Duplo Clique

#47 Retrospectiva: Um Ano Que Pediu Fatos, Contexto, Conversa e Leveza

Andrea Janer e Fernanda Belfort

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Se atenção é a moeda do nosso tempo, escolher onde olhar virou resistência. Encerramos 2025 com um balanço honesto de 47 episódios: consistência, boa curadoria e conversas que atravessam tecnologia, saúde, democracia e o trabalho que voltou a ocupar salas e trajetos.

Abrimos os bastidores do processo e revisitamos os temas que moldaram o ano — IA e chips como geopolítica, plataformas brigando por retenção, regulação, imprensa, saúde sem promessas fáceis e cultura do trabalho em ajuste fino. O fio condutor foi claro: menos ruído, mais nuance. Atenção como escolha diária, compromisso como músculo e leveza como estratégia para chegar em 2026 com foco.

- Acompanhe mais com a gente:

Oxygen Club - Andrea Janér

Tribo de Marketing - Fernanda Belfort

"As opiniões expressas aqui são estritamente pessoais e não devem ser interpretadas como representativas ou endossadas pela Salesforce, empresa onde a Fernanda Belfort trabalha."

SPEAKER_01:

Olá, eu sou a Andréia Janer. Eu sou a Fernanda Belfort. E esse é o último duplo clique de 2025.

SPEAKER_00:

É isso aí, Deia. Que jornada, hein? Esse é o 48. 47 episódios no ar. A gente aguentou o ano inteiro, hein? Sobrevivemos. 52 semanas no ano. A gente começou, não era a primeira semana de janeiro. A gente foi bem, né, amiga? A gente está terminando o quê? 19 de dezembro. Acho que a gente pulou uma semana, eu acho. Só uma ou duas.

SPEAKER_01:

Talvez uma ou duas, por causa de viagem, né? A gente acabou pulando. Mas assim, foi uma consistência, né? A gente foi fazendo, começou de um jeito meio improvisado, e foi melhorando, aí compramos microfones. Hoje à noite chegam nossos fones. Ai, gente, a gente vai ter aquele fone novo bonito pra gente não ter que improvisar com esse da Bose, né? Mas foi uma jornada, tem sido uma jornada legal, né? A gente aprendendo na prática as coisas e se divertindo, que eu acho que é o mais gostoso de tudo, né? Fazer isso com leveza. É um encontro semanal muito, muito bacana, que faz a gente também olhar para o que está acontecendo no mundo, refletir, discutir. É que a turma que não sabe, mas a gente entra uma hora antes de gravar e fica debatendo os assuntos. Aí entram alguns assuntos também que não tem nada a ver com a gente.

SPEAKER_00:

Tem uns 10 minutos de fofocas, né? Mas depois a gente.

SPEAKER_01:

Mas a gente vai, se força, né, também a olhar para tudo o que está acontecendo e formar o ponto de vista. Então, essa é uma das partes que eu mais gosto. E outra parte que eu adoro do nosso podcast também é ver o feedback das pessoas. É muito legal encontrar as pessoas ou receber mensagem das pessoas que ouvem e que dão dicas, elogiam. É muito legal.

SPEAKER_00:

Isso é muito legal, né? Acho que. Eu até, ao longo do ano, foi uma delícia não só receber os feedbacks, mas ver você. Eu já tive um outro podcast, né? Um tribo de maravilhoso. Então, assim, um pouco dessa coisa de, cara, que legal, né? Ter esse feedback das pessoas e tudo, é uma coisa que eu já tinha vivido. E por isso que eu queria voltar a fazer podcast, porque é muito legal. E você foi descobrindo isso, né? Tipo, Fê, que legal!

SPEAKER_01:

Você começou o podcast da tribo quando era tudo mato, o podcast não era o que é hoje, né? Quando foi março?

SPEAKER_00:

Eu comecei em março de 2019, pré-pagina.

SPEAKER_01:

Imagina.

SPEAKER_00:

Uma pioneira.

SPEAKER_01:

Uma pioneira essa mulher, gente. Mas pensa, não era o que é hoje.

SPEAKER_00:

Bateu o top 3 na Apple em marketing, né? Mas assim, mas era tipo dos podcasts ouvidos no Brasil. Então, tinha os podcasts gringos no meio. Então, assim, a quantidade de podcast também que tinha era muito menor. Hoje é outro cenário.

SPEAKER_01:

É o que eu falo do meu perfil no Instagram também. Quando eu comecei em janeiro ou fevereiro de 2018, era muito mais fácil você se sobressair, se destacar no Instagram naquela época. O algoritmo era bem diferente, não era essa coisa meio TikTok que virou hoje. Tinha muito menos gente fazendo conteúdo, especialmente sobre os temas que eu cobria, então era muito mais fácil. Eu acho que hoje o cenário é completamente diferente. Então, o duplo clique já começou numa época em que é uma quantidade de competição pelo tempo das pessoas muito maior, que não é só em podcasts. É o tempo que você está aqui ouvindo, os nossos queridos ouvintes podiam estar lendo, podiam estar, sei lá, assistindo uma série. Então é difícil hoje pensar em como a gente distribui o tempo, onde é que está a atenção das pessoas. Existe todo um estudo hoje sobre essa economia da atenção, que é onde as pessoas estão realmente gastando sua energia, seu tempo, para quem elas estão dedicando sua atenção. Isso é um, como a gente fala, é uma briga de cachorro grande, né? O que estão aí, todos os streamings, o Spotify, o YouTube, estão todos tentando roubar cada vez mais a atenção das pessoas. Então você que está aqui ouvindo, a gente agradece muito essa hora de obrigada que você vai passar ouvindo a gente.

