Speaking Our Minds Podcast

Quebrando o Silêncio

City of Nashua Division of Public Health & Community Services Season 3 Episode 11

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A parte mais difícil de proteger as crianças é admitir onde o risco realmente reside: em relações de confiança, lares familiares e rotinas do dia a dia. Conversamos com Jenny — sobrevivente e defensora da prevenção — sobre por que o abuso sexual infantil tantas vezes não é denunciado e como o silêncio acaba protegendo o adulto, e não a criança. Se você já se perguntou como abordar a segurança corporal sem assustar seu filho ou dizer algo inadequado, esta conversa oferece um ponto de partida sólido e sensato.

Desmistificamos o mito do "perigo do estranho", abordamos a realidade de que muitos casos envolvem pessoas conhecidas da criança e explicamos por que isso faz com que a revelação do abuso pareça impossível. Jenny explica como o abuso pode ocorrer com ou sem contato físico, incluindo comportamentos que passam despercebidos por muita gente justamente por não se encaixarem nos estereótipos. Discutimos também a importância de usar a terminologia anatômica correta, como a educação sexual adequada à idade auxilia na prevenção e por que a educação emocional e uma criação respeitosa fortalecem essa proteção.

Ampliamos a perspectiva para a saúde pública: escolas, igrejas e serviços de saúde desempenham papéis fundamentais, especialmente quando a criança não consegue obter orientações seguras em casa. Também relacionamos o trauma a impactos na saúde mental e sintomas físicos a longo prazo, além de compartilhar recursos práticos que as famílias podem utilizar para iniciar conversas mais seguras sobre o assunto.

Se este conteúdo ajudou você a repensar a prevenção, inscreva-se para acompanhar mais episódios, compartilhe com outras pessoas que têm filhos e deixe uma avaliação para que mais famílias possam encontrar essas ferramentas. Qual pergunta ainda resta para você depois de ouvir?

Welcome And Why This Matters

SPEAKER_01

Bienvenidos ao Speaking Our Minds Podcast, onde sua saúde é muito mais que sua saúde física.

SPEAKER_02

Olá, sejam muito bem-vindos ao Falando com a Sua Mente Podcast, onde a saúde vai muito além de um cuidado médico. Meu nome é Silvia Pitaca, sou apresentadora do dia de hoje e sou agente comunitário do Departamento de Saúde Pública da cidade de Náchua. E hoje nós vamos apresentar um tema, vamos falar de um assunto muito especial, bem delicado, mas muito profundo e essencial à família, aos pais. E vocês vão com certeza amar o que estamos fazendo no dia de hoje.

Meet Jenny And The Topic

SPEAKER_02

Temos comigo aqui uma pessoa especial, minha convidada, a nossa convidada. Ela se chama Jennifer. Jennifer Amanda Pacheco. You can chamá-la de Jenny, because she is a great amigo. Jennifer will track what she does, what she dedicates. And principally a pedacet of the mind and the life of her.

A Survivor Story Becomes A Mission

SPEAKER_03

And the medo era that this repetition dental day. When I veut the Students, my marido estuded, I cheguei and follow that no vazio that was apoiated físicos que a gente tinha no Brazil. Eu precisei lidar literalmente com essa minha sombra, com esse meu vazio. And me veio esse propósito de vida de levar para outras crianças, para outras famílias, o quão devastador é esse assunto quando fica no silêncio da casa. Infelizmente, a nossa sociedade é conduzida a acreditar que isso acontece fora. As mídias colocam isso como monstros, e na verdade, isso não acontece fora. Os números, inclusive, aqui dos Estados Unidos, que eu trouxe os números daqui, são mais de 90% dos casos com pessoas conhecidas. A gente não está falando de 9%. 9% são estranhos. Então, 90%, e para eu não falar de outro dado errado, familiares da criança são 30%.

