Galinha Viajante - Episódios Extras
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Top 10 jogos da vida do Bruce | EX#46
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O Exclusivo deste mês traz a presença estrogonófica, inoxidável e maravigolden do Bruce, que vai abrir seu coração (e possivelmente emocionar vocês) com os top 10 jogos da vida dele!
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Apresentado e produzido por Leon Cleveland e Samuel R. Auras.
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Videogames é escapismo. Uhum. Isso.
SPEAKER_03Aprenda isso. Nada de mensagens que a gente queira que vocês entendam. Não é lobby do governo americano pra todo mundo achar que é legal dar tiro. Não tem nada disso, não. Não, não tem, não tem. Samuel Reulas, entretanto, estamos no exclusivo, na verdade. Esse aqui é o X, o X, do Galinha Viajante, certo? Certo, certo. E aí a gente tem uma série incidental, eu digo incidental porque ela não foi planejada, né? De top 10 joguinhos da vida de 2 pontos pessoa, correto?
SPEAKER_01É, sim, a gente tem o nosso programinha já que a gente colocou no bate-papo do Galinha mesmo, né? Sim, o nosso mesmo. Na nossa timeline principal, que a gente fez ano retrasado. Foi 25, eu acho que foi.
SPEAKER_03Não, acho que foi 24, foi 24.
SPEAKER_01Não sei, tá lá. Tá lá, né? Eu pra te falar um pouquinho de Twin Sensodice, de X-To, Final Fantasy X, Kingdom Hearts, Tu falou também lá de Monster Ranger, FF Tactics, um monte de coisa lá, enfim, né? Sim. Como somos só dois, mas temos amiguinhos no Galinha?
SPEAKER_03Vários deles, hein?
SPEAKER_01Por que não? Por que não? Então assim, a gente tem aqui hoje com a gente um dos maiores participantes do Galinha tirando o YouTube.
SPEAKER_03É verdade, é verdade, é verdade.
SPEAKER_01Eu nunca sei quanto. Quem que participou mais aqui isso foi a Marcelo, foi o Bruce, mas já rolou com a Marcela aqui o top 10 aqui, agora é o Bruce hoje. Por que não?
SPEAKER_03É isso! Então, se conva de palvas! Seu Bruce! Salve!
SPEAKER_00Que satisfação, meus amigos! Esse é um dos programas que eu mais aguardava pra gravar, sabia? Porra! Olha aí, olha aí. Eu, cara, adoro quando vocês fazem top, tá ligado? Os top 12 são fenomenal. O top 10 da Marcela é brabíssimo, a audiência, pelo amor de Deus. É bom. Top 10 dela é brabíssimo. E aí eu ficava, né? Tipo, porra, quando isso vai rolar? Porque eu quero. Talvez surpreender um pouco, talvez não. Mas vamos ver como as coisas desenrolam aqui hoje.
SPEAKER_01Ó, Cine, vamos. Ô, Leon, vamos abrir aqui uma casa aqui de aposta. Galinha Beth aqui, Galinha Beth. Vamos lá, vai lá. O que o taposta vai ter? Vamos lá. Siste dois apostas suas aí. Cities Skyline.
SPEAKER_03Tá. E como o Bruce gosta de joguinho de corrida, ele vai especificamente citar o Need for Speed Most Wanted.
SPEAKER_01Caralho, eu acho que o Citiz, acho que eu vou pro outro lado. Eu acho que vai ter aqui, Bruce, atenção. Atenção. Olha aqui, Bruce.
SPEAKER_00Tô olhando nos seus olhos. Frostpunk. Caralho, olha ele aqui, ousado ele. Ousado, velho.
SPEAKER_01Frostpunk, tá? E se não tiver aqui hoje um Metroid Prime. Algum Fire Emblem.
SPEAKER_03Eu chutei, tá? E algum Zeldinha. É verdade, é verdade.
SPEAKER_01Irmão, meu nome é Wagner Schifler. É isso aí, hein? Então, Wagner Schifler.
SPEAKER_00O melhor Vascaíno de todos. Alô! Alô!
SPEAKER_03Caralho, vai desertar, hein? Cuidado!
SPEAKER_00Ofensas foram proferidas aqui.
SPEAKER_01Foram, pois. Mas é isso, eu já é isso, entram no top do Bruxo aí, bora pra abertura. Tem abertura? Tem abertura? Extra tem abertura.
SPEAKER_03Vai demorar um ano pra gente lembrar essa moca. Um ano, dois, três e. Vamos lá. Então, menções honrosas o senhor tem antes do seu top 10?
SPEAKER_00Vou dizer, então, e como o programa é praticamente meu, eu vou dizer que eu tenho mais menção honrosa do que top 10.
SPEAKER_03Ah, que se foda.
SPEAKER_00Mas eu vou dar uma roubada, tá? Vou dar uma roubada porque com certeza tem algumas coisas aqui que são franquias, tem coisas dentro das franquias que eu vou ser muito específico, mas tem coisas que eu vou discorrer um pouquinho mais, tá? Cara. Puta trampo, né? Nossa, como é difícil a gente olhar pra trás e falar assim, tipo, porra, foi isso aqui que me formou, tá ligado? Isso aqui que me formou.
SPEAKER_01É, lembrando que, tipo, pro ouvinte que não ouviu o episódio no meio do Leon ou da Marcela, enfim. Não é aqui o top 10 dos jogos que o Bruce acha melhores da história. Não é isso. Jogos da vida é, tipo, o que te marcou mais por alguma razão?
SPEAKER_03Pessoalmente, né?
SPEAKER_01Pessoalmente, ter uma história contigo, mais sentimental. Então, tipo, não quer dizer que o Bruce ache o top 1 dele o melhor jogador da história. Talvez ache, não sei.
SPEAKER_00Ele é, mas tudo bem.
SPEAKER_01Então tá, então, olha aí. Mas, tipo, a moral aqui é a gente conhecer o Bruce, e não só o gosto dele por videogame, né?
SPEAKER_00Porra. Talvez a galera se surpreenda um pouco, a audiência aí que já me conhece, de alguns dos programas que a gente já gravou juntos. Tem coisa que, inclusive, que tá em programa, audiência. Tudo que acho que a gente falar que tiver programa, eu vou fazer um jabazinho aí pra vocês.
SPEAKER_04Conferir, por favor.
SPEAKER_00Eu espirrei aqui, desculpa. Mas, pô, vamos lá, vou começar com umas menções honrosas aqui. E aí, é isso, né, mano? Tipo, formação de quem foi o Brucezinho jogando videogame e por que esse Brucezinho continua jogando videogame. É hoje.
SPEAKER_03Quem foi Leo Bruce?
SPEAKER_00Então aqui, ó, um dos primeiros que eu coloquei aqui como menção honrosa, e na verdade foi o primeiro jogo de videogame da minha vida, foi o meu primeiro videogame, em 1996, Brucezinho com 8 anos de idade. Master System 2, Sonic The Hedgehog. Este foi o primeiro jogo da minha vida, cara. Foi um Natal, foi um presente de Natal, tava na casa da minha avó, e aí me apareceram com essa porra deste console. O Sonic tava na memória, porque naquela época vinha, né? Ou era o Alex Kid ou era o Sonic.
SPEAKER_03Isso mesmo, vinha joguinho na memória.
SPEAKER_00Eu tinha o cartucho do Alex Kid e o Sonic na memória e, rapazes, eu zerei esse jogo do avesso, tá ligado? Eu zerei esse jogo do avesso. Eu joguei muito Sonic The Hedgehog, ele tinha que estar aqui. Tem uma importância pra mim, embora hoje em dia eu não aprecie tanto a franquia mais quanto ela já foi.
SPEAKER_03Somos os verdadeiros fãs, Bruce. Somos os verdadeiros fãs.
SPEAKER_00Eu viro o Sonic do Master System do Mega Drive, mas acho que é por questão de nostalgia mesmo. Então tá aqui uma das minhas mais fãs. Com certeza é. Sonicão.
SPEAKER_03Com certeza é. Porra, peraí, né? Peraí, também não. Na cara não, chefe, porra. Porra, na cara não, né?
SPEAKER_00Pra acabar com o velório. Na sequência aqui também, ó, tem programa no Galinha. O Lucizinho também, quando jogava ainda no seu Pentium de 133 MHz com 212 MH de HD, Doom, o classicão, o jogo, que me fez gostar de FPS. Foi por Doom que eu fui parar em Duque Nuken 3D, de Duque Nuken 3D pra outras trocentas coisas, Med of Honor, Call of Duty, enfim. Doom, o primeirão de todos, aquele que roda hoje no visor do seu micro-ondas, se você souber como programar adequadamente. É um dos melhores.
SPEAKER_01O Doomzinho no top 10 aí, tá? Eu acho que. É, cara, eu pensei, não. Tô dizendo que você vai se surpreender.
SPEAKER_00Talvez nem tanto. Eu vou colocar como menção aqui. Mas, pô, jogaço. Galera, tem programa, um programa foda, tá? Porque esses dois aí são maravilhosos. Eu não vou discorrer tanto aqui, porque, porra, a gente mamou, né? A gente mamou a franquia Doom demais no programa. Quanto programa foda.
SPEAKER_03123 companhias, Amucas. 123 companhias. É isso aí.
SPEAKER_00Foram dois das minhas menções. Vou citar aqui uma franquia, tá? De uma vez, pra tirar uns par de uma frente, mas uma franquia que tem muita importância na minha vida, obviamente, vocês devem conhecer. E aí eu vou elencar os três dessa franquia que eu trago como menção. E aí é ele, o grandíssíssimo Zeldinha, né, mano? O Zeldinha tá aqui. E aí, agora o Samuka deve tá correndo pelado pela casa, porque se o Zelda tá na menção honrosa, o que esse filho da puta fez no top 10?
SPEAKER_01Não, não, não, o senhor está sendo. O senhor está sendo. Pois é, sagaz aí de modo negativo aí. Assim não dá. Como é que tu não bota Zelda na sua lista, irmão?
SPEAKER_00Não é possível, não é possível, né? O meu cinto de utilidades sempre tem um item. Sempre tem um item, cara. Pra ser utilidade.
SPEAKER_03Eu ficaria realmente surpreso, Samuca, se algum Batman viesse aqui na Mansão Honros. Aí eu ia ficar preocupadíssimo, inclusive.
unknownTá?
SPEAKER_01Mas não, relaxa que Batman.
SPEAKER_00A gente vai chegar lá. A gente vai chegar lá.
SPEAKER_01Calma que Arkans City ou Arkansylon tá por aí também.
SPEAKER_00A gente vai chegar lá, a gente vai chegar lá. Então aqui, ó, eu vou citar três de uma vez, tá? Que foram, assim, grande parte da minha. Acho que já mudou uma etapa um pouco mais velha na minha vida. Ali eu já tinha um bom domínio de língua inglesa, já mexia muito bem com PC, não sou nenhum hacker nem nada, mas aqui, ó, quero trazer três que mexeram comigo fortemente. Um deles, as pessoas deviam dar mais valor hoje em dia, que é Zelda Minish Cap, Zelda Wind Waker e Zelda Karina of Time. Os três que, porra, me fizeram. Definitivamente, assim, ó. Se eu já gostava de videogame lá atrás com Sonicinho, quando eu aprendi que Zelda era uma coisa, a minha vida mudou completamente. Eles estão aqui como menções horrosas, porque o meu cinto de utilidades é vasto, né? Então vocês ficam tranquilos aí. Ele é bem vasto. Aí avançando um pouquinho mais, ainda no Brucezinho que jogava ali no seu Pench 133. Vocês sabem que eu curto muito jogo de navinha, né? Tem um que tá no top 10. Mas o primeiro jogo de navinha que eu joguei, cara, não é tanto de navinha. E esse aqui, ó, é só pra quem é muito forte, muito forte mesmo. Raptor Call of the Shadows. Era um joguinho de aviãozinho. É, procure, tá na Steam, baratinho, um jogo bonitinho, pixel art crocante pra caralho. Você controla um F16, talvez, não lembro agora. Visãozinha top-down, assim, ó, visto de cima, você só anda pras landerais, pra cima e pra baixo. Delícia de jogo. Eu fritei meu computador na infância, acho que eu tinha uns 11 pra 12 anos. Foi um primeiro PC, foi um primo meu que descolou esse PC pra mim. E tinha ali, cara, tinha Doom, tinha Raptor e tinha um emulador de Game Boy, que obviamente vai aparecer aqui também nesse emulador de Game Boy. Pokémon Silver, cara. Que foi uma das coisas que eu mais joguei.