SPEAKER_00:

É, maravilhoso, muito, muito, muito obrigada. E Deia, tem aquela frase que eu não lembro o autor agora, mas que fala que você é o resultado de como você passa o seu tempo, né? De com o que você passa o seu tempo. E é isso. E tem que ter uma dose, né? E eu acho que a nossa ideia, e eu falei pra Deia, né? Eu fiz uma surpresa pra Deia, e eu coloquei para fazer uma retrospectiva do nosso ano de podcast. E eu coloquei os 47 podcasts que a gente já tem gravado, esse é o 48, esse não está gravado ainda, né, gente? Esse aqui neste momento é futuro, porque vai começar agora. O que já é passado. E eu coloquei tudo isso no notebook alem pra puxar um pouco. O que a gente fez, né? Quais foram os assuntos mais falados, como que parece? Só você, só você. Ai, mas divertido. E eu tava falando, puxa, Deia, é interessante, né? Eu coloquei tudo e falei, e aí, sobre o que é esse podcast? Porque é interessante a gente comparar o que era o plano do que esse podcast seria com o que ele realmente se tornou.

SPEAKER_01:

Peraí, parênteses. Primeiro que você me enrolou, né? A Fernanda dizia, não, Deia, é uma coisa super espontânea, a gente vai ligar o app e vai gravar, a gente não vai gastar muito tempo da nossa vida, é tranquilo.

SPEAKER_00:

O Miguel, você não sabe o tempo que gastava antes.

SPEAKER_01:

E eu falava assim, Fernanda, a gente gasta três horas por semana, quatro horas por semana, estudando pro podcast, depois gravando. Às vezes a gravação, enfim, a internet pisca, a gente tem que parar no meio, regravar, tem o Miguel editando. Ou seja, ela me enrolou bonito, eu caí, que nem uma pata nessa história.

SPEAKER_00:

Ai, mas você se arrependeu? Lógico que não, lógico que não. Mas é porque assim, quando eu fazia o da tribo, gente, eu fazia todo o conteúdo, né? Tinha vezes que eu entrevistava as pessoas, é mais tranquilo. Quando eu fazia episódio solo, você tem que realmente estudar no nível pra você ir lá e ficar 40 minutos falando do assunto, 30 minutos falando do assunto. Então, eu tinha um preparo de dias, provavelmente, para fazer um episódio. Eu não tinha o Miguel, eu não tinha as ferramentas IA e tudo que tem hoje. Então, depois, eu editava, eu fazia tudo, eu subia. Então era um nível de trabalho surreal. Mas eu lembro até da gente, eu acho que num Uber, em Lisboa, ano passado, no Web Summit, e eu assim, ideia, que eu já tava tentando conquistar a ideia pra fazer o podcast há um tempo, lembra? Eu não tenho tempo, eu não tenho tempo. E daí eu falei, vamos fazer, que vai ser legal, e assim, e assado. Em Lisboa, que você falou, tá bom, Fê, vamos!

SPEAKER_01:

Aquela frase famosa, né? Primeiro a gente começa, depois a gente melhora. Então ela me convenceu assim, e eu falava, Fê, não dá, porque a hora que a gente começar, eu sabia que a gente ia ter um compromisso, né? Super. A gente ia ter que ter consistência, não dá pra começar e depois parar. Então a gente. Eu sabia que era mais uma coisa na minha vida. Então eu relutei. E algumas coisas, até acho que foi um super aprendizado, até pra quem tá ouvindo, sabe? Teve umas pessoas que também começaram o podcast depois que eu comecei com você, e já falaram: nossa, você me estimulou a fazer um podcast também. Porque eu falo isso mesmo, a vida da gente é muito cheia. A gente tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, né? Eu tenho uma empresa pra tocar, tenho time, mas tenho família, tem casa, tem tudo isso. Então, como que a gente consegue? Não sei, gente, conseguindo, a gente coloca na agenda e é isso. E eu acho que esse mérito é muito da fê, já falei isso aqui em outro episódio, porque teve algumas semanas que eu realmente, assim, na época eu preferia não ter feito. Eu falava, essa semana não vai dar, eu estou viajando, eu estou chegando de viagem, eu estou indo viajar. Aí você falou, ah, ideia, vamos fazer, não vamos deixar passar não. Porque eu acho que esse é o compromisso da consistência, porque eu sinto hoje que muito a Bernie Brown fala muito isso, muito do trabalho é simplesmente show up. É você fazer. Aparecer e fazer, ou seja, a gente está aqui 47 episódios a longo de um ano in que a gente viajou pra caramba, teve mil contratempos, mil things acontecendo. So I acho que boa parte do sucesso do podcast, quando eu falo sucesso, eu tô falando sucesso pra mim, não sucesso de público, de downloads, etc. Boa parte do sucesso de um... É a gente estar aqui toda semana e gravar do jeito que dá, o que é possível. E eu acho que, assim, até pra nossa saúde mental, a gente tem que pensar muito nisso, eu acho. Essa coisa de você simplesmente fazer o que. Não precisa fazer excelente, sabe? Faz o que dá e vai com isso. Vai ter fases melhores, fases piores, fases em que você tem menos coisa pra fazer, você se dedica mais àquilo, fases em que você realmente está completamente overwhelmed, e aí você consegue fazer, às vezes, o mínimo. Mas é o fazer, é não desistir, não largar e ter uma consistência com as coisas, porque isso já significa muito. Então, acho que esse mérito de ter segurado, ter insistido para alguns capítulos que a gente talvez não tivesse feito, é totalmente seu.

