Decola Talks

Decola Talks Ep.3 | O que esperar do futuro das viagens corporativas?

Onfly Season 2 Episode 1

Use Left/Right to seek, Home/End to jump to start or end. Hold shift to jump forward or backward.

0:00 | 44:40

O mundo mudou, o mercado aéreo acelerou e a sua gestão de viagens não pode ficar parada no passado. No 3º episódio do Decola Talks, Rodrigo Possatto, Diretor de Sourcing de Aéreas da Onfly, recebe duas convidadas para um papo sobre as tendências da gestão de viagens corporativas.

Luana Nogueira (ALAGEV) analisa o cenário global e como as mudanças econômicas e comportamentais impactam a tomada de decisão estratégica dos gestores.

Aline Mafra (LATAM) mostra por que o setor aéreo continua sendo o coração das tendências, influenciando custos e a experiência real de quem está no trecho.

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SPEAKER_00

Fala gestores e gestoras, sejam bem-vindos ao The Cola Talks, o videocast itinerante da Onfly. Eu sou Rodrigo Posato, diretor de Source na Onfly, e vou conduzir vocês nessa segunda temporada. Os episódios estão sendo gravados no estúdio da Onfly, dentro do LACT 2026, aqui em São Paulo. O principal encontro de quem decide o futuro das viagens corporativas do Brasil. Vamos receber participantes e convidados especiais do evento para mostrar que viagem a trabalho não precisa dar trabalho. Vamos lá então para mais uma nova temporada. Aqui no LACTI se fala muito de tendência, mas a pergunta é: o que realmente muda a decisão, orçamento e estratégia em 2026? O tema do episódio de hoje é Tendências para viagens corporativas em 2026. Vamos mergulhar no cenário global e como ele impacta a gestão de viagens também. Vamos entender o papel do setor aéreo como peça-chave dessa transformação. Bora nessa! E o tema desse primeiro bloco é o cenário de 2026 no impacto na gestão de viagens. Hoje o Papo é com uma das vozes mais influentes do nosso mercado, Luana Nogueira, diretor executivo da AlaGev. A Luana está à frente da principal associação de viagens e eventos corporativos da América Latina, mas o papel dela vai muito além do institucional. Ela é uma verdadeira ponte entre gestores e fornecedores, trabalhando incansavelmente para que o nosso setor deixe de ser visto apenas como emissor de passagens e assuma seu lugar estratégico no board das empresas. Luana, seja bem-vinda.

SPEAKER_01

Ah, obrigada, passado. É um prazer estar aqui dentro do LACT, né, para a gente conversar um pouco mais sobre viagens e eventos corporativos. Que bom que essa pauta está surgindo aí, porque a gente muito se fala de tendências, mas vamos ver se a gente vai colocar tudo isso em prática, né? O meu desafio principal é fazer com que essas pessoas coloquem tudo isso em prática.

SPEAKER_00

Eventos como esse facilitam, divulgam, né, ajuda o mercado a se colocar de uma maneira mais eficiente também.

SPEAKER_01

Favorece o discurso, favorece o diálogo, favorece as conexões, geração de negócio em primeiro lugar.

SPEAKER_00

É isso aí. Eu queria para começar que você trouxesse um panorama do que fazia sentido 10 anos atrás em viagens corporativas e que hoje não vai mais sentido ser feito.

SPEAKER_01

Bom, 10 anos atrás, parece que é muito longe, mas não é tão longe assim.

SPEAKER_00

Uma pandemia no meio.

SPEAKER_01

Uma pandemia no meio, tá certo que tem um certo hiato, né? Porém, o que a gente falava em 10 anos atrás? Falava-se em políticas mais duras, menos flexíveis, falava-se in custo andar experience or valor of negotiating. And a gente movimentação focused in vontade da empresa and no mix. And when a gentleman for politics more inflexíveis, programs of viagens that were molded and copy paste. Or a tomada of mercado americano for a tomada of mercado brasileiro. And in the Brazil template, and our query tropical feels with that in how acomodar those solutions. For multinacionais, it was extremely important that we've got a copy-paste do que estava lá fora, in Europe, dentro do mercado brasileiro or Latino-Americano. Sem tropicalizar, so que esse era o grande desafio. Muitas dificuldades com conectividade, a malha aérea, porque o Brasil tem dimensões continentais. Como é que a gente consegue viabilizar tudo isso? Andra, num cenário totalmente descentralizado. The mercado brasileiro, hotelaria, no mercado brasileiro, não é de redes. Ela não está dentro do GDS. So, como é que a gente conseguiria fazer isso? And what is in my form now seen for the world, principally in Brazil. And when we follow tendency, we feel totally the opposite. I have to mold with the political, the experience of the via. It was annoying that all the people can compare equal. Also, you need to personalize the company. So every viable has a perfect, which is different of the collection who is. And those via corporatively, how I guarantee the satisfaction of them in the company, via corporatively, which is one of the indices more old of burnout in the companies, and decision or demission in my company. It will be the political and exceed, and this movement, that you have diverse exceeds into the political after you accommodate it. And accommodate to fact it because we have perspectives different.