SPEAKER_03A versão correta do jogo.
SPEAKER_00A versão correta do jogo, a única, tá? Joguei bastante o Gold e o Crystal também, mas o Silver era o meu favorito porque Lugia, né, velho? Eu não tenho nem o que falar desta porra aqui. Se você escolheu outro passo, você escolheu errado, desculpa essa muca.
SPEAKER_01Não, o Lugia é o meu top 1 Pokémon da história, pelo amor de Deus.
SPEAKER_00Que bom que o senhor tá correto.
SPEAKER_01Irmão, o meu celular Nokia, que eu tinha quando existia na minha vida ainda, né? Que tu podia sequenciar a musiquinha pra fazer talk on the celular, tá ligado? Eu fiz lá o flautinho do Lugia do filme.
SPEAKER_00Foda demais, foda demais. Da minha infância e adolescência foi muito no PC Gamer, porque Pip Choo facilitava a vida de muitas formas. E a audiência que conhece e já ouviu muitos dos programas sabe que eu tenho uma tara por jogos de simulação, de construçãozinha. Isso já foi um craque na minha vida. Eu consegui me libertar disso. Então eu trago dois aqui também como menções e que me fizeram ter até algumas noções administrativas, eu diria. O primeiro deles é Roller Coaster Tycoon. Eu sou.
SPEAKER_03Clássico, né, amigo?
SPEAKER_00Tarado em construção de parque, tá? Esse jogo. Vocês chutaram, né? Siries Skylines ali. Se vocês tivessem chutado sem Siri, talvez, eu acho que estaria aqui. Mas o que eu vou fazer?
SPEAKER_01O meu chute não tá aí, não? O meu chute? Seu chute não tá aqui, não.
SPEAKER_00Seu chute não tá aqui, não. Achei que estivesse. Seu chute não está aqui. Cara, eu joguei muito roller coaster. E aí era muito, muito, muito foda na infância, porque eu tinha um vizinho de muro, assim, ó, que o meu quarto fazia quarto com dele. E a casa dele era um sobrado. Minha casa era terra. Alô, Léo, não sei se você ouve o galinha. Tamo aqui, homenageando. E. Porra, a gente não tinha Lanhous naquela época. Então a gente começava a construir o mesmo cenário ao mesmo tempo. E aí cada um ia gritando pelo muro. O que que tava fazendo dentro do parque, tá ligado?
SPEAKER_01Tipo, porra, eu abri essa montanha russa aqui, filha da puta, vou construir agora.
SPEAKER_00Que maravilha. Cara, rolava uma competição foda e a gente jogou muito rollercoaster Tycoon na vida. Alô, Léo, salvo, cara. Salve, salve aquele abraço pra você. O Léo, inclusive, foi o cara que me apresentou o Nintendo 64, velho. A galera do bairro ali tinha muito Su Nintendo, Mega Drive e tal, e ele foi o primeiro abastado ali a ter um 64. Rapaz, quando eu vi esse console, pelo amor de Deus. E na sequência veio o The Sims, cara. Que aí ele também apareceu um dia com um CDzinho, com uma chavezinha serial ali piratinha. Meu computador já era um pouquinho melhor. The Sims foi algo que também fez muita parte da minha vida. Ajudou pra caralho com o inglês. Nossa, eu jogava só a versão em inglês dessa porra. Então, have breakfast, have dinner, take a shower, sabe? Aquelas coisinhas mais basiquinhas, mais bobinhas de tudo. Pô, pode crer, né?
SPEAKER_01É coisa bem intuitada.
SPEAKER_00Coisas assim, muito intuitivas. A galera hoje, porra, é outra formação, né? Outra geração. A gente tem, graças a Deus, localização pra caralho em jogo. Mas ali, começo de anos 90, 2000, não era tão assim, né, brother? Então, pô, você tinha Malemar algum jogo ali traduzido ou bem localizado, se vinha publicado pela Abraçoft, né, mano? Se não, você tinha que ralar ali no inglês mesmo.
SPEAKER_04Exatamente, exatamente.
SPEAKER_00Então, estamos caminhando aqui quase pra um fim de dimensões, tá, gente? Eu tô indo um pouquinho mais batido. Tem programa do Galia também, um dos jogos que, puta, me fez cagar muito na frente do PC, que me dava um cagaço, assim, de medo, quando o Butcher saiu correndo atrás de mim pela primeira vez. Diablão. Diablão, primeiro diabo. Gritei muito, muito, muito, assim, ó. Fazia. Acho que eu não comentei isso no programa, mas fazia Lan House com esse meu vizinho também, assim, ó. Essa Lan House Offline, tá ligado? Tipo, a gente montava boneco, ia, porque, mano, fazendo a build, abrindo habilidade, testando, não deu certo, começa o jogo de novo. Às vezes um tentava começar o mundo pra abrir aquela missão de expluir o aquífero ali que passava pela vila. O outro fazia a missão do Butcher, e aí tentava fazer os caminhos diferentes ali. Puta, joguei muito Diablo. O 2 é o meu favorito de todos, eu acho que é o melhor Diablo de todos, indiscutivelmente. O remaster bom pra caralho, mas o que eu mais joguei foi o primeiro. O primeiro ele abriu também ali uma aba na minha vida de videogames, que, porra, fez toda a diferença. Ainda na linha ali, meio que RPG simulação, talvez. Vou mencionar aqui Age of Empires, o primeirão de todos também. Não, não. Já joguei muito Age of Empires. Eu acho que a franquia caminha bem pra caralho em vários aspectos. Não sei se isso é contraditório, mas o meu favorito é o 3. Muita gente gosta muito do 2, né? Tipo, o 2 é o mais marcante, eu acho que pra muita gente, acho que é o que mais expandiu a franquia, ganhou notoriedade mesmo, assim, mas, porra, o 3 eu joguei muito, muito, muito, muito, muito, muito. E aí já é época de Lan House mesmo, tipo, a galera ia pra Lan House pra jogar CS e eu sentava com os camaradas pra gente fazer aquele competitivo pesado no Age. E aí o Age 3 tava no auge. E eu lembro que nessa época era Age 3, Age of Mythology, tava rolando muito Warcraft 3, mas eu sou muito ruim no Warcraft, não sei porquê, tá ligado? Acho que a mente do Age, né? E, porra, marcou demais, mas o que eu mais joguei, o que me apresentou esse mundo foi o Age of Empires, o primeirão. Até hoje eu tenho vontade de voltar, mas eu tenho medo das portas que eu posso abrir, sabe? Esse caminho é um caminho. É um caminho árduo, cara. Jogo de simulação pra mim. Sem volta, irmão. Cara, até hoje, o Cires Sky 2 tá na minha lista de desejos da Steam e eu passo o mouse nele, assim, ó, semanalmente, em cima do completo. Semanalmente. Só que aí eu penso, não, velho, essa semana tem prova pra corrigir.
SPEAKER_01Tipo assim, ó, começou a jogar um, irmão. Já era, parceiro. Já era. 500 horas e se fuderam.
SPEAKER_00Já era, já era. Outra menção honrosa aqui, ó, que eu vou trazer. Acho que vocês chutariam que ela estaria no meu top 10, mas ela tá aqui nas menções. É ele. Dark Souls, cara. O primeiro Dark Souls. Está aqui nas minhas menções honrosas.
SPEAKER_01Eu acho que vem Budborne depois na listinha aí. Achei que deveria ir Dark Souls. Budborne e Sekilo vem na listinha depois desse.
SPEAKER_00Talvez você ache certo, talvez você ache certo. Dark Souls, eu o conheci mais ou menos ali no mesmo período em que Skyrim tava atorando. E eu sempre fui muito tarado de Elder Scrolls, sempre gostei muito. E eu tava jogando muito Skyrim, saca? Só que, porra, Dark Souls é muito diferente, né, velho? E eu não conheci o Demon Souls porque eu não tive o PS3, eu tive o 360. E aí o dia que a segunda gárgula desceu e me enrabou com uma labarda, eu falei, eu acho que eu sou masuquista.
SPEAKER_01É, rapaz. Esse jogo me pegou, sabe?
SPEAKER_00Esse jogo me pegou, brother. Eu zerei Dark Souls de todas as formas possíveis também. Cara, aposta besta, assim, ó, coenteado de um dos meus melhores amigos, um dia, sábado à noite, a gente tava na casa dele, ele tava com o Dark Souls, ele falou, porra, não sei qual é desse jogo, eu falei, cara, daqui. Eu vou jogar até morrer pela primeira vez, mas eu só vou jogar com espada e escudo, não vou usar armadura. Ele falou, duvido. Eu cheguei a Norlondo, tá ligado? E ele ficou olhando assim pra mim e falou, cara, que porra é essa, tá ligado? Tipo, eu sapateava no Dark Souls. Sapateava no Dark Souls. Puta jogo foda. Ele, pô, ele. Ele tá aqui pra falar com todo mundo também, né, mano? E aí, eu vou colocar um aqui que eu me lembrei antes da gravação, também joguei muito na infância. Como eu disse pra vocês, meus vizinhos eram riquíssimos donos de Super Nintendo. E eu tinha um Master Systemzinho na época, que me trouxe muita alegria. Mas um dos jogos que também acho que é você controverso aqui, porque o de muita gente o favorito é o segundo, mas o meu porque era o que tava disponível. E regou tardes e tardes, assim, ó, de muito Guaraná, de muita pipoca, muito amendoinzinho. Donke Kong Country 3. O Donkey Kong Country 3, cara. Ah, pode crer. Ele aparece aqui como uma menção honrosa. Pra mim, ele é um dos melhores plataformers já feitos. Eu sei que o queridíssimo de muitos, eu acho que. Bateria sonora, tudo, né? O 2 é o que mais marca ali. Mas a franquia Donkey Kong é muito forte, ela não vem desse esquema de plataforma como a gente conhece hoje, né? E puta, a gente jogava demais. A fita que meu camarada tinha, camarada Charameu, Matheus, ela não tinha bateria de save, velho. Então a gente fazia aquela árdua missão de deixar o console ligado pra tentar zerar. Pra tentar zerar o jogo. A gente desligava só a TV ou mudava só o canal. E foram várias tentativas, porque às vezes, porra, travava, às vezes alguém ia varrer a casa, batia no fiel do videogame, desligava o console, enfim. Cara, foram muitas tentativas pra tentar zerar, até a gente descobrir que o cartucho tinha bateria e aí a gente trocou a bateria e o cartucho voltou a salvar, enfim. Cara, assim, puta, porra, uma história muito massa, né, mano? Quando a gente olha pra trás e, porra, como a gente jogava videogame como a gente joga hoje, ai, pau no cu da Sony acabando com o CD, filha da puta, tá ligado? Porra.
SPEAKER_02Mas é a vida. É o jogo.
SPEAKER_00O grande, cara, era outro mundo, era outro mundo mesmo, tá ligado? Esses dias eu levei um controle de 64 pra uns alunos meus verem na escola, porque eles nunca tinham visto Nintendo 64, meus anos de sétimo ano, saca? Alguns ali espaçados sabiam o que era, mas outros olharam e falaram, porra, teacher, isso é um controle, mano. Só tem um analógico que não sei o quê. Eu falei, pois é, gente. Tempos de ouro. Tempos de ouro, tá ligado?
SPEAKER_03Autre tampa, outro tampa.
SPEAKER_00Outre tampa. Mas aqui, mano, top 10, tá? Eu coloquei umas menções aqui. São menções que acho que mexem muito comigo também. Dei uma roubadinha aqui nos Eldinhas, né? Coloquei um dinavinho aí que acho que os senhores não conheciam. Procurem depois, tá? Raptor é foda. Vocês vão curtir, joguinho gostosinho, baratinho. Mas vamos lá no top 10, mano. E aí, foi difícil, tá? Puta, falei pro Samuca ontem, foi difícil, essa lista mudou de ordem. Eu não sei nem dizer, né? Tipo, vocês falaram, tipo, ah, não é o melhor jogo de todos os tempos, não é. Não é tipo, o jogo do século, todo mundo tem que jogar, enfim. Mas quando eu olho pra lista, tem muito de momento, né, mano? Tipo, ah, em que momento esse jogo tava comigo, em que momento ele. ele ficou comigo, por que ele volta? Por que ele nunca vai embora, né? Então, tipo, pô, é muito foda isso, né? É muito. É muito legal olhar pra isso. E aí quando eu olho pra cá, eu vejo que tem bastante coisa que mudou. Eu tinha colocado como menção honrosa o primeiro Gears, mas hoje em dia eu já sou um Matheus muito diferente do que jogava Gears naquela época. Embora ele tenha mexido bastante comigo também, o Samu. Já até me elogiou e o Samuca é um game profissional, hein? Me elogiou falando que eu jogo Ben Gears. Falou que eu jogo Ben Gears, então, tipo, porra.