SPEAKER_00:

Te agradeço por isso. Imagina, meu amor, mas você também teve uma agenda no primeiro semestre, que, meu Deus do céu, entendeu? Me dava até, porque eu. É, e foi. Muita, muita viagem, né?

SPEAKER_01:

Acho que assim, a gente vai ter uns desafios assim também, né? Acho que a gente vai ter aí, começa o ano, até pra todo mundo saber, a gente volta no dia 9, é isso? De janeiro? Sim. A gente volta no dia nove, que é a segunda, sexta-feira do mês, a gente vai ter um recesso aí entre Natal e no Novo, vamos recarregar as energias. E depois eu já vou pra dar voz. Então a gente vai ter aí aqueles episódios meio gravados no sábado, em algum lugar, né, no inverno europeu. Depois a gente tem SX em março, mas aí a gente vai estar juntas, a gente pode gravar de Hostin.

SPEAKER_00:

A gente podia, né? Combinar alguma coisa pra gravar de lá.

SPEAKER_01:

Vamos gravar de Hostin, vai ser legal. E aí depois eu vou vendo como é que os festivais vão evoluindo. Tem uma viagem a trabalho em fevereiro, depois tem um SX, depois até o China.

SPEAKER_00:

A gente pode gravar também na China. Vai ser muito legal. E eu queria muito ideia ter um co-host, né? Ter você comigo, porque primeiro que assim, né? Tem semanas que a gente entra e assim, a BEA preparou milhões de coisas, falou, não consegui fazer nada. Entendeu? Então eu vou mais na cola BEA. A gente vai se ajudando. Tem semana que é o contrário, que eu estruturei muito coisa, que ela fala, fecha que é de viagem. Mas assim, é super interessante, porque mesmo semanas que você fala, eu não consegui fazer, talvez você não tenha conseguido preparar uma pauta, alguma coisa assim. Mas você lê um monte de coisa, você está super informada, você tem um repertório incrível. Acho que não sei nem se as pessoas percebem, porque no fundo você consegue agregar e comentar do mesmo jeito. Mas eu acho que tem um pouco dessa dinâmica.

SPEAKER_01:

É porque o meu trabalho é esse. Eu acho que, como eu estou sempre ligada em tudo que acontece, eu sei mais ou menos um pouquinho de tudo. Mas para a gente fazer o verdadeiro duplo clique, que é aprofundar as pautas, a gente precisa ter um mínimo, no mínimo uma hora, uma hora e meia estudando determinados temas. Hoje, por exemplo, a gente entrou e a gente, para todo mundo saber como funciona, a gente abre a sala aqui com o Miguel no Riverside e começa a puxar, assim, tipo, o que você leu essa semana? O que você viu? Ah, o TikTok finalmente foi vendido. Ah, e o que deu a venda da Warner, né? Paramount que vai levar ou não é? Daí a gente começa a puxar esses assuntos e eleger aquilo que a gente acha que vale a pena dar um duplo clique. E essa escolha é um feeling, né? Não tem muita explicação, é um feeling, são coisas que a gente acha que vão continuar em alta, coisas que a gente acha que vão impactar o mundo. Às vezes a gente fala de coisas que. Enfim, a gente deixa de lado, sacionadas, coisas que a gente quer um dia falar. Então é uma escolha muito baseada em feeling mesmo, o que a gente vai trazer pra cá. E isso é a curadoria, né, Dea?

SPEAKER_00:

A curadoria é curadoria. É isso, né? É o nosso olhar de tudo que a gente viu essa semana, o que a gente acha que vale a pena entrar na pauta e qual é o ângulo, a perspectiva que a gente traz. É isso.

SPEAKER_01:

Falando nisso, temos alguns updates. A gente gravou na sexta-feira passada e foi um fim de semana pesado, né, Fer? Teve muitos assassinatos, foi um fim de semana puxado, I'm rapid, porque é um tema que mexe muito com a gente, deixa a gente down. Teve um shooting in Australia, um monte de Judeus, my story horrorosa se repetindo.

SPEAKER_00:

I'm coracy for those amigos and amigos, conceived and not conceived. It's absurd what idea I have to show my approach virtual, for the community judaica, those amigos and really what I say describe.

SPEAKER_01:

No, and the impacts of this year of the festa of Hanukkah, the festa judaica, those luzes, the impacted festas do the world, how they se manifest, how they command, how they celebrate, it's inadmissível that this aconte. And a night had an update sinistround. And in a plot twist, it was responsible for the morning of a professor in MIT. And now she described the identity of this show, he was Portuguese, and he was responsible for the shooting of Brown and the morning of this professor of MIT. And this assassin had been alone of Brown 2000, nothing said what. And the assassinating of Rob Reiner, the director of Hollywood and his family, who were mortar by kid. This was the final. Carol Swisher, Scott Galloway, Economics, todos falando of these tragédias. Eu lembro que a gente começou o ano falando disso. Nossos primeiros podcasts a gente falou desse tema. Com certeza. E até hoje a história não tinha se resolvido. E como a gente, como tinha sido anunciado na época, as operações americanas do TikTok vão ser transferidas para uma nova empresa, which is a joint venture chamada TikTok USDS Joint Venture. And atrons of this deal is nothing more than the Oracle, the Larry Allison, who is an amigo and buddy of Trump, and who is the tentative of compressed Warner. He's at the time of Paramount.