SPEAKER_00

Pagava baratinho, achou, estourei agora, consegui, aí até chegar a viagem remarcava three.

SPEAKER_01

Exactly, three com multa, three com multa, mais with differences of tariff, and much tariffs not reembolsables. So I began to discute the efficiency of company. So we have discussions much more amplas in relation to this. So I think we should be inflexible. I create models of negotiation that seems fact for that concluídical success.

SPEAKER_00

And you consider the experience of viajante, because they don't light for this. Você tirou ele da casa dele para mandar ele para algum lugar. Você tem que entender a necessidade dele e se adaptar, né?

SPEAKER_01

Andas da lei, o que é permitido ou o que não. But o que se convém para aquilo? A gente está discutindo saúde mental, a gente está discutindo qualidade de vida, a gente está discutindo qualidade na refeição, a gente está discutindo qualidade de sono, qualidade de deslocamento. It's itens que não se via lá atrás. E aí o comportamento de compra veio se moldando conforme também o ser humano se moldando along the time.

SPEAKER_00

Example básico, né? A gente pegava a passagem para o aeroporto muito mais longe, porque era 100 reais mais barato, ele tinha que gastar duas horas no trânsito, né?

SPEAKER_01

Exactly, total cost, é onde vocês.

SPEAKER_00

Tem que aumentar, não olhar só o preço da passagem, o hotel isolado e olhar tudo, né? Exactamente. And this contexto, o que você acha que mais pressiona a gestão de viagens hoje? O cenário económico que a gente vive, o cenário geopolítico ou o comportamento do viajante?

SPEAKER_01

São os três, né? I vejo que a gente não aprendeu na matemática, os conjuntos que se uniam.

SPEAKER_00

As intersecções?

SPEAKER_01

As intersecções. I think it's a mix of each one of these for a gente entire quality the real balance. The scenario geopolitical, and the macroeconomic, direction more, principally when we follow and risk. For other later, I think my preocupação inherent that is the comportament of the via. I precisely seen maduro suficient, in accordance with the culture of the company, and exactly what it precisely to make a melter decision for the company. I precisely achieve exactly what the point of convergent in these three, for you can have success. Because if I sort of comportamento do viajant, I don't at the scenario macroeconômico nem o geopolítico. Because if I older comportamento do viajante, it will be negócio na Arábia Saudita.

SPEAKER_00

É isso aí.

SPEAKER_01

O melhor preço lógico pode ser não o menor valor. Quando eu olho no cenário geopolítico, eu também preciso tomar cuidado, porque quais são as relações que eu quero gerar com aquele ambiente que eu estou colocando do meu viajante corporativo? Aquilo é favorável para os meus negócios, então eu não posso olhar de forma fragmentada. I preciso olhar de forma conjunta.

SPEAKER_00

E na sua opinião, você acha que os gestores de viagem já estão conseguindo fazer o equilíbrio desse tripé?

SPEAKER_01

Alguns deles sim, principalmente because you precision of a linha de amadurecement to conhecer exactly the detalhes and pormenores of your program of viagens. You can see um exímio profissional senior, so if you don't have adaptability to culture that company, you can console at those objectives. It's a movement transatlântico. And I acredite that profissionalization ainda longa. Tivemos um hiato da pandemia that feeling exactly this distanciamento, as cadeiras se movimentaram, muitos gestores saíram de su cadeiras, they perdeu o histórico apprendizado inquietudo. Andrew de recuperação. Estamos no caminho. Temos alguns gestores mais maduros que conseguem falar sobre isso and a visionar mais holística. Formate, a gente também tem uma lacuna very of profissionals that are focused in the tradicional. A gente está focando contrato, compra, RFP, pagou, fechou.

SPEAKER_00

Process engessado como era antigamente.

SPEAKER_01

And a process more segment that a gente consegue enxergar as intersecções. And the mudancy of course, when a genteel vision is much more difficult. So amadure the program of viagens is crucial, precision of profissionalization. Now, dental fomentamos essa profissionalization, discutindo essas soluciones, anduma forma atende todo mundo, precisamos adaptar. E aonde você está? Okay, você está aqui, aonde você quer chegar? Para lá, então nós damos o caminho.