SPEAKER_01Porra, assim, jogamos junto em Virtual, inclusive. Campanha inteira não, foi, né?
SPEAKER_00Eu acho que foi a campanha do 1. Foi do 1, isso do 2.
SPEAKER_01Do 2, né? Irmão, eu fui carregadíssimo do início ao fim. O senhor Bruce sabia cada canto, cada manha, cada paradinha ali. É, que. E eu fui carregado na mochila tranquilamente, cara. Tá maluco.
SPEAKER_00Modéstia a parte aí, o Gears, eu mandava muito bem mesmo. Eu lembro também, cara, uma época ainda da afinada EGM aí, uma comunidade que o tempo não traz de volta, né, mano? E quando saiu o 2, eu e uma galera da EGM fizemos aquele modo. aquele modo horda, né? Que estreou no 2. Você vai enfrentando, né? Levas de inimigos ali. Porra, e eu lembro que uma vez a gente varou uma madrugada inteira, assim, ó. Tipo, a gente começou às 11 da noite, na sexta, às 7 da manhã do sábado, todo mundo desligou o console, tinha feito todas as hordas no nível mais difícil. E foi uma parada assim que eu falei, caralho, brother, eu não tenho mais idade pra isso. Foi foda. Porra, ser assalariado e gostar de videogame, tem hora que é foda, tá ligado?
SPEAKER_01Não é fácil, não é fácil.
SPEAKER_00Eu ia colocar ele aqui na menções e acabou ficando, né? Acho que como menção. Mas enfim. Top 10, manos. Meu décimo lugar, cara. Um jogo que me fez ir por 360. Eu joguei mais no PC. Acho que se eu for avaliar a minha vida mesmo como gamer, eu passei mais tempo no PC do que nos consoles. Por algumas praticidades que ele dava, né? Então, a emulação me ajudou muito a conhecer muita coisa. Como eu já mencionei em tantos programas, e vou mencionar aqui, eu não tive tanto acesso a tantos consoles, assim, tipo, não fui dono de muitos consoles hoje. Graças a Deus, graças a minha profissão, a tudo que eu consegui conquistar, tudo que minha família me ensinou. Eu consigo ter, tipo, porra, um PS5, um suíte. Eu ralo pra isso. Eu sei que muita gente rala também, às vezes não consegue, tá ligado? Então é um puta privilégio, é um hobby caro pra caralho, tá ficando cada vez mais caro.
SPEAKER_03Tá ficando cada vez pior.
SPEAKER_00Tá cada vez pior. Mesmo pra jogar no PC, tá foda. Mas o meu décimo lugar aqui vai pra Bioshock, cara. O dia que eu vi Bioshock, eu vi aqueles gráficos, eu vi ele rodando num 360 e eu falei, puta que me pariu, eu preciso comprar esse console, eu preciso jogar esse jogo. E, tipo, cara, a forma como ele fazia a narrativa dele, todos os plots ali, o level design dele, porra, as mecânicas. Eu lembro que eu vi um cara jogando numa locadora aqui da cidade. E ele fez aquele. Era o tutorial que até então eu não sabia, né? Que você joga o choque na água e o cara tá na água e aí aposta fica eletrificada, ele morre eletrocutado, reação em cadeia. E, nossa, aquilo ali pra mim foi uma parada, assim, muito surreal, tá ligado? Muito surreal. Eu fui jogar ele muito tempo depois que ele saiu. Meu PC na época não rodava. Aí eu consegui, depois de um tempo, um 360 desbloqueado. Comecei a jogar muito Bioshock. E a narrativa dele, né? Eu acho que eu sempre fui muito atraído pra essas coisas de controle, destino, como você rege as suas escolhas, como elas vão resultar as coisas que elas resultam in your life. This sempre mexeu muito comigo. And Bioshock é um jogo who vote and volto pra ele muitas vezes. A gente fez programas também, né? E quando a gente foi gravar, eu voltei pra ele, eu zerei de novo, zerei. Acho que a última vez que eu zerei foi pro programa foi no Steam Deck, inclusive. Ele roda bem pra caralho no Steam Deck. E ainda assim, eu joguei ele, eu falava assim, porra, como pode esse jogo ser tão bom ainda? É um jogo que já tem o quê? Mais de 15 anos, gente? Eu nem sei na idade dessa parte. Saca, tipo, até hoje ele é lindíssimo.
SPEAKER_01Deve ter uns quase 20 já, inclusive.
SPEAKER_00Porra, tem uns controles assim super otimizados. Você pode fazer um monte de mirabolance no jogo pra passar as coisas. Tem. Eu lembro que eu fiz uma run que eu só joguei de Vespa, tá ligado? Era, porra, foda-se, eu não vou jogar com mais nada, assim, foda-se, saca. Eu só usava os poderes que eram obrigatórios. Cara, não, eu só fazia as plásmides obrigatórias ali pra avançar em algum ponto específico, mas eu fui de Vespa, zerei, platinei ele, enfim, Bioshock é um jogo que mexe muito comigo. É um dos jogos favoritos do meu primo também, que me deu um dos meus primeiros PCs ali, né, que eu comentei com vocês nas menções. Tem todo um histórico ali, então, tipo, porra, esse jogo tem um legado comigo. Ele tá aqui na minha décima posição, acho que ele é um jogo que eu sempre vou acabar retornando pra ele em algum momento, ou mencionando alguma coisa pra ele em algum momento. E eu fico muito feliz, às vezes, quando algum aluno chega pra mim e fala, Teacher, tô jogando um jogo, e aí, pum, ele vem, baixo, e eu falo, mano, eu aperto a mão deles assim e falo, isso é um homem de Garb e elegância, saca? E aí eles. Essa semana, inclusive, um dos meus alunos comentou que platinou um dos que tá aqui no meu top 10, e eu dei um abraço nele, ele falou, caralho, mano, o que tá acontecendo? Porque foi tipo, porra. Sai do mundo, tem esperança ainda. Sai do Roblox, filha da puta, tá ligado? Vai jogar videogame de verdade, caralho. Brincadeira, gente, eu entendo ali que tem uma coisa, mas porra, Roblox não. Enfim. Nono lugar. Nono lugar, nono lugar, nono lugar.
SPEAKER_02Nono lugar, senhor, pra você.
SPEAKER_00Os senhores fizeram um chutinho acertado, teria que estar aqui, tá? Eu acho que talvez vocês imaginassem que estaria mais pra cima no top, mas um dos jogos também que esse aqui me rendeu a minha primeira edição de colecionador comprada na Pleiasia, eu acho. Não lembro agora se foi lá na Pleiasia, mas era uma versão bonitona com a caixa em formato de Batirangue. Batman Arkhanasylon, seus filhos da puta.
SPEAKER_03Óbvio que tava aí, lógico. Esperava mais alto mesmo, verdade.
SPEAKER_00Cara, você vai entender, acho que o meu top 5 ali, você vai entender. Mas Batman Arkhanseylon, pra muita gente, o Arkansere é o melhor, e eu concordo que ele melhora muitas coisas. Mas o Arkhanasylon aparece num momento ali que eu acho que o Batmão ganha um prestígio de novo, saca? Ele tá rodando muito bem nos filmes, Cavaleiro das Trevas, assim, fenomenal, tá todo mundo super empolgado. A geração de quadrinhos da época do Arkansylon também tá rodando bem pra caralho, umas sagas muito boas acontecendo. E aí vem esse jogo que te bota na pele com uma pegada mais investigativa mesmo, que você tem acesso aos gadgets, um level design gostosíssimo, putz, eu adoro explorar Gotham, mas o Asilo Arkham, ele é todo embrinhadinho, ele consegue ser claustrofóbico onde ele precisa ser, você tem as idas e vindas naquele esqueminha bem gostosinho de Metroidvania, assim, que você tá com gadget novo, volta pra um lugar. Porra, enfrentar o crocodilo nesse jogo é muito bom, cara. É muito bom. Não chega a ser um embate, assim, você não tem um conflito direto, mas você usa de toda uma mecânica, você toma uns jumpscare, filha da puta. A primeira vez que você enfrenta o espantalho, cara, nesse jogo, e aí, tipo, o gás do medo tá fazendo efeito, e você vê o cadáver dos seus pais no necrotério. Desculpa o spoiler, a gente jogo velho, mas puta que pariu. Quando eu joguei esse jogo, eu falei, cara. I am vengeance.
SPEAKER_02I am the knight.
SPEAKER_01I am Batman.
SPEAKER_00Saca, tipo, mano. Cara, acho que é isso, né?
SPEAKER_01Porque até aqui, cara, o jogo do Batman era tipo: tu bater com o Batman. Da porrada com o Batman. O que não é que é ruim. É da hora, show. Mas é que o Batman não é isso. Então, pro cara que é fã de quadrinhos, que gosta de quadrinho do Batman, tu poder ver o Batman como ele sempre foi num videogame finalmente. Quando for investigativo, com os gadgets. Cara, sendo ali aquele aquele cara só rateiro e tal, é muito foda, é muito foda. O City é um jogo melhor, no geral, eu acho, mas o impacto que foi esta porra desse joguinho aí na época, pra quem curtia o Batman já de sempre, puta que pariu, bicho. É absurdo, assim.
SPEAKER_00Cara, o Arkhan Asylum, o combate dele é muito redondo. O City melhora muito a precisão do combate, mas se você volta hoje no Asylum e rejoga ele, ele ainda mantém uma precisão excelente de combate, ele é muito funcional. Mas o que me pega e que melhora muito também nos outros jogos é o modo predador, mano. A maneira como você encara o stealth nesse jogo. Porra, a primeira vez que eu fiquei pendurado de ponta-cabeça numa gárgula e agarrei o maluco passando embaixo e ele não sabe o que aconteceu. Nossa, cara, é isso. Correndo pelado pela casa, assim, eu falei, loucura, loucura, pau na testa, assim, ó, loucura total. Saca? Tipo, e é muito foda, porque o cara transporta pro jogo a visão de detetive, que aí no filme depois aparece no Cavalaria das Trevas, com aquela parada toda dos celulares e tal. Você fala, mano, que loucura, os caras entenderam, os caras entenderam. Pra mim ele é o supra-sumo do herói. Se não fosse o combate do Batman, o combate do Homem-Aranha não era tão gostoso quanto é hoje em dia, saca? Ele abre um caminho ali, sabe? Eu acho que combina muito mais o estilo de combate com o jogo do Homem-Aranha, pela agilidade do herói e tudo mais. Mas o Batman, ele abre um caminho ali, ó. O Arkan Asylum. Nossa, ele é um. Porra, ele é uma Masterclass pra muita gente que queria fazer level design legalzinho também. E, porra, sabe? Causar as diferentes sensações que ele consegue causar. Porra, a satisfação de você passar uma sala inteira no modo predador e um filho da puta não te ver, cara. Puta, é muito bom, cara. Esse jogo é muito bom, muito, muito bom. Tinha que estar aqui e tá em nono lugar, velho. Nono lugarzinho. Chegando aqui em oitavo, eu vou dar uma roubada de novo, porque ele faz parte de uma franquia.
SPEAKER_01Fiquei à vontade. Fica fob.
