas, as chinesas, as coisas todas que vêm. Bom, então muita coisa acontecendo, e acho que isso, como mexe com Hollywood, mexe com cinema, mexe com um monte de coisa que cultura, né?
SPEAKER_00:Mexe com a cultura. Perfeito. Perfeito. A gente está aí em semana de CCXP, né? Está tendo em São Paulo CCXP, Timotech Chalameta lá, fazendo mil piripécies no palco. Gente, não faltar mais ninguém top for the Brazil, né? Acho que todos the celebrity of the moment just were in Brazil, they were paid dance the final year. I don't know if the Wagner Moura caiu numa category, sorte of Copa this semana. I was like, but I'm saying. But the Wagner Moura tá em maus lençóis, porque ele caiu na chave do melhor ator, que é o Xalabi, que realmente parece que tá espetacular nesse filme novo, Marte e alguma coisa, não lembro o nome. Não assisti nem nem um agente secreto ainda, você não assistiu? Não, não, enfim, gente, é horrível, né? Mas quando o trabalho às vezes toma um espaço na sua vida e impede você de formar repertório em outras coisas, né? É que tem alguma coisa errada. Então, agora, nessa. Espero que nessas férias eu consiga colocar algumas coisas em dia. E, aliás, isso é um dos pontos que essa fusão aí, essa aquisição, enfim, da Warner vai mexer bastante. No modelo que tem, eu tenho, a gente trabalha para alguns clientes que já, enfim, já a própria Globo conta isso pra gente, as janelas de exibição. Então, assim, quando o filme vai pro cinema, existem algumas regras, né? Que o filme tem que ficar, sei lá, três meses em cartaz. Só depois desses três meses é que ele pode ir pro streaming. E tem vários níveis, né? Então depois ele pode ir pra TV aberta, tem uma série de janelas, e isso é uma das coisas que provavelmente vai mudar. E existe um grande temor, né? Que a janela do cinema diminua. Porque já é difícil levar as pessoas, né? Foi muito difícil depois da pandemia levar as pessoas de volta para os cinemas físicos. E aí, você fica com preguiça, que vai em casa, você consegue assistir ali no conforto do seu sofá, é muito mais barato você pagar o streaming do que você ir ao cinema, né? Hoje, comprando o ingresso, a pipoca, o refrigerante, a bala, não sei mais o quê, você gasta 300 reais no cinema, né? Ao passo que se você assistir em casa, você tem ali controle de todo o ambiente e tudo mais. Então, é um temor dessa aquisição se isso vai impactar essa janela que os filmes ficam disponíveis apenas nos cinemas, ou se os filmes já vão migrar rápido pro streaming, porque aí a pilheteria do cinema vai sofrer muito, né? É verdade.
SPEAKER_01:Béa, agora chega e vamos falar do Oxitrends.
SPEAKER_00:Não, tem mais um assunto que a gente tem que falar. Tá todo mundo querendo saber dos Oxitrents.
SPEAKER_01:Ah, meu Deus, vamos falar bem rapidinho aqui, que isso é importante. Gente, vocês veem que eu tento defender vocês, né? E fazer a musa falar.
SPEAKER_00:Vamos continuar aí namorado. Não, mas isso é bem importante, ó. A gente já falou várias vezes aqui dessa coisa das redes sociais e como elas estão sendo consideradas. A gente está vivendo um momento, talvez um ponto de inflexão, eu diria, né? Dessa coisa das redes sociais virarem as vilã da saúde mental em vários lugares do mundo. E a Austrália, enfim, não sei se vocês acompanharam, foi uma notícia que saiu aí há umas duas semanas. Ela criou uma legislação inédita no mundo que proíbe crianças e adolescentes menores de 16 anos de terem contas em redes sociais. É o primeiro país que faz isso, né? Então, a regra vale aí para 10 plataformas: Instagram, Facebook, TikTok, Snapchat, YouTube, Threads, X, Twitch, Reddit e Kik. Kiki eu nem conheço. Isso é pra mim é novidade.