SPEAKER_00

E aí, aproveitando então, como é que está o Brasil nesse cenário de viagens corporativas? A gente combinou, a gente comentou que é uma curva de maturação que a gente está aprendendo muito. Mas a gente está de igual para igual, a gente está acima, a gente está abaixo das práticas internacionais. Or is algo que feito lá fora, a gente não está olhando, a gente vai tratar o Brasil?

SPEAKER_01

Já tivemos a síndrome de que estávamos atrás de Estados Unidos anda invaria. But the geniality of the mercury brasileiro, converter scenarios ruins, as péssimas in things boas, tracking solutions, the resilience of the mercado brasile does a show in quality international. And a gente fell, no, there is possibility. We are talking about processes. Now we have this. Ah, you can use copy-paste. Nunca é copy-paste simples aqui. Sempre tem que ter uma solução de contorno. A gente nunca faz a mesma coisa.

SPEAKER_00

Tiramos de volta para anos atrás e não vai dar certo.

SPEAKER_01

Sem dúvida. Porque se você lança um mesmo desafio para uma squad fora do país e para uma squad dentro do mercado brasileiro, certeza absoluta que você vai ter uma solução em tempo muito mais rápido.

SPEAKER_00

O Brasil vai virar um bench daqui a pouco, né? Se já não virou.

SPEAKER_01

Já. And nós somos bench in qual cenário? MEI de pagamento. When you fala de meio de pagamento fora do Brasil, os problemas que eles enfrentam são assim. A gente fala, realmente você está enfrentando isso? Nós já passamos isso há cinco anos atrás. Por quê? Nós somos um mercado extremamente desafiador. É o mercado que mais existe problemas com fraudes em crédito, em cartão, em vazamento de dados. Infelizmente, a gente pode ter que falar que nós somos campeões nisso. Criar soluções de contorno e segurança todos os dias para a gente pegar qual é o próximo golpe que vem com o cara.

SPEAKER_00

A necessidade fez a gente se desenvolver.

SPEAKER_01

Exato. E aí, quando a gente fala de flexibilidade, virtual cards, principalmente, soluções de pagamento flexíveis para viagens e eventos, nós no Brasil temos um mercado muito mais maduro do que em outros. Por quê? Eles não conseguem imaginar um cenário tão caótico e tão complexo como o nosso. E a gente já aprendeu com isso. Então, para falar de meio de pagamento, quando a gente se compara com o mercado europeu ou norte-americano, nós estamos anos anos de distância.

SPEAKER_00

Porque eles têm que vir aqui aprender com a gente.

SPEAKER_01

Sem dúvida. Outra questão, descentralização de conteúdo. Para o mercado norte-americano e para o mercado europeu sair da centralização em GDS, eles ainda sofrem. E nós já vivemos a descentralização há 15 anos. Estamos nessa vertente de maturidade do mercado, descentralizado, com conexões e multiconectividade, multicanal, há bastante tempo. Então, nós também saímos à frente nisso. Tem algumas coisas que a gente precisa melhorar, sim. Em questão de infraestrutura, em relação a oferta de crédito, desenvolvimento principalmente do setor aéreo, do setor hoteleiro em determinadas regiões, fazer com que o Brasil tenha polos de negócio fora do eixo Rio São Paulo, Brasília. Então, a gente tem sim um caminho a perseguir, mas tem muita coisa que a gente tem aqui que os outros não têm.

SPEAKER_00

Essa é uma visão da indústria, muito que a gente que vive essa indústria está vendo e está se modernizando. Mas eu te pergunto: em relação à viagem corporativa, como ela é vista atualmente pelas empresas? Ela é um custo inevitável ou é uma ferramenta estratégica? Como é que você acha que eles enxergam isso? E como é que ela pode ser cada vez mais estratégica para o negócio das empresas, na visão sentado na mesa do outro lado?

SPEAKER_01

A gente tem dentro do nosso mercado dois polos principais. Aqueles que só vêm como custo andam valor estratégico de negócio. Quando você tem um olhar só de custo, realmente você não vai conseguir sair para discussões mais maduras andar elaboradas fors. And there are in this phase of transição and maduras. When we colour viaggies of negotiation as estratégia principal of negotiating, we are talking about one of the atives. Different of other people. O que a gente precisa fazer nesse mercado? Garantir voz, autoridade, inteligência, estratégia andrelevância. Because a gente vai conseguir levar a discussão de igual para igual, elevar o nível de discussão, para a gente falar realmente de forma estratégica. Quais são as soluções de negócio que eu posso ampliar andar a partir de agora?

SPEAKER_00

E até mudar a forma como a gente cobra os gestores de viagens, né? O resultado dele não pode ser só a redução de custo, porque aí ele nunca vai conseguir evoluir para um olhar clínico desse. Então, até a forma de cobrar as metas de desempenho de cada um deles tem que ser revista. Exato.