Why Abuse Is Usually Familiar

SPEAKER_03

Então, 30% de família. Quem é família? Pai, mãe, avô, avó, primo, tio. São essas pessoas que convivem dentro de casa. E que esse silêncio precisa justamente ser quebrado. E para quebrar, a gente precisa quebrar o quê? O tabu que a gente tem sobre esse assunto. Sobre falar de violência sexual, sobre falar de abuso sexual e principalmente falar de forma preventiva.

SPEAKER_02

Perfeito. Você falou uma coisa muito forte. Você disse que é uma das sobreviventes dessa situação. E eu peço a quem estiver ouvindo, quem estiver participando conosco, que, por favor, se esse assunto for muito forte, se você achar que não tem condições talvez de ouvir, ou não permita que abra uma chave se você teve algum conhecimento in sua vida sobre isso. Mas é um tema que não pode ficar fora. Eu quero parabenizar pela sua força do simples fato de você dizer eu fui uma dessas vítimas. Muito obrigada porque você não superou, está superando como é recuperar e trazer para que muchos não aconteçam. But in relação à quebra de padrão do silêncio, vamos dizer assim, você acabou de dizer que o abuso não começa. Até um vizinho que conhece a família, até no meio social onde vamos, participamos. Na pratica, como é essa quebra do padrão, do silêncio?

Breaking Silence So Kids Speak

SPEAKER_02

Até mesmo dizer o que passou, or that person relation to it has passed.

SPEAKER_03

I wanna find that the prime position with the assumes is conscientizar. Because acontece no meio do afeto. Se for um pai, se for uma mãe, se for um avô, se for um tio, um primo, tem um sentimento, tem um afeto. Então aquilo ali pra criança, se não for dado a ela consciência de que mesmo sendo bom é um abuso, a criança não vai relatar. E a gente precisa entender que é uma responsabilidade de toda a sociedade em falar sobre isso, porque os principais atores da cena não vão falar. Vai ter esse silêncio dentro de casa, porque eles não querem que a criança saiba. Então, quando a gente traz consciência, a gente traz essa voz de fora pra dentro, que a gente leva pra criança o que é o abuso, e uma das coisas que me pegou muito quando eu fui pra pós foi que eu sabia, porque o meu caso

Prevention Through Age-Appropriate Sex Education

SPEAKER_03

foi um ato com contato físico, ok, eu sabia. Mas mais de 80% dos abusos não têm contato físico. É um carinho, mas é um carinho abusivo. Então, a primeira coisa que a gente precisa fazer é justamente quebrar esse tabu de que educação sexual pra criança é instigar essa criança a fazer sexo. Primeira coisa, a sexualidade infantil, dentro dessa sexualidade infantil, a gente não pode ter o sexo presente. Ele tem que estar fora, ele vai entrar quando entrar a puberdade e de uma forma instruída. Então, se dentro da sexualidade tem o sexo na criança, teve uma falha da sociedade.

SPEAKER_02

Perfeito.

SPEAKER_03

Não é culpa dos pais, não é culpa da escola, não é culpa, não é sobre culpa que a gente está falando aqui. É sobre responsabilidade mesmo, não é responsabilidade dos pais. Por que a igreja onde essa criança frequenta não viu? Por que a escola onde essa criança frequenta não viu? Por que os médicos que attendem essa criança não viu? Então, por isso que eu falo que a primeira coisa is quebrar a tabu of education sexual to induzir.

SPEAKER_02

Incrível que parece, or not. And ainda exists that don't detail, in a preparation too, ainda existed this.

SPEAKER_03

Realmente a gente precisa trazer essa luz justamente porque pode ser que até os pais viram, and you queria muito colocar isso in um lugar de muita responsabilidade. Because é um assunto delicado, e a gente precisa entender que pode ser que os pais viram. Mas pode ser que o pai viu o abuso do pai dele. Ele está tendo que falar e tratar de um assunto que talvez isso repercutiu com ele também. Então pode ser que seja um cenário que venha acontecendo e ele ter que tratar com isso na família. É um assunto muito delicado. Não é que talvez ele não veja. Mas, infelizmente, a gente hoje tem uma sociedade que é muito voltada para as necessidades do adulto. E quando a gente olha para a necessidade do adulto, o único ser que realmente precisa de voz e precisa ser visto é deixado. Então, é como eu falando, é de uma responsabilidade muito grande a gente entender que o assunto não é sobre culpar. É sobre responsabilizar.

SPEAKER_02

Perfeitamente.

SPEAKER_03

E para a gente responsabilizar, a gente precisa trazer consciência.

SPEAKER_02

E conhecimento.

SPEAKER_03

E eu queria pedir até um espaço para falar de algo que pode ser gatilho para muitas pessoas que vão ouvir. Mas que não adianta a gente vir falar sobre isso e não dar nome para isso. Perfeito. Que é o abuso. E esse abuso vai ser prevenido a partir do momento que a gente tem uma educação sexual sistemática dentro de casa. Que pode começar e deve começar pelos pais. Se não começar pelos pais, pelo fato de talvez eles serem essas pessoas que praticam abuso com a criança precisa vir de outro lugar. Quais são os outros lugares que a criança frequenta? Uma escola, uma igreja, dentro da saúde pública, dentro dos hospitais. Então, se a criança não tem contato em casa, ela

Shared Responsibility Beyond Parents

SPEAKER_03

tem que ter contato em outro lugar. E a gente sabe que aqui nos Estados Unidos é tudo muito estadualizado. Então, aqui em New Hampshire, por exemplo, dentro das escolas pode haver educação sexual caso os pais permitam. Mas nós somos obrigados a denunciar. Então, todo mundo tem obrigação legal disso. E dentro do estado do estado, por exemplo, próximo a nossa, o Massachusetts tem essas educações dentro das escolas, isso é previsto por lei. Mas vamos trazer aqui, e eu quero, inclusive, sugerir para as pessoas que se sentirem tocadas, porque é um assunto muito delicado, e às vezes isso vai te remeter, vai te gatilhar para um momento da sua infância que realmente vocês procurem ajuda. Eu gastei 27 anos that is now a gente congelado.

SPEAKER_02

I simply explicitly, in the administration, or as in reunions in

The Dark Room Metaphor For Trauma

SPEAKER_02

the world. Nós, seres humanos, quando queremos não pensar, porque isso aqui nós estamos falando da mente, quando nós não queremos encarar realmente a realidade. Nós abrimos aquele quarto escuro e vamos entulhando, e vamos entulhando, e vamos colocando as coisas que não nos convêm, que não queremos enxergar e ver. E vai empurrando. But você não está tratando da sua mente, você não está tratando do seu coração e você não está tendo a força suficiente para encarar a sua realidade. E aqui você está me dizendo que esperou esse tempo todo para poder abrir este quarto por tudo pra fora e dizer, não, vou caminhar.

SPEAKER_03

Eu quero até falar aqui, a minha psicóloga usa um termo que eu acho super legal, que é dobrar as roupas. É como se fosse um guarda-roupa, né? A gente vai colocando as roupas de qualquer jeito, mas tem uma hora que você não vai conseguir mais entulhar, você vai precisar tirar pra dobrar. E esse quarto escuro, inclusive, é uma analogia que eu gosto muito de usar pra falar sobre o lugar que a criança se encontra. Se a gente estivesse dentro desse estúdio que nós estamos agora com a luz apagada, totalmente no breu, a gente não conseguiria ver onde está a mesa, onde estão as pessoas, onde estão as cadeiras. Verdade. E a criança se encontre nesse lugar quando ela não tem educação sexual. E quando ainda existem os potencializadores dentro da casa, que são os abusos físicos, as violências, a violência doméstica. Quando tem esse tipo de instabilidade, ainda tem uma névoa que, mesmo que quando a gente e acende essa luz para a criança, ela não vai conseguir enxergar a saída. Porque ela também está vendo tudo de forma obscura. Então a gente precisa o quê? Levar o interruptor pra criança, que é a educação sexual, que é a educação emocional, que é uma educação positiva, que eu defendo muito, que é a base. Não adianta de nada dar educação sexual se a criança não tem uma educação positiva, uma educação respeitosa. Então, a luz para essa criança é justamente levar essa consciência, essa educação, para que ela saiba onde é o caminho, onde é a saída.

Contact Versus Non-Contact Abuse

SPEAKER_03

E falando sobre o que é o abuso, nós temos duas formas de abuso, com contato e sem contato. Com contato, todo mundo sabe. Que é o ato, é o ato sexual, é a penetração. Andas palavras trarão para as pessoas um incômodo, porque a gente não fala sobre isso, a gente não fala os nomes anatômicos do nosso corpo humano. Principalmente com as crianças, a gente usa apelidos e foi o que a gente aprendeu. Mas existem caminhos diferentes. Então, para trazer aqui para vocês, principalmente o abuso sem o contato físico. E foi aqui que eu descobri que os meus abusos não teriam sido apenas o que eu idealizei, o que eu tinha entendido como. E aí, provavelmente, isso pode acontecer com as pessoas que aqui estão também. Quando a gente estimula uma criança a praticar atividade sexual com outra criança ou outro adulto, mas aqui tem que ter intenção sexual, tá? Vou deixar claro isso. Que é quando você está. Você, como adulto, está ali, tem duas crianças e fala, encosta na vagina dela. Encosta aí, ó. Pega no peitinho dela, ele não está encostando. Mas ele está estimulando a outra criança, as duas crianças, fazer, ou uma criança e uma adolescente a fazer. Verbal, que é uma coisa que ninguém fala. Quando a pessoa conta a história erótica para a criança, ou faz um comentário de natureza sexual, também é considerado abuso. Expor a nudez ou atividade sexual para a criança, para a satisfação sexual. Se masturbar na frente da vida. Aqui eu estou sendo empírica, tá? 50% das crianças tiveram contato com isso in algum momento.

SPEAKER_02

Acredito, acredito porque existem essas aberrações. Existem os aberradores. Existem aqueles que fazem essa violação. Eu acredito. Eu acredito. Tanto é que eu estou admiradíssima de você mostrar que existe uma numeração enorme dentro dos Estados Unidos da América do Norte em relação

Underreporting And Health Consequences

SPEAKER_02

a isso.

SPEAKER_03

E aqui eu vou colocar um adendo. 1% apenas chega notificado para o sistema. É outra informação que foi colhida direto dos dados dos Estados Unidos. Então, se eu falo aqui que tem, por exemplo, 10 casos, eu estou falando de mil. Porque tem a subnotificação de 99%. Então esse assunto é um assunto que muitas das vezes a gente não tanta importância, mas o abuso é sentido no corpo. Mesmo que a gente coloque as coisas no quarto escuro, Silvia, igual você trouxe lindamente, se você não cuida do seu corpo, porque o seu corpo sentiu a violência. Você sente isso. isso reverbera na sociedade de qual forma? Várias doenças somáticas. vem depression, e vem TDAH, que é muito diagnosticado hoje, pautado também em abusos, não sexuais, violencias, enfim. A gente precisa urgentemente levar consciência para as nossas crianças e para as nossas famílias.

SPEAKER_02

Com certeza. E uma porção muito grande, porque isso traz não mentalmente, mas traz também a violência dentro dessa criança quando ela se torna adulta. Eu achei

Books And Tools For Families

SPEAKER_02

interessante os livros que você trouxe, onde você apresenta, onde você faz esse trabalho com a sua filha. Estão em português, claro. E eu achei muito, muito importante, porque não posso ser criança, e aqui você está, a leitura que faz é educativa, muito explicativa para as crianças e para os pais. O outro chama-se Pipo e Fifi, ensinando proteção contra a violência sexual à criança. Que pode ser usado de 0 a 12 anos. De 0 a 12 anos. Perfeito. E tem um outro que chama-se Google, de onde vêm os bebês? É onde você vai explicar à criança. A formação da criança, do bebê, como vem o caminho, até ele se tornar até o momento do parto, e como que ele vem tudo isso. Eu achei.

SPEAKER_03

Anatômico, que é o que precisa ser falado. Exatamente, onde vem.

SPEAKER_02

Ainda vem essa história até nos dias de hoje, né? E o outro vem o monstro das cores. Esse monstro das cores eu não tive a oportunidade de ver mais ou menos, mas está relacionado. As emoções. As emoções.

SPEAKER_03

Porque a gente não pode trazer educação sexual sem lembrar da educação emocional. Perfeito. Então a gente sempre junta todos esses conhecimentos: educação positiva, educação sexual e educação emocional emocional.

SPEAKER_02

Nosso tempo é curto. É um assunto que deveria ser bem prolongado. Não sei se vamos ter a oportunidade de um retorno. Eu espero que sim, para darmos uma continuidade nisso, para entrarmos mais profundo. Aquele que estiver interessado para poder falar com você, conversar com você, ou também eu vou deixar o nosso contato, mas eu gostaria que você deixasse seu contato antes de nós terminarmos.

Where To Get Support Locally

SPEAKER_02

Aqueles que estiverem com interesse de ter mais informações sobre isso.

SPEAKER_03

Tem o meu site, que é o do Instituto educar eproteger.org. Pode me procurar por que consegue acessar todas as minhas redes sociais e todos os meus contatos. Então, educar eproteger.org.

SPEAKER_02

Perfeito, obrigada, Jenny. E nós somos o Departamento de Saúde Pública, com que nós fomos aqui da cidade de Náchua. Nosso telefone é 603-589-4500, opção número 2. E você pode perguntar por Silvia e a Silvia as informações necessárias até você chegar à Jennifer. E nós também temos, trabalhamos em grupo com várias empresas na cidade de Náchua, que também pode auxiliar de uma forma emocional, educacional as pessoas também. certo? Eu quero agradecer muito, muito, muito pela sua presença, pelo seu tempo, por estar conosco, por ter nos explicado, por estar nos ensinando. E, como eu disse, é um assunto muito delicado, muito, muito mesmo, mas que nós precisamos trazer à tuna, à vista das pessoas. Porque nós temos histórias muito grandes. E nós temos que ajudar e auxiliar quem vai dar continuidade em sua própria vida, né? Na nossa linda geração, essa geração que está aí. Eu, Jenny, muito obrigada, muito obrigada mesmo. E outra coisa, nossa conversa, nosso diálogo vai se expandir, vai levar para outras pessoas. E vocês fiquem atentos, acompanhem com a gente. Será um prazer poder auxiliar todos vocês. Muito obrigada pela sua atenção, muito obrigada mais uma vez, Jenny. Se você quiser deixar algum recado, algum especial, sinta-se à vontade para alguém.

SPEAKER_03

Eu quero agradecer esse espaço para poder falar sobre esse propósito e para poder falar sobre essa conscientização, que é muito mais do que urgente e necessária. E eu sei o quanto que vocês estão empenhados em proteger e trazer essa segurança para as nossas crianças, e até por isso esse espaço hoje está aqui aberto. Muito obrigada mesmo e estou à disposição para uma parte 2, estou à disposição para quem precisar, e é sobre isso, é sobre dar voz para

Thanks, Credits, And Closing

SPEAKER_03

aqueles que não têm voz.

SPEAKER_02

Que não tem a voz. Eu não saio sem deixar também meu agradecimento por quem está de trás desse trabalho. Não é eu sentar aqui e dizer meu nome é Silvia. Agradeço a Bobby Bagley, que é a nossa diretora principal. Agradeço a Iraida Munós, que ela é a responsável também por esse nosso podcast. E agradeço a Kimberly Kimbernard, que é a minha supervisora, que permitiu que eu estivesse aqui também, a nossa enfermeira. Muito obrigada. Que vocês tenham um bom dia.