SPEAKER_01:Mas essa questão que imagina eu, mas ok, não, até aparece. Kik eu não conheço. Talvez seja uma rede local, não sei. Se alguém conhecer Kik, pode mandar pra gente mensagem. Aliás, agora temos um arroba no Instagram, né? Nem divulgamos ainda, temos basicamente dois seguidores, eu e a Andrea, mas temos. Duplo clique, a gente já tá aqui. A gente tem que arrumar tempo pra fazer ainda o nosso Instagram. Mas a vida é isso, gente. A vida é uma bagunça, mas vocês podem começar a seguir, porque eu vou começar a jogar os links nas nossas pautas e coisas no stories, né? Vamos.
SPEAKER_00:Boa. Bom, essas empresas que eu citei aí, essas 10 redes, vão ser obrigadas a desativar contas de usuários abaixo de 16 anos. Assim que eles forem identificados. E aí que mora a grande polêmica dessa lei, né? Porque os jovens estão ontem, a gente ficou sabendo que um jovem de 15 anos está processando o governo da Austrália por essa lei. Porque ele é amarelo Estado não tem que legislar sobre isso. E aí, essa discussão, gente, vai ser uma discussão muito interessante de assistir. Até que ponto o Estado tem o direito, ou tem até o dever, de proteger a saúde mental dos seus cidadãos. Existe uma. Já existem evidências suficientes de que isso faz mais mal do que bem, e ele está tentando conter aí uma crise que lá na frente vai criar outros problemas, né? Então a identificação da idade é uma questão que só ela já vale quase que um duplo clique inteiro. Porque os jovens, como sempre, já sabem burlar verificações de idade, muitos vão usar VPN para poder entrar como se eles estivessem em outro lugar. Eles criam contas usando dados dos pais dos irmãos mais velhos, com o consentimento deles, né? Então, assim, e vão surgir outras redes também. Então, acho que isso tudo são coisas muito já óbvias que vão acontecer nesse primeiro momento. E acho que depois disso vão ter outras questões bem interessantes também. Então, acho que é super válida essa discussão.
SPEAKER_01:E uma coisa interessante é que os questionamentos deles são super pertinentes, né? Porque ele vira e fala assim: peraí. Então, já que rede social tem problema, os jovens vão ser excluídos e proibidos de participar. Por que vocês não resolvem os problemas na rede social, então? Isso é perfeito. Só que daí resolver o problema da rede social é mexer no algoritmo de uma empresa americana, que de repente está te mostrando mais coisa e nessa coisa toda da dopamina, que não faz sentido. Ideia, eu que, né? Você já tem filhos jovens adultos, eu tenho filhas adolescentes ainda. Mas eu fico pensando, quando forem identificados, quer dizer que tem um monte de gente que já está na rede social, já está viciada nisso, já está nessa mega dinâmica, e que se amanhã identificarem que é menor, bloqueia uma conta e deixou de ter. Então, quer dizer, imagina o pânico, porque não é assim, não, agora, tipo o TikTok nos Estados Unidos, vai proibir, daqui pra frente, você não vai conseguir mais fazer o download, mas não é que não mudou, não mudou pra quem estava lá, que de repente do dia pra noite vai parar de ter acesso. Então, eles devem estar em pânico, esses jovens todos que já estão acostumados com uma dinâmica social dependente de mídia social, né?