SPEAKER_01

And um olhar de compras principalmente focado na estratégia de negócio, eu também tenho que levar as discussões. Qual é a minha curva A, minha curva B, C, D e E? Onde está o meu maior esforço for melhorar a negociação? Okay, se um grande asset da companhia é redução de custo ano a ano, eu estou olhando para a curva E ou estou olhando para a curva A e B? Então tem discussões que vão além daquilo que a gente imagina, mas a gente precisa colocar o foco no lugar correto para que a viagem se torne estratégico de verdade.

SPEAKER_00

Isso aí passa a parte no ativo da empresa. E se você tivesse que eleger três tendências para os gestores de viagens priorizarem em 2026, pudesse dar uma dica para eles, quais são as três que você tem que priorizar. O que você faria, o que você indicaria e por quê?

SPEAKER_01

Prime personalização. You old political viajant, independent of what niveau you have. Talvez this season a complexity. And be extremely flexible, above solutions. So be flexible to enter, ouça o mercado, veja as movimentações, esteja atento a um passo a frente. And valorizando a pilar central in this caso.

SPEAKER_00

And a Lajev ajuda as empresas nisso? Como é que ela pode ser um fator de apoio, de decision, de espelhamento para as pessoas seguirem?

SPEAKER_01

A Lajev é uma arena rica de troca, de benchmarking and de formação. Então, nós temos pilares de formação através do AGEV Educa, temos as nossas comunidades que os associados ativos participam e trocam muito, temos hubs multissetoriais para a promoção de soluções ao longo do ano, além de estar nos nossos eventos, nas nossas ações, delegações e partir para as discussões. Nós provoquem, porque esse é o grande intuito, a gente tem que promover e provocar as conversas, porque senão a gente não consegue evoluir. Provoquem a gente a buscar solução, a falar isso não está legal, isso precisa ser mudado, ou que canal, ou que solução precisa seguir. Hoje, um exemplo que eu recebi, inclusive andando por aqui, a gente precisa olhar para o regime tributário. Que hoje a gente precisa cuidar exatamente do nosso setor em relação a isso. Eu recebi uma provocação. O que ela vai fazer?

SPEAKER_00

Todo mundo foge desse assunto, mas tem que encarar, né? Não tem jeito.

SPEAKER_01

Porque não tem jeito. Quem vai pagar essa conta? A gente precisa elevar essa maturidade, porque a conta vai chegar para o cliente em algum momento. Porque a carga tributária, ela vai impactar no preço. Vai impactar na qualidade.

SPEAKER_00

Tem milagre, né? Para subir com a carga tributária e absorver isso aí, não tem como.

SPEAKER_01

Então, aí, particularmente, eu assumo uma responsabilidade de promover webinar, formação, cursos EAD, ou mesmo discussões em benchmarking, para que profissionais dessa área venham para falar, os especialistas, tanto no âmbito do regime tributário, mas quanto no âmbito jurídico, quais são as proteções que nós temos? Andar aí programando para as próximas semanas, porque eu preciso de um tempo para amadurecer isso também, para trás discussão. Nós vamos atrás de levar profissionalization for our associates. Para que o associado tenha exatamente esse repertório para atacar esse problema dentro da sua casa e aí ele faz isso gerar. E a gente também leva pro cliente informação. Não é só pro fornecedor. A gente leva para o cliente, ó, cliente, a gente tem isso aqui que precisa ser resolvido. Desse jeito que tá, não vai dar certo.

SPEAKER_00

A comunidade tem cada vez sido mais efetiva, né?

SPEAKER_01

Mais efetiva. A comunidade multissetorial. Porque a gente não pode só.

SPEAKER_00

Fechar numa bolha aqui e ficar quietinho.

SPEAKER_01

E ficar só falando mal do coleguinha. A gente fica aqui, meu problema é meu problema. Eu amo o meu problema. As pessoas parecem que amam os seus problemas, as que não conseguem tirar de novo.

SPEAKER_00

Cada um tem seu problema de estimação, né?

SPEAKER_01

Exato, e não consegue levar o seu problema pra outra comunidade que é que vai resolver. Mas na hora do vamos ver, é ela que vai resolver, não é você. Você só vai reclamar. Quem resolve é o outro. Então vamos conversar com o outro? O que você traz? Você entendeu o ponto dele? O que ele pode favorecer o seu dia a dia ou acomodar algo que facilite o seu trabalho, nesse caso. Então, o trabalho em comunidade é isso. Porque a gente mescla muitas as positions. Nós temos uma relação simbiótica muitas vezes. Às vezes a gente compra, às vezes a gente vende, às vezes a gente media, a gente cria mecanismos para conectar orectar. And a gente só depende do colega do lado para fazer isso acontecer. A gente não vive sozinho.