SPEAKER_00:

But I saw all these assumes during this year. One of those is all this part of technology, with certain. This was a thing that we saw of I, to the revolution that was acquainted, that's technology, of chips from the Novo Petróleo, the ética, the concentrated, the implications that it had geopolitics into the pays. And a gentewing thing along the year, it was an novelity of technology, in the comments, in Deep Seek, when you're in janeiro the year, I think an episode that was super successful because it was a thing that ninguémia nada, and a monkey of modelos, GPT, Anthropic, Google, those agents who vier this year, do Manus, seu querido, que virou meu querido também. Os novos agentes da Open AI, de toda essa mudança. A gente falou muito de mídia social também. Então, você mesma falou do TikTok lá do começo do ano. Dessse ano que teve essa mudança, a meta deixou de fazer a De moderação de conteúdo, essa aproximação toda com o Trump. A gente, eu tenho ontem eu estava almoçando com um amigo que falou: Ai, Fê, eu tava ouvindo muito seu podcast no começo do ano, era uma época que você falava muito do Trump. Agora a gente nem fala mais tanto dele, mas no começo do ano realmente teve muitos episódios que foram quase dominados por isso, né, Dea?

SPEAKER_01:

É, mas é que a gente talvez tenha tentado até se policiar um pouco pra não falar tanto dele, porque não é que falte assunto, tá? Sobre ele. Inclusive, vou até abrir um parênteses aqui. Ontem ele fez uma que realmente eu preciso contar. Ele. Não sei se você viu, Fê, quando você entra na Casa Branca, quando você entra, é bom, né? Mas na entrada da Casa Branca, né? Não é quando você.

SPEAKER_00:

Eu estou sempre lá, né? Toda vez quando eu estou na Casa Branca.

SPEAKER_01:

Na entrada da Casa Branca tem uma galeria, um corredor, uma galeria com fotos de todos os presidentes americanos e o nome deles com uma plaquinha de bronze embaixo, umas foto de todos os presidents. Pois o Trump mandou fazer placas de bronze com uma opinião deles sobre cada presidente. E mandou colocar embaixo de cada photo. So agora nessa galeria tem a foto do presidente, uma plaquinha com o nome do presidente, and a placona deste tamanho, com uma frase orgulho, como se fosse um tweet do Trump sobre aquele presidente. Juro, é um negócio inacreditável. Aquela Caitlyn Collins, que a gente gosta, que é a repórter da CNN que cobre Casa Branca, fez uma reportagem passando por esse corredor and filmando alguns desses textos que ele escreveu sobre os presidents, usando palavras chulas, usando termos desprezíveis, falando mal do Biden, chamando de Sleep Joe. I think this interferência numa ala que era uma ala super solene that Casa Branca.

SPEAKER_00:

But Sleeping Joe. Ele chama de Sleep Joe. No, isso eu sei, mas na placa oficial, no corredor da entrada da Casa Branca.

SPEAKER_01:

Ele colocou como se ele estivesse falando coloquialmente desses presidentes todos. Que o Obama, worst president ever, assim, de um jeito, como se ele estivesse realmente escrevendo no Truth Social na rede dele.

SPEAKER_00:

Reescrevendo a história sobre a visão dele, né?

SPEAKER_01:

E assim, gastando dinheiro público, né? Sem falar nessa parte, né? Gastando dinheiro pra mandar fazer placas pra colocar embaixo dos nomes de todos os presidentes. Eu acho, e aí é uma opinião, e aí eu encerro esse parênteses que eu abri. Eu acho que ele está de fato senil. O New York Times um mês atrás fez uma reportagem trazendo alguns fatos que indicam que ele está vivendo uma fase de declínio cognitivo, físico, orgânico. Ele está despachando menos horas por dia, focando praticamente em um evento por dia, e aí ele usa muito esse evento, passa em todas as redes, and a imprensa cobre muito para poder dar a impressão de que ele está com uma agenda normal, mas a matéria do New York Times tenta mostrar que ele não está mais cumprindo uma carga horária de presidente da República, porque ele já está dormindo em algumas cerimônias. E aí está engraçado porque ele chamava o Biden de Sleep Joe e ele está dormindo em cerimônias oficiales.

SPEAKER_00:

Exatamente, eu estava pensando nisso.

SPEAKER_01:

Que lamentável, né? Ele está dormindo, e tem várias fotos, vários vídeos que mostram ele claramente cochilando durante cerimônias, discursos e coisas assim. Então, essa é uma preocupação para o 26. Se o Trump vai, de fato, seguir, terminar seu mandato, ou se a gente vai ter aí um plot twist in 2026.

SPEAKER_00:

E o pior, né? Se ele vai continuar fazendo uma série de loucuras com o poder e não mandato. And this foi outro tema, né? The geopolítica and a crise da democracia. Acho que esse foi algo que essas coisas foram presentes in muitos, muitos capítulos. O Trump, como essa force disruptiva, as relations internacionais estáveis, essa nova ordem mundial, o que o Ian Brenner chama de zero gravity, but nothing polo or two grand polos, with clareza, the ataque a institutions democráticas, and all this drama public, which também foi algo que ficou pra trás, but presente nessa loucura toda. Ando comentário da Suzy, esqueci o nome dela agora, que fez uma chefe do gabinete do Trump who feels uma entrevista para a Vanity Fair. Wilds, acho que sim. E que virou e falou que ele tem uma personalidade alcoólatra, falou do vício do Musk, a ketamina, como é que chama?