SPEAKER_00:Uber, eu tô até procurando aqui no grupo do Oxygen Pro. Ontem eu coloquei esse vídeo do jovem que processou o governo australiano, e uma pessoa que está no grupo escreveu assim: ah, é um argumento válido e um call urgente. Mas a minha sensação do jeito que as coisas estão hoje é que ele está pedindo algo equivalente a tirar as substâncias químicas e viciantes do cigarro só para poder fumar em paz. Então, essa coisa de você até que ponto o Estado acaba sendo penalizado por um comportamento da iniciativa privada que é nocivo para todo mundo, né? E aí eu tô me lembrando, eu fiz uma conexão aqui meio fora do assunto, mas acho que ela pertence também a esse mundo. Essa semana, a Prefeitura de São Francisco, na Califórnia, processou três multinacionais americanas por estarem causando danos à saúde das pessoas com alimentos ultraprocessados. Isso é um first. Isso é a primeira vez que acontece. Então, assim, eu acho que até uma das trends que a gente trouxe no nosso Oxitrends, já que você queria que eu falasse do Oxitrends, pode ser 2020. Quais eram as empresas mesmo? Mondelez? Kraft, Kraft Heinz, Mondelez e Coca-Cola. E outras foram citadas no processo, embora não tenham sido processadas diretamente. Então, é prefeitura que, no fundo, é quem arca com os custos de tratamentos de saúde para essas pessoas, né? Querendo abrir um novo precedente aí, né? Tipo, a gente depois tem que ficar cuidando da saúde dessas pessoas. Vamos dar um pouco.
SPEAKER_01:Vamos proibir, né?
SPEAKER_00:Olha que interessante this discussion. It was no, what was the base of this thing with ultraprocessados? Two semanas a year, the most studies made in the world about ultraprocessados. It was public in the Lancet, which is a revista scientific super respeited, so it's a font absolutely segura. And the descoberta is that the ultraprocessados causal to the human. It repercutiues, because the prime extension of malefícios of ultraprocessados. And logo, two semanas depois, São Francisco toma essa iniciativa que é inédita de uma prefeitura processar as empresas que fabricam os ultraprocessados, acusando essas empresas de provocarem uma crise de saúde pública. So, qual é a nossa aposta para 2026 in diante? A questão dos ultraprocessados, que já é obviamente muito falada, no Brasil, inclusive, a gente tem escolas que limitam a quantidade de produtos que podem estar na merenda infantil and, butigmas de rotulagem, tipo o que aconteceu no tabaco, for example, que de repente as empresas foram obrigadas a colocar aquele aviso, aquelas fotos that are super desencorajadoras para quem está comprando um massa de cigarro. Eu não sei se isso funciona, se as pessoas olham para a foto e lembram, ah no, não vou fumar, eu posso ficar assim. Mas são regras, são leis que vão entrando em vigor e que vão complicando, por assim dizer, a vida dessas empresas. Então eu acho isso bem interessante, um ponto para a gente prestar atenção em 2026. E que já reflete, eu acho, o mundo. Meus filhos são velhos, mas assim, eu vejo as minhas amigas, ou o pessoal que trabalha comigo, que tem filho pequeno, já estão em outro tipo de alimentação. As festinhas infantis já são bem mais, tem uma consciência de alimentação diferente, comidas mais naturais, não tem refrigerantes, as coisas, né? Você vê isso também, Fia?
SPEAKER_01:Eu vejo super e eu imagino, né? Dava todinho pra minha filha pequena. E isso é uma coisa da indústria também, né? Indústria. E naquela época também, acho que não existia um entendimento quando a gente era criança, mas a gente cresceu ouvindo que dando ninho vale por um bifinho. Então tinha um estímulo a você dar essa conexão, né? De uma coisa que vale a outra. Andraisa que acho que está tendo um movimento muito interessante é, a gente já comentou isso em alguns momentos aqui também. A comunidade científica também está estudando o que tem nos ultraprocessados, né? Qual é o fator que gera todo esse dano? Porque a grande verdade é que ainda é muito caro e muito difícil você oferecer comida fresca para todo mundo. Muito do que o mundo melhorou em segurança alimentar, no sentido de garantir que todos vão ter acesso à comida, está relacionado aos prazos de validade, a não precisar refrigerar, a conservante, a milhões de coisas, né? Então a gente fala. Tem uma expressão em inglês, né? Que fala health is for the welfare, né?