SPEAKER_00

Lana, a gente podia ficar aqui mais three horas falando. Já acabou. Te agradeço demais a sua presença aqui. Foi uma aula, acho que você é uma referência no nosso segmento. Obrigada por ter vindo. Portas abertas, vamos voltar sempre aqui para falar um pouco mais.

SPEAKER_01

Ai, obrigado, professor. Foi maravilhoso. Passou rápido, gente. Passou muito rápido. E acompanhe os canais, as redes e se profissionalize sempre. Seja conectado conosco na Lajev também, que vai ser um prazer receber vocês todos lá.

SPEAKER_00

Obrigado, Luana.

SPEAKER_01

Obrigada, gente. Um abraço.

SPEAKER_00

Bom, continuando aqui, quando a gente fala de custos, controle, decisão em viagens corporativas, existe um elemento central nessa equação, o setor aéreo. Então, vamos falar de viagens aéreas como peça-chave das tendências. Nesse bloco, eu recebo a Aline Mafra, Directora de Vendas e Marketing da Latam Airlines no Brasil. Aline atua directamente a conexiones aéreas anders, liderando discussions that involve estratégia comercial, negocia, experiencia do viajante and eficiente operacional. Ela traz uma visão muito prática sobre the papel of aéreo in the decisions corporatives and how empresas repensate their strategies of viagens old for 2026. Aline, seja bem-vinda.

SPEAKER_02

Obrigada pelo convite, pela oportunidade, um super prazer.

SPEAKER_00

É uma honra ter você aqui com a gente. Para a gente começar a esquentar um pouco, eu queria saber por que, mesmo com tanta coisa mudando nas viagens, nas tendências, o aéreo continua sendo o centro da estratégia de viagens corporativas.

SPEAKER_02

Olha, não vou mentir para você. Quando a gente estava durante a pandemia ou para sair na recuperação da pandemia, eu tinha muito claro que muita coisa ia mudar. E estou falando de proporções mesmo, né? Porque todo mundo aprendeu a se conectar numa velocidade e numa facilidade que antes não existia. A tecnologia existia. Mas ter no seu celular, uma videocâmera, no seu computador, o computador de todo mundo estar preparado para uma videoconferência na minha cabeça ia mudar o tamanho da indústria corporativa. Surpreendentemente and feliz de dizer que não mudou. Andum that I existed a respostable, telling the pedra. A gente less bastard, but it's hipóteses. As my hipóteses particularly are the tamanho of the Brazil. But especially the value of the value of that visit presencial, it in some way ainda be more force than. I don't know, because the quantity of a gente is at a scale that the facility that you have to create and feel negotiating at all of a cellular is so great and rapid that the differential that you can use, or that the proximity and the confiance that you could gerade along those, ainda vai for the later presencial. Mm-hmm.

SPEAKER_00

And conferência fica uma coisa meio fria, né? Você consegue passar o que você quer, totalmente possível, mas não tem aquele contato, aquela sensação de transmissão de confiança.

SPEAKER_02

Eu te falo por mim mesma, dos 20 anos que eu estou na Latam, 16, 17 anos eu trabalhei em áreas mais de back-office. E de longe, eu também olhava para isso da visita e não conhecia o valor. Toda vez que eu me desloco e eu penso assim, poxa, one hour do taxi, não é possível pensando, valeu muito a pena. É indescritível the conexão andando quando você passa mais time presencialmente with alguém.

SPEAKER_00

When you faz copo, por mais que funcione, a pessoa do outro lado está mexendo no celular, está olhando para pais. And when you say presencial, a chance de se distrair é menor, né?

SPEAKER_02

And I think that when a gente se conecta, a gente se conecta com um propósito, né? Existe uma pauta pre-definida. E as conversas mais espontâneas andam um ponto comum, uma história parecida, isso não aparece na pauta fixa. Ela aparece no momento mais amplo, sair do escritório e sentar pra almoçar. Então acho que também abre espaço pra você permear numa camada que ainda é profissional. Não chega a ser pessoal, but um profissional ali onde você conhece melhor as pessoas, the valor dela, os costumes dela. Então, pra mim, isso é interessante.

SPEAKER_00

O aéreo vai continuar sendo o centro da decisão dos gestos corporativos.

SPEAKER_02

Estou bem convencida disso, e confesso que não é só porque eu quero, é porque realmente tudo tem mostrado pra isso.

SPEAKER_00

É isso aí. E aí, a gente falando um pouco das empresas, como é que elas entendem de verdade o impacto das decisões aéreas em relação a custo, experiência e sustentabilidade, né? Depois da pandemia, muita coisa mudou, o setor voltou, retomou agora e está no mesmo volume, crescendo. Mas como é que ela olha essas três verticais em relação ao aéreo, né? A gente fala de custo, experiência e sustentabilidade. Mudou a forma como a empresa olha para isso pré-pós-pandemia?