SPEAKER_01:

Ketamina ou Cetamina também. Essa matéria da Vanity Fair vai ser comentado for muito tempo, né? Porque ela teve muitas camadas. As fotos foram objetivos oferecos, muitos debates, porque o photographo adotou a abordagem muito única inversa. For example, he colours a Suzy Wiles out of the corporate, parada perto, interruptor. O interruptor não fica aparecendo. But tem uma informação subliminar ali, de um botão de liga e desliga, de estar perto dela. Eles fizeram varios. Não foi. Então tem muitas revelações nessa entrevista. Acho que foi muito chocante a forma como essas informações vieram à tona. O Trump defendeu a Suzy. Ele achou que ela foi. Ela disse que foi mal interpretada, veio com aquele velho discurso de não, isso foi tirado de contexto, não foi bem isso que eu quis dizer. E as pessoas estão falando, mas você foi quoted, foi uma frase, está entre aspas, você disse essa frase, não é que a gente tirou de contexto, enfim. But é isso, né? Essa linha de frente do Trump é toda muito polêmica e controversa. Tem a própria Caroline Levitt, que é o suprassumo, o puro suco do governo Trump. Não sei se todo mundo acompanhou, mas tem uma história que está acontecendo aí nos bastidores que o sobrinho dela é filho de uma brasileira. Eu não lembro agora o nome da brasileira, mas acho que é Camila, Bruno, algo assim. É fruto de um acho que de uma relação muito passageira que essa brasileira teve com o irmão da Caroline, and eles nunca chegaram a ser casados nem nada. Eu vi uma entrevista dessa brasileira, acho que na CNEN ou algo assim, fazendo uma denúncia e tentando se defender. O que vai ser muito difícil, porque eles estão produzindo provas de que ela não era uma boa mãe. Claro, todo o aparato do governo ali para tentar fazer isso, eles são maquiavélicos mesmo, né? Quando se trata dessa política de imigração.

SPEAKER_00:

A gente também teve essa briga toda das tarifas, que continua até agora, e o que a gente já imaginava no começo do ano, que isso ia gerar inflação, está acontecendo, o que está inclusive impactando a popularidade do Trump, que é um dos assuntos da semana agora. Toda a parte de política externa, os conflitos, Rússia e Putin, Ucrânia, as negociações, Israel, Irã. Então tem um monte de coisa que aconteceu. A Big Beautiful Breakup, então também toda a crise do Musk e toda a crise interna do Trump. E a gente também falou muito do Epstein, que apesar de parecer uma coisa menor frente a muitas dessas discussões que a gente está tendo, é algo que tem um impacto na política americana enorme e que temos novidades, né, Dea?

SPEAKER_01:

Sim, eu acho até, Fê, que ela tem um impacto na política e na economia americana também, na medida em que muitos empresários respeitados e famosos estão nas Epstein Files. E a gente tem uma novidade que a gente brincou que a gente até vai ter que gravar um duplo clique, edição extra do duplo clique, porque hoje, até a meia-noite.

SPEAKER_00:

Então a gente decidir sair de férias, né, Beat? Que o mundo começa a ferver.

SPEAKER_01:

Ai, ai, ai, vai! Não, é incrível, mas hoje, sexta-feira, a gente tá gravando no dia 19, como a Fê falou. Hoje deve acontecer aí um dos momentos mais aguardados de toda essa história do Jeffrey Epstein, né? Que é a divulgação oficial dos Epstein Files, que é algo que está se arrastando aí há muito tempo. Essa briga de divulga, não divulga, publica ou não publica, e acabou sendo, enfim, isso foi para a justiça e acabou sendo obrigado. O governo foi obrigado a divulgar, e o prazo é hoje para essa divulgação, até a meia-noite de hoje, né? Por conta dessa Epstein Files Transparency Act, que foi aprovada pelo Congresso ainda no mês passado, apesar da resistência da Casa Branca. E assim tem uma discussão sobre o quanto o governo está editando, digamos assim, um pouco desses arquivos para que nem tudo venha à tona a tentar mitigar ali um pouco os riscos, mas já estão vazando desde a semana passada novas fotos, fotos que mostram figurões, desde Bill Clinton até o Bill Gates em vários moments. Bill Gates in vários moments é algo que explica muita coisa, explica o próprio divorcio, porque a Melinda se separou do Bill Gates depois de um casamento de não sei quanto tempo, mais uns 30 anos que eles ficaram casados, foi por aí. E ele está em várias fotos e está realmente muito implicado.

SPEAKER_00:

Eu sempre achei que tinha muita coisa do Epstein Files com o Bill Gates nessa época. Apesar de eu, do ponto de vista intelectual admirar muito o Bill Gates, o papel que ele tem hoje, a filantropia and all. Nesse lado, existem muitos pontos de interrogação. Então, vamos ver. Ele, por outro lado, criticou o Trump, ele criticou o Trump com o USID no começo do ano. Ele foi um dos poucos que falou, não falou muito, nem de forma muito intensa, mas que falou e criticou, mas acho que tem coisa aí que ainda vai sair, né?

SPEAKER_01:

Sim. Eu tô de olho aqui. Quando a gente souber, vamos ver se a gente coloca, de repente, os links no nosso Insta, vamos dar uma olhada nisso, porque essa é uma fofoca bem picante de fim de ano, né?