SPEAKER_00:Total, a gente também tem que entender o nosso privilégio, né? Não é todo mundo que tem o privilégio de comprar comida orgânica, né? Exatamente.
SPEAKER_01:E aí tem um lance de entender o que está acontecendo. São os químicos, não são? É porque ultraprocessou o negócio, é porque. O que realmente são? Como que você conseguiria limpar as coisas ruins, mas ainda garantir que você consegue entregar alimentação nesse sentido mais saudável e segura para uma quantidade grande. Exato!
SPEAKER_00:A gente faz isso. Isso. Eu lembro do conceito - um conceito que me chamou muito a atenção quando eu descobri que ele existia, que é o dos food deserts, no contexto de Studies Unidos. Não sei como é que existe no Brazil, enfim, que a gente aqui naturalmente já tem mais acesso a fruta andes. But in Students Units, cities in which comida fresca, in which is a few, in which the mercadiness where the people have comida era a loja de convenience of gasolina. So this loja de convenience só tinha comida processada. So nothing that you can see. Those who are just shared of conservantes, of course. So these food deserts exist. So this tool that you are talking about is to do with this story. As you can have access, abrir mão de algumas coisas. Acho que o que a gente vai caminhar certamente é para tentar encontrar uma forma, talvez, menos nociva de conseguir entregar exatamente isso, porque tem que dar acesso pra todo mundo. Perfeito.
SPEAKER_01:E tem muita coisa que tá ligada aí pra inflamação do corpo, um monte de coisa, mas que precisa agora estudar pra entender como que resolve, né? Então, uma das tendências estava ligada a isto, né, Dea? Sim. Eu tentando fazer a Dea contar um pouco do Oxitrends pra vocês, né, gente? Eu vou conseguir, vou conseguir. O que mais que a gente fez de bom? Eu tô até fazendo a apresentação. Legal talvez você contar, né? Que assim, vocês apresentam macro tendências e microtendências. Sim. Talvez contasse um pouco do ano passado que deu certo, o que não deu, não sei o que você quer contar.
SPEAKER_00:A gente fez isso. A gente começa com, na verdade, recapitulando 25, né? Que a gente sai. Essa época do ano é divertido, que saem, assim, as músicas mais ouvidas do ano, as palavras do ano, a cor do ano. A gente não está a cor do ano, Fê.
SPEAKER_01:Nosso podcast. E as retrospectivas pessoais, né? Que a gente comentou, que tem um monte de gente incrível mandando pra gente.
SPEAKER_00:Ah, muito clique, né? Agradecendo aí nossos ouvintes queridos que nos mandaram, né? Alguns postaram na rede social, outros mandaram pra gente. Muito bom. Mas nessa época saem as palavras do ano, né? Tipo, AI Slop, Raidbait, Vibecoding, Parasocial, né? As palavras que exprimem os Zeitgeist, né? Que eu acho muito legal esse momento das palavras do ano. A gente falou um pouco do que esperamos da pessoa do ano da Time, que acho que também é um momento que eu acompanho de perto, acho divertidíssimo acompanhar a pessoa do ano aí.
SPEAKER_01:Você vira e mexe a aposta. Você já tornou pública a sua aposta desse ano ou não? Eu não sei. Eu falei, acho que eu não ouvi, não sei se é o que eu perdi.
SPEAKER_00:Então, a gente foi olhar as bolsas de aposta, agora que está na moda, né? Depois da garota da CAUSHE, a Luana, né? A fundadora da CAUSHE, que foi essa brasileira, que agora é a jovem bilionária, self-made, a maior bilionária self-made do mundo, né? Que é essa brasileira, que é super jovem, 29 anos, que tem uma empresa de apostas em tudo, aposta esportiva, né? E nas bolsas de apostas, a pessoa do ano vai ser inteligência artificial. Aí eu falei, gente, que boring, né? Tipo a cor do ano ser branco.