SPEAKER_02

Vou te responder de dois jeitos. Acho que a primeira coisa, eu estou refletindo agora na sua pergunta, é que é algo que eu nunca parei muito pra pensar, que é quanto que a empresa entende a indústria aérea. E honestamente, eu acho que a empresa é a que mais entende. Porque no final das contas, a pessoa who está dentro de uma empresa, ela também está acostumada a lidar com desafios comuns do corporativo. Estou falando do mundo corporativo. Está todo mundo olhando para receitas que entram, custos que escapam. And parece que quem está viajando a trabalho, de alguma maneira, está dentro de uma empresa que sabe bem o tipo de cobrança que existe, sabe bem o tipo de gestão que é necessário ser feito para que a empresa se mantenha sustentável. Eu estou falando sustentável financeiramente e tal. So eu vejo os passageiros das empresas andas muchas conscientes de que tem decisões duras que a gente tem que tomar, então essa rota não é rentável, para lá não consigo voar, esse produto não consigo criar ainda, porque é um produto muito caro, ainda não tem uma demanda suficiente e tal. Esse trade-off is muito mais entendível fora. Não sei se existe essa palavra, entendível for quem está indo. And the experience that he had resume all the aviação in the year. In fact, the passage of the empresa via.

SPEAKER_00

If a pessoa voa uma vez só e dê um problema, ela não tem uma próxima chance de ver que aquilo não é comum. Um corporativo não, ele tira os outliers ali porque ele voa bastante.

SPEAKER_02

Isso, e quem voa muito tá olhando outras vertentes como uma viagem eficiente, uma viagem mais rápida, a viagem que eu desembarco primeiro do avião, a viagem que eu tenho certeza que vai acontecer, porque a pontualidade é forte. E eu, quando estou saindo de férias, eu tirei aquele dia inteiro para viajar. Se atrasar those horas, não vai fazer muchos. Então as expectativas are mostra, and I ask that quem está na empresa acaba permeando melhor as conversas andations corporativas.

SPEAKER_00

I will use that puxar out of the fala assim: desembarca primeiro, embarco primeiro. So a gente está falando que isso é muito importante because corporativo da companhia aérea faz toda a diferença, right? What is that enxergando essa question of existe interesse no mercado de fidelidade, or this se perder um pouco, orta? Como é que está essa sensação? Porque quem viaja muito quer sentar na frente e sair logo para ir rápido, right? Como é que ela está enxergando essa necessidade do cliente corporativo tocant, preference, funcionalities aí, Nivaldo?

SPEAKER_02

And this involves not in creating the product but also in ferramenta for vendors. So you push a pauta aí because the embarque preferred or desembark, but I think the Prime Economy was a cabine revolutionary in this tentative. I finally existed this demand, a demand that's um pouco mais de conforto, alimentação melhor anda velocidade de entrada anda. Because for one later, as viagens do Brazil têm, na média uma hora e meia, eu acho que na média uma hora e meia ou duas, né? So pagar mais por conforto in a viagem curta, era uma aposta. And three, quatro years, that sim existed demand, that's diferenciada, that's why the atributes that value. For example, a gente carross to level the passage of Black Signature when the position is remote. Then you're aposta that was valorized, aparece in our NPS. But finally, responding to your pergunt, the program of fidelity da Latam, it is the maior and desejado of the cresce muito. And combina os atributos que você tem por ser um passageiro frequente dentro de cada decision de compra de uma empresa. So I decided to viagem, but I think um out of benefício aqui fora que me traz vantagens aqui. So cruzar essas duas coisas, eu acho que ainda é um desafio. Não sei se eu me fiz entendendo.

SPEAKER_00

Perfeito. Aí a empresa não usa mais só o custo como tomador de decisão. O custo é uma variável e não a única.

SPEAKER_02

É uma das consequências. Hoje eu acho que você já está muito avançado com e sem bagagem. Então você vai lá, faz um filtro com sem bagagem, é preto, branco, acabou. But you quero com bagagem, eu quero sem bagagem, com a entrada, como fala?

SPEAKER_00

Prioridade de acesso?

SPEAKER_02

Prioridade de embarque, eu quero com acento. So a combinação, I think that ainda will be a desafio nessa desenho of your viagem. And I think this tends to be a little desafieless, because the world is in a campaign to personalization. So there are sort of bundles tariffarians, you assent, because you have those options, ainda are those three, and then we're going to go to the queen is offering more things.