SPEAKER_00Faz parte de uma franquia. Eu sei que eu citei ali nas minhas menções o que muita gente ainda vai ter como o melhor Zelda de todos os tempos, que é o Karina of Time. Mas, pra mim, o jogo que conseguiu superar o seu predecessor e que faz isso de uma maneira assim, absurda e que mostra o quanto o know-how, o quanto você valorizar o profissional que conhece a tua franquia, o cara que tá dentro do seu estúdio faz a diferença. Zelda Breath of the Wild, cara. Breath of the Wild é um dos jogos da minha vida. Acho que ele é meu close game, ele tá sempre instalado no meu Switch. Ele, inclusive, não Tears of the Kingdom, embora eu goste muito do Tears, o final dele é maravilhoso também. Mas o Breath of the Wild, cara, puta, eu repito incansavelmente o acordar do Link na Resurrection Chamber and a primeira saída pro Grande Plateau. Isso é um momento tão impactante pra mim nessa franquia, porque às vezes eu olho pra ela, porra, eu lacrimejei aqui. Eu olho pra ela e eu fico pensando, cara, acho que essa visão é a do Miyamoto, quando ele subiu a colininha dele lá quando ele era criança, porra, esse mundo é pra eu explorar, tá ligado? E aí ele teve a ideia de fazer essa merda desse jogo. Porque toda vez que eu saio ali no grande platô e eu vejo aquilo ali rodando, eu falo, não é possível, cara, que eu consegui chegar até aqui, tá ligado? Que eu tenha esse jogo na minha mão pra jogar e que ele vai funcionar de uma maneira tão perfeita do começo ao fim. Com todas as mecânicas dele, com tudo que ele se propõe a fazer, ele funciona 11 de 10 naquela batata que é o Switch. E, porra, a versão dele, o big gradeada no Switch 2, nossa senhora, gente. Se alguém tiver oportunidade de jogar, joga. Ele é um dos maiores jogos da história. Eu entendo a importância do Ocarina of Time, no contexto que ele foi feito, mas eu acho que ele é um jogo que precisa desse remake que tá vindo. O Breath of the Wild, ele vai ficar, tá ligado? Ele redefine, assim, o mundo aberto de uma forma que, puta, tem gente que vai suar muito pra fazer de novo, tá ligado?
SPEAKER_01A gente chegou a citar no episódio do Zeldinha de Ness esse rolê aí.
SPEAKER_00Eu esqueci que tinha episódio, verdade.
SPEAKER_01É, tem o EP também, inclusive, do Bafo de Selvagem, sim. Mas, tipo, no epí de Zado de Ness que a gente fez esse ano, a gente falou lá que, tipo, tu conseguia ver no Zeldinha de Ness já a visão do cara pra franquia Zelda que só ia ser alcançada realmente no futuro. E eu acho que essa cena específica aí de tu subir ali aquele penhascozinho e ver no fundo lá o vulcão e tudo isso no horizonte, e tu sabia que pode chegar lá e explorar e tal. Isso realmente é um negócio de louco mesmo, não tem como, cara. É um rolê que. Pra gamer mais novo, que já cresceu ali do PS3 pra frente, talvez seja uma cena bonita, ponto. Isso, né? Makamuto falou, tipo assim, ó, é uma cena claramente o. Assim, o ápice onde culminou o. Porra, décadas de estágio de uma franquia inteira. Sabe? Dá pra ver em cada Zeldinha a franquia evoluindo, crescendo, ficando mais complexa, and chegando mais próximo do que o Minamoto queria no começo. E ali eles chegaram. Como tu falou aí, cara. Ali eles conseguiram chegar lá. Eu gosto muito desse jogo também, eu acho um jogaço também. Mas além do jogo inteiro, essa cena é um negócio absurdo. Cara, é muito isso, assim, é muito marcante.
SPEAKER_00Ela é muito marcante. Eu acho que toda a jornada do Link nesse jogo, sabe? Tipo, como eles aprendem também com outras coisas, né? A gente fala isso no episódio dele também, tem episódio do Bafinho, né? Aí no podcast. Mas. Cara, o preenchimento dos espaços vazios, né? Você nunca teve uma irruli tão grande pra explorar, com um sentimento de desolação tão grande. E aí você tem o know-how, tipo, você tem um time de desenvolvimento, que é um time, porra, acho que muito sênior, né, cara? Tem muita gente grande nesse time que tá desenvolvendo há muito tempo a franquia. A gente falou isso no episódio, né? Porra, tem nego que tá ali desde o primeiro Zelda. O cara tá. Mano, o cara tá 30 anos trabalhando com a mesma franquia, saca? E eu não tenho 30 anos de carreira ainda. Então o cara tem muito know-how. A indústria muda muito, né? Pô, você acabou de falar. Pra galera de hoje, não é tão impactante. Mas por que que pra muita gente o Ocarina ainda é? Porque, mano, o Ocarina é o primeiro jogo 3D de mundo aberto, vou colocar aqui com algumas aspas, que entrega uma parada em 96 que ninguém tinha visto antes. Aí, pô, beleza, vem GTA 3, GTA 3 sobe a régua pra caramba depois, só que ele sobe porque teve um cara ali atrás que conseguiu fazer também com o que ele tinha em mãos pra fazer, que foi o Zeldinho. E a gente vai escalonando, né? Pra bem e pra mal, a gente vai escalonando na indústria, até o ponto que a gente tá hoje, que tá praticamente insustentável essa busca de, porra, a gente tem que ser maior, melhor do que o anterior, né? Então, há quem brinque aí que GTA VI é o último jogo da indústria de videogames, porque depois dele nada mais vai acontecer, né? E eu discordo, obviamente, porque a indústria de videogames vai muito além de um jogo desse cacife, mas. Pô, quando eu joguei o Breath of the Wild a primeira vez, terminei ele, eu falei, tá bom, Nintendo, pra onde você vai? E aí, eu amo, amo, de paixão o Tears of the Kingdom. Quando eu joguei ele, eu falei, caralho, o Breath of the Wild parece uma demo dessa porra. O que tá acontecendo, tá ligado? E eles usam ainda um monte de coisa reaproveitada, eles dão um polimento muito maior em cima daquilo que eles já tinham, ainda roda naquela batata que é o Switch, tipo, mano, a primeira vez que eu desci da Ilha do Céu e fui até o subsolo, e eu falei. What the hell?
SPEAKER_01Sem loading no Switch, né?
SPEAKER_00Entende? Tipo.
SPEAKER_01Era assim como o Bafo rodava também no Wii U, vamos lembrar aqui.
SPEAKER_00Exato, exato.
SPEAKER_01Ele no Wii U e jogou e, tipo, tá, ah, o FPS era tipo 20 e poucos, igual. Irmão, foda-se, era um jogo absurdo no Wii U.
SPEAKER_00Cara, era um jogo absurdo já lá atrás, sabe? Então, tipo, pô, ele não conta só história sobre essa franquia, eu acho, né? Ele conta histórias sobre a indústria, manja. E ele tá hoje num patamar que não tem como, sabe? Por isso que. Acho que a gente tava conversando ontem, né, até. Mano, a Nintendo vai lançar Ocarina no mês do GTA mesmo, se foda, porque ela sabe que ela pode lançar Zelda Ocarina of Time Remake no mês que vai sair GTA, porra. Se não fosse essa merda, não existia GTA, tá ligado? Não tinha essa porra desse jogo. Então ela vai confiar no Cacif que ela tem, velho. Então assim, porra, esse jogo ele mexe demais comigo até hoje. Vão aparecer outras cositas aqui, vou fazer surpresinha pra vocês. Mas. Oitavo lugar, cara. Breath of the Wild.
SPEAKER_01Bão demais.
SPEAKER_00Bom demais.
SPEAKER_03Number seven!
SPEAKER_00Number seven, meus amores. Aqui, ó. Eu pensei em colocar o irmão mais velho dele nas menções, mas eu pensei melhor depois e falei, eu vou deixar direto pro meu top 10. E vocês acertaram também um chute, Metroid Prime. Eu tinha pensado em tudo.
SPEAKER_01Um ou quatro, o 1 ou 4, Luciano.
SPEAKER_00Porra, beija meu cu, né, cara? Pelo amor de Deus, cara. Que hora? Me dá algum prazer, cara.
SPEAKER_03Beija o meu cu! Dois pontos. Me dá um prazer, ponto em vírgula. Cara. Vamos lá, vamos lá, vai.
SPEAKER_00Fala. Tem programa também no Galinha, dos dois, né? Do irmão mais velho desse aqui. Colocaria Super Metroid, mas eu acho que o que me impactou mais foi ver, de novo, como que essa franquia conseguiu evoluir e chegar nesse ponto em que, infelizmente, ele é. Sei lá, Metroid Prime acho que é o ultimato da franquia Metroid. Because the point temperos bons e um jogo péssimo, que o Samuka já falou. E ele não consegue mais, pelo menos pelo que a gente tá vendo, ele não consegue mais fazer o que ele fez. Metroid Prime é uma Masterclass de level design. Ele é uma Masterclass de respeitar uma franquia dentro da sua lore, de expandir o universo, de contar a história que quer ser contada, com mecânicas assim, extremamente funcionais. Tudo que tá ali dentro do jogo tem propósito ao jogo, tudo serve. Ele rodava num hardware também que, porra, gente, 2000 e quê? 2002? 2003? Eu não vou lembrar agora a data aqui de cabeça. Eu acho que foi por aí, é. E, assim, aspectos técnicos brilhantíssimos pra época. A gente rasga. A gente rasga pra esse jogo no programa deles, então depois vocês podem me ouvir ali tendo. Nossa, eu falo com o pau na testa de Metroid Prime no programa, gente. Mas assim, foi um dos jogos que eu não pude jogar no GameCube. Eu não tive o GameCube, eu tive durante um tempo emprestado com um amigo, porque eu queria jogar o Twilight Princess. Ele queria jogar agora forar, então eu emprestei o PS2, ele emprestou o Cubo. Eu joguei pouquíssimas coisas no GameCube naquela época. E Metroid Prime foi um deles. Metroid Prime era uma das coisas que eu queria jogar e não consegui jogar, porque a gente não tinha o disco, a locadora aqui da cidade era muito pequena, não tinha muitos jogos de GameCube. Eu só fui jogar ele quando saiu a versão Trilogy Remastered lá, ou a Trilogy Collection, não lembro o nome agora, no Wii. E aí eu joguei Metroid Prime a primeira vez mesmo, joguei de uma forma bem melhor, eu acho, porque os controles de movimento fazem muito bem esse jogo. E recentemente também, pro programa, finalizei de novo no suiting, o port maravilhoso dele, o remastered, é lindíssimo. Uma aula. Bioshock tá em décimo lugar, o Metroid Prime tá aqui. Eu até colocaria ele um pouco mais pra cima, mas pensando nas outras questões pessoais mesmo, eu tenho outros jogos aqui que vão mexer mais com o meu ser do que o Metroid Prime, só nesse aspecto videogame, sabe? Tipo, pra mim ele é um videogame completo. Tem horas e horas ali de coisas pra fazer, lore riquíssima. É um jogo delicioso até hoje. Se alguém não conhece a franquia, o Metroid Prime acho que é uma puta porta de entrada. Os Metroids 2D, praticamente todos, são excepcionais. Eu acho que o único que deixa a desejar mesmo, ele é lindíssimo, mas deixa a desejar em outros aspectos, é o Prime 4, né? Eu terminei ele e ele foi desinstalado e nunca mais voltou. O Metroid Prime tá no meu switch desde que ele existe, tá ligado? Eu não tiro ele do console. Pois é, pois é, pois é. De tempos em tempos eu falo, hum, acho que eu vou fazer esse comecinho aqui de novo, só pra ter essa sensação de novo, sabe?
SPEAKER_01E o louco é tipo assim, ó, quando tu compara o Prime com o Metroid anterior, né? 2D e tal. E com depois o 4, como tu falou, tipo, o Prime é uma aula de respeitar a franquia e mudar ao mesmo tempo. Porque o Prime é muito diferente do que o Metroid anterior, lógico que é, porque é um jogo 3D, primeira pessoa, enfim. Mas ele é um Metroid pra caralho ainda. Enquanto isso, o Prime 4, ele aparentemente é igual ao 1, só que mais bonito, mas tu joga e ele não é. Tu respeita a linha dele mesmo, que é a linha Prime. Então, assim, ó, o milagre que foi o Prime 1 existir e sair tão bom assim, bicho, de primeira é um negócio que tem que ser falado. Tanto que eu falei um programa sobre isso aí, tipo, eu não sou o grande fã de Metroid, não sou o cara, tipo, nossa, Metroid, que foda e tal. Até eu consigo ver isso jogando a parada. Saca? É um negócio muito revolucionário, muito à frente do tempo. E tu que trocou aí o teu Play 2 por isso na época, né? Boa troca, eu acho, hein?
SPEAKER_00É não, cara, pô.
SPEAKER_01Não existe coisa parecida com isso no Playstation 2. Não tem, assim, não tem.