SPEAKER_01:Não, mas, gente, posso falar? Se isso acontecer, eu vou escrever pra Time. Porque assim, a pessoa do ano tem que ser uma pessoa, não pode ser uma coisa. Já foi uma coisa alguma vez na vida? Porque o que a gente fala justamente é isso: não tem o Ia Friend. Desculpa, não é amigo se não for humano. Tem alguns pressupostos. Só me falta a pessoa do ano virar um IA. Não posso acreditar isso.
SPEAKER_00:O ano passado eu achei que ia ser o Jensen Huang. Ele, pra mim, é uma forte aposta esse ano, o James Wang, que é o seu da Nvidia. E o outro, pra mim, seria Sam Outman. Sam Outman, gente, qual é o pressuposto dessa história? Pessoas que estão fazendo a diferença no mundo. E o Sam Altman não precisa ser uma pessoa com impacto somente positivo. Isso que é importante entender. Não é que eles estão escolhendo alguém que faz bem para o mundo. É alguém que está insolucionando o mundo. Exatamente, não é o Nobel da Passa, porque o ano passado a pessoa do ano foi o Trump. In termos de impacto, é negável o impacto do Trump. E eu acho que a gente está vivendo uma era em que a gente. que é negável também o impacto. O que você não tem no mundo?
SPEAKER_02:Porque. Ele não foi ainda?
SPEAKER_00:Não, não foi. E o que ele faz mexe com todo o ecossistema de A. Porque cada vez que ele lança algo novo na Open AI, as outras têm que correr atrás e que pães, né? E aí ele que abriu a caixa. Ele que abriu a caixa de Pandora. Perfeita a definição. Ele que abriu a caixa de Pandora. Então, se tem alguém que está influenciando o mundo, a meu ver, é ele. Então eu acho que minhas apostas seriam esses dois, que eu acho que é muito mais interessante nomear quem são as pessoas que estão avançando a IA, que no caso são o Jens e Huan, que fazem os chips, que permitem que a IA avance, e o Sam Altman, que está colocando essa barra alta, do que nomear apenas a inteligência artificial, que é uma coisa, concordo plenamente com você. A gente também olha os assuntos mais pesquisados do ano na Wikipedia, e adivinha qual é o primeiro nome, Fê. Você estava lá, você vai lembrar, né? Charlie Kirk. O assunto mais procurado na Wikipedia. Então a gente vê aí.
SPEAKER_01:Isso me chamou a atenção e foi um dos motivos que eu dei play na entrevista do The Book da Erica Kirk.
SPEAKER_00:Da Erica Kirk. Interessante, né? Ele realmente. É uma força, uma força mesmo. Mesmo depois de morto, né? Enfim, a gente busca também, a gente resgata os podcasts mais ouvidos, os artistas mais ouvidos. Então a gente faz esse recap para todo mundo. É quase como se fosse um ponto de partida - de onde partimos, né? Aí a gente vai para as macro trends, e aí nas macro trends a gente cobre inteligência artificial e todos os seus subtemas. A gente cobre geopolítica, então também todos os seus conflitos, o que esperar, essa história do Trump e da Venezuela, que a gente tem que prestar muita atenção, porque eu falei, como eu falei na Box Trends, não é necessariamente, não é sobre gostar do Maduro ou não, acho que ninguém gosta do Maduro, e sim sobre a forma como o Trump está atacando um outro país soberano, né? Então isso é bem preocupante, porque abre precedentes muito sérios. A gente falou também de crise climática, com algumas perspectivas aí pós-cop e demografia. Então a gente falou dessas quatro macro trends, e aí a gente entra nas micro trends, que são mais comportamentais, então a gente fala muito da solidão do jovem, o jovem. A ideia só achei interessantíssimo.
