No Caminho da Vida
Podcast da Igreja Católica Ortodoxa Antioquina S. Jorge de Curitiba, com temas do Evangelho, curiosidades culturais, históricas, cantos e orações.
No Caminho da Vida
Ep. 22 - 9º Domingo Após Pentecostes
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A Fé nas Tempestades
Jesus mandou os discípulos para o barco sabendo que a tempestade viria. Não foi descuido. Foi pedagogia. A fé que só funciona com o mar calmo não é fé: é conforto. Neste episódio: o que é um homem de oligopistia, de pouca fé, por que os romanos dividiam a noite em quatro vigílias, e por que Jesus só veio na quarta.
Venha conosco, No Caminho da Vida.
Bem-vindos! É com alegria que nos encontramos com vocês em nosso programa semanal No Caminho da Vida, um espaço de encontro com o Senhor, dedicado à leitura da palavra de Deus, às orações, aos cânticos, às reflexões espirituais e às tradições da nossa Igreja Ortodoxa Antioquina. Este programa é apresentado com a bênção do nosso querido Pai Metropolita Dom Damasquinos Mansur, arcibispo metropolitano da Igreja Ortodoxa Antioquina em São Paulo e de todo o Brasil. Permaneçam conosco e caminhemos juntos no caminho da vida.
SPEAKER_04A ti se deve a glória, ó Deus nosso, e te rendemos glória, Pai, Filho e Espírito Santo, agora e sempre, pelos séculos dos séculos, amém. Glória a Deus nas alturas e paz na terra para os homens, a benevolência. Louvamos-te, bendizemos-te, adoramos-te, glorificamos-te, agradecemos-te por tua grande glória. Senhor Rei, Deus Celestial, Pai Onipotente, Senhor, Filho Unigênito, Jesus Cristo e Espírito Santo. Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho do Pai, que tiras os pecados do mundo, tem piedade de nós, tu que tiras os pecados do mundo. Aceita nossa súplica, tu que estás sentado à direita do Pai e tem piedade de nós. Porque tu és o único santo, tu és o único Senhor Jesus Cristo na glória de Deus Pai, amém. Diariamente te bendigo, louvando o teu nome, para sempre e pelos séculos dos séculos. Tu foste, Senhor, o nosso refúgio de geração em geração. Eu disse, Senhor, tem piedade de mim, cura minha alma porque pequei perante ti. Em ti, Senhor, me refugio, ensina-me a fazer a tua vontade, porque tu és o meu Deus, porque em ti está a fonte da vida e na tua luz vemos a luz. Estende a tua misericórdia sobre os que te conhecem. Dignifica-nos, Senhor, para que estejamos neste dia guardados e impecáveis. Bendito és, Senhor, Deus dos nossos pais, que o teu nome seja louvado e glorificado para sempre. Amém. Exerça-se, Senhor, sobre nós a tua misericórdia, segundo esperamos em Ti. Bendito és, Senhor, ensina-me os teus mandamentos. Bendito és, Mestre, faz-me compreender teus direitos. Bendito és, ó santo, esclarece-me por teus juízos. Senhor, eterna é a tua misericórdia, não abandones as obras das tuas mãos. A Ti se deve o louvor, a Ti o cântico, a Ti se deve a glória. Pai, Filho e Espírito Santo, agora sempre pelos séculos dos séculos. Amém. Volta-te para nós, Senhor, até quando? Aplaca-te para com os teus servos. Farta-nos de madrugada com a tua benignidade, para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias. Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste e pelos anos em que vimos o mal. Apareça a tua obra aos teus servos e a tua glória sobre os teus filhos. E seja sobre nós a formosura do Senhor nosso Deus, e confirma sobre nós a obra das nossas mãos. Sim, confirma a obra das nossas mãos. Glória ao Pai, ao Filho, ao Espírito Santo, agora e sempre, pelos séculos dos séculos. Amém. Bom é louvar ao Senhor e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo, para de manhã anunciar a tua benignidade e todas as noites a tua fidelidade.
SPEAKER_02Lançanha.
SPEAKER_01Leitura do Santo Evangelho, segundo o Evangelista São Mateus. Estejamos atentos. Logo em seguida, Jesus insistiu com os discípulos que entrassem no barco e fosse adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia a multidão. Tendo despedido a multidão, subiu sozinho a um monte para orar. Ao anoitecer, ele estava ali sozinho, mas o barco já estava considerável distância de terra, fustigado pelas ondas, porque o vento soprava em sentido contrário. Alta madrugada, Jesus dirigiu-se a eles andando sobre o lago. Quando viram andando sobre o lago, ficaram aterrorizados e disseram: É um fantasma, e gritaram de medo. Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tenham coragem, sou eu, não tenham medo. Senhor, disse Pedro, se és tu, manda-me ir ao teu encontro sobre as águas. Venha, ele respondeu. Então Pedro saiu do barco, andou sobre as águas e foi em direção a Jesus. Mas quando reparou no vento, ficou com medo. Começando a afundar, gritou: Senhor, salva-me! Imediatamente Jesus estendeu a mão, segurou-o e disse: Homem de pequena fé, por que você duvidou? Quando subiram no barco, o vento cessou. Então os que estavam no barco adoraram, dizendo, Verdadeiramente Tu és o Filho de Deus. Tendo atravessado o lago, desembarcaram em Genezaré. Glória a ti, ó Senhor, glória a Ti.
SPEAKER_07O Evangelho diz que Jesus obrigou os discípulos a entrar no barco. Essa palavra vai além de um simples convite.
SPEAKER_00A palavra Enancassen, do verbo anancaso, significa constranger sob forte pressão. É a palavra que se usa quando não há opção real, quando alguém te empurra para a água porque é o único caminho. Jesus não pediu, não sugeriu. Ele constrangeu os discípulos a entrar naquela barca, sabendo que o mar estava revolto, sabendo que o vento ia se levantar, sabendo que a noite ia cair. Obrigou porque a educação da fé, às vezes, começa com empurrão, e esse empurrão, por mais duro que pareça, é um ato de amor. Quem ama não deixa o filho evitar toda a dificuldade. Quem ama, prepara o filho para atravessar.
SPEAKER_07E quando os discípulos veem Jesus caminhar sobre a água, eles não o reconhecem. Como o Evangelho descreve essa confusão, eles gritam.
SPEAKER_00É um fantasma. E a palavra grega é mesmo fantasma, ilusão visual, sombra sem substância, aparência que assombra. É o que o medo fabrica. Quando o coração está tomado pelo pavor, até a salvação parece ameaça. O medo é cego, o medo transforma o salvador em fantasma. Toma a luz e faz dela o espectro. E quantas vezes fazemos o mesmo? Tomamos a mão que Deus nos estende e a confundimos com mais uma onda que quer nos afogar.
SPEAKER_07O que significa, na raiz, ser um homem de pouca fé?
SPEAKER_00A palavra é oligopistos. Ela se divide em oligo, que significa pequeno, curto, pouco, e pistos, que significa fé, confiança, fidelidade. O homem de pouca fé não é um homem sem fé. É um homem que a fé é curta demais, curta de fôlego, de duração. É a fé que dura o passo sobre a água, mas não o vento. É a fé que funciona no entusiasmo do primeiro momento, mas fraqueja quando o olhar se desvia de Cristo e se fixa na tormenta. Pedro tinha fé. Ele saiu do barco, ele caminhou, mas tirou os olhos de Jesus e bastou isso. A fé de pouca duração não é falsa. É a fé que esquece onde ela tem que olhar. O mundo antigo não media as horas no escuro com a precisão dos nossos relógios. Mas os romanos, que governavam a Galileia no tempo de Cristo, tinham um sistema que dividia a noite em quatro partes, quatro vigílias, cada uma com cerca de três horas, cada uma com o seu nome, o seu rosto, sua atmosfera. A primeira vigília começava a pôr do sol, chamava-se Véspera, A Noite Que Nasce. Era a hora em que as pessoas trancavam as portas, as roissas vaziavam, e os primeiros guardas montavam sentinela. A segunda vigília era Medianox, o meio da noite, a hora mais escura, a hora em que os pesadelos são mais vivos. Os guardas da segunda vigília eram os que mais lutavam contra o sono. A terceira vigília era chamada Galitinum, em Latimo, a hora em que a escuridão começa a rachar, mas o perigo não acabou. É a hora mais traiçoeira, a esperança do amanhecer pode fazer o soldado baixar a guarda. Então vinha a quarta vigília. Os romanos a chamavam de dilúculum, o romper da aurora, o último turno da noite - o turno da luz que chega. São Mateus escreve com precisão: Não diz que Jesus veio de madrugada, diz que veio pela quarta vigília da noite. Isso é, no momento mais extremo, no limite, quando a escuridão já parece invencível, mas está prestes a ser vencida. Pensa nos discípulos. Havia horas que eles remavam contra o vento. Havia horas que a água entrava no barco. Passou a primeira vigília e nada. Passou a segunda, nada. Passou a terceira e também nada. E foi precisamente na quarta vigília, naquela hora em que a resistência humana já não aguentou mais, naquela hora em que o corpo cansou e a alma esgotou, que os pés de Jesus pisaram a espuma do Mar da Galileia. Não foi na primeira vigília. Não foi quando a tempestade era novidade e o medo ainda tinha adrenalina. Foi na última, quando tudo parecia perdido, quando já não tinha mais esperança humana. É aí que ele veio. E é assim que a nossa noite também finda. Não quando nós decidimos, ou quando nós merecemos, mas quando aquele que nos enviou a tempestade decide que é hora de vir ao nosso encontro. Ele vem sempre na hora certa, na quarta vigília.
SPEAKER_03Gloria, oh mãe de Deus, sempre bem-aventurada, inmaculada, mais de nosso Deus, mais venerável que os querubins, e mais gloriosa, que os serafins, que libadamente deste a luz do verbo de Deus, logo és verdadeiramente mãe de Deus, pois nós te glorificamos.
SPEAKER_05Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, um só Deus. Amém. Queridos irmãos e irmãs em Cristo, quando eu era criança, conserva para mim uma história sobre três pescadores experientes que saíram para pescar em uma noite fria de outono. Apesar de toda a sua longa experiência que tinha, foram surpreendidos por uma tempestade violenta e inesperada, and o barco deles começou a afundar. Aí as reações se dividiram. O primeiro, por ser experiente em conhecer a linguagem do mar, gritou imediatamente em desespero. É o nosso fim, vamos morrer. O segundo deitou-se no fundo do barco, entregando-se ao destino. O terceiro, porém, levantou-se com firmeza, colas as velas que eram rasgadas pelo vento, seguro o leme da embarcação para conduzi-la contra as ondas altas, e logo depois gritou com alegria aos companheiros comecei a haver a luz do farol. Por causa do clamor desse terceiro pescador, a coragem brotou no coração dos seus companheiros, e juntos conduziram ao barco até que chegar em segurança. Esta história que vi desde a minha infância, enraizou em mim uma verdade fundamental o que ia matar aqueles pescadores no era a força da tempestade, mas o esquecimento da luz anda às trevas. And foi exatamente isso o que aconteceu com o apóstolo Pedro no Evangelho de hoje. Quando ele desviou os olhos de Jesus e não viu mais o seu rosto em meio as ondas, começou a afundar. Como nos ensina o Crisóstomo, Pedro não afundou por causa da grandeza das ondas, mas por causa da sua poca fe. Embora o vento estivesse forte antes mesmo de ele descer na água, enquanto olhava para Cristo, ele caminhou, mas quando se volto para o vento, comenzó a afundar. Não temas a intensidade da tempestade, mas teme desviar os teus olhos do Senhor, que segura a tua mão. Nós vemos Pedro, alguns versículos antes de este texto, através de dizer ao Senhor enquanto caminhamos sobre as aguas Senhor, se és tú manda ir contigo por encima de las aguas. Y qual grande a semelhança entre nos ando? Nós también, en nossa caminhonha espiritual, provamos. Colocamos condições para ele andar in nosotros: Senhor, se tú estás realmente conmigo, significa que no devo ter problemas o afliones in minha vida. Se tu és amoroso, devo sempre atender os meus pedidos andar com que o meu caminho seja sempre florido. No entanto, assim que sofra sobre nós a tempestade de uma, de uma doença ou de uma dificuldade financeira, esquecemos imediatamente a Sua presença, desviamos os olhos da sua luz divina, começando a afundar em nossas preocupações e frustrações, gritando como o desespero do primeiro marinheiro estamos afundando. Queridos irmãos e irmãos em Cristo, por outro lado, se examinarmos atentamente as palabras do texto evangélico, diz el Evangelista Mateus: Jesus que os seus discípulos entrasen al barco y fueron adiante para o outro lado. Se olharmos para o original de este verbo en grego, encontramos Nângasin, que no significa apenas un pedido comum ou uma ordem simples, mas significa obrigamos-os soberte pressão e urgência. Jesús os constrange e os obriga a entrar no barco, sabendo perfeitamente em sua plena divindade, que uma forte tempestade os aguardava em alto mar. Esto significa uma verdade que pode ser chocante para muitos. O fato de estar com Jesus em sua vida e navegar no barco da igreja não significa que não enfrentará tempestades em sua jornada. Mas a grande questão teológica é por que Jesus nos obrigou a navegar, sabendo da existencia da tempestade. Por quê? A resposta tradicional que sempre ouvimos é para que aprendessem a obediência. Esta é uma resposta correta e respeitável, claro. No entanto, o que teologicamente mais profundo é que Jesus os enviou para a tempestade, para que a fé deles fosse educada para que nunca perdessem a confiança nele, até em sua ausência. Ele já havia acalmado a tempestade quando estava com eles no barco anteriormente, uns capítulos antes. Agora, porém, queria treiná-los para uma fé firme y uma confiança inabalável, mesmo em sua aparente ausência. Depois de ter obrigado, diz o texto que Jesus subiu ao monte para orar a parte. O monte, na Escritura Sagrada, não é apenas um lugar geográfico, elevado, mas é teologicamente o lugar de encontro com Jesus y da manifestação da sua glória. Os exemplos, claro, são muitos na Bíblia, desde o monte Sinai, como Moisés, o Monte Joreb, como Elias, até o Monte da Transfiguração. Sim, nós hoje vivemos no corazão deste barco atormentado pelos ventos, no meio do deserto de este mundo. Mas Jesus nos observa do alto do monte Celestial. Mesmo que nos pareça distante o silencioso, os seus olhos divinos estão sobre nos e não se esquecem de nós por um único instante. Mas quando vem Jesús, o texto diz a cuarta vigília da noite foi para Jesús caminhando por cima do mar. A cuarta vigília significa romper da aurora. Isto é depois de os discípulos terem passado a noite inteira lutando contra as ondas. Aquí aprendemos uma verdade abençoada. Jesus vem no seu próprio tempo, não no nosso. Ele não impede a tempestade antes que ela aconteça, mas deixa experimentar a nossa fraqueza humana. Quando todas as vias humanas se estream, Ele vem no momento divino oportuno para realizar a salvação. But preste atenção comigo, meus queridos irmãos e irmãs en Cristo. La realización da salvação aquí no significa necessariamente que Cristo acalmará de inmediato los eventos externos. La verdadera salvación es que Él viene para entrar no corazón de nosso barco en medio de la tempestad, para darse a sí mismo. Nós en primer lugar, and derramar sua paz en nossas almas, fazendo que a tempestad disminuya nuestros olhos, a pesar de Sua violencia. A salvação divina no es una fuga de realidad, mas é a fuerza divina que nos faz permanecer firmes e atravessar as ondas sin afundar por dentro. Aquí me recuerdo las bellas palabras de Saul Hilario, que diz O Senhor permitió que seus discípulos enfrentassem os ventos durante toda a noite para purificar os corações do temor terreno. Pois se não houvesse a tempestade, eles não teriam clamado, e se ele não tivesse tardado a vir, eles não teriam experimentado a profundidade de sua oração e a expectativa pelo seu auxílio, certamente alguém poderia perguntar agora respeito a sua claro. Padre, se Jesus tivesse levado os discípulos with you a monte, or se eles tivessem permanecido na terra firme andado, não teria sido melhor para eles, evitando todo esse sofrimento ando? Essa indagação é totalmente compreensível. Mas a resposta é que se eles permanecido na terra, firme e tranquila, jamais teriam conhecido algo novo e profundo sobre a realidade de Jesus. Antes desta tempestade, eles conheciam Jesus como Mestre, aceitaram seu chamado, ouviram proclamar parábolas, curar os enfermos, saciar a multidão. Mais do que isso, eles já haviam experimentado anteriormente como ele acalmar a tempestade, como eu falei antes, alguns capítulos para atrás, como uma palavra de orden quando estava com eles no barco, conhecendo ali que ele tinha a autoridade, poder de Javé sobre as águas, autoridad de Yahweh sobre as aguas, que os fizer aclamar que homem es este que a los ventos y el mar obedecen. Mas nesta segunda tempestad, que es la tempestad del Evangelio de hoje, Jesús quería levá-los a un nível ainda mais profundo del conhecimento divino. El objetivo ya no era apenas ver ordenar a natureza, mas contemplar a sua pessoa divina pisando sobre as águas con seus próprios pés. Siendo judeus e conhecedores das Escrituras, sabemos que caminhar sobre o furor do mar es un sinal claro da transcendência divina. Pois a Escritura dice claramente no livro de Jó sobre o andar do Senhor, o que sozinho estende os cursos e anda sobre os lados del mar y sobre o recu de las ondas diante de la sua soberana presencia. O salmo declara tu dominas o ímpetu do mar quando as suas ondas se levantan tu as placas. De este modo, a imagem de Javé, a imagem de Yehué, cumpriu-se perfeitamente diante de seus olhos. Se na primeira vez conheceram o poder da sua palavra ordenada, hoje, sem a necessidade de proferir uma única palavra, mas pelo simples fato de caminhar sobre o mar e entrar no barco, a tormenta a quietou em reverência a sua presença. Isto os levou a prostar-se e a adorá-lo, confessando a verdade plena es verdadeiramente o filho de Dios. Assim a tempestade transformó-se de un instrumento de muerte en un caminho para o amadurecimiento completo da fe dos discípulos. Queridos hermãos y hermanos en Cristo, yo no posso decir que no tenéis miedo a las dificuldades, pois a vida es cheia de tribulações y dores. Eu mesmo sou um ser humano como vos, and sinto miedo muitas vezes. Eu não posso autority nem o poder para arrancar o temor de vostros corações. Mas hoje convido vos tocar nossas almas andos ouvidos para escutar o Cristo. Único, exclusivo que tem o direito legítimo, pelo poder de sua divindade diante da tempestade and ordenar aos nossos corazones não tem mais. Él nunca nos prometió a vida exenta dificuldades o sem tempestades, mas prometiu que estaria presente conosco no coração de cada tribulação. Aquí recordamos as calorosas palabras escritas pelo Padre Livre-Le, o monge da Igreja Oriental, sobre este combate espiritual, quando diz, Meu filho, não peças a Cristo para te transferir para um mar sem ondas. Pois este não é o caminho deste mundo. Pede-lhe antes que te conceda a sua presença no meio das ondas. Mas é o segurar a mão de Jesus no meio do medo. Peço a vós, and a mim mesmo também. Primeiramente, que quando sentirmos que a noite se prolonga e as soluções humanas se esgotam, não entregamos aos clamores do desespero, mas desnudemos o nosso modo diante do Senhor através da oração silenciosa que brota do mais profundo. Pois Cristo não nos pede uma teologia complexa no meio das ondas, mas pede a coração que clama a Ele com confiança. Senhor, salve-me! Mantamos esta firme esperança de que Ele tenha romper a aurora para dizer ao nosso coração demoroso: Tenho, sou eu não tem mais. Amém.
SPEAKER_06Ao encerrarmos nosso encontro de hoje, pedimos a Deus que este tempo que tivermos juntos seja uma semente de luz em nossos corações nesse dia e ilumine os nossos passos. Para conhecer mais a nossa igreja, convidamos você a participar conosco da Divina Liturgia, celebrada todos os domingos às 10h30 da manhã, na Igreja Ortodoxa Antioquina São Jorge de Curitiba, localizada na rua Brigadeiro Franco, 375 nas Mercedes em Curitiba. Até o nosso próximo encontro e caminhemos juntos no caminho da vida.