SPEAKER_00Não, não tem, e mesmo hoje em dia, né? A gente comentou isso no programa também. O Metroid Prime é muito único no nicho dele ali, porque, porra, por mais que o Bioshoque tenha ali também um level design muito bem feito, a gente vê que ele bebe muito do Metroid Prime. A gente tem hoje outros jogos, né, que vão também se basear no Bioshoque, nessa escola que o Metroid trouxe pro Bioshoque. Tipo, o. Caralho, como que é aquele do espaço o nome dele? Esqueci o nome, filha da puta. Que é na estação espacial. Prey, isso. Prey, porra, tem um level design maravilhoso também, mas ele não tem os elementos Metroid da coisa, né? O Bioshock também não. Você vê que ele vai pra um outro caminho fazendo uma escola daquele gênero. Cara, você não tem um jogo hoje que faça o que Metroid Prime faz. Você não tem. No formato como ele decide narrar o rolê dele. No formato como ele decide fazer o seu level design, a sua jogabilidade. Porque por mais que num primeiro momento ele te lembre um jogo de tiro em primeira pessoa, ele tá muito além do tiro na primeira pessoa, saca? Ele tá muito além do tiro na primeira pessoa. Ele não tem esse mod, mas ele vai fazer parte de um combate. Que mesmo nos Metroids em 2D, você tem o combate, ele é necessário em vários momentos. E, porra, a gente sempre falou disso. Eu acho que o que me chamou muito na época, quando eu vi também os visores, né? Tipo, a tecnologia que você tinha ali no GameCube em 2002, aí você conseguia fazer um visor termal, um visor de raio-x, um visor pra escanear as paradas. Isso trazia tanta coisa nova pro gameplay do jogo, que eu falei, porra, cara, é muito absurdo. E até hoje, a gente não tem.
SPEAKER_03Ele é o tipo de jogo que é uma vez por geração, eu diria, né, cara? Porque não um jogo em si, o gênero, a mecânica, mas o zelo e o cuidado que o que o Prime tem, bicho. Puta que pariu, velho. É surreal, é assim, é jogo de dar fome nos outros. É jogo pra causar fomo. Fácilmente você olha o jogo e fala assim, pô, queria agora jogar um. Queria um GameCube pra jogar essa porra aí.
SPEAKER_01Eu vou falar tipo de System Seller, que é aquele joguinho que vende o console. É isso aí. O GameCube é um console que tem não muitos jogos, mas tem muito system seller. Porra, pra caralho. Muito, muito.
SPEAKER_00Tem muita coisa mesmo. Hoje em dia, se alguém ainda tem acesso a um GameCube, eu sei que existem diversas ferramentas maravilhosas assim pra você conseguir usar ele desbloqueado, ou até mesmo emulação. Tipo, tem muita coisa que é exclusiva que tem que ser jogada, tá ligado? Porque ele tinha muita coisa assim que era clássico e instantâneo, saca? E que, infelizmente, ele saiu apagado ali, porque, né, a gente já comentou também várias questões mercadológicas ali do período, escolhas e que fizeram ele ser o console que ele foi. E ainda assim você tem coisas que foram estabelecidas ali nele e que até hoje dão aula na indústria. Dão aula assim, tranquilamente. Eu mencionei nas minhas menções, tipo o Wind Waker. Na época, nossa, negada fazendo assim, nariz torto. Meu Deus, meu jogo com gráfico de desenho, que não sei o quê. A gente tava num momento da indústria que era muito Edge, né, cara? Tudo era muito dark, tinha que ser realista, e o caralho A4. Uma das melhores histórias de Zelda já feitas é o Wind Waker. Eu acho que de história é o melhor de todos, é o meu favorito, assim, saca? Tipo, o Wind Waker Hands Down é um dos melhores Zeldas já feitos. E a galera, infelizmente, torce. E pra mim, ele seria um system seller, assim, tipo, não só porque eu gosto da franquia, mas.
SPEAKER_01Pra mim é, pra mim é o tapão da franquia toda. Eu amo esse jogo.
SPEAKER_00Eu tenho um GameCube, tem Zelda Wind Waker pra jogar nele, porra, eu não vou comprar. E o que eu gosto de carrinho, não vou jogar Most Wanted Blacklist porque saiu pro Gamecube, saca? Que, sei lá, mano, não tem porquê, eu tenho que jogar esse jogo. E Metroid Prime, ele figura ali pra mim. Tipo, ele é o jogo da franquia. Eu gosto muito do Super Metroid, gosto muito do Zero Mission, que é o remakezinho do primeiro, né? Pra GBA. Mas o Prime, se alguém fala pra mim, ah, teacher, quero jogar um aluno meu, algum amigo, pô, por onde eu começo? Porra, começa no Prime. Joga o Prime e vai pro resto. Porque dali pra frente você vai ver por que ele é tão. Por que ele é o marco histórico na franquia.
SPEAKER_03Forte! Forte, seu grupo! Amém! Forte! Próximo jogo!
SPEAKER_00Cara, daqui pra frente, algumas coisas vão bater no fios, tá? E aí, é algumas coisas que vão bater no fios, tá? Eu acho que mais do quinto lugar pra cima, mas por enquanto, a gente vai colocar ele aqui. Que porra disputou um lugar muito difícil aqui na minha lista. E em sexto lugar eu quero falar de outro jogo que é uma aula de level design e também uma aula de lore, mas com um estilo de jogo completamente diferente - que é Bloodborne. Bloodborne vai figurar aqui como uns jogos da minha vida.
SPEAKER_01Apenas em sexto e estou surpreso.
SPEAKER_00Ele foi o motivo de eu voltar pro Playstation. Eu troquei meu PS2 no Gamecube, não pude jogar tanto no GameCube, o GameCube morreu. Fui pro 360, fiquei um tempão no 360, joguei muita coisa, eu acho que ele é um puta console, mas quando eu vi Bloodborne e vi que era exclusivo do PS4, eu falei, filha da puta, vou ter que comprar um Playstation 4. E eu não me arrependo. Cara, eu não me arrependo de nada. Eu quero bater em todos os acionistas da Sony, qualquer filha da puta que não dá o valor que esse jogo tem que ter, porque ele tá esquecido já no. Nossa! Nem sei em qual cemitério ele tá esquecido, tá ligado? Porque ele é maravilhoso, ele merecia pelo menos um updatezinho de 60 FPS no PS5. Que jogo absurdo. Ele pega todo o know-how da Front Software pra fazer um level design que não tem uma vírgula, não tem um tijolinho. E, ó, e Arna não tem tijolo, hein, brother? Vai se fuder! Tem, tem, tem. Não tem uma lajotinha fora do lugar no level design desse jogo. O sistema de combate é impecável. Eu vou mencionar, obviamente, daqui a pouco, o jogo que pra mim faz melhor que ele, mas ele é impecável. Tanto que quando eu vi a primeira vez Bloodborne, e todo mundo olhava pra mim e falava assim, porra, mas não tem escudo. Eu falei, exato, porque você não precisa de um escudo, filha da puta.
SPEAKER_01Até tem se tu quiser, né? Mas daí cada um com o seu rolê aí.
SPEAKER_00Cada um com o seu rolê. Você vai defender a besta clérica ou você vai bater nela, tá ligado? Tipo, cara.
SPEAKER_01É isso.
SPEAKER_00Que jogo maravilhoso. E aí ele começa de uma forma, né? A gente tem programa também no Galinha, maravilhoso o programa, um dos meus favoritos.
SPEAKER_01Baita programa.
SPEAKER_00Um dos meus favoritos. O meu aluno essa semana, ele chegou pra mim e falou, Teacher, platinei Bloodborne. Foi ele que eu dei um abraço, né?
SPEAKER_02Herói, herói, porra, calma.
SPEAKER_00Aí ele ainda ficou envergonhado porque ele chegou pra mim assim e falou, Teacher, mas eu fiz o esquema do save lá, porque ele falou, eu quero jogar outras coisas e eu não ia ficar zerando de novo pra pegar o troféu. Eu falei, mano, você fez correto, relaxa. E ele me falou.
SPEAKER_01Dos finais, tu quer dizer dos finais?
SPEAKER_00É, ele falou, eu vou jogar o New Game Plus. Ele falou que ele vai jogar o New Game Plus pra fazer a expansão, que ele não fez ainda. Aí eu falei pra ele, parabéns, você tomou no cu, porque a expansão no New Game Plus. No New Game Plus, é difícil.
SPEAKER_01Vai dar uma sofridinha, mas é bom, é bom.
SPEAKER_00Tomou no cu de verde e amarela. Mas enfim, ele fez o esquema do safe e aí ele falou, Teacher, esse jogo, ele é uma parada surreal. Ele falou, porque ele jogou Demon Souls, o remake do PS V, jogou Dark Souls, Dark Souls 2, e ele quer ir pro Dark Souls 3 agora. Antes ele jogou Bloodborne. E eu falei, fez correto. Fez correto, porque agora você vai ver como que o Bloodborne tá acima de muita coisa que a From produziu, tá ligado? E como ele vai servir de carro-chefe pra muita coisa. E, cara, ele ficou abismado com a lore. A gente se pegou ali numa conversa pra intervalo, que ele tava, tipo, mas, mano, e o órfão do Cosque, não sei o quê, e, tipo, o cara se envolveu de uma forma. E, gente, a gente tá falando de uma geração que vê coisinhas de 15 minutos. E aqui a gente tem um jogo de 10 anos atrás que conta a sua história.
SPEAKER_01Ele até é bondoso e tá sendo um pouco de novo.
SPEAKER_00Fui bondoso porque ele já tá... Já é um aluno um pouquinho mais velho, né? Mas, tipo, cara, ele tá falando de uma lore, ele tá curioso pela história de um jogo, que ela é contada através de tantos detalhes, de tantas descrições, de tanta coisa ali que é tão chamativa, que te desperta tanto a curiosidade nesse jogo. E aí ele falou uma parada pra mim que eu fiquei assim, tipo, porra, esse jogo ele sabe fazer muito bem o que ele quer fazer. Porque ele falou, Teacher, ele não é um jogo de terror. Ele falou, mas eu me caguei em várias esquinas, tá ligado? Tipo, eu ia virar uma skin e eu falava. Hum. Tem um neném chorando aqui, fudeu. Hum, tem um cara berrando ali, fudeu. E eu falei, é isso. E aí esse terror nunca vem. Você nunca vê. Ele é desconhecido pra você. Cara, esse jogo. Puta, eu não tenho nem o que dizer. Eu não tenho nem muito o que dizer, gente. Ouve o programa, porque Bloodborne, ele define pra mim o que a Front Software é hoje, aonde ela queria chegar. Tem muita coisa do que ela faz hoje, que é por conta do Bloodborne. Eu acho que. Pô, ela tem muito know-how de muitas outras coisas, né? Kingsfield, o caralho, Armored Core. Dark Souls ensina muito, Demon Souls ensina muito, mas o Bloodborne, pra mim, ele é o ponto zero. Ele mexe a régua deles pra um nível que infelizmente não acontece com o Metroid Prime, né? O Metroid Prime leva a régua da retro, e eles não conseguem mais retomar aquela régua, e pra mim, o Bloodborne eleva a régua da Frond, e a Fron sabe como elevar e como mudar e como evoluir em cima daquilo de uma maneira que, porra, outros jogos vão fazer aqui, e você fala, mano, o que é isso, sabe? O que eles estão. Pra onde eles vão tá aqui? Pra mim eles estão no mesmo patamar hoje que a Nintendo com o Zelda. Eu fico esperando o Dusk Bloods e eu fico pensando, mano, o que eles vão fazer? Pra onde eles vão depois de Elden Ring? E aí eu fico olhando pra Tears of the Kingdom e falo, pra onde a Nintendo vai agora com esse Zelda?
SPEAKER_01É, pois é.
SPEAKER_00Bloodborne tem isso, saca? Ele. Puta, ele subiu a régua tanto naquele momento em que ele saiu. Que é um absurdo, cara. Ele tem que ser jogado de qualquer forma. Todo mundo devia jogar o Bloodborne, cara.
SPEAKER_03Amém. Number 6, muito bom. Brucie! Começamos o top 5 agora, hein?
SPEAKER_01Começamos o top 5. O meu chute para os próximos 5 jogos.
SPEAKER_00Seu chute para os próximos jogos. Pera aí, então que eu vou. Cara, você errou forte.
SPEAKER_01Caraca, vamos lá então.