SPEAKER_01:Mas a gente amarrou as coisas de um jeito tão interessante.
SPEAKER_00:Que legal, Fê, obrigada. Mas assim, eu acho que é uma ficha que caiu, sabe? Tipo, o jovem não tem um insight. Não tem mais emprego, né?
SPEAKER_01:Um insight único. Sabe assim, não tinha ouvido isso em nenhum lugar, porque a gente é muito fiel, né? Assim, às autorias, né, Deia? Então, achei um insight super único, super bem amarrado, achei incrível.
SPEAKER_00:É, porque pensar que assim, o jovem, gente, ele não tá mais conseguindo emprego no mundo corporativo. Então, ele vai ter que fazer o quê? Empreender sozinho, né? Sozinho, vai fazer ali, vai vibe code, né? Aproveitando outra palavra do ano, ele vai vibe code e fazer lá um aplicativo, fazer um site, vai se virar sozinho, né? Ele também não tá conseguindo lidar com a crise climática. Ele está super ansioso, ele vai fazer terapia onde? No chat EPT. Ele está fazendo terapia hoje na inteligência artificial generativa. Ele não está indo para um terapeuta. Ele também não consegue se relacionar com ninguém. O livro do Scott Galloway para mostrar que principalmente os meninos, os jovens rapazes, não estão conseguindo se conectar com ninguém. E eles, gente, estão namorando.
SPEAKER_01:Esse é um livro imperdível.
SPEAKER_00:Super. O Notes on Being a Man, do Scott Galloway, e por fim, eles estão se relacionando com o Ias, desenvolvendo relacionamentos amorosos com o IA e se resolvendo sozinhos até do ponto de vista sexual. Tudo isso, para mim, mostra claramente que o jovem está muito perdido, muito sozinho, e a gente precisa acessá-lo, a gente precisa furar aí essa bolha. Depois a gente falou também do analog wellness, que é esse bem-estar que vai passar por hobbies, por coisas presenciais, autênticas, reais, que a gente fala bastante hobbies. Falamos também de novas formas de entretenimento, como ao vivo cresceu, anda uma coisa que a gente está planejando. Tá vendo a Fê, trouxe o ponto cruz, a gente está fazendo, vai montar um grupo de bordado agora, depois dessa, né, Fê?
SPEAKER_01:Bordado, tricô. Eu coloquei tricô no nosso grupo porque eu achei mais divertido, porque a gente fala, ah, eu estou tricotando, entendeu? Aquela coisa assim, né? De fofocando, entendeu? Mas é tipo isso.
SPEAKER_00:E novas formas de entretenimento é o ao vivo. A gente está até planejando, né, Fê, no início do ano que vem fazer um duplo clique tour. A gente fazer uns, gravar uns episódios ao vivo pra poder, enfim, ter plateia, ter nossos ouvintes que pedem muito pra encontrar a gente, pra conhecer a gente pessoalmente.
SPEAKER_01:Tem uma interação de comunidade que é maravilhosa, né? Comunidade é uma coisa tão legal, tão legal ir encontrar as pessoas na Ox, conhecer gente nova, e a gente tem um interesse em comum, assim, então, muito legal.
SPEAKER_00:É isso. Temos também, falamos também de autenticidade, né? Que tem a ver com essa coisa do mundo real, da gente fazer as coisas. Um mundo que tem muita, muito AI Slope, né? Trazendo as palavras do ano aí, tem muito conteúdo sintético que a gente tá consumindo. A gente tava falando hoje, né, Fê, sobre o LinkedIn, que virou assim terra de ninguém, né?