SPEAKER_00:

A gente tá baby steps fazendo o Instagram do duplo clique. Vamos ver se pro ano que vem a gente ativa isso. Mas quem sabe agora, durante esse recesso, a gente pode postar umas coisas lá, né? Talvez até fazer uma palhinha, um videozinho, alguma coisa, se tinha alguma coisa grande acontecendo e nos nossos também. O outro bloco, acho que muito grande de coisas que a gente cobriu foram as transformações sociais e saúde. Então a gente falou bastante sobre saúde, hábitos de LP1, né? De LP1, os Osempiques, Monjaros, impactos na saúde, na economia, toda a mistificação, desmistificação disso, a cultura do corpo, a relação de tudo que está saindo sobre a longevidade, sobre a importância de ter músculo, o quanto a cultura da magreza de repente deixa de ser algo tão inatingível quando você tem esse tipo de drogas. Então, acho que esse foi um ponto que a gente falou bastante. E sobre também hábitos, né? Que é da histórica do álcool, a crise da solidão, o boom das bebidas não alcoólicas.

SPEAKER_01:

E só para complementar, Fê, a gente falou muito desses medicamentos, né? Lembrando que a patente do Ozenpique no Brasil cai em março de 2026. Então estamos perto de uma possível reviravolta nesse mercado. A gente já sabe que várias empresas, inclusive de medicamentos genéricos, estão se preparando para inundar o mercado com canetinhas num preço muito mais acessível a uma parcela maior da população.

SPEAKER_00:

Exato. E é interessante também, e a gente comentou isso ao longo do ano, as implicações que isso tem não só no peso das pessoas, mas até na relação com vícios em outras coisas. Tem outras coisas ligadas à saúde, e hoje tem vários estudos acontecendo de que talvez parte dos benefícios que são vistos não estão diretamente relacionados ao peso da pessoa, talvez tenha outros mecanismos que tragam esses benefícios, mas também tem isso de que de repente está sendo uma coisa que está ajudando a pessoas que têm problemas difíceis de jogo, de bebida, oferece uma série de coisas. So que teve um foco importante. Falamos bastante de um tema que você adora, né, Dea, que é cultura e trabalho. Então teve um recuo muito grande for, dessa parte de diversidade, tudo nas big techs, toda essa pressão política anti-woke, no impacto real nas pessoas, nas implicações que a IA está tendo no mercado de trabalho dos jovens, do que vai acontecer. Acho que esse é um tema que ainda vai realmente permear muito nos próximos anos.

SPEAKER_01:

A volta aos escritórios, que acho que foi um tema importante esse ano, a gente também observou essa mudança mesmo de políticas dos escritórios. As empresas acabaram pouco a pouco praticamente encerrando suas políticas de trabalho híbrido. Poucas ainda permanecem as senhores, a maioria já retomou. Eu brinco que a gente voltou in 2017 nos escritórios, a vida voltou ao que era antes da pandemia, which I lamento profundamente, inclusive, porque eu acho que existe um ganho muito grande when a gente is flexível with relation to noses. But de facto, ambiental. As pessoas começou a chamar de volta para o escritório, the other come to be, and my ones are all the practice more ruins that culture of command and controle, obliging the people to pass in trânsito, commuting, indoor and continue that the hybrid ainda is the melter model. But this was a conclusion of 2025.

SPEAKER_00:

But this thing, I think we had much who encarna the híbrido como a fully remote, no remote in English in prison american, a gente referee this. And no fundo não é. Então acho que também teve muita gente, muitas empresas, é isso que está acontecendo. Você não é 100% remoto, soy que three você esteja no escritório. Ah, no, but I don't fui three vezes por semana no escritório porque eu fui no cliente, eu estava no cliente em um outro lugar. Tudo bem, você estava presencial. So não é um controle hard, ele é mais soft, mas tem essa expectativa de que você esteja interagindo com as pessoas na vida real, algumas vezes por semana. A gente aqui está até com o escritório lotado. Dependendo da hora que você chega, não tem nem onde sentar, porque o pessoal voltou para o escritório muitos dias. But tem um lado bom. Eu estava resfriada semana passada, passar a semana inteira em casa, e senti falta de ir para o escritório, to encontrar as pessoas, to ter as interactions. E eu acho que a gente também tem que tomar cuidado com essa visão de que voltar para o escritório é voltar para o passado e voltar para comando e controle, voltar para um monte de coisa. I asked ainda precisa ter flexibilidade anda combinar o jogo de qual é o nível de flexibilidade ou não. I asked, my team, onde eu trabalho, tudo não tem hora para chegar, não tem hora para ir embora. But espera que você esteja lá alguns dias na semana interagindo com as pessoas, porque é outro nível de conexão que você faz, de conversa, de esbarrar com uma pessoa e conversar sobre um cliente, sobre uma tecnologia. E acho que isso é vantajoso.