SPEAKER_00

And when a gente fala of personalization, automatically precisely technological. So investimento em tecnologia de companhias aéreas são grandes, enormes, because to combination, você tem que ter muita tecnologia. E aí vem a inteligência artificial, que está aí, é uma realidade, não é mais uma promessa. Andal in todas as áreas, como é que muda o jogo das viagens aéreas when a inteligência artificial passa a guiar decisões para essas experiências? Como é que a IA transforma tudo isso?

SPEAKER_02

Olha, não sou uma especialista, tenho muito medo aqui de repente falar uma grande besteira, but I participately, escuto bastard de IA, I ainda tem um viés um pouco mais de automação do que de uma inteligência generativa and preditiva. Vou te dar um exemplo, o tal do skip lagging, já ouviu falar?

SPEAKER_00

No, já, mas conta pra gente, pra quem tá ao vivo.

SPEAKER_02

Você vai fazer uma viagem in São Paulo in Belo Horizonte, andam ferramentas que simulam viagens de São Paulo para Salvador, com uma escala em Belo Horizonte, and você desce no meu que aquilo lá estava mais barato. Pra mim, isso não é uma grande inteligência. Pra mim, isso é uma brecha de negócio andou uma ferramenta que simula isso em grande escala e mostra numa interface digital esse produto. Então, tem muita coisa nesse sentido. Combinando as companhias aéreas, isso muito mais encanho de escala. Mas eu ainda não vi grandes avanços de a generativa que te sugere, que conhece.

SPEAKER_00

Na prática mesmo, pra montar uma viagem.

SPEAKER_02

Você prefere voos diurnos a noturnos? Sabe que você prefere tal companhia a outra companhia, porque ele tem acesso ali a arquivos seus, né?

SPEAKER_00

Uma inteligência que consegue sincronizar aéreo com o hotel, com o cálculo que você faz.

SPEAKER_02

Foi nesse perfil, então aí, que é a parte de aprender com o próprio uso das ferramentas, aí eu acho que tem um mundo ainda que a gente não precisa.

SPEAKER_00

Você explorava, né? Não é muito fácil, não. E se você estivesse sentada do outro lado da mesa, como uma decisora de uma grande empresa, saiu da companhia aérea e foi para uma grande corporação. O que faria diferente? O que você faria diferente amanhã nas viagens corporativas? Qual seria a sua visão? O que você tomaria de decisões que hoje, como uma companhia aérea, você não toma?

SPEAKER_02

Eu acho difícil eu falar isso sem o meu viés, né? Então eu acho que o meu viés é um pouco de qualidade de viagens corporativas a quantidade. Então, tem muita coisa que sempre foi feita desse jeito, sempre foi baseado in viagens, and I think a gente está indo. Deveria estar indo num caminho. Acho que o D. So I was here in LACT and I have quest of a relatory of what the LACT was important for a Latam. And more value for that viague and not do a gesture of or something, but garantic the eficiency of that viagem. I think I much more explanatory quality of those viagens do the quantity of or something. I think a segundo is a genteel of tent to an análise mais amplia of qual é o melhor custo-benefício. Quando a gente é passageiro frequente de uma empresa, a gente tem vários benefícios que não estão contemplados naquela compra. And this ainda tem um passo grande para a gente dar. Como é que a funcionaria ofrece I quero viajar com a empresa X. It's ferramenta no final das contas, né? And the gestão interna of the empresa not seja só a suma do custo.

SPEAKER_00

Ou seja, a gente tem que trabalhar as políticas de viagens tocar aquele tradicional de preço.

SPEAKER_02

I gotta do a regra of how I will gastar or something, I'm the filosofia me dá orçamento, eu te presto ponta. So for me, todo gerente de uma empresa deveria ter a liberdade e a autonomia de falar isso faz sentido pra mim mesmo que custe um pouco mais. Ando que encontrar os meus formatos para prestar conta pra empresa e falar, é assim que eu usei meu orçamento, é por isso que eu acho que faz sentido.

SPEAKER_00

Que aí cai naquilo que você falou, né? Eu vou seguir a política pra fazer uma política flexível que eu consiga, mas também eu tenho que vir com uma justificativa, né? Pra não ser só um oba-oba de. Acho que daqui a pouco você tá só viajando traz de outra.

SPEAKER_02

Eu não sei se eu vou defender que exista a exceção da política, porque aí eu também. Eu acho que a gente começa a se enrolar, mas a autonomia de gestão. Então tem um monte de investimentos que a Latam faz e dá na minha mão, que eu tenho a liberdade de escolher como eu vou gastar e eu presto contas. Presto contas talvez seja uma palavra meio pesada, mas eu quero dizer.

SPEAKER_00

Justifica aquele investimento.

SPEAKER_02

Eu mostro onde eu estou usando e por que valeu a pena.