SPEAKER_00Cara, é. Talvez você fique chateado comigo. Mas aqui, ó, ele. Os dois, inclusive, talvez fiquem. Eita, o meu quinto lugar, cara, ele é um jogo que. Ele apareceu na minha vida nos momentos mais difíceis da minha vida. Eu tava recomeçando a minha carreira como professor. Ou melhor, tava descobrindo praticamente, mas eu tava passando por uma situação muito difícil, financeira. Tava passando por um momento pessoal também bastante complicado. E esse jogo apareceu como uma história de redenção. Uma história de redenção que no ano que ele saiu, muita gente torceu o nariz por conta de mecânicas, do realismo exagerado, e anos depois ele foi revisitado e muita gente olhou e falou: pô porra, esse jogo é uma lição de vida em muitas coisas do que ele tá contando. Esse jogo me salvou, mano. A história do Arthur Morgan me tirou de um lugar que eu achei que ia ser muito difícil sair, tá ligado? E. Não tem nem como falar dele sem me emocionar aqui, velho. Foda-se. É muito foda mesmo. Tipo, sempre gostei de jogo de mundo aberto, vocês estão ligados? Sempre gostei muito desse tipo de aventura. Mas esse personagem, ele cruzou um caminho comigo que quando eu entendi a história dele. E aquela história de quem eu sou, por que eu tô aqui, pra onde eu vou depois disso? Eu não tenho nem por que continuar falando. É foda. Eu devo muito a Red Dead 2 e ao Arthur Morgan especificamente, cara. Eu quero que se foda, assim, tipo, ai, ultra realismo, eu tenho que limpar a arminha dele. Esse jogo nunca foi sobre isso. Você consegue fazer esse jogo inteiro sem você precisar passar uma porra de um pano na sua arma pra ela tirar melhor. Você não precisa fazer isso. Ele é sobre uma história que tá ali pra ser contada de uma forma que poucos jogos estavam fazendo dessa forma, eu acho, nesse momento. E aí ele veio a calhar num momento da minha vida que eu só tenho como agradecer, tá ligado? Eu não gosto de agradecer grandes empresas, grandes companhias, por conta de tantas coisas que elas fazem.
SPEAKER_01A Engurada Rockstar, né?
SPEAKER_00É, ainda estão, né? Ainda mais quem, né? Mas eu sei todos os problemas de desenvolvimento que envolvem aqui o Red Dead, um crunch que foi absurdíssimo. Enfim, né? A gente sabe, a indústria é filha da puta, o capitalismo é filha da puta, né? A gente sabe disso, e eu estava passando por frutos disso, né, profissionalmente falando, naquela época. Mas esse jogo, cara, ele contou uma história pra mim que eu carrego ela comigo até hoje, e eu volto pra ele de tempos em tempos. É outro que eu queria uma atualizaçãozinha assim, só pra 60 frames no PS5, porque ele precisa. Porque até hoje, ele é um dos jogos mais bonitos que eu já vi. Eu acho que.
SPEAKER_01Mas rolou esse tempos aí, não deu? Não teve isso?
SPEAKER_00Eu acho que não, cara. O 2, não. O 1 teve.
SPEAKER_03Inclusive, eu tava até conversando isso com um amigo aqui de Jushora sobre isso. E eu também me surpreendi, Samuca. Eu falei assim, não, claro que tem, porra, não é possível. Ele não. Ele roda, assim, um pouquinho melhor por estar no Playstation 5, mas não é a versão upgrade do Playstation 5.
SPEAKER_00É, o 1 ele teve a versão remaster atualizada, né? Depois que saiu pro Switch 2. E aí atualizaram em todas as plataformas.
SPEAKER_03Ele tinha assumido que tinha.
SPEAKER_00O 2, ele tem problemas de frame muito. Ele roda 30 estáveis no PS4, mas quando chega em Sandenis, ele vai pros Araho, PS4 liga a turbina, quer chegar na Lua. Aí no 5 ele teve essa. Por conta do hardware melhor, ele tem uma melhorazinha ali no desempenho, não tem quedas de frame tão frequentes, mas ele ainda tá travado em 30. E ele é um jogo que, nossa, beberia muito bem do 60 FPS. Eu acho ele um jogo lindo, a direção de arte dele é foda. Porra, o jeito que ele conta a história dele, pra mim, puta, não tem outro. Eu acho que o que chegou perto ali, mas esse num aspecto mais negativo, infelizmente, e que mexe com a gente de outras formas, que é o The Last of Us 2, mas ele não vai figurar aqui no meu top firmeza.
SPEAKER_01A gente fica zoando aqui no Galinha o RDR2, porque, ah, baulo do cavalo, sei lá o quê. Mas é que, tipo, ele é um jogo que tem um problema de identidade muito forte, porque ele quer contar uma história muito foda, que ele consegue, que ele tem, isso, mas ele também é um jogo que quer que tu fique num mundo perdidaço quando tu lava o cu do cavalo, sei lá o quê, então ele tem esse rolê. Mas se tu focar na história como tu fez aí, e se ela falar contigo, porra, é uma história muito boa, assim. Não dá pra negar isso.
SPEAKER_03A única questão com ele é que é chato, eu acho ele só chato. Não é ruim, entendeu? Ele é objetivamente um puto jogaço, bonito pra caralho, etc. Mas eu só acho chato, não me pegou. Eu sabia que realmente tem um desgosto pra ele.
SPEAKER_01É que tu aí acha chato porque ele tem esse problema de identidade, de não saber se ele quer ser um jogo que conta uma história, ou se ele quer ser um sandbox de. sabe, né? De mecânica bizarra e tal. Mas, pô, se tu focar na história é inegável. E aí, Bruce, falando sobre isso, eu acho que tu falou aí que, ah, a gente não curte ficar aqui falando bem de empresa filha da puta, gigante e tal. Concordo contigo nisso, mas assim, eu tenho pensado muito sobre isso nos últimos tempos aí. Porque a gente tá cada vez que passa, cada ano, cada que passa nos games, a gente tá numa situação mais bosta possível com o videogame. A indústria tá cada vez pior. A gente que curte Final Fantasy, tá vendo a Scraft dando um monte de merda, a gente que curte. Enfim, não existe franquia ou empresa hoje que não faça alguma bosta ridicula, isso desde Crunch até mexer com Yas Nadiativa, tudo isso aí. Mas assim, eu acho que é bom a gente sempre ter na cabeça que, primeiro, quem faz os jogos não são os executivos, são artistas. Então, quem escreveu a história não foi um executivo filho da puta, foi um roteirista muito bom. Quem fez o personagem do Arthur Morgan não foi um executivo filho da puta, foi um artista muito bom, foi uma pessoa que desenhou aquele personagem. Quem pensou no conceito foi uma pessoa também muito boa nisso. Quem faz jogos são artistas, são desenvolvedores de jogos que a gente tem que lembrar que são muito bons e que a gente tem sim que louvar aqui e falar que são fodas. Pistando eles numa empresa pequena ou numa empresa grande, né? E mais do que isso ainda eu acho que é até inclusive um. Não vou dizer que é um dever nosso, mas tipo, é até bom que a gente louve jogos assim, como esse aí, da Rockstar, da Square, da SEGA, mas louve eles lembrando que eles foram feitos por pessoas lá dentro, e não pela empresa em si. Então a gente fala assim, ó, pô, RDR2 é muito bom, apesar de ser da Rockstar, porque lá dentro tem muita gente foda fazendo isso. Saca? Isso que é muito massa de ir atrás. E daí, tipo assim, ah, pô, pegar nomes de pessoas, pô, quem foi que escreveu esta porra? Não foi a Rockstar que escreveu. Foram seres humanos com nome e sobrenome, com um histórico, com, sabe, assim, um vida que eles usaram ali de inspiração, enfim. Isso é muito foda. Então, o ouvinte aí que de repente também entra nessa aí com a gente de ficar puto com empresa, todos estamos. Lógico que estamos. Mas tenta ir por esse lado, sabe? De falar assim, beleza, eu curto muito joguinho que é da, sei lá, da Konami. Irmão, foda-se que é a Konami. Procura quem fez, sabe? Foram pessoas ainda. Empresa não faz jogo, sabe? Franquia sozinha não surge do nada do além, não bota mais um jogo.
SPEAKER_03Não tem artista, tem seres humanos ali por trás.
SPEAKER_01Então, pô, cara, pode falar bem sim, sabe? Ah, da Rockstar, foda, fala bem, pessoas fizeram, ainda assim.
SPEAKER_00É, não, pô, eu te entendo. É que acho que é o sentimento coletivo de muitas das coisas diante de todas as notícias que a gente tem visto, né? A gente tá passando por toda essa discussão da questão da propriedade, a Sony querendo matar a mídia física e, porra, eu mesmo já entendi. Inclusive, tipo.
SPEAKER_01Inclusive, eu acho que assim, é até um plano, inclusive, vamos fazer um plano, tipo, mirabolante, ah, ha, ha, maligno. Mas é um método, né? Já tava rolando. É um método das empresas aí não pessoalizar os jogos, sabe? De falar assim, ó, saiu aqui o novo jogo da Bethesda. Não, irmão. Não foi a empresa que fez o jogo, sabe? Então, pra eles é vantagem que a gente fique puto com a empresa, mas compra o jogo e foda-se quem fez. A gente tem que fazer.
SPEAKER_03A gente aqui fala do mal do Kojima, né? O Kojima que tá metendo essa aí agora. E a gente aqui, o cara é genial até nisso, gente. O visionário.
SPEAKER_01Fecha bem, a gente no Galinha nunca falou que o Kojima era fundo da puta, sei lá. Fala assim, ó, pô, o Kojima. Tem Kojima.
SPEAKER_00Às vezes ele é meio doidinho, né, cara?
SPEAKER_01Só que ele é maluco, né?
SPEAKER_03Então o gosto é gosto. É isso. Mas eu quis dizer porque, porra, ele realmente. Eu vou dizer que é o primeiro, mas é a minha primeira memória quando eu falo assim, ah, o jogo não é da empresa, é de quem criou. Eu penso no Kojima e usavam esse argumento pra ele ainda, né? Falar assim, ah, fala que é um jogo só do Kojima e esquece a equipe toda. Porra, cara, e fica difícil também. Mas o grande ponto é esse, né, velho? A gente tem. Uma porrada de seres humanos aí fazendo isso. Que às vezes, cara, eu que sou tradutor, cansei de ver pessoas que não foram devidamente acreditadas por causa de localização, sabe? É, eu tava assim, ó, obrigado à equipe do Brasil de localização. Quem é a equipe, filho da puta? Fala quem fez a porra do negócio, sabe? Não vai doer, não vai machucar.
SPEAKER_01Eu da música, bicho, porra, porque o time de som da SEGA. Sempre falo isso, né? SEGA Sound Team, acho que chama lá equipe, sei lá, o que é isso? Isso. Cara, cadê as pessoas dessa equipe aí, Osarrombado? Porque a SEGA tem um histórico desgraçado de não acreditar compositor. Eles acreditam tipo a equipe com o nome da equipe, mas cadê as pessoas ali? E a gente tem que ir atrás, tem que ir atrás, tem que buscar, tem que pesquisar e descobrir e elogiar pessoas.
SPEAKER_00Sim, com certeza. Não, eu concordo com vocês, cara. Concordo e assina embaixo. A forma, né? Como a gente tem colocado no coletivo algumas coisas, né? E a gente precisa repensar isso. Eu. Eu ia só complementar ali rapidinho quando vocês falaram, tipo, ah, ele é um jogo que ele não. Ele não atrai muito o estilo de vocês, né? Eu concordo quando o Samuka fala that it has a crisis of identity. It can be a storytelling very made, it has. It had another value, saca, cara? I perceived always in tides in which the things not less, and I sentava and acampava com Arthur Morgan and other things enquanto ele tava ali naquela narrativa e ele também tava passando pelas coisas que ele tava passando. Então, tipo, tem uma conexão muito estranha. Não muito estranha, eu diria, mas tem uma conexão muito especial entre Red Dead 2 e a minha pessoinha de, sei lá, 2018.
SPEAKER_03É pra isso que serve esse top 10 mesmo, amigo. É pra você falar quem te fez bem ou quem te ajudou no momento ruim.
SPEAKER_00É pra isso de jogar mesmo.
SPEAKER_03É isso mesmo. É isso, pra isso que serve.
SPEAKER_00Aí, daqui pra frente, cara, eu acho que tem um ou dois que o Samuka acertou, mano, que ele me mandou aqui. Deixa eu ver. Deixa eu ver de novo. Deixa eu ver de novo.
SPEAKER_01Os últimos dois que eu coloquei na listinha ali foi pra preencher 5, mas os primeiros três eu achei que tava aí.
SPEAKER_00Não, tem dois só na lista.
SPEAKER_01Ei, rapaz! Tem dois só na lista.
SPEAKER_00Um deles eu vou falar agora, que aí, porra, foi a minha briga, né? Tipo, eu coloco ele ou coloco o Bloodborne. Ele foi por ele, é Sekiro. Sekiro. Acho que é o meu jogo da Fron favorito de todos os tempos. Ele.
SPEAKER_03Muito bom.
SPEAKER_00Inegavelmente, ele é o ápice do combate que a Fron poderia fazer. Eu acho que o sistema de combate dele é perfeito, ele não tem o que tirar nem pôr. Ele precisaria de uma pequena pequenina correção, talvez, ali na árvore de habilidades, porque o. Puta, o Mickey Counter não tinha que ser uma habilidade comprada, tinha que ser um bagulho que veio no jogo. Mas, tirando isso, cara, a história que ele conta, eu acho que ela também é belíssima. É uma história que vai falar muito sobre integridade, sobre honra, sobre destino. E vocês estão vendo que esses tópicos revolvem a minha vida. Eu gosto muito desse tipo de coisa. Joguei muito secre. Joguei no PS4, joguei no PC, joguei no Xbox, portar pro Switch, eu vou comprar no Switch, vou jogar de nossa merda. Puta jogaço, ele não é um. Primor de gráfico e o caralho a quatro, mas eu acho que tudo que ele se presta a fazer ele faz bem pra caramba. Ele é um jogo que me ensinou a jogar muito videogame. Eu acho que quando você entende o que ele tá fazendo, você se torna melhor. Ele me aprendeu. Ele me ensinou a ter muita paciência. Aprendi a ter muita paciência com o Sekiro. O momento certo de fazer as ações certas, de tomar a decisão certa. E é muito mágico quando tudo que ele tá oferecendo funciona. Você dança com o jogo, saca? Você é uma valsa muito bem conduzida. Eu acho esse jogo foda em todos os aspectos. Às vezes eu não sei se ele precisava de uma continuação, porque a história tem ali um caminho que daria pra seguir. Às vezes eu acho que ele tá perfeitamente bem colocado do jeito que ele tá. É o meu quarto lugar, o meu jogo favorito da Frond. E não coloquei Elden Ring no top aqui, cara. Gosto muito de Elden Ring.
SPEAKER_03Ô, louco!
SPEAKER_00Possivelmente eu vou ser idiota e comprar ele no Switch de novo quando rolar uma promoção. Mas eu acho que da Frond, que mexe muito comigo mesmo, são esses dois, cara. O Dark Souls que eu mencionei, né? Minha menção honrosa, que abriu as portas pra esse universo do Souls-like, Bloodborne e Sekiro. Se eu tivesse que ir pra uma ilha deserta com esses três jogos, eu estaria feliz pro resto da vida.
SPEAKER_03Amém. Brabo. Brabo.
SPEAKER_00O terceiro. O terceiro lugar o Sumuka acertou. Agora eu vou pingar a bola pra ele. Qual que você acha que é? Dos que eu já mencionei. E qual que você acha que é o terceiro lugar da minha lista?
SPEAKER_01Cara, eu não sei real se é RE4 ou Star Fox. Eu acho que é RE4.
SPEAKER_00É Star Fox.
SPEAKER_01Não tá na lista nem do Dimensão Honrosa?
SPEAKER_00O Resident 4 não tá na lista nem do Dimensão Honrosa, cara. Caramba! Ele esteve, ele esteve, só que aí quando eu parei pra pensar, né, tipo, um pouco melhor na forma como eu lidei com esses jogos, o papel que eles tiveram, porra, eu acho que faz mais sentido. Ele é um ótimo jogo, eu gosto muito dele. Joguei N vezes, tem programa também no Galinha, a gente rasga o verbo pra ele. Mas se eu fosse pensar mesmo, tipo, porra, por que eu jogo videogame? São esses três que eu vou mencionar aqui na sequência, mano. E aí tem um pouquinho de fios também. Star Fox 64 é o meu joguinho de navinha favorito de todos os tempos. Ele nunca foi meu, porque ele era do meu vizinho de Lan House Offline. Ele tinha 64, então quando eu ia na casa dele eu jogava. E era aquilo, né, cara? Você tem que fazer as runs pra tentar zerar ele, caminhos. Aqui a gente tá falando de, sei lá, 98, 99, não vou lembrar agora o ano certinho. E eu demorei muito pra zerar Star Fox 64, porque não era meu, saca? E eu gostava demais desse jogo, cara. Eu achava que o senso de aventura dele ali também era muito bem feito. A gente passava tardes, assim, tentando descobrir as rotas. Porra, a gente não tinha como acessar tão fácil, né? Tipo, ah, você precisa fazer tantos pontos em tal caminho, você precisa deixar tal personagem sobreviver. Hoje eu sei esse jogo de trás pra frente. No dia que saiu o remake pro Switch 2, eu mandei mensagem no grupo do Galinho e falei, cara, já zerei a rota mais difícil, tá ligado? Eu já fui por ela, já vi o sinal, né? O final verdadeiro, porque, porra, se você acha que eu jogo bem Gears of Force, você nunca me viu jogando Star Fox, cara, de verdade. Desculpa falar.
SPEAKER_01Caralho! Não, porque assim, eu jogo Star Fox, mano. Eu fiquei chocado porque eu sou muito ruim, então foi muita diferença em Gears of War, entendeu? Mas eu ainda quero ver o senhor jogando Star Fox aí. Vamos fazer isso no vídeo aí, vamos fazer.
SPEAKER_00Desculpa a carteira, talvez foi babaca a audiência, mas eu zerei ele do jeito certo, porque eu tenho um controle de 64 adaptado, né? Eu comprei o kit da H-Bit Do e eu adaptei o controle do 64 pra conectar no Switch. Então assim, foda-se ProController. Eu liguei o remake com o controle do 64 e foi na rota mais difícil ali, tá ligado?
SPEAKER_01O cara não entende isso do galinho à toa, né? Tá maluco. Não é, né? Porra, não.
SPEAKER_00Eu ainda tenho. Cara, eu ainda tenho o 64. Eu comprei um 64 alguns anos atrás, porque eu sempre quis ter esse videogame. Infelizmente, o capacitor de vídeo do meu 64 queimou, eu preciso mandar arrumar. Mas ele funciona. Tem dois controles. Eu ainda oro pelo dia, talvez quem saiba na minha festa de casamento, que o Galinha vai se reunir pra fazer um Smash Bros. no Nintendo 64 com quatro controles nessa porra.
SPEAKER_01Isso até lá, pelo amor de Deus.
SPEAKER_00É, porque aí. Isso, esse é o sonho, entendeu? Essa é a meta. Falei aqui de Star Fox 64, agora a gente vai pro top 2 joguinhos da minha vida, firmeza. E acho que os senhores vão ficar muito surpreendidos. Talvez sim, talvez não, não sei. O meu segundo lugar, meu segundo lugar, meu segundo lugar. É um dos jogos que acho que eu mais zerei na minha vida, um dos jogos que regou muito também a minha infância, com grandes amigos por perto, hoje, conhecidos, né? A vida acontece, a gente separa alguns caminhos, mas algumas coisas vão ficando. Época de escola, um amigo meu me ensinou muitos segredos nesse jogo, muitos truques, e foi aquela época em que você fazia um segredo, você falava, caralho, isso existe, isso acontece. O meu segundo lugar é Super Mario World, cara. É o segundo jogo da minha vida. Uau! Super Mario World.
SPEAKER_03Não esperava.
SPEAKER_00Eu nunca joguei ele no Super Nintendo. Eu, né? Eu sempre joguei assim, tipo, em emulador, eu só consegui zerar ele num emulador. Eu jogava, assim, às vezes, na casa dos amigos, eu não tinha cartucho, eu não tinha o console, né? Então a gente, no mesmo esquema, ia até onde conseguia chegar mais longe. Porra, a gente era bem cabaço, não sabia que tinha bateria nas fitas, tá ligado? Então, várias vezes videogame ligado, escambau pra fazer rolar, acontecer. Eu fui zerar Super Mario World em 2002, eu acho, cara. Eu peguei ele uma vez, do começo ao fim, mesmo no emulador, eu prometi pra mim mesmo que eu não ia dar Save State, que eu ia só fazer o save ali pelo jogo. E foi uma das experiências, assim, mais brilhantes da minha vida, cara. Trilha sonora desse jogo, as fases, os segredos todos, tá? Porra, você zerar o Super Mario World pegando tudo, abrindo todas as chavinhas, abrindo o top secret, puta. Nossa, esse jogo é uma delícia. Vira e mexe, eu abro aqui o Switch Online, eu ponho o Super Mario World na TV, e quando eu vou ver, eu tô tipo no quinto, sexto mundo, tô lá na florestinha, lembrando dos segredos. E é muito marcante porque toda vez que eu sento pra jogar, eu não preciso olhar em guia nenhum, não preciso jogar em nenhum. Olhar em lugar nenhum, eu lembro tudo que esse jogo faz, tá ligado? Porra, é muito foda, é muito, muito foda. Ele ficou na minha vida. E é um jogo que vai e volta também pra sempre. Acho que do top 10 aqui, cara, esses jogos estão sempre instalados em algum momento no meu console. E aí, eu vou pra ele, cara, o top 1. Top 1 que tá meio roubado aqui também. Porque é de uma franquia que já apareceu aqui. Esse jogo me definiu como o profissional que eu sou hoje. É por causa dele que eu sei inglês, que eu fui atrás de aprender essa porra dessa língua. É por causa dele que eu ainda tenho olhado pra algumas coisas e falado assim, porra, vale a pena o esforço. O meu top 1 é Zelda Link to the Pest, cara.
SPEAKER_01Ah, mais um Zeldinha.
SPEAKER_00Mais um Zeldinha. Eu roubei, né, audiência, desculpa, tem bastante Zelda.
SPEAKER_01Pode roubar à vontade, estamos aí pra isso.
SPEAKER_00Zelda mexe muito comigo, mas esse aqui foi na época em que todo mundo já jogava Ocarina of Time. Alguns amigos meus tinham o 64, né? Comentei com vocês. Eles estavam ali na pira do Ocarina of Time, eu lembro deles comentarem o que fazer pra pegar as pedras, pra poder fazer o Link, abrir o templo do tempo e tal. E nessa época eu tinha um PCzinho que emulava ali no máximo o Super Nintendo, emulava bem, não tinha como emular o 64 ainda decentemente. E foi ali que eu conheci Zelda, porque foi o primeiro que eu joguei, foi o Link to the Pest. Eu falei, olha, tem Zelda no Super Nintendo. Eu nunca tinha me tocado que tinha Zelda no Game Boy. Eu fui jogar o Link's Awakening anos depois, fui jogar o Warcraft of Seasons e o Orc of Ages anos depois. Peguei o Zelda pra Link to the Pest. Quando eu comecei a jogar esse jogo, eu falei, não dá, eu preciso saber o que tá acontecendo nesse jogo, eu preciso entender essa história, eu queria. E eu traduzi ele inteiro num caderno, junto com o meu professor de inglês do SESI. Porra, eu vou chorar, caralho.
SPEAKER_02Olha que foda. Que foda, mano.
SPEAKER_00Porra, foda. Eu fiquei emocionado mesmo.
SPEAKER_01Olha que bom. É ótimo. Você é sorista, Bruno. Você pode chorar quando você foi amassar lá com o Okami na. Caralho, cara.
SPEAKER_00Eu achei que ia ficar emocionado assim. É. Seu Tadeu, mano, seu finado. Ele me ajudou a traduzir.
SPEAKER_02Foda. Muito foda.
SPEAKER_00Foda pra caralho. E foi ali que eu ganhei, tá ligado? Tipo, eu falei, porra, eu gosto disso aqui. Eu sou bom em inglês, eu tinha muita facilidade, tá ligado? Porra, eu tinha muita facilidade com essa porra. Traduziu o jogo inteiro num caderno. Infelizmente eu não tenho mais esse caderno, mano. Eu perdi essa porra. Acho que eu perdi quando a gente mudou pra casa que eu moro hoje. Ou, sei lá o que aconteceu. Se era um caderno de escola. É, tipo.
SPEAKER_03A memória tá viva.