SPEAKER_01:E eu acho que o LinkedIn já era chato, né? Já era meio LinkedIn. Quer dizer, no começo era muito legal. Depois começou a ficar meio chato, tipo, parabéns pra mim, parabéns pra mim, olha o que eu fiz. Agradeço a oportunidade, o convite de eu fazer. Gente, eu não consigo mais postar, juro pro Deus. Eu tô tendo um bloqueio. E agora, a cunha generativa é tanta coisa que é meio slope, né? Assim, ai, sei lá. Ninguém mais tá escrevendo, as pessoas estão escolher. Tem uma culpa do algoritmo, né, amiga? Porque assim, fica nessas coisas também que cada vez mais o algoritmo, se você compõe coisas pessoais e tudo, posta e coloca, ideia, você viu o negócio? Eu não comentei isso com você, de que tem uma galera fazendo os experimentos, umas mulheres, de mudar o sexo no LinkedIn? Não. Tem um pessoal lixo em algum veículo, mas assim, tem uma galera, as mulheres que estão pegando, entrando lá e tirando do sexo feminino para o sexo masculino. Tem gente que pega e muda coisas do perfil, tem gente que não. Deixa foto de mulher, tudo de mulher, nome de mulher, só fala que é homem, para ver a diferença que o algoritmo entrega e clique entrega. E tá surgindo uma teoria de que o algoritmo entrega mais para uma audiência masculina conteúdos de homens ou de pessoas que têm o profile de homens. Tem uma coisa rolando nisso. Interessante. Olha, vamos dar um duplo clique nisso, bem interessante. É que eu não sei qual é verdadeiro ou não, mas eu vou achar a matéria e vou te mandar.
SPEAKER_00:Até porque eu acho que esse é um tema que a gente até não falou hoje, Fê, mas assim, essa foi uma semana bem pesada para ser mulher no Brasil. A gente teve aí vários casos de feminicídios, que foi uma coisa muito deprimente, que mostra que a gente ainda está na idade da pedra, né? Por isso que essa história do jovem, o livro dos Scott Hell, essa coisa toda dos meninos, de como a gente está criando esses homens, é muito importante, porque a gente precisa atacar esse mal pela raiz. É a forma como a gente está criando esses meninos, né? Mas enfim, nem vamos entrar nesse assunto porque a gente já tá no final aqui. Enfim, a gente fala de wearables, né? A gente fala desses novos devices que estão gravando tudo sem a gente saber, né? Você tá hoje no. Eu tava dando a palestra lá, tinha várias pessoas gravando a minha palestra no plot, ou seja, aquilo vai se transformar num conteúdo não autorizado. Tudo bem, eu não tô reclamando aqui, a gente sabe que isso hoje é uma.
SPEAKER_01:É porque você não pega como uma forma de, ah, eu tô anotando, é a minha anotação digital. Agora, o que você vai fazer com isso? Como essa coisa se transforma? O que? É interessante, né?
SPEAKER_00:É muito interessante, e você não sabe quem estava gravando, porque as pessoas hoje gravam com esse device que cola no celular, que é uma pulseira, o que é um colar, e cada vez mais, isso é uma tendência que a gente trouxe, nós seremos gravados, nós seremos registrados sem saber. Tanto de imagem, com os óculos, quanto com aparelhos que só gravam o áudio. Cheio, de novo. E sabe uma nova avenida.
SPEAKER_01:Eu, que sou mulher de advogado, já aprendi em casa que assim, tudo que você faz se assume que você está sendo gravado.
SPEAKER_00:Nossa, é uma loucura, gente.
SPEAKER_01:Não sei se você fica advogado, assim, não. Você tem que se comportar assumindo que você está sendo gravado. Do ponto de vista de seguir a lei, a boa conduta e tudo isso. Do ponto de vista de privacidade. Do ponto de vista de privacidade, obviamente, é diferente, e do ponto de vista de direito autoral, também é diferente, né? Super!