SPEAKER_00

Claro.

SPEAKER_02

Então, pra mim, esse é o jeito mais maduro e mais bonito da gente fazer a gestão.

SPEAKER_00

É, e se você colocar essa variável de justificar a viagem, prestar conta ou dizer porque valeu, daqui a pouco você vai ter mais viagens corporativas, né? Não só um evento, não só traz conversão de negócio, mas traz awareness, traz. Enfim, tem muita coisa que hoje talvez as pessoas enxerguem, né? É isso que você falou.

SPEAKER_02

Eu gosto muito desse modelo de falar, deixa eu te mostrar como eu usei o meu orçamento. Mas eu também entendo que para populações muito grandes, às vezes, a política é necessária mesmo.

SPEAKER_00

Não tem jeito, não tem como fugir. E aí, quais as mudanças para o setor aéreo realmente vão definir 2026? A gente já estava até brincando fora do anel, o Brasil começa depois do carnaval. Não, já começou para a nova do dia 1o de janeiro.

SPEAKER_02

Eu queria conhecer aqui, fica tranquilo aqui.

SPEAKER_00

Eu estou trabalhando desde o dia 1o. Então, assim, o que vai gerar mudança mesmo e não vai ser só manchete aí por aí? Realmente o que a indústria aérea tem para 2026, se você acha que vai fazer a diferença?

SPEAKER_02

Olha, eu acho que a indústria aérea está muito mais consciente de que é um campo muito. É um campo de muitas variáveis voláteis. E que se a gente não operar com muita consciência, as coisas podem. Não sei se sair do controle, but elas podem gerar obstacles. O que eu quero dizer? Falei bonito, não falei nada, né? What I quite is that it's a indústria that precisely be efficient operational. I think personalization is more than personify. The Brazil has much opportunity to do it, but there are demands more heterogeneous like in quality. So if you can invest more in product, you can make the risk to be more. So this combination of melancholy, but many official operational, I think it would have been necessary. And when you follow melody of product and crescimento of offering, it's meant to dicotômico, because melhor of product is for the guy who is here, passage corporate. Crescimento of offer is for democratization, is for my gente voar. So for me, the success will be conseguir those two largest, ter um produto para quem quer uma experiência melhor andar botando a máquina para crescer. Você sabe que teve um dia que eu fiz um treinamento and I coloquei um slide, era um quiz no começo quebragelo, and I feel like qual a demanda mais importante para a indústria aérea, para a Latam e tal? Corporativa, lazer ou as duas? E foi uma pegadinha, porque a vontade que todo mundo tem é top corporativo. And basically, because decisions are featured in city, acaba pagando um pouco mais caro, and so rentability, no one's. Because when I call my offer, I don't convence more people to have reunions presencies. I precisely are a viagem of their son. So, finally, a malha is designada in attention to a demanda corporativa. But once a indústria cresce, ne sempre é corporativo. It's where the sonho of people.

SPEAKER_00

And for a bomb corporativo, aquela pessoa que voa ao corporativo também vai voar de lazer. Então você vai influenciar ela também na hora de tomar a decisão com a família dela. Isso aí. Que honra receber você aqui, Aline. É um prazer. Muito obrigado. É, eu sou suspeito pra falar. Então, assim, acho que falar de um tema tão importante como esse tinha que ser com alguém com a tua experiência, com o teu know-how. Obrigado por ter vindo aqui.

SPEAKER_02

Obrigada a você pelo espaço.

SPEAKER_00

Está aberto sempre a voltar aqui e contar as novidades pra gente.

SPEAKER_02

Igualmente, um abraço.

SPEAKER_00

Essa é a segunda temporada do Thecola Talks. Se você gostou, então curta e compartilha. Não deixe de conferir os outros episódios também disponíveis. Conheça também outras iniciativas do Onfly para impulsionar sua carreira em gestão de viagens e despesas corporativas. Como a comunidade Onfly Decola, um espaço seguro para compartilhar experiências com profissionais de todo o Brasil, além de oportunidades para membros, como sorteio, evento e muito mais. Já no Decola Cursos, você Aprende as melhores práticas de mercado com conteúdos dinâmicos que vão alavancar seu conhecimento, tenha até diploma, e o link para acessar tudo isso está na descrição desse episódio. Aproveite, pois é gratuito. E se você quer dar um passo além da sua carreira, leve onfly para sua empresa e seja conhecido por todas as pessoas, sendo que você transformou as viagens em despesas corporativas, devolvendo tempo para os colaboradores e levando mais segurança, compliance e economia para o negócio. Agende uma conversa com nossos especialistas, o link também está aqui na descrição desse episódio. A gente fica por aqui e até o próximo episódio do The Cola Talks. Valeu!