SPEAKER_00Eu lembro que acho que foi um caderno de escola mesmo. Ele era um professor que, infelizmente, a galera montava muito em cima, tá ligado? Era um professor muito bonzinho, a galera endocrinava. E, porra, eu era o cara que na aula, eu sentava do lado dele, ia perguntar as coisas, fazia o que ele pedia, tal, e era aquela troca. Eu fazia, eu chegava pra ele, pro professor, tô jogando esse jogo. Eu não entendi essa parada, tal, ele me ajudando. And o jogo inteiro. Anotava tela por tela, tinha coisas ali dos itens que eu conseguia como. Cognatos e tal. Então, porra, dava pra fazer um encaixe no tema e tal, no que tava pedindo. E puta, o dia que eu zerei esse jogo, cara, foi assim, uma das coisas mais chocantes da minha vida. O dia que eu vi que o tio do Link não tinha morrido. Puta que pariu, cara. Que alegria que foi aquilo, tá ligado? A realização foi o final feliz que eu queria, que tivesse esse jogo. E essa semana uma aluna minha me pegou de calça curta. Porque ela chegou pra mim e falou, teacher, tô jogando um jogo novo que meu pai baixou pra mim no Switch. Eu falei, porra, que jogo que é. Ela foi a Zelda Link to the Pest.
SPEAKER_03Esse é o pai do Arno!
SPEAKER_00Me quebrou a perna ali, velho, porque aí, tipo, veio tudo, tá ligado? Porra! Me quebrou as pernas. Ele baixou no Switch Online pra ela. E ela tá no primeiro templo pra pegar o primeiro pendão, que é o templo da floresta, né, cara? E ela falou que ela não tá entendendo muito bem como lidar com um divertido lá e tal. E aí eu comecei a ajudar ela porque eu lembro, cara. Eu lembro de tudo que eu fiz nesse jogo, caminho por caminho. Ela levou pra mim uma foto do mapa, porque ela falou, Teacher, eu não consigo chegar nessa sala e tal. E eu falei pra ela, você já fez isso, isso, isso, isso, isso. E aí, tipo, o olho dela brilhou, e ela falou. Eu não sabia que eu podia fazer isso. E aí eu falei pra ela.
SPEAKER_01Ela resume Zelda, né, cara? Cara, dá pra fazer isso? É sério?
SPEAKER_00E aí, tipo, ela... O olho dela brilhou, e hoje ela chegou pra mim e ela falou, Teacher, eu vou jogar esse final de semana e vou passar o templo. Eu falei, vai com Deus, porque senão é o templo mais difícil ainda. E é isso, cara. Ele é o jogo da minha vida, eu acho. Esse Zelda, ele marca, ele marca quem eu sou, assim, sabe? Tipo, vocês viram pela emoção, não tem nem como eu nem quero.
SPEAKER_03É, eu ia falar que era o único que eu não duvidaria de você nunca mais na minha vida. Quando você vai falar que é o top jogo da sua vida. Nunca.
SPEAKER_00Não tem como, tá ligado? Eu amo a franquia como um todo, mas foi por ele que eu conheci a franquia. Tem muito jogo aqui que mexe bastante comigo, que faz me lembrar de muita coisa boa que eu já passei na vida. Tem aqueles que fazem lembrar também da dificuldade, né? Red Dead tá aí pra mostrar também que não tem dificuldade que dure pra sempre. Então, acho que é isso, mano. Acho que esse é o meu top 10. Eu sei que eu decepcionei, não coloquei aqui nem um Fire Emblemzinho. But it's difícil montar essa lista. Gosto muito, vocês sabem disso, mas I a me faz quem I'm, what I jog, what I should. Pela lista, those have not been, but as pessoas não é a Nintendo.
SPEAKER_03Exatamente.
SPEAKER_00I fico pensando, tipo, porra, ano passado o Oz morreu. Eu fiquei quase um mês de luto. No dia que o Miyamoto morreu, acho que vai ser a mesma coisa, tá ligado? I'll say, porra, esse cara foi um gênio pra essa indústria. Ele foi a pessoa que fez essa indústria acontecer, saca?
SPEAKER_01Não é à toa que, assim, ó, do galinho aqui, tipo assim, ó, e pis da Nintendo em geral, a gente vai citar ele. Não é porque sim, só, o cara teve a mão no jogo de algum jeito, cara. É bizarro, assim. Todo jogo que tu vai ver da Nintendo, seja a Zelda, Mario, Metroid, o que for, que tu for atrás do desenvolvimento, da história como ele foi feito e tal, tu vai ver que uma hora ou outra chega lá a Miyamoto, pô, e se for assim, é todo mundo, meu Deus! Gênio, caralho! E eu acho que eu falei isso aí no Epi, do Zeldinha de Ness. A gente usa a palavra gênio hoje em dia, assim, muito solta as vezes. Ah, porque isso aí é genial. But, porra, assim, ó. Tem poucas pessoas que a gente pode chamar de gênio mesmo nos games, e o Miyamoto é um dos, se não o primeirão, assim, lá de cima.
SPEAKER_03Eu diria que é o, ele é o.
SPEAKER_01Tu pode não curtir a Nintendo, tu pode não ser o fã do Mário Zelda, enfim. But não dá pra não admirar o que o maluco tinha de vision and capacity to botar it in a videogame and conseguir pegar o máximo de um console, de uma technologia that epoca. E o Zeldin Elite The Pest, cara, ele é muito isso, porque eu considero ele assim, ó, perfeito pro que ele queria ser na epoca. Não tem nada errado nele. Eu ainda sou muito fã do Wind Waker, pra mim, o top 1 é o Indie Waker, mas o top 2 é ele pra mim, na franquia Zelda até hoje. E não só dizendo em relação ao emocional, porque eu não tenho o que tu teve, tipo, eu não tenho uma ligação emocional com ele. Não tenho mesmo, não tem tipo uma história com o Ninks to the Pest de falar Ah, porque eu joguei com não sei quem eu fiz não sei o que lá Não, eu só joguei ele e achei um jogo bom um ponto, sabe? Mas porra, assim, ó, ele é perfeito o bicho, o level design dele é perfeito, o mundo dele é uma dungeon gigante que tu explora pra caralho e tu acha segredo de tudo que é canto, ele tem um visual and um além do que tinha na epoca pra Super Nintendo. It's a lot of absurdo, and aí tu junta isso with a história pessoal como a tua, e não tem como não ser top 1 da lista, cara. Não tem como, cara, não tem como.
SPEAKER_00I wrote that in the episode that a gente tava jogando. Outro momento aqui que é fuse também, because I wonder that When estreou Retorno, Senhor dos Anéis, o Return do Rei, estávamos indo pro cinema pra assistir, and my amigo meu que já tinha zerado the Ocarina of Time, ele comentando comigo algumas coins that existiam no Ocarina, and I was commenting with it that I told the Link to the Pest de novo. And comparar, I felt like okay, entender, the lore da franquia, enter how as coins evolution, because you pens in algumas mecânicas do Ocarina pro Link to the Pest, elas are muito parecidas. When you pega as three pedras, pegar os three pendones, depois você tem que liberar os sete cristais, você tem que achar os sete medalhões, a maneira como você enfrenta o Gannon, o Dark World, o avanço no tempo, enfim. Você tem coisas ali que são até que bem espelhadas. But Link to the Past, pra mim, ele é redondo em tudo, que nem você falou, tipo, a arte dele é lindíssima, um dos jogos de 16 bits mais bonitos que eu já vi na vida. Ele e Chrono Trigger, eu acho. Chrono Trigger, puta, tá ali do lado também, com uma arte crocantíssima. A trilha sonora, não tem como. Aquela tela de abertura, a Triforce 3D vindo assim em direção à tela, e aí, pum, castelo de rule, a espada, são. Puta, é tudo muito marcante.
SPEAKER_01Mais do que a música, tipo, o som em si, tu ouvia a chuva no castelo, tá ligado? Exato, cara. Tu escuta o som de chuva no teto do castelo, quando entra no castelo. Essa é muito foda, é uma absurda. É um joguinho que tipo. Tu joga ele hoje, depois de ter na mão já um Sweet 2 e um PS5 e tal, e tu para pra pensar na batata que é um Super Nintendo. Sabe? E mesmo assim como aquela coisa ali existe, aquele jogo existe nessa batata, é um negócio muito fora da casinha demais, assim. E cara, ouvinte aí que é mais novinho por que não viveu essa epoca. Um PS1 e tal. Joga aí o jogo dessa epoca e vai atrás, tipo, pesquisa um pouco e para pra avaliar um pouquinho, pensar um pouquinho and se colocar nessa epoca aí de repente. Sabe? Because o jogo é maravilhoso, ponto, but se tu pensa indo a jogo informe, comparando com o que tinha de technologia in, bitch, assim, ridiculo and that videogame is art de facto, and aplicação de números e de terra flops and sei lá o que, sabe? De uma maneira emocional pra caralho. E até hoje ele lembra disso e é uma coisa importante, cara. Isso só a arte faz... O Bruce não é marcante pra ele porque o jogo tinha não sei quantos beats andos polígonos and a música, não sei quantos canais. Remon, não era isso, foda-se, sabe? É um negócio artisticamente bem feito. É uma parada que ficou marcante for this. I think it's low pensar that was foda of a pessoal who's going to have a joke ainda, pratically. Because if you compare a indústria dos games como um todo hoje em dia, toí decades of videogames sendo feito, na epoca muito menos. Só. Porra, que parada absurda que é esse jogo aí. A franquia Zelda tá até hoje em alta, não é à toa, sabe? A gente sabe que tem muito fanboy da Nintendo aí que defende a empresa porque sim e ponto final. But no caso do Zelda, não é só Porque sim, sabe? A franquia merece todo esse amor, merece aparecer aqui no top 1 do Bruce, no top... Qual a mais tinha aqui top acho que 8 também, acho que era Zelda, se não me engano, é isso.
SPEAKER_00Bref do Wild e nas menções, né?
SPEAKER_01Também menção honrosa, inclusive. Merece estar aqui nas três. Merece.
SPEAKER_00Cara, pô, puta programma foda. Relembrar essa epoca é muito massa, tá ligado? I gostei muito de montar esse top 10 e pensar nessas mentions. It's massa ver when a gente, tá ligado? I gosto muito de ver, what a gente passou andar, in various aspects of the world. Videogame is a parade that was my life. I gosto demais, nothing. It's a válvula de escape, it's a parade to appreciate. Não é a toa que foi um jogo que me tirou de um moment, como Icon. And for tantas pessoas are tantas motores, man? Those forces of appreciar the idea and the art are valid, I agree. Tem coisas que são muito de momento. Eu tô montando essa lista de dimensões horrosas desde quando vocês me convidaram pra gravar.
SPEAKER_01Cara, foi revogada.
SPEAKER_00Ele esteve nas menções, é que eu fiquei com medo de deixar as menções muito longas, tá? Ele esteve nas menções em algum momento. Outro jogo que esteve ali foi Max Pane 2, cara, que também foi um jogaço da minha adolescência, joguei muito, mas eu acabei tirando ele depois.
SPEAKER_01Porra, boa lembrança, né?
SPEAKER_00Porque acho que tem coisas da lista ali que fazem mais sentido porque eu sou de como eu aprendi a gostar de videogames, né? Então, assim, o top 10, tipo, o top 5, ele tá montado faz muito tempo. Desde quando acho que eu ouvi o primeiro top 10 de vocês, eu falei, porra, se eu fosse fazer um programa desse, esse top 10 meu, os cinco primeiros lugares estavam ali. Feitos. São imutáveis. Os outros rolar umas mudanças ali. E aí acho que vai um pouco dependendo do momento, um pouco dependendo do espírito, mas, porra, é isso, saca? É isso. Porra, joga em videogames, gente. Bom demais, né? Bom demais jogar videogame. Gostoso demais! Gostoso demais.
SPEAKER_03Videogames, muito bom. Esta foi a lista dos top 10 do senhor Bruce. O senhor mostrou junto com ele. Tá falando que tá faltando alguma coisa. Quer revogar uma carteirinha do Bruce também? Manda pra gente lá em cast arroba galvejante.com.br. E se você estiver ouvindo isso aqui, obviamente, você pode falar com a gente no Telegram nessa boca. Espero que sim. Espero que sim. É o Valanzas. É o Valanzas. Se você vazou, fala pra gente quem vazou dos humanos. Não fala não. Aguenta pra carreira, não fale não. Foi Xlama foi morrecido. Vem com o Mariscrito, vem com o mais que exclusivo. Valeu, valeu! Valeu, beleza!