SPEAKER_00:É, gente, é o grande irmão, né? A gente está sendo gravado agora, literalmente, o tempo todo, sem saber. Depois a gente fala um pouco de saúde, de como está indo essa questão dos agonistas de LP1, de LP2, as caretinhas emagrecedoras, falando sobre as gerações, que é importante a gente entender que elas continuam evoluindo e o Monjaro já é uma outra geração, chamado de quarta geração dessas drogas. A história dos ultraprocessados, e por fim o soft power brasileiro, que a gente quis encerrar com on a positive note, mostrando que o Brasil viveu aí nesse segundo semestre, uma fase de muitas celebridades aqui, a nossa cultura sendo elogiada e espalhada pelo mundo com Dua Lipa, Sean Mendes, Oasis, sei lá, ontem, enfim, Christopher Rostov aqui também, enfim, todas as bandas Chris Martin, Cold Play. Foi um ano que o Brasil brilhou culturalmente, né? Eu acho que a gente vai continuar influenciando, talvez, aí, importante é transformar todo esse borogodó em ativo estratégico, né? Como país. Então acho que foi isso.
SPEAKER_01:Maravilhoso. Gente, o conteúdo é incrível. Eu admiro a Oxygen. A gente, eu e a Deia, a gente se conheceu já nesse mundo, né, Deia? Assim, de ai, nossa, vamos bater um papo, porque eu tenho um podcast, adoro ter o Instagram, que eu não sei o quê e tudo. E viramos amigas por causa disso. Então, é uma admiração genuína. E daí, assim, eu amei e eu sou nerd, né? Não é qualquer coisa que me encanta. Ai, gente, ela é suspeita, mas tudo bem. Não, eu sou suspeita, mas eu também não sou uma audiência fácil. Não é qualquer coisa que você vai lá e vai falar, que eu vou falar, nossa, nunca vi. Meu Deus, descobri que existe um negócio que é a lista dos livros, que é a cor do ano, que eu não sei, já sei. Mas achei incrível, acho que ver as coisas organizadas e tudo é muito legal. E várias articulações do jeito que vocês fizeram, insights. Realmente, eu falei, meu Deus do céu, tá impossível fazer o podcast essa semana, porque eu saí com mais 500 janelas abertas na cabeça, sabe, assim, de repertório. Então, foi realmente maravilhoso. Acho que vale muito a pena fazer uma sessão pra quem não é assinante também, tiver interesse no conteúdo. É ótima sua sugestão, vamos pensar aqui como é que a gente organiza.
SPEAKER_00:Mas obrigada.
SPEAKER_01:Quem quiser é só assinar o Oxygen, que vai ter lá a gravação também, né?
SPEAKER_00:Dá pra participar. Quando isso aqui for pro ar, já vai ter fechado. A gente abriu por 48 horas a reabriu a Black Friday por 48 horas pro pessoal que tava no Oxit, né? Já vai ter fechado no meio-dia. Mas tudo bem, tá lá aberto, quem quiser pode assinar depois também. É isso aí. E pode dar de Natal, apresentão, hein, gente? Ah, isso. De Natal, apresentão.
SPEAKER_01:Muito. Tipo de coisa, essas coisas que eu tô com o que eu tô fazendo. Conteúdo. Meu pai, desde a pandemia, não assinava mais jornal. Meu irmão pegou e deu assinatura do jornal. Meu pai vira médico já deu uma coisa legal. Sabe? De voltar a ter coisas impressas.
SPEAKER_00:Já dei valor pro meu pai, já dei piauí. É um presente. Assinatura da alma. A pessoa lembra de você todo mês, né? É, exatamente. A pessoa fica lembrando de você o ano inteiro. É muito legal.
SPEAKER_01:Maravilhoso.
SPEAKER_00:Queridos, muito obrigada. Obrigada. Obrigada, Fê, por todo esse espaço, por toda essa propaganda. Você é minha affiliate de brincadeira, mas amei. Obrigada, querida. Obrigada, Miguel e nos vemos semana que vem. Obrigada, queridos. Sempre uma delícia estar aqui. Beijos, tchau, tchau!