SPEAKER_01:

Sim, por isso que eu acho que o híbrido é o ideal mesmo. Eu acredito nesse equilíbrio. Acho que as pessoas precisam desse equilíbrio. Funciona melhor para todo mundo. É que eu acho que não. O híbrido ainda está sob ataque, né? Ainda tem muita empresa que eliminou até o híbrido, né? Presencial 100%, cinco dias por semana, e aí a gente volta de fato para o passado. Eu vejo isso acontecer em alguns segmentos, sei lá, banco, escritório de advocacia, alguns setores realmente voltaram para o que era antes. E eu fico só com pena porque eu vejo que muita gente se mudou, fez escolhas de vida que não cabem mais nesse modelo, né? Então, enfim, eu acho que isso tem um peso. And it's not administrator. Ah, but I'm in outro. Como é que você faz? Ficar administrando as things individualmente os casos é muito difícil quando é uma empresa grande. Quando você é uma empresa pequena, ok. Mas quando você é uma empresa grande, não dá pra ficar gerando esse tipo de exceção. Então eu vejo que eu ainda sinto isso, tem muita gente se queixando desse tipo de coisa. But vamos ver como é que vai ser ano que vem, se a gente chega no meio de caminho.

SPEAKER_00:

Concordo, pra mim, híbrido é o ideal. E a gente também falou muito de educação. Educação, futuro, outro tema que a gente adora, as implicações da inteligência artificial nisso, o que são os skills e as coisas importantes para o futuro. Então, acho que esse também foi um tema que a gente trouxe bastante. Ideia, eu sei que você está com horário aí, que você tem uma reunião, então vamos finalizar isso porque eu não quero perder o próximo passo, o próximo tema da pauta e último, que são os livros, séries e filmes. O que você vai levar? O que você assistiu de legal this year, viu, e o que você vai levar para essas férias? Nossa, Fê, que boa pergunta.

SPEAKER_01:

Eu, na verdade, assistir Anteontem, O Agente Secreto. Foi a festa da firma. A gente fez a nossa festa da firma de conteúdo, bem Oxid. A gente foi no cinema.

SPEAKER_00:

Deliciosamente nerd.

SPEAKER_01:

Muito bom, muito nerd. A gente foi no cinema, todo mundo, a gente comprou ingresso no VIP do Iguatemi e fomos ver o Agente Secreto, depois fomos jantar, e o presente de fim de ano foi uma assinatura de um ano do MUBE, porque todo mundo ama filme e série, e fica a dica aqui para quem quer sair um pouco dos títulos mainstream, né? O Moobi é uma plataforma de streaming com filmes e séries muito interessantes, diversos, tem muita coisa europeia, coisas do Oriente Médio, asiáticas, são conteúdos menos comerciais, alguns muito artísticos, conceituais. Então, para quem gosta desses filmes mais cabeça, séries mais cabeça, o Moob é uma ótima ideia e um ótimo presente de Natal, hein? Pra quem ainda não comprou, você pode dar de presente uma assinatura do Moobie. A gente deu pra toda a nossa equipe.

SPEAKER_00:

Eu tenho um presente muito mais legal de Natal que é uma assinatura da Oxigen. Eu vou um dia te contar o que é a Oxigen, tá, meu amor? Mas é uma plataforma super legal, tem um monte de conteúdo, eu acho que é um presente super diferente você dar isso.

SPEAKER_01:

Você não precisa entrar nos shoppings. Antes de entrar nos shoppings da loucura do fim de ano, você pode comprar online, tá tudo certo. Boa noite. Exatamente, exatamente. E livros, eu acabei de ler Sweet Talk. Ah, e o pedi de amigo secreto, amiga, porque está no Book Club da Oxygen, não poderia perder. Nossa, tá uma febre esse livro, porque ele saiu na lista dos 100 melhores livros do ano do New York Times. Giovanna Madalosso, aí uma autora paranaense, curitibana. Tem alguns títulos muito bons, né? Batida só e tal, mas o Sweet Talk o emplacou aí no New York Times. Acho que isso deu uma visibilidade bem grande pra esse livro. É um livro muito rapidinho de ler, seria em uma tarde, porque ele é daquele que você não para de. Você não consegue largar. Ele é muito, ele é um suspense, assim. E a gente não consegue largar. Então foi muito gostoso. Enfim, fica a dica aí pra quem quer uma leitura gostosinha, assim, pra esse recesso, sem nada muito. Eu não vou ler nada de auto. Não vou ler nada biográfico, nada de autoajuda, nada de conteúdo, de trabalho. Acho que recesso é pra gente ativar outras partes do cérebro, levar alguma coisa bem leve, gostosa, pra gente desligar.

SPEAKER_00:

Maravilhoso. Eu tô fazendo uma pesquisa. Então, eu tô fazendo uma pesquisa. Eu vou levar a suíte de Tóquio, que eu já pedi já no meu secreto, com certeza tá. Eu ganhei o último da Brene Brown, da minha irmã, que é o Strong Ground. Então, ele tá aqui também. Então ele tá na minha listinha, né? Eu peguei da minha mãe, porque eu dei pra ela o Coisa de Rico, do Michel Alcoforado. Excelente.

SPEAKER_01:

Ontem eu fui na travessa comprar livro, porque eu dou muito livro de Natal. A gente na Oxygen deu para os nossos clientes do estúdio. A gente comprou 84 livros. Aliás, uma outra dica, O Brasil no Espelho, que é do Felipe Nunes, que é o CEO da Quest, que fez uma pesquisa enorme sobre o Brasil, encomendada pela Globo. Uma super dica, porque é o Brasil, talvez uma das pesquisas mais bacanas feitas sobre o Brasil recentemente. Eu falei que eu não ia ler livro de trabalho, né?

SPEAKER_00:

Eu achei que você estava muito audaciosa. Assina trabalho, amiga, a gente faz. Total, eu vou fazer um jogo. Já pus na lista, eu vou comprar. Acho que eu nem vou pedir de presente que vai que não me dão.

SPEAKER_01:

Vou comprar, Brasil Espelho. E na travessa, ontem, eu quis dar uns livros de presente, às vezes eu faço isso, eu dou uma curadoria. Então, assim, dou três livros pra uma pessoa, né? Então você tenta pegar um mais ficção, um não ficção. E é um presente que as pessoas normalmente gostam bastante. E ontem, na travessa de Guatemia, a vendedora me mostrou o livro Coisa de Rico e falou: nossa, isso aqui tá bombando, tá todo mundo dando de presente de Natal. Então, fica aqui o nosso beijo pro Michel Coforado, nosso amirá querido, e que ouve o nosso podcast. Olha que honra.

SPEAKER_00:

Tá vendo que honra. E ano que vem a gente precisa fazer, né? A gente tem uma ideia de começar a fazer, sei lá, um episódio por mês com um convidado. Com certeza ele tá no topo da lista. Está no topo desse. Maravilhoso. E um livro que não é desse ano, eu não li esse ano, mas que eu adoro e já dei pra várias pessoas: é A Coragem de Não Agradar, que é uma conversa. Acho que eu já falei desse livro aqui, é a conversa de um jovem. E eu vou te dar o Brasil no espelho. Ai, fechado, amiga. Quando a gente for pegar. Quando eu for pegar o fone, a gente faz essa troca. Amei! Combinado. É um livro super facinho de ler, super pequeno, mas ele é bem interessante. Ele traz algumas reflexões e coisas. E a gente faz tanta coisa pelos outros, né? E a gente tem essa obrigatoriedade tão grande. E ele tem essa teoria de que Freud tem essa coisa de que sua vida é marcada pelas suas experiências, pelos seus traumas, que é muito determinístico, né? O que eu vivi determina o meu futuro. And ele baseia essa conversa toda no Adler, que é um outro psicólogo, que fala que não, que a gente tem escolhas. And é uma coisa tão profunda, né? Tem gente que vive de fim de ano. Super! E tem gente que vive uma mesma experiência, né? Eu, uma experiência de vida que foi marcante na minha vida foi o câncer. Tem gente que vive uma coisa dessa e fica amargurada pra sempre. Tem gente que vive uma coisa dessas e fala, nossa, hoje eu olho a vida de um outro jeito. Eu agradeço por estar aqui vivendo esse momento. Mas assim, uma mesma coisa pode ser vivida de formas tão diferentes. E isso é uma visão que te dá uma potência tão maior. Não é uma positividade tóxica, eu não tô querendo dizer que tem coisa que não dói, não é nada disso. Mas assim, dá uma potência pras pessoas super interessante. Então, esse é um livro que eu gosto muito.

SPEAKER_01:

Muito bom. E pra fechar com leveza, gente, não esqueçam, estreou Emily Paris. Ai, gente! É amor! Quero muito! Eu também, gente, eu preciso confessar que é meu, sabe assim, meu fast food de entretenimento, assim, aquela série que você coloca, assim, que você consegue ficar, sei lá, duas, três horas sem pensar em nada, só olhando roupa, paisagens. Agora ela tá em Roma, né? Eu acho que agora vai ser o Emily Rome, não é? É. Que ela foi pra Roma.

SPEAKER_00:

Exatamente, ela foi pra Roma, né? Então, maravilhoso. Meu marido ou querendo desconectar com as meninas, quando a gente faz viagem, ele descobre os lugares do Emily Paris. Só assim, vamos fazer a visita em Paris, vamos nos lugares. Quem tem filho adolescente é gostoso de assistir.

SPEAKER_01:

Filha adolescente é gostoso de assistir um programa bom.

SPEAKER_00:

E ele brincou e falou: agora a gente vai ter que ir pra Roma, meninas. Vai sair na próxima temporada. Olha, que problema bom na vida, né? É isso que a gente. Maravilhoso. Um bom plano pra 26. Mas como a gente tem que trabalhar e você tem que reunião, a gente não vai poder continuar falando das séries todas, mas eu tenho várias séries bobas que eu adoro. De manhã eu assisto conteúdo, YouTube, tudo de noite pra desligar o cérebro. Eu só assisto essas séries.

SPEAKER_01:

Acho maravilhoso. Tá, faz muito bem. Não dá pra assistir nada muito, né? Pro sono não ser prejudicado, a gente não pode assistir nada que realmente mexa com os nossos sentidos muito. Medo, aquelas séries de ação, suspenso, isso não é bom. Então, já tem programa pra noite, Emily Paris.

SPEAKER_00:

Maravilhoso. Queridos, muito obrigada por todos os episódios, toda a companhia de vocês durante esse ano. Teremos aí um breve recesso de duas semanas, porém, entretanto, todavia, ano que vem, estamos de volta, né, Dea?

SPEAKER_01:

É isso, gente. Muito obrigada pela companhia, pela audiência, por todo o carinho das mensagens, por todas as dicas, sugestões, críticas. Continue mandando. É uma delícia fazer esse programa. Fê, você sabe que eu te amo, amiga. Obrigada por estar com o meu filho.

SPEAKER_00:

Eu vou fazer cada vez mais depois desse ano. Eu podia ter uma co-host melhor. Assim, maravilhoso. Migu, muito obrigada. Migu, querido, obrigada por ser. No, sábados, domingo. Exato. Mudanças de horário e tudo ao longo desse ano. E é isso aí, pessoal. Super obrigada e até 2026. Bom final de ano pra todo mundo. Até 26. Tchau, gente. Tchau, tchau.