Duplo Clique

#70 Rio Innovation Week, Cultural Washing, Livros e Audiobooks, a Chegada de IA e dos Robôs Chineses

Andrea Janer e Fernanda Belfort

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Depois da Rio Innovation Week, a conversa nasce de uma pergunta incômoda: ainda cabe tanto evento na agenda, ou já é hora de ter curadoria para não se perder no ruído? Daí o papo passa pelo "cultural washing" — quando cultura vira verniz de marca —, pelos hábitos sem culpa na leitura (abandonar livro, valorizar poucas ideias boas, misturar audiobook e impresso) e chega na IA generativa, com o risco de terceirizar o pensamento e gerar conteúdo padronizado.

Para fechar, o episódio vai para robôs e IoT: as restrições dos EUA a certos robôs, o que dispositivos como aspiradores com câmera podem expor e como falhas de segurança em gadgets do cotidiano abrem brechas para ataques. No fim, o convite é para o ouvinte se perguntar qual desses temas — atenção, leitura, IA ou privacidade — mais pegou para ele.


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- Acompanhe mais com a gente:

Oxygen Club - Andrea Janér

Tribo de Marketing - Fernanda Belfort

"As opiniões expressas aqui são estritamente pessoais e não devem ser interpretadas como representativas ou endossadas pela Salesforce, empresa onde a Fernanda Belfort trabalha."

Boas-Vindas E Rio Innovation Week

SPEAKER_00

Olá, eu sou a Andrea Janet. E eu sou a Fernanda Belfort. Bem-vindos e bem-vindas a mais um duplo clique. Tudo bem, Fê? Você voltou para a sua vida viajante, né? Como foi o Rio Innovation Week? This semana was a verdade for Brazil. I was the Rio I'm Innovation Week, which is a festival that participated for bastards, and I have a proximity with organized, and this disclaimer, I gossip, Lili. And I asked that conseguid track a number of speakers of primeza rarely. Malala, mutage bacana, Douglas Rushkoft. There are nomes internationally. Ele é grande, tem muitos palcos ao mesmo tempo. Muita gente reclama um pouco da experiência de chegar lá. And ser um lugar no Pierre Mauard, que tem vários armazéns, and it's longe. Você caminha do armazém 1 para o armazém 4, você tem que caminhar, sei lá, 15, 20 minutos para poder chegar lá. But it tem uma função que eu sempre gosto de lembrar que é muito social. Ele é um festival que elas distribuem ingressos, uma parcela muito grande dos ingressos, de graça para escolas públicas, universidades, entidades. Um SGSW, um web summit. So it tem um público bastante diverso, que é uma coisa bem interessante andara de ver no Brasil. Então, eu acho que fica aqui uma homenagem ao Vino Vice Week, porque eu acho que eles conseguem realmente trazer um público diferente dos demais festivais. Mas tem questões de desafios de logística, de experiência que acabam decorrendo desse público maior que vai no festival. É um evento do bem, pelo menos. É um evento do bem, eu acho muito interessante. Sempre quando acaba, eu olho assim, sempre vem gente falar comigo quando eu desço do palco, e assim, sempre sim, estudante de 20 anos, um PCD, uma pessoa que não tem acesso. Sabe, é sempre muito interessante ver o público que está lá e eu me sinto muito bem de ir. Mas, assim, é mais um evento entre tantos eventos, né, Fê? Acho que a gente estava falando um pouco disso no começo, né? A gente está vivendo aí uma era de. Sei lá, era de ouro

Logística Difícil E Um Evento Social

SPEAKER_00

dos eventos aqui no Brasil. A gente teve só no mês de agosto, assim, a gente está no começo de agosto, eu sei de pelo menos uns seis, sete eventos de grande porte que estão acontecendo, São Paulo, Rio. E não sei se as pessoas ainda estão com apetite for tanto eventos, né, Fê? O que você tem?

SPEAKER_01

A ideia, eu acho que a gente está in a moment that has been telling a curadoria, seja a curadoria do duplo clique ou uma curadoria mais profunda como a Oxygen. Because sinal and ruído are cada vez mais difíceis to be identificados. I think that's a gentleman. To me, I'm about to take novidade. A gente é bombardeado por coisas o tempo todo. And I ask that, for one lado, it's no moment do calendar doing that eventual, então acabam acontecendo eventos por aqui. Então dá uma condensada, apesar de eu não saber se é o mesmo público, but anyway. And for out of lado, it's not eventually changed a hora que fala, gente, eu desisto, eu não vou em nada. Entendeu? Porque se eu trabalhar, é muita coisa. Eu não sei até que ponto esses eventos têm públicos complementares, se são meio que as mesmas pessoas, o quanto está tendo de alcance. Eu tenho um pouco de dúvida, né?

SPEAKER_00

Concordo, acho que você trouxe um ótimo ponto. Agosto é um mês meio vazio, né? E é um mês meio de volta de férias, então as pessoas acabaram de viajar, enfim, em geral. Então é um mês que as pessoas costumam ficar aqui, não tem feriados em agosto, então eu acho que todo mundo jogou os seus eventos para agosto, então dá essa sensação de muita coisa. And muita coisa assim em Rio São Paulo também. Então a gente, né? Acho que eu que estou aqui no sul essa semana, estou em Florianópolis hoje, estava em Curitiba ontem. Eu acho que também tem um olhar de Brasil, que a gente muitas vezes, naquela bolha da Faria Lima, a gente esquece que o Brasil vai muito além de Rio e São Paulo e tem várias outras capitais com gente muito interessada em aprender, em se desenvolver, andes lugares ficam esvaziados. Isso é uma coisa que a gente, na Oxon, já detectou e a gente está expandindo a nossa presença, tentando estar em mais lugares. Então a gente veio ontem para Florianópolis para dar o curso de Claude na prática aqui in Florianópolis. E é incrível, vem gente do estado inteiro, vem gente de Curitiba para o curso, porque sentem falta de algo presencial na sua cidade. De qualidade de qualidade, né? Nas suas cidades. Então é muito bacana ver que o Brasil tem muita coisa acontecendo. Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre, BH. Tem várias cidades com uma economia pujante, assim, que a gente precisa lembrar que existem. A gente recebe pedidos para dar curso de ar. Essa semana chegou um de campo grande. Então, assim, o Brasil é enorme, gente. A gente precisa estar também lembrando de fazer eventos, de fazer esse tipo de levar um pouco desse conteúdo para outros lugares também. Porque eu concordo, acho que São Paulo está muito saturado, as pessoas estão. Eu sei que eu estou falando de um gut feeling, but o mesmo público, acho que são as mesmas pessoas que são convidadas para os mesmos eventos. Os palestrantes são os mesmos, e estou falando até de me, porque eu também estava no Renovation Week, também vou estar no SP2B semana que vem. Ando speakers, gente. There are assumes different, obviously, a gentle in Renovation Week feeling a palest super legal about cultural washing, and that has to work a little bit that we've heard, the cultural washing is a theme

Saturação De Eventos E A Fome Do Público

SPEAKER_00

that takes a look at this appropriation of marks, especially marks of luxury, marks of moda, the literature. So we're going to say in the years, ser culto virou cool. And the marks appropriate a little bit of this in a form a little superficial, as well as Leviana, yeah. Morro dos Ventos Irvantes, Gana Karenina, sei lá, essas coisas que soam muito sofisticadas anda, soy impressas in a bolsa pra você carregar pra lá e pra cá, né?

SPEAKER_01

But there's a lot, that's a lot of that valorization of profundity, because you ask, com todo o meu histórico de marqueteira, but I asked it, I think a coisa que vem como uma coisa cultural, a hora que as marcas começam a trazer isso para a publicidade, elas levam isso para um public, which estimula esse comportamento. Então isso de alguma forma amplifica, mas tem esse lado, andos ouvintes aqui estarem atentos, vocês já devem ter ouvido muitas vezes a gente falar in greenwashing, agora a Day atrocio cultural washing, teve até o Singapura washing those. Sempre que tem esse termo de washing, é que as empresas estão fingindo ser o que não são na realidade. Quem ainda não entendeu esse termo, entendê-lo bem. Mas interessante, Dana.

SPEAKER_00

No, it's a explication, because a culture is a maneuver se aproximar to novos públicos ou de buscar. I acho que é muito legal. O que a gente discute nessa presentação que a gente fez is justamente isso, que até que ponto isso ajuda, vende mais livro, and a gente traz dados que mostram que realmente a compra do livro aumentou, mas não necessariamente o livro é lido e é transmitido e conversado sobre. So there are muitas pesquisas that mostram como isso aparentar cultura vende, e isso impulsiona a venda. Dualipa of culture chamada Service 95, which is a newsletter, a club of leitura, and the Dualipa innumerous times followed about literature, the marriage because the Column Turner, I think in a bar, one of the things, and described that they were learning the same lives. And this is that she is a person who lay, who has this story, and a podcast in which she entrevista authors like Margaret Atwood, gentlemen to entrevist the podcast of. And she was a current of the London Book, I think Book Week, so she has lives, in fact, is a person who has legitimate for that. And recently inaugurated a bibliothek in Portugal side of lives banidos.

Curadoria Para Separar Sinal Do Ruído

SPEAKER_00

Livros clássicos inclusive, but de repente passaram a ser considerados nocivos for a educação infantil. And lista enorme de livros banidos, and so gerou na época muita controvérsia nos Estados Unidos, porque isso é uma censura, não deixa de ser uma forma de censura. And a Dupa agora resolveu inaugurar a biblioteca in parceria com aquela livraria Lelo, who is conhecida in Portugal, one of the livarias mais antigas of the world and all, to exporte lives that are considered, wouldn't be considered lives nocivos. And it comes with the living Conceição Evaristo. This boom in the vendors of Conceição Evaristo, expose a Conceição Ivaristo for a public of garotas, fans, jovens, who probably never competed this lives of that. The question is that you don't want to pararise, you don't want to sort of a page, they can't mergular and patrocinate events, for example, a flip this year, which was one of the most flips of history, with 45 mil visitors, teve much patrocinatory do que in the years. So what I fell is a market not to approve the estética of the literature or the culture, they can bother dinner, they can continue investing, so it's sort of cultural washing.

SPEAKER_01

Perfeito. Até quando a gente fala de greenwashing no passado ando, era esse lance, só pra marketing and so, but no diabetes. Então precisa colocar. But there are various points aqui que eu quero comentar. E é maravilhoso, gente, porque eu é dessa então, eu falo, bom, o que é a pauta de hoje? A gente até colocou um tema de livros que a gente já vai chegar, anda disso, tá na pauta. It's maravilhoso que a gente começa a entrar invario. But the prime lance of events, that you tell me, I think um lance those events menores, que é essa coisa de comunidade, de você conhecer pessoas, de você ter essa coisa do presencial, que os eventos muito grandes não tem. Você não vai em um evento desse and conhece gente. Você vai in a treinamento de ar da Oxygen com a Limiar, anda, tem uma coisa regional, você conhece pessoas oficial, the other city who have values parecida, who have interesse, like a Dualipa and the marido that seems because they've learned the same lives. Com a Lineada. Exactly. Não sei até que ponto a venda do livro levou a leitura do livro. E eu lembrei de uma conversa que eu já tive with alguns amigos, até com a minha cunhada, agora in Nova York, anda conversa que está tendo no grupo do Clube do Livro da Oxygen essa semana. Primeiro que esse lance of that quanto mais você lê, mais você tem livros in casa que você ainda não leu. Because if you compare lives, interessa por ideias and uma pilha de livres ainda não leads. It's saudável abandonar livre na metade, leer two, because you have a seriedade of

Brasil Além De Rio E São Paulo

SPEAKER_01

terminar this liver, I don't pick the próximo. Aí o negócio não está te interessando tanto, você deu uma impacada anda meses sem ler orgulho. So I think this is a way that we desprend a little bit. I don't so far, because I think six lives, comprei. Comecei a ler, não deu certo. Eu até tirei a pilha de lidos, enfiei na estante, boa. É esse, mas ainda não li tá lá. You tem uma pilha de não lidos, que são as que eu ainda quero, né? Mas eu acho que eu não tô mais sofrendo tanto. Them hora que eu vou numa livraria e penso, não, eu tô com vários livros que eu não li ainda, não vou comprar mais. Mas tem hora que eu vi e falo, não, I'm gonna compromise, e dane-se, se eu tiver um monte de livro ainda do não lido. Acho que isso é uma libertação de alguma forma. E comenta, porque depois eu quero falar de audiobooks também, que foi uma conversa interessante. E do quanto que as vezes você lê um livro ou ouve um livro, você não precisa, e daí não livros de ficção, livros que tem de alguma forma algum conteúdo. Fala, gente, if in a livro que eu li eu tirar duas ideas que eu vou lembrar, três, valeu a pena. Não é que você precisa ter uma retenção, não é que você tá estudando o livro, não é que. Tá tudo bem, and a hora que você traz um pouco de leveza nessa conversa e no que você demanda de si mesma, até em relação ao audiobook, tudo melhora. Mas comenta, Dé.

SPEAKER_00

Não, eu achei muito legal isso que você trouxe agora de comprar o livro, ir numa livraria e ter os livros, porque isso me lembrou muito uma coisa que aconteceu essa semana, que eu até coloquei no meu story, não sei se alguém que me segue aqui viu, que foi um vídeo da Tamara Klinck. Corações pra Tamara Klinck, gente, porque eu acho que ela é uma das mulheres mais interessantes que a gente tem no Brasil hoje e que dirá, acho que até no mundo, sabia? Acho que essa Tamara Klinck é um diamante, assim, é uma menina de um valor, de uma potência, assim, que a gente acho que fala pouco ainda sobre tudo que essa menina faz e fez e conquista, né? E eu acho que ela é realmente uma joia rara. Essa semana ela fez um vídeo de dentro do barco dizendo para as pessoas pararem de comprar o novo livro dela, que é o Bom Dia Inverno. Que é um livro que está no topo da lista de mais vendidos no Brasil, acho que há, sei, dois meses, acho que está há três meses na lista dos dez mais vendidos, e acho que há dois meses ele é o mais vendido. Um livro de altíssima qualidade, e não é sempre que a gente tem um livro de altíssima qualidade no topo da lista dos mais vendidos no Brasil, tá? Então, assim, eu acho que isso foi uma notícia maravilhosa. E todo mundo tá comprando o livro, dando livro de presente, enfim, o livro tá vendendo a beça. E ela fez um vídeo dizendo, gente, eu queria, vou fazer um pedido aqui que vai ser um pouco polêmico, mas eu queria pedir pra vocês pararem de comprar esse livro, porque ele já está no topo da lista de mais vendidos há muito tempo, e já tem muito livro, muitas edições do Bom Dia Inverno circulando entre as pessoas. Então, se você leu e gostou do livro, dê pra alguém, passe para uma outra pessoa. Já tem uma quantidade de livros irrigando o mercado brasileiro suficiente para que mais gente possa ler os mesmos livros. Tem gente que fala, não, mas eu não gosto de dar o livro porque está todo anotado. Poxa, que legal se você puder dar um livro para alguém com as suas anotações. Isso torna o livro ainda mais rico. A pessoa vai ler com as suas observações, o que é muito legal. Andina dizendo, se você ler o livro, você vai entender o que eu estou dizendo. Os objetos, os produtos, são feitos para durar, para circular. So ela faz uma apologia à economia circular que tem tudo a ver com a coerência dela, Tamara. Ela é uma menina muito coerente. Soit não compre esse livro não poderia vir de qualquer autor. Talvez, se viesse de otra pessoa, ia soar como, sei lá, bookwashing, sei lá, mas no caso da Tamara, que é muito verdadeiro diante de tudo que ela prega e tudo que ela faz, esse vídeo viralizou, todo mundo ficou comentando sobre ele. E eu achei fenomenal, né? Eu já comprei o livro, eu não li ainda, ele tá na minha pilha de não lidos. Já comprei pra dar de presente, já, assim, e eu comprei e compro, porque, e aí vem uma discussão que a gente pode entrar depois, que é de Kindle and Audibook, etc. Eu sempre tive uma atitude de gostar de comprar livro e dar livro de presente para estimular essa

Quando Ser Culto Vira Publicidade

SPEAKER_00

indústria. Que a gente sabe que a indústria editorial está sempre sofrendo. Livros, o que a gente vende de livros no Brasil não se compara com o que a gente vende de livros nos Estados Unidos, na Europa, em outros países. Então o Brasil ainda está engatinhando nisso. Livrarias, que agora a gente começa a ver um retorno das pequenas livrarias, livrarias de bairro que estão voltando. But I think I sempre comprei intencionalmente para poder fomentar essa indústria. Aquela coisa de você ajudar, você faz a sua parte. Aí vem a Tamara e fala, não, não comprem. Eu fiquei confusa. Embora eu tenha achado ela phenomenal, and I think só ela podia ter feito esse video.

SPEAKER_01

But I fiquei confusa. I achei ela phenomenal, but I don't want to. Sabe por quê? Então eu sou a pegada. Andava conversando sobre isso, né? Ai, gente, eu sou. Faz parte. Vou explicar. A gente estava nesse grupo, né, da Oxygen, do Clube do Livro, conversando. Não sei porquê, começou uma conversa de audiobook, quem se adaptou, quem não se adaptou, conseguiu prestar atenção, não consigo prestar atenção. Eu já dei o meu relato, né? Que assim, mudou minha vida começar a ouvir livros, porque eu saí de talvez nenhum livro lido no ano. Vocês sabem que eu sou sincera, né, gente? Isso em meados 2017, 2018, whatever. E assim, tipo, faz uns oito anos que eu passei a ler, e quando eu falo ler, a maior parte das vezes eu estou querendo dizer ouvir, ou consumir em várias mídias simultâneas que eu já vou explicar. Assim, tipo 12, 15, 18 livros no ano, o que mudou a minha vida. Você pega isso em oito anos acumulados, a quantidade de ideias e de coisas que você tem é enorme. Muitas vezes eu começo ou comprando um livro na livraria, e daí eu começo a ler, e daí eu não tenho tanto tempo, anda, I can't say, I ask you to autores me amam, porque eu pago para eles royalties em vários formatos e compro o mesmo livro várias vezes. Ou às vezes eu compro no áudio, começo a ouvir. Aí começa, assim, os livros que eu viro, eu falo, nossa, tô gostando desse livro. Eu compro o impresso porque tem uma experiência diferente de você virar a folha, entender os capítulos, entender a estrutura do conteúdo, até para você. Absorver aquele conteúdo que, pra mim, faz diferença. Aí, às vezes, eu pego e compro no Kindle, e se você ia descobrir essa sacadinha, porque antes eu tinha tudo no Audible da minha conta americana, porque nem tinha Audible no Brasil. Aí o Audible veio pro Brasil e fez lá um plano de migração que você podia trazer a sua biblioteca para o Brasil, e era mais barato em reais do que em dólares. Tem muitos apps, muitas coisas que são mais baratas no Brasil do que se você compra nos Estados Unidos. Aí eu trouxe tudo para o Brasil. Aí eu descobri, depois de várias conversas com o Customer Service da Amazon, e, na verdade, eu descobri isso mais num, como sempre, num grupo na internet, do que por eles mesmos, porque nem eles entendiam, que para funcionar a sincronização que alguns livros têm, que você consegue do Kindle dar o play, e você às vezes entra no audible, ouve o livro. E quando você para lá e você entra no Kindle, ele está na mesma página que você parou, porque tem esse sim que isso só funcionava, talvez tenha mudado, na loja americana. Eu parei tudo e voltei pra loja americana. But essa funcionalidade, and you say uma coisa que a Death adora fear, because no Kindle consegue dark highlight to those, it's a coisa que do audio, as you pego and abroad of notes, and as I think um that's no audio, and I fell, gente, I've paradoxed this audio because I precisely picked a living to another and feeling it's bad. But parece ineficiente essa dinâmica, but I ouça muito more. Acho que esse foi um apprezzado que eu tive super important. And the second aprendizado foi gente, se eu sentar no sofá e colocar um áudio pra ficar ouvindo, sentado olhando pra parede, eu não vou prestar atenção em nada, possiblemente eu vou dormir, or you vou não sei o que lá. Pra mim, faz sentido ouvir, e é muito parecido com um podcast, né? A quantidade de amigo esportista que eu tenho, que é viciado em podcast é enorme, que passa horas na semana correndo na bicicleta, na musculação, não sei o quê, e fico ouvindo coisa, mas esse tipo de atividade, pra mim, quando eu ouço, é incrível. Or eu tenho que estar fazendo uma coisa manual, em casa, eu adoro uma faxina, eu tô arrumando meu closet, eu tô me arrumando pra ir dormir, eu acabei de acordar e eu tô tomando café, arrumando as coisas pra ir pro trabalho. Esses são os momentos que eu consigo ouvir e ter um momento, ter uma retenção um pouco maior. Dirigindo no carro, é ótimo, mas precisa ter uma atividade motora relacionada para o meu ser humano, senão eu não tenho nenhum aproveitamento.

SPEAKER_00

Essa jogada de você sincronizar áudio com impresso, com Kindle, eu acho incrível. Na verdade, impresso, não, né? O áudio com Kindle. I prefiro me ler and I ask that the living impressive, I think all the mudances that I ask that I send to living impressive, because I am a person híbrida. I have the habit of alternate.

unknown

I mean, amiga!

SPEAKER_01

I think at the time. It's uma ativação daquela ideia na minha instante. I bato o olho, eu vejo aquele livro, eu vejo aquele autor, eu lembro um pouco daquela coisa, alguém fala alguma coisa that's fácil de eu ir lá pegar e dar uma folhada e lembrar alguma coisa. Isso é uma coisa que, sei lá, essa relação de eu lembrar que ele existe, dar uma folhada, é no físico, não tem jeito.

SPEAKER_00

E ao mesmo tempo, o Kindle tem umas soluções que eu acho muito legais e que eu sinto falta no físico, que é o grifo. O grifo que você consegue fazer no Kindle, que você faz o highlight ali do trecho que você gostou, quando você acaba de ler, você pode pedir pra ele exportar como um documento, um PDF, tudo que você grifou. Então, de uma certa forma, você consegue um resumo, uma espécie de um resumo do livro, ou pelo menos as suas passagens preferidas, né? E você pode, sei lá, imprimir aquilo, guardar, tem gente que guarda numa pasta os resumos dos livros. Isso eu acho um recurso bem importante, que eu acho que quando você está no físico, você anota, põe em post-it, tem gente que coloca aqueles papéizinhos e tal, pra lembrar os trechos favoritos. Mas a sensação que eu fico no

Marca Vende Livro Mas Não Leitura

SPEAKER_00

físico é que depois que eu fecho o livro e coloco na estante, eu dificilmente volto pra ler as passagens que eu mais gostei. Então, esse grifo do Kindle, eu acho um recurso que pereniza um pouco mais as partes que eu mais gostei. Não sei se isso para as outras pessoas também tem esse impacto. Mas eu reconheço que lendo no físico, às vezes você consegue voltar num trecho pra entender uma parte que você tá em dúvida, ou que você vai rever um trecho que te chamou a atenção, e você vai virando a página e você tem uma compreensão muito melhor dessa coisa de capítulo, de estrutura, de narrativa. No Kindle, às vezes você precisa voltar para um trecho que você gostou, eu acho um inferno. Porque você começa a ter que voltar no índice, regressar, você não lembra que capítulo foi. Então, eu acho que a história fica um pouco mais linear e menos compartimentada quando você está no Kindle. And no áudio, então, acho que fica um grande, pra mim, fica impossível relembrar e voltar. Eu sei que o Audible tem alguns recursos de grifar, ou seja, destacar um trecho que você está ouvindo. Só que eu nunca consegui fazer. Então é isso que você falou que você faz. Você está ouvindo um trecho que você está querendo guardar, você tem que parar. Você ouve um áudio quando você está caminhando, quando você está correndo, você está fazendo alguma outra atividade, né? Andar, abrir um bloco de notas ali, digitar. Então, acho que já interrompe um pouco a experiência for me. Concordo 100%.

SPEAKER_01

I tava olhando aqui pra trás, porque eu tava até procurando o livro. Eu achei, mas ele tá muito lá em cima, gente. Não dá nem pra ver aqui direito na tela. Eu ia me arriscar a subir pra pegar, mas achei que não era appropriado, porque ele tá lá em cima. Mas que é um livro que chama, né, Building a Second Brain, que é do Thiago Forte. Ando, que o cérebro foi feito pra ter ideas e não guardar ideas. E que você deve anotar coisas e tudo pra acessar. Eu sei que a DEA super faz isso. Eu também. Ele fala em vários sistemas andam um sistema que eu uso muito, que eu sei que a DEA também usa muito, é o próprio bloco de notas da Apple. Sim. E back to the basics. Back to the basics. E assim, tem coisas, às vezes, que eu anoto no caderno, que eu tô no evento, tô alguma coisa, né? Ou coisas mais antigas que eu tiro num caderninho. Aí você vai lá, tira uma foto e coloca isso num bloco de notas. Porque quando você quiser fazer uma busca, você vai lá, second brain, e ele procura o que que tem. Então também, né, além de pôr numa pasta, não sei o quê, agora tem isso que com IA é de repente um repertório de coisas que você tem. E tem apps que você consegue sincronizar os grifos do Kindle e eles ficam girando, tipo fotografia, que fica te mostrando as suas memórias, ele fica te mostrando como memórias essas coisas. Você pode colocar como um widget no seu celular. É o Larto. O Lars também faz isso. Eu tô tentando lembrar o nome do app, e vou procurar aqui. Mas que é super interessante, porque daí você consegue também meio que ter essa coisa refrescando ali, né? Te lembrando o que é. Que eu acho que é uma coisa interessante. E eu sou a pessoa, né? Um dos livros que vocês vão falar. Readwise. Readwise. Exatamente, Readwise. Esse é um dos livros que eu comprei que eu não li ainda. Eu li o da Mel Robbins, adorei. E esse aqui, né? Meditations for Mortals, mas é do Oliver

Comprar Acumular Abandonar E Tirar Culpa

SPEAKER_01

Berkman, que é o cara que escreveu 4,000 Weeks, que eu sei que você leu e gostou também. Eu gosto muito dele.

SPEAKER_00

Ele é muito bom.

SPEAKER_01

Os nomes parecem umas coisas assim, mas tem umas coisas super boas. E é o que você falou, né, Dea? Ó, o meu marcador é um lápis. É um lápis.

SPEAKER_00

Nem sempre você tem o lápis. Por isso que eu acho que nesse quesito, grifo, marcação, o Kindle é imbatível. Inclusive, eu comprei, Fê, um tempo atrás, assim, foi uma longa análise, pesquisa, mas eu acabei comprando o Kindle Scribe. Que é aquele modelo do Kindle. Inclusive, acabou de chegar aqui no Brasil.

SPEAKER_01

Podia ser um gadget, entendeu?

SPEAKER_00

Então, hoje meu gadget é relacionado a isso também. Mas eu comprei o Kindle Scribe, que foi um Kindle, um modelo de Kindle que a Amazon fez, que ele é maior, ele tem um tamanho quase de um iPad. E ele permite que você. Ele vem com uma caneta e permite que você escreva na tela. E eu pensei, bom, então todos os meus problemas acabaram. O problema de você. Juntei o melhor dos dois mundos. Juntei o melhor dos dois mundos. É um Kindle, ou seja, você consegue baixar tudo ali e tal, mas você consegue, com a caneta deles, anotar no cantinho, escrever os seus resumos e tal. And it then funciona como um caderno. So you can use it for another reunions and talk. Foi uma discussion that auction, Fê. A story of another caderno physical com caneta, or annotar nesses model of telas, you asked that you could contar your experience of cadernos, because automatizar to tomorrow in reunion and inventory granola and plodding, e aí a nossa vida de anotado in reunion acabou. Acho que é um assunto também para a gente falar até que pone esses applicativos de transcrições, de reuniões, tudo isso também reduziu a nossa capacidade de presença nas reuniões e também diminuiu a nossa necessidade de anotar durante as reuniões, porque hoje você liga o granola, tem gente aqui que usa Water, que usa Plot, outras coisas, e as pessoas simplesmente saem daquele lugar. Lentamente, né? Se não for falar. Elas vão abrir várias janelas no computador, começa a trabalhar, começa a ver feed instagram, porque sabem que a ferramenta está anotando, está transcrevendo. But entrando in this assuming that we were conversation about this term, the soberania cognitive, the presence of all this, it can be festivais that we were talking about in the initial, because in the end, much in those festivais, sent the palco, ligando a ferramenta qualquer, and not prestando attention on aquele conteúdo. As pessoas poem pra gravar, andam sentadas na plateia, não estão mentalmente ali. So também, assim, o que você viu no festival? Ah, não sei, mas eu gravei um monte de palestras. Isso no SXSW me assustou.

SPEAKER_01

A gente começou bellas nerds, né? Because a quantidade of gente that the final festival falava, me contact, because gente, I find those. Nem sei que responder. Quer dizer, a pessoa está mostrando in me conta o que você veio lá, but in networking, always in the balance, no, or not pressed. A self, graveling things in the middle of the room, conteúdent, with these groups, because they're a person who is like, and these groups that come at, you compartilha pelo seu e-mail, aí você tem acesso a todos os authors of the moon who was fazing a negócio lá no eventual. But they're like, aí você, por one, tem acesso a tudo anda.

Audiobooks E Leitura Em Multiformato

SPEAKER_00

E todo mundo tem acesso, Fê, à mesma transcrição, e eu tenho falado isso muito nas minhas palestras, quem estava essa semana na minha palestra do Rio Novation Week ou na minha palestra de Curitiba ontem também, a do Rio também, que a gente fez uma pra cena antes da Oxygen lá no Rio, vai lembrar que eu falei muito disso, né? A gente acaba usando as mesmas ferramentas para transcrever as mesmas palestras, todo mundo acaba com a mesma matéria-prima, porque todo mundo tem a mesmíssima transcrição, e as pessoas vão jogar nos seus clóps. Os mesmíssimos modelos. Os mesmíssimos modelos e vão pedir, me dá aqui os quatro insights dessa palestra para eu poder fazer um conteúdo. So, quando você começa a ver os conteúdos das pessoas que estão nesses eventos, gente, os conteúdos são os mesmos. As pessoas escrevem sobre os mesmos insights.

SPEAKER_01

E aí elas postam no LinkedIn, que agora está desesperado e tem até um botão que ele lançou essa semana, né, pra falar que esse contexto, esse texto parece guiar. Até as próprias ferramentas estão começando a se preocupar because elas vendem a atenção das pessoas, leia assinar. O LinkedIn tem mais produtos, né? Mas um dos produtos é isso, um dos produtos é anúncio. Com certeza, Fê, a pessoa precisa ficar lá, fazendo, assistindo, ter engajamento. E daí as ferramentas todas passam a ter a mesmíssima coisa, que é quem lacra, tem atenção, né? Você escreve um texto mais profundo no LinkedIn, você tem. Eu juro para Deus, eu tô desanimada com o LinkedIn, porque assim, eu escrevo alguma coisa de conteúdo, não sei o que, não sei o que lá, zero pessoas vêm. Eu tenho três likes. Aí eu posto uma foto do prêmio que eu ganhei, que tem uma foto super bonita, tipo um post de Instagram. Engajamento. Ótimo. Aí você vê que as coisas que aparecem no seu feed é o cara contando o que ele aprendeu no jogo de futebol do filho. Aí eu volto pra tudo, mesmíssima coisa. Então tá muito doido, né? Porque a gente tá, por um lado, usando a IA, e por outro lado, a IA está em alguns momentos colocando em risco não só alguns negócios, porque tem um lado que, assim, né, as pessoas estão cada vez mais cansadas e o LinkedIn tá cada vez entregando menos, eu acho, que, valor para os usuários com esse negócio todo. E a gente também tá em alguns momentos colocando em risco a nossa capacidade de pensar. Eu tava outro dia numa reunião, né, discutindo ideias de por que tava acontecendo uma coisa no trabalho e tudo, com, né, assim, lá, o Google, a minuta do Google ligada, fazendo a minuta, o não sei o quê, anotando coisa. E eu fiz as minhas anotações, porque eu acho, né, ideia aqui. Tem coisa que você tá lá com o nível de engajamento baixo. Você deixa aí a mesma e beijo, né? Tem coisa que você precisa se policiar pra ter o mesmo comportamento de anotar as coisas e tudo, porque você vai anotar já. Primeiro que quando você anota, você retém. Tem mil estudos sobre isso, né? Mas assim, você anotar, você conseguiu ouvir uma ideia, conseguir, você nunca consegue anotar na velocidade que a pessoa tá falando. Então você precisa condensar essas ideias, processar no seu cérebro para resumi-las, escrever coisas. A hora que você está escrevendo, você já está colocando na anotação a tua leitura, o teu olhar daquilo do que você realmente achou relevante, que você quer anotar, do que você não quer. E que isso tudo, você está numa transcrição automática, você perde. Então a importância da sua anotação é enorme no meio disso tudo. Mas aí também está um lado que é um pouco da preguiça depois, né? Você fala, ai que preguiça, eu vou ter que parar e gastar duas horas olhando as anotações, fazendo as análises, não sei o que, não sei, não, vou jogar tudo nem A. Aí você vai. Aí vem um negócio que tá 60%, 70%, porque parece que todo o conteúdo tá lá, mas não chegou na conclusão que você queria, não necessariamente, né? Você não tá confortável. E eu tava até nesse processo que eu fiz tudo isso e falei, gente, semana que vem eu preciso parar duas horas da minha agenda pra eu fazer eu mesma esse negócio, essa conclusão, porque nunca tá 100%. Então, assim, tá tudo errado. Você comentou uma vez, né, Dea, aqui no clique passado, do my palestra que você contou sobre como o New York Times use a super, eu acho que esse tema tá mais quente do que nunca.

SPEAKER_00

Acho que os festivais aí também, falando um pouco dos festivais que eu praticamente encerrei, assim, esse primeiro semestre em que eu fui a vários festivais fora do Brasil, no Brasil também. E acho que esse é um dos principais temas de palestra, que acho que é um tema que engaja muito, são as palestras mais cheias. É essa história de como vamos manter, como a gente vai continuar valorizando e preservando a nossa humanidade in this moment in which a IA está entrando in tantas coisas. Criatividade, IA, o futuro da IA é humano. Então, assim, esses títulos, todos que pretendem abordar essa discussão meio filosófica, bem cabeçuda sobre o que vai ser de nós, o que a gente vai continuar agregando para o mundo à medida que a IA está indo tão rápido e entrando em várias funções que eram essencialmente humanas até aqui. Passa por uma análise bem realista do que a gente se sente capaz de fazer melhor que a IA ainda. Então, embora a IA escreva muito bem, esse é um dos principais territórios que a IA ocupou, principalmente no universo do trabalho, responder e-mail, fazer resumos, criar relatórios para você poder passar e tudo mais, são coisas que a gente tinha que fazer. A gente levava mais tempo, mas tinha o nosso insight ali. Eu acho que quando eu vi a palestra do SXSW, do New York Times, the cara que lidera a IA New York Times this year no SXSW, which was one of the palestras that I had in the world, because he able a cozinha,

Grifos Notas E Um Segundo Cérebro

SPEAKER_00

was super generoso and compartilmente with the process of definiation of these territories in the New York Times, a governance for the use of the I dent of New York Times. So, for example, the prime mandamento do New York Times is not I for escrever. Isso é inadmissível dentro dessa política de uso de A no New York Times. Porém, esse líder de A no New York Times mostrou que eles, apesar disso, são heavy users of AI no jornal. Só que para outras coisas, para pesquisa, para tradução, for organização das informações. You lembro que eu contei aqui, talvez na época, que eles deram o exemplo das Epstein Files como uma referência de projeto que eles fizeram com o IA. Eram 3 milhões de arquivos que foram divulgados pela justiça americana, algo que seria humanamente impossível você digerir, decoupar para poder se transformar em informação pertinente para os leitores. Então eles usaram, criaram um grande sistema. Ele mostrou inclusive as planilhas que eles criaram, com os links, to dissecar essa informação, esses 3 milhões de arquivos, para poder transformar aquilo in informação que pudesse ser usada pelos jornalistas que, enfim, iam escrever sobre as Epsilon Files. So that the trabalho de A was organization of this information for viral insumement. And usually definitely a gentear entry in our lives and once a gente cinzenta. If we pensactively, there's quatro that a IA generativa surgiu. And a game está começando a usar. À medida em que ela avança cada vez mais. Então, cada semana você descobre um uso novo, uma funcionalidade nova. E a gente tem que ser muito maduro para pensar, não, isso aqui eu prefiro fazer eu mesma, né? Isso aqui eu gosto do jeito que eu faço, eu sei fazer o que eu vou fazer.

SPEAKER_01

Eu faço bem amiga. Dá trabalho. Sim. É você decidir subir de escada quando você pode pegar o elevador. Só que a diferença é que a escada e o elevador chegam no mesmo lugar. Só que a escada, você está fazendo exercício. Mais ou menos, exato. A escada você está fazendo físico para o. É, mas a analogia melhorada.

SPEAKER_00

Analogia é muito boa, porque no fundo, gente, quando. Eu acho que todo mundo aqui deve sentir isso, né? Quando você precisa fazer um trabalho de pesquisa para escrever um artigo, digamos assim, durante o processo de pesquisa, você começa a chegar a várias conclusões. Se você joga no AIA e recebe uma pesquisa meio pronta, você limita o seu próprio raciocínio, porque você não passou por aquele processo que quando você faz isso, você está pensando, você está refletindo, você está revisitando as suas referências. Estou chovendo no molhado aqui, mas toda vez que a gente pesquisa alguma coisa, que a gente lê um texto para poder tirar uma conclusão e juntar com o outro, a gente está pensando. E se a gente terceiriza isso para IA, a gente pula uma etapa que cognitivamente é muito importante para o nosso cérebro. Então, assim, nós que somos de outra geração, a gente passou a vida inteira fazendo assim. Então eu acho que a gente não teria dificuldades para continuar fazendo. O problema são os jovens que estão tendo que produzir trabalhos de escola, de faculdade, e já estão crescendo com essa ferramenta na mão e estão pulando essa etapa o tempo todo. Então talvez eles nunca sejam capazes de desenvolver esse raciocínio, entendeu?

SPEAKER_01

Eu concordo 1000% com tudo que você falou, mas complementando, eu acho que mesmo pra gente, pegar o elevador é mais cômodo. É mais fácil. Só que concordo que subir de escada, a gente tá trabalhando a nossa saúde, o nosso músculo, nosso tudo, a nossa capacidade de continuar subindo de escada. But a gente vai chegar no décimo andar e well. When you fit this and delega pra IA, você não vai chegar no mesmo resultado que você chegaria, além do médio prazo. So I think this is um ponto importante. And é interessante, né? Até como aqui no I, pelo menos meu processo com o duplo clique, né? When I penso na pauta, eu começo a pensar assim, quem são os assuntos que eu vi essa semana que são legais? Nossa, eu vi esse assunto, eu vi aquele outro, eu vi uma notícia, uma pauta que a gente quer comentar daqui a pouco, mas eu vi uma notícia de que proibiram alguns tipos de robôs nos Estados Unidos chineses, isso engloba o robô aspirador que pode

Reuniões Transcritas E Presença Em Risco

SPEAKER_01

ter. Aí eu pego o texto que eu li, o podcast que eu assisti, peço para resumir. Mas assim, eu passei por aquele processo, eu só estou pedindo para me ajuda aqui nas coisas que eu talvez devesse ter anotado e eu estava ouvindo isso no trânsito ou em alguma coisa assim. Então ele já faz ali um guia. Aí eu vou pegando outras coisas que eu vi. No, mas peraí, mas eu vi no passado um negócio de como que pode explorar as coisas conectadas com a internet, isso ser um ataque de cibersegurança, outras coisas. Pô, mas eu também li uma matéria na wire dessa semana, de um relógio infantil. Mas no fundo assim, a gente vai construindo a coisa com a IA do lado. Mas a gente não delega pra IA, né? Você simplesmente pegar um assunto e falar, faça uma pauta sobre robôs e o que aconteceu essa semana. Vai vir alguma coisa que não vai ser o duplo clique, né? É qualquer coisa que tem. Então acho que tem esse processo. Como você tem usado a IA, amiga?

SPEAKER_00

Eu uso, sou super heavy user, todo mundo sabe, eu assino todos os planos nas suas versões máximas. Mas eu acho que pra mim, talvez pela minha maturidade, né, pra não dizer assim, minha idade, mas enfim, eu já tenho bem claro pra mim o que eu sei fazer bem, eu não quero terceirizar pra ela. O Lars, meu marido, ri dos meus prompts, porque eu faço uns prompts gigantes no Claude, assim, eu escrevo oito parágrafos, quase que dá mais quase que era melhor eu mesma fazer o que eu quero fazer, mas eu faço questão que as minhas ideias sejam o ponto de partida, das minhas próprias ideias. Eu não fico esperando ele me dar sugestões de um artigo para eu escrever. Um Claude, me sugere uma pauta para eu escrever um artigo essa semana. Não. Eu tenho a ideia do artigo. E aí eu costumo dar para ele uma lista de referências que juntas me sugerem que esse seria um bom artigo. Então, assim, ah, eu li essa matéria que eu queria misturar com outra coisa, e que eu também lembrei de uma palestra que eu vi e de um artigo que eu li. E aí eu ponho todos esses links para ele poder costurar. Às vezes a costura dele não fica boa. Porque, não sei, não cola bem, sabe? Mas eu uso pra ele me ajudar a ordenar, a concatenar, às vezes, as ideias. Às vezes ele dá peso demais pra uma que eu não acho que era a melhor das referências que eu dei. Então eu falo, não, não, não, não, não vai por esse caminho, vai por aqui. E às vezes ele me dá um resultado, gente, que eu jogo tudo fora e faço eu mesma. Eu confesso que, apesar de usar o Fable, que é muito bom, e que eu acho realmente que é brilhante, eu ainda. Mas é que eu sou uma pessoa que escreve. Mas o seu olhar é seu, né, Dea?

SPEAKER_01

O olhar de te ouvir, porque eu quero ouvir o seu olhar, a sua conexão. Não é a mesma coisa de eu falar com o chat de GPT com o Fable, com whatever, entendeu?

SPEAKER_00

E eu acho que aí vem um pouco dessa instinto de preservação que deu origem a uma medida

Como Usar IA Sem Terceirizar Ideias

SPEAKER_00

que eu até comentei, fiz post sobre, que é a história do substack com o Pangram, que eu comentei com você, que eu achava legal a gente trazer esse exemplo, essa referência. O Pangram é uma ferramenta, talvez a ferramenta mais conhecida de AI detection para texto. Então é uma ferramenta que as escolas, as universidades, todas, acho que é a mais adotada no mundo hoje, para identificar quando o aluno usou AI para fazer um essa, uma redação, uma resposta de uma prova e tudo mais. Então, o Pangram é essa grande marca mundial que é usada muito no universo da educação para detectar o uso de AI e, consequentemente, o uso de o cheating, a cola, que a gente, por assim dizer. E essa semana passada, o Substeck, que é uma rede social de conteúdos de longo formato, de formato mais longo, que é onde estão hoje as pessoas que gostam de escrever artigos, ensaios, pessoas que têm um interesse in profundidade em textos mais profundos. O Substeck anunciou que ele tinha feito uma parceria com o Pangram e que a gente poderia, a partir daquele momento, identificar cada texto e entender quanto por cento daquele texto foi criado usando IA. Uma informação eu achei bombástica no mundo das redes sociais. Sinceramente, acho que se fala pouco sobre esse episódio, porque eu acho que automaticamente todas as outras redes sociais começam a aparecer AI slop. Because uma rede está intencionalmente valorizando andaltecendo textos

Substack Mede IA E Valoriza Autor

SPEAKER_00

escritos com alma humana, escritos pelas pessoas, você resgata aquilo que a gente tem de mais precioso, que é a nossa criatividade, a nossa sensibilidade. And as outras redes sociais todas um bando de ruído, um monte de ruído, porque está todo mundo escrevendo textos com IA, textos sem alma, textos padronizados, as palavras que estão sendo usadas são as mesmas, o vocabulário é o mesmo, todo mundo usa as mesmas ferramentas. Então eu acho que o Substeck conseguiu se sobressair, se destacar e se comprometer mesmo com aquilo que a gente tem de mais humano. Então eu achei uma jogada super interessante, um risco que ele tomou de ser um lugar ainda, sei lá, AI free, como eles mesmos dizem, eles querem ser um lugar meio AI free, mesmo correndo o risco das pessoas escreverem menos lá.

SPEAKER_01

Achei melhor ter menos qualidade do que virar mais a mesma rede.

SPEAKER_00

É muito bacana ver o texto do CEO quando ele anunciou no Substack por que eles resolveram fazer isso, sabe? É muito reassuring, né? Tipo, a gente se sentir que bom que tem alguém ainda preservando esses espaços, né? Teríamos espaços AI free no mundo. Mas é como o New York Times, por exemplo, né?

SPEAKER_01

Se é pra ver mais um texto de IA, eu faço a pergunta direto aqui pro chat PT, pro Claudio, pro que for. Total.

FCC Lista Robôs E Medo Geopolítico

SPEAKER_01

O Dea, e já estamos aqui em 50 minutos, mas entrando no nosso último assunto, com certeza, de hoje, porque não vai dar tempo de falar de mais coisas, mas esse tema dos robôs, isso foi uma coisa que me chamou atenção, porque a Federal Communications Commission, que é o FCC, ampliou a lista para incluir na sua lista de produtos, de alguma forma restritos nos Estados Unidos, robôs produzidos no exterior, especialmente humanoides, quadrúpedes and outros dispositivos robóticos conectados. Essa definição inclui até os robôs aspiradores chineses. Falando, meu Deus do céu, os americanos vão descobrir agora o que é um ambeiro, o que é ter que viajar para o Paraguay for conseguir comprar um negócio para os States Unidos, eles vão ter que viajar para o Canadá, pro México, and vir com um robô dentro da mala pra ter acesso a um robô aspirador, because pouquíssimas the empresas that take production in the States United. Existe a lado disso that is clarity not that if you just have a robot Chinese or com peces chines, you don't want to use it in casa, it's for novel, they won't precisive authorization. The objective, the whole thing this was made, is in part to reduce the risks of sickness national, principally the technology china, and incentivized the production in the Students. This has much to do with this thing of soberania of the pain, of what they are nice. But one of the things I should interessant, and that I was commenting with Sonic, is that there's a later lance of segurances national, cyber security, and a política industrial and a geopolitical. When you're cyber security and segurança national, there's um ponto que a gente falou muito na época do TikTok, de que a gente sabe que quando uma empresa é chinesa, o governo chinês pode pedir coisas, me dá acesso aos seus dados, pode fazer coisas assim. Imagina que de repente você tem um aspirador robô que na casa da Fernanda tanto faz, tanto fez, porque ninguém vai querer a da minha casa, mas talvez tenha um cara que é um agente da CIA, talvez tenha um cara que é uma pessoa politicamente interessante, e esse aspirador tem um mapa detalhado da casa, tem acesso a um monte de coisa, ele pode ter informações ali que, num cenário específico, talvez sejam relevantes. Então acho que tem um tema aí que é o governo efetivamente usar o potencial that it's o acesso à informação. E lembrando que esses aspiradores mais modernos, eles não só têm aquele lidar, que é meio que aquele radar que consegue entender as coisas, but tem câmera. O meu aspirador, que não é o gadget do dia, ele tem uma possibilidade que ele pode tirar fotos dos cachorros da minha casa when it se depara com o animal and me enviar a photo. So, if I tôt de casa e o robô está passando e ele dá de cara com o TED ou Kussani, ele poderia tirar uma foto e me enviar. Na China ninguém está preocupado com privacidade, né, Débora? Isso é um fato, até porque eles não têm. Nem existe esse conceito de ter, entendeu? Mas eu, obviamente, desabilitei esta função, porque eu falei, Jesus, Maria José, né? Tipo, não, não quero isso, minha filha está atrás da foto, isso não sei o quê, não quero. But vai saber se isso é usado, ele não fica rodando in my casa enquanto as criances are in casa, minhas crianças grandes, but that discussion, but these dispositives, in general, who are these dispositives that show them IOTs, Internet of Things, are the things that always are connected to the internet. So television, those objects that a gente, function as an exércite. In 2016, we had a malware who changed Mirai, who was barrendo the internet procuring dispositivos, conseguiu infectar un monte. Andiam? Eles pegavam andando, de repente infectou, por exemplo, a sua television, which is a television that roda Android. Sua televisão continua funcionando, Netflix continua funcionando, não vai ter nenhuma implicação na sua vida, na sua casa, em nada disso. Só que aquele dispositivo vai começar a ser usado para tentar, para acessar ou tentar acessar um sistema de forma recorrente. Andega milhares, milhões de dispositivos disso no mundo, você derruba um serviço, você derruba um site, você tira uma coisa do ar. Porque de repente você consegue ter um exército de dispositivos que vão gerar uma sobrecarga tão grande em alguma coisa que derrubam. So tem várias coisas interessantes, né? Acho que tem o tema também do relógio da Wired, okay. A Wired fez uma matéria essa semana com um relógio chinês, um relógio infantil. Então tem muitos produtos que são esses reloginhos inteligentes que você põe em uma criança, ando esse relógio, ela consegue tirar uma selfie, tem um GPS pra você saber onde ela tá, você consegue ter uma comunicação básica

IoT Câmeras Malware E Brinquedos Hackeáveis

SPEAKER_01

de voz. É como se fosse um dump phone num relógio, né? E tem uns produtos super baratinhos, os chineses. Só que muitos desses produtos usam uma infraestrutura de nuvem e tal que não necessariamente está bem configurada e está segura. Então eles conseguiram hackear esse sistema, hackear esse relógio que esse jornalista estava usando, tirar selfies dessa pessoa sem ela saber, ter acesso à localização dela, a um monte de coisa. Então muitas vezes a gente está comprando produtos por aí, e esses produtos têm uma série de riscos associados de segurança que a gente nem imagina. Mas muito assunto já pra você comentar, Bea, conta.

SPEAKER_00

Não, enquanto você falava, eu me lembrei daquele filme, que foi um filme meio polêmico, nem todo mundo deve ter gostado, chamava O Mundo Depois de Nós, Leave the World Behind, era um nome em inglês, acho que em português ficou O Mundo Depois de Nós, que nem é uma tradução muito boa, com a Julia Roberts e o Witten Rock, que eles eram um casal, que chegava in a casa where a fine semana, and ligar os telephones, nothing funcionava, anda uma grande punta, uma grande bug, bug do milênio praticamente, aconteceu durante o filme. And me marcou muito, que é a cena dos Teslas. Todos os Teslas da cidade foram infectados, digamos assim, eles saíram das suas garagens, Teslas saiu dos casos, because the Tesla tem um software that would be manipulated at distância remotely. The film is meant to sem pé em cabeça, but it's a colour at the time of the noseless, really that we depend on the software that a gente directly vem. So me lembrei muito desse film. Uma teoria da conspiração that rolou um tempo atrás, que os aspiradores eram uma forma da Amazon mapear as casas por dentro, porque quando o aspirador vai entrar nos cômodos, ele consegue gerar dados sobre qual o tamanho de cada cômodo, quantos banheiros tem aquela casa, quantas pessoas moram ali, ando isso era dado que alimentava a Amazon para a Amazon vender produtos para aquela família. And so if a familiar pet, automatically gerava links of anúncious of produtos de pet. So conseguia muito grande. Sous productos da Amazon, that's a Nest, who were aquelawed pra Casa da Amazon, no fundo retroalimentando a Amazon with informações sobre os domicílios americanos. Eu me lembro muito dessa teoria que ficou rolando muito tempo, acho que hoje em dia ninguém mais fala muito sobre isso, mas a verdade é que a gente entrega os nossos dados para todos esses produtos o tempo todo, né?

SPEAKER_01

E não só. Lembra o lance que hoje, por exemplo, as televisões têm microfone. Qualquer televisão que você consegue falar, Alexa, nananã, é porque ela tem um microfone. O que ela está ouvindo? O que aqui nunca teve a sensação, né, de estar falando de um assunto, de repente começa a ser impactado por publicidade deles. Nossa, total. Da onde vem. Então acho que tem um monte de coisa aí. Mas tem um lance também de que é eficiente esse tipo de medida, porque para desenvolver a economia, ou melhor, a indústria americana for this type of independência, não só a China, voltamos à China recentemente, a cadeia de valor, the desenvolvimento of hardware that China has comparado with the Students. What you can pick and replicate? What part you replicate? And a insegurança jurídica, if you're a empresa who fabrica robô, você poderia falar, Nossa, increível. If I will use robô americano because I would compromise out robot, aspirador. If I don't robô aspirador, I will. So, talk about daqui a dois anos suba outro presidente e mude tudo isso. E a fábrica nem começou a girar ainda com a burocracia americana. So tem este ponto, que é um ponto importante. Tem o lance de que talvez os Estados Unidos esteja protegendo o mercado dele de alguma forma, anda mirar o restant, veja quantos BYDs existem in São Paulo hoje. So, a hora também que você fecha o mercado americano, ela se interessa mais ainda for the rest of the world, the dominância americana diminui, the St. Units come to isolate. And the lance to keep the response not in hardware. The response is no software. Tem um lance de qual é se a empresa is chinese or not, but a gente tá falando de dados. Ou é a preocupação é muito mais a infraestrutura de software, I've pensando aqui no meu cabeça, but I think what type of dado está sendo gerido ali, que software está rodando nesse hardware? É aí que está o ponto que eu acho que essa discussão toda tira. Tem, por outro lado, teve um evento recente na China sobre robôs. Tem muitos casos de uso de robôs, que são casos de uso industriais, robôs super caros, robôs que parece um cachorro para entrar em situações de mineração, de coisas assim, onde tem risco para humanos, robôs de uma série de coisas. Vai demorar ainda para a gente ter robôs humanoides, mas na essência também tem uma preocupação de no futuro o que acontece com tudo isso quando a gente estiver pronto, porque hoje os Estados Unidos lidera o cérebro, que é o que pensa. Quem lidera o corpo é a China. Mas, de novo, um corpo sem cérebro nada faz. Então acho que tem uma discussão da relevância disso tudo.

SPEAKER_00

Boa, amiga, uma boa dúvida pra gente ter quando a gente for ter poder. Quando a gente puder comprar robôs, né? Acho que a gente ainda não tá lá, mas em breve acho que essa vai ser uma discussão. Segurança é uma questão bem importante pra quem. For optar por ter um robô humanoide em casa,

Gadgets Hands-Free Para Vida Real

SPEAKER_00

né? Mas vamos pros nossos gadgets? Vamos pro gadget!

SPEAKER_01

Vai, vamos lá, peraí.

SPEAKER_00

Vocês sabem que a gente não conta uma pra outra qual gadget que a gente vai mostrar, né? A gente fica sabendo na hora junto com vocês. Então, eu tô curiosíssima aqui, Fê me conta do seu. Dá.

SPEAKER_01

Eu trouxe dessa vez o meu secador de cabelo que tem um pé. Então, ele é um secador de cabelo. Ai, que tá certo aqui. Puxando, que você coloca no chão. Daqui a pouco eu vou pegar uma imagem melhor, gente, pra vocês, entendeu? Ele tem um controlinho remoto. Ele tem aqui, ó, as saídas do ar quente. E você está lá, bela e linda, fazendo a unha, fazendo a pauta do duplo clique, fazendo qualquer coisa sentadinha, enquanto sai o ar quente e vai secando o seu cabelo. Obviamente, essa foi uma compra que eu só fiz porque eu tenho duas filhas e eu me convenço que essas coisas de cabelo sempre vão dar roi, porque vira e mexe o robão do meu banheiro e tudo. Ele é um trambolho, certamente, mas ele dobra, ó, fica uma coisinha assim, menorzinha, bonitinha. O controlho remoto vem aqui, tem controle de temperatura, tudo, e ele abaixa. Então ele vira um trambolho compacto. E o que, ó? Obviamente, assim, né? Fê, seu cabelo fica lindo nisso, não, gente. Eu saio uma leoa. Porém, entretanto, todavia. Eu já aprendi, porque eu sou nerd, and you vou atrás das coisas, que você não pode modelar o cabelo. Muita gente vai pensar, ai, Fernando, isso é tão obvio, mas paciência, gente, pra mim não era tantos anos atrás. Você não pode modelar o seu cabelo e tudo com o cabelo úmido, porque quando o cabelo tá úmido, tá molhado, ele é mais frágil pra quebrar e tudo. Então, primeiro você precisa secar o seu cabelo, tirar a umidade dele, ou boa parte da umidade, pra depois você pegar a escova, tudo, e realmente fazer algum tipo de tração, né? De puxar o cabelo e tal. Então, eu uso ele pra aquela fase que você tem que ficar assim, ó, que não tem nenhum valor agregado, só pra você tirar a umidade do cabelo, pra depois você pegar e modelar. Entendeu? Aí você pode ou pegar uma escova e ir fazendo no jato quente, o que eu não tenho nenhuma coordenação, ou você pega o seu secador mesmo, tira essa tomada, põe o outro e seca. Você sabe, ideia, que um dos problemas, né, nós mulheres, morremos de inveja. Em alguns momentos, rola até um pouquinho de ódio daqueles homens que vão fazer tipo esporte na hora do almoço, entendeu? E eles entram no banho, em cinco minutos, eles estão prontos. Porque a gente tem que lavar o bendito do cabelo, secar o bendito do cabelo. Eu confesso que eu já desapeguei. Se eu só fizer musculação e não suar, eu não lavo o cabelo, gente. Eu decidi que é isso, né? Obviamente no ar-condicionado, tudo. Mas assim, impossível vocês darem uma corrida, você fazer qualquer coisa assim, não lavar o cabelo depois. E aí, às vezes, eu falava, não, gente, vai dar muito trabalho pra secar o cabelo, tal, eu não vou fazer esporte. Então, isso tirou um pouco dessa fricção. E este é o meu secador. Ele é de uma marca que chama Stella. Eu encontrei isso, sabe, um desses eventos, tipo feirinha, assim, de. Tá bem feirinha? Quando tem esses eventos, tem várias lojas e tudo, bazar, assim, e tinha um stand deles. Eu já tinha visto um negócio no Instagram. A Bibi amou. A gente pô lá fazendo uma demo, a menina ficou mostrando e tudo. E eu, a doida, né? Comprei o secador.

SPEAKER_00

And esse é o meu gadget, amiga. Já localizei o seu gadget aqui no Mercado Livre. Nossa, tem verdinho, tem rosa. Achei uma ótima maneira ofrece fazer uma primeira secagem hands-free. Because I think it's totally semi valor agregado. Eu fico mexendo, fico secando e com a outra mão, sei lá, no Instagram, alguma coisa assim. Essa fase realmente vai ter 15 minutos perdidos.

SPEAKER_01

As duas mãos, entendeu? Você pode, tipo, passar esmalte, você pode. Real. Ficar, tipo, lendo coisa. Você pode fazer o que você quiser com isso.

SPEAKER_00

Maravilhoso, Fê. Tô pensando se eu vou investir também nesse, hein? Maravilhoso, já achei aqui, Stellar Beauty. Peraí, vamos mostrar.

SPEAKER_01

Olha, gente, a pedidos da Bea abrir aqui pra mostrar, tá vendo? Então ele é assim: secadores. Aqui que a Bea falou. Não é um produto super barato, fato. Mas você tem que fazer essas coisas de cabelo, você tem que fazer o ROI de quantas idas você economizou de ir ao cabeleireiro. Acho que é por aí. É o único jeito que você investe. Se você vai lá, se eu for fazer menos escova no cabeleireiro e ainda multiplicar isso por filhas e não sei o que lá, a coisa fecha. Então, aqui, ó, ele como ele funciona. E ele é super bonitinho, vai, pelo menos. E eu não achei ele tão trambolhoso, Fê. Achei bom, ele é magrinho. Então, no meu outro apartamento, não acabei de jamais da Lavi, né? Agora eu tô num apartamento um pouquinho maior, que eu tenho até uma penteadeirazinha pequenininha, aí ele fica ali encaixadinho, entendeu? Magrinho pequenininho, eu tenho rosinha. E é isso, gente. Adoro o meu secador. Vira e mexe alguém aqui em casa e falar, meu Deus, eu super quero. A Bibi usa mais que a Juju, mas amo. Muito bom.

SPEAKER_00

Adorei seu gadget. E o seu? Quero saber, quero saber. Não, gente, as pessoas vão ficar achando que a gente combinou, mas assim, por coincidência, o meu gadget também é hands-free. Ai, meu Deus. É mais uma coisa hands free. E ele tem a ver com o nosso tema de hoje de livros, que é, gente, uma coisa muito de velha. Muito de velha normalizada. Eu adoro. É um Kindle holder e um page turner remoto. Então, eu vou. Vou colocar aqui, vou compartilhar a tela pra vocês entenderem.

SPEAKER_01

Tipo, resumindo, ou você tem o meu secador pra você ter sua mão livre e virar, ou você fica com o seu secador na mão e tem o seu negócio pra ler ao mesmo tempo, né? É, são super complementares.

SPEAKER_00

São super complementares.

SPEAKER_01

É um sacanagem que tem um play.

SPEAKER_00

Ele tem. Vou falar um pouco sobre o contexto, assim, meu marido gosta muito de ar-condicionado 365 dias por ano, carioca, né? Não sabe viver sem ar-condicionado. E quando eu vou ler no Kindle, eu sempre tenho que ficar com as duas mãos segurando o Kindle, uma mão só, enfim, e eu fico com frio nos braços e nas mãos.

SPEAKER_01

Você tem que dormir de luvas, né? Praticamente, porque no seu quarto.

SPEAKER_00

Eu tinha várias soluções. Eu colocava um chale nessa parte de cima aqui do corpo, porque eu ficava sempre gelada e segurando, e tem que ficar com a mão ali, segurando. Você tem que ficar mudando a página do Kindle toda hora. E como, né, eu já sou uma pessoa idosa, a letra do meu Kindle é uma letra grande, então eu tenho que mudar de página o tempo todo. É frequente. É frequente, não dura, sei lá, 10 segundos a página, já tá na hora de trocar de novo. E de repente eu comecei a ser impactada por essas imagens no Instagram de pessoas assim, tipo o Wally, sabe aquele filme Wally, que as pessoas estão assim, totalmente cobertas com o cobertorzinho gostoso, assim, até aqui, com o Kindle lá longe e a mãozinha embaixo do cobertor, só passando a página com controle remoto. Eu falei, gente, eu preciso disso. Então eu localizei na Amazon o Kindle Holder with Remote Page Turner for Bad Reading. Mas também funciona no sofá. Isso é maravilhoso. E aí ele vem com um clipe, ele vem, tem um braço articulado com uma garra na ponta, né? Pra você colocar o seu Kindle. Ele aceita vários tamanhos de Kindle, também aceita iPad, também aceita iPhone, tudo que você quiser prender nessa garra para as telas. E ele tem um suporte dele, é tipo um clip, que você pode clipar numa mesa de cabeceira, numa cabeceira da cama, em algum lugar que ele vai ficar preso. E aí você conecta como se fosse um pregador de cabelo, um pregador de roupa, vai na lateral do Kindle. Então ele vem com essa pecinha que você coloca ali no ladinho do Kindle, e um controlinho remoto que você fica embaixo do cobertor e você só vai teclando e ele vai mudando a página. Gente, mudou minha vida. Eu amei esse produto. Custa 32 dólares na Amazon, é baratinho. E assim, a solução dos seus problemas pra você poder ler e ficar quentinha.

SPEAKER_01

Gente, e ainda vale para iPad, iPhone, várias coisas. Achei maravilhoso. Olha. Eu só achei que perderam a oportunidade, porque essa moça tá numa foto aí toda verãozinho. Ela perdeu essa oportunidade, né?

SPEAKER_00

Sim, perderam. Se eles tivessem como eu leio, eles iam ver que era a melhor coisa no inverno paulistano, gente. Eu amei. Maravilhoso. Recomendo. Só que ele não é muito bonito, ele não é, enfim, exatamente uma coisa que decora o seu quarto. E deve existir uma versão branca dele, não sei, não achei. Eu comprei exatamente essa marca aqui, que é uma marca chamada Stoke, Stoke, Goose Neck Kindle Holder with Remote Page Turner. Não, gente, fala sério.

SPEAKER_01

A quantidade de categorias que existem no mundo dela. Fala sério, que tem um negócio que é um page turner e um holder de Kindle. Não, Dé. E vou te falar. Que se superou, eu também.

SPEAKER_00

Eu pesquisei muito antes de comprar, porque tem várias marcas. Não é que essa é a única, não. Você põe page turner, Kindle Page Turner na Amazon, acho que tinha, sei lá, uns 15 modelos diferentes. É que eu comprei um que já vinha junto, o Kindle Holder e o Page Turner da mesma marca. Mas, pra quem não quiser, por exemplo, o page holder, o Kindle Holder tem só o Page Turner. Você pode comprar

Links Dos Gadgets E Despedida

SPEAKER_00

só o controle remoto e você, enfim, deixa ele em algum lugar. E vice-versa. Usa um apoiozinho de qualquer coisa assim que você põe seu Kindle ali e pronto, né? E tu quis comprar a experiência completa, então.

SPEAKER_01

Ma ará. Maravilhoso. Amei. Tem muita gente que tava pedindo os links. Semana passada eu coloquei. Não sei se tá. Vamos melhorar também pra estar em todas as publicações, em todos os meios diferentes. Mas estamos colocando o link aqui dos nossos gadgets. Gente, já estouramos o tempo muito, fora que é sábado, eu e a Deb precisamos viver, nossas famílias estão assim, ó, né, esperando a gente terminar. Então, a gente entregou mais de uma hora, então o Ju não precisa ficar brava. Caju fala, que história é essa que chegou a família pra comer pizza e vai parar aqui com 50 minutos. Então pode, entendeu? E muito obrigada e até a semana que vem.

SPEAKER_00

Tchau, Té. Gente, até semana que vem. Beijo, tchau, tchau.