Decola Talks
O Decola Talks é o podcast da Onfly que conecta você aos maiores especialistas do universo de viagens e despesas corporativas.
Na 2ª temporada, mergulhamos em assuntos que estão mudando o jogo na gestão de viagens corporativas: tendências, IA e tecnologia, comunidade, segurança e bem-estar do viajante corporativo.
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Decola Talks
Decola Talks Ep.5 | A IA e a tecnologia vão roubar o trabalho dos gestores de viagens?
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A inteligência artificial é uma ameaça ou aliada? No 5º episódio do Decola Talks, mergulhamos no futuro da gestão de viagens corporativas. Rodrigo Possatto (Diretor de Sourcing de Aéreas da Onfly) recebe convidados para desmistificar o papel da tecnologia e da IA no setor.
Joyce Macieri (Minerva Foods e Presidente da ALAGEV) fala sobre como a IA está transformando o dia a dia, quais processos estão sendo automatizados e qual é o novo papel estratégico do gestor que não quer ficar para trás.
Peterson Prado (Onfly) explora como transformar a gestão de viagens em um centro de inteligência. Saiba como usar dados e contexto para antecipar necessidades, reduzir riscos e gerar valor para o negócio, saindo do operacional para a estratégia.
Aperte o play e decole com a gente! 🎧
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Fala gestores e gestoras, sejam bem-vindos ao Thecola Talks, o videocast itinerante da Onfly para gestores de viagem que querem fora mais alto. Eu sou Rodrigo Poçato, diretor de Source da Onfly, e vou conduzir vocês nessa segunda temporada. Os episódios estão sendo gravados no estudio Onfly dentro do LACT 2026 aqui em São Paulo, o principal encontro de quem decide o futuro das viagens corporativas no Brasil. Vamos receber participantes e convidados especiais do evento para mostrar viagem a trabalho não precisa dar trabalho. Inteligência artificial e tecnologia já não são mais promessas do mundo corporativo, são realidade. Mas quando a gente traz esse debate para viagens corporativas, surge uma pergunta direta e desconfortável. A IA vai roubar o trabalho dos gestores de viagens? Esse episódio é sobre separar mito da realidade, entender onde a tecnologia automatiza, onde ela amplia a inteligência humana e onde o papel do gestor se torna ainda mais estratégico. Bora essa? E o tema desse primeiro bloco é IA na gestão de viagens, o que já mudou e o que vem pela frente. Para esse bloco, eu tenho a honra de receber Joyce Massieri, gerente global de viagens, despesas e eventos na Minerva Foods, uma das principais empresas globais de alimentos e líder na exportação de carne bovina na América do Sul, com atuação em mais de 100 países, em uma operação robusta com mais de 30 mil colaboradores. Joyce também atua como conselheira do board da GBTA, a principal associação global do setor de viagens corporativas, e ainda é a mais nova presidente da Lajev. Como vocês podem ver, a Joyce tem muito know-how para falar sobre o impacto real da inteligência artificial na gestão de viagens corporativas. Da eficiência operacional, à experiência do viajante, Joyce se seja muito bem-vinda.
SPEAKER_01Olá, muito obrigada, uma honra e um prazer enorme estar aqui com vocês hoje.
SPEAKER_02Isso aí, belo currículo, hein? Gigantíssimo. Muita experiência, né? Vamos lá então, pra começar, no último grande evento do GBTA, a IA foi apontada como uma das principais forças de transformação do setor, impulsionando automação, decisões orientadas por dados, personalização de jornada, otimização de custos, compliance e gestão preditiva de riscos. Explica pra gente se, na sua opinião, a IA passará a ser um pilar estratégico para Travel Manager e Líder de Procurement.
SPEAKER_01Com certeza. E eu acho que está aí a sacada, né? Até o tema que a gente vai falar mais pra frente, mas o gestor que souber usar a IA a seu favor é que vai ter o cargo garantido aí no futuro, né? Então, eu acho que a IA, obviamente, chegou, já é pra ficar, já é uma realidade. A gente tem que aprender a usar e como usar a IA ao nosso favor. I ask that essa parte operacional toda já ficou pra trás. Então a IA serve ali para otimizar as rotinas e os processos do dia a dia. For example, dúvidas do viajante sobre procedimentos, sobre política, sobre status de viagem, até sobre o status do voo, a gente pode usar a IA ao nosso favor nesse sentido.
SPEAKER_02E é um mito hoje, a gente tem que separar isso, né? O gestor de viagem não vai perder o emprego, né? O dono da agência não vai perder o emprego, né? Na tua opinião, isso é um mito, né? Isso, na verdade, vai vir ajudá-lo de alguma maneira, não mais ameaçar o emprego dele, né?
SPEAKER_01Não, total. E eu acho que isso é um tema que nós temos que trabalhar e levar adiante como pauta, sabe? Pauta para os próximos dois anos. Tanto aqui dentro do Brasil, na América Latina, como fora. Porque para mim, isso é um total mito, tá? Que a IA vai roubar a profissional and the trabalho do gestor de viagens. A gente escuta isso in outros setores, nothing no turismo corporative. You ask that the gestor will posicion. Nós deixamos, nós temos inúmeras ferramentas andias that are disposition of viajante for that boa experience, for that he posted concluir o objetivo daquela viagem. The gestor não tem um papel de se acionado fora oferecida for resolver problemas. Nós temos para isso agência, ferramenta e temos a IA that auxiliar e dar uma orientação naquele momento. Because the hora do perrengue, o viajante fala, poxa, o que eu faço agora? If it tiver uma IA para fazer uma pergunta, sei lá, num horário que seja fora do horário comercial, já vai facilitar muito ali a vida dele. Você vai ajudar ligando com a pessoa. Todo mundo ganha com a inteligência artificial. Então, ao meu ver, a inteligência artificial tem que usar, tem que ser utilizada para otimizar os processos do dia a dia. E aí, além disso, eu acho que o gestor também tem que usar a seu favor para focar na estratégia. Qual é o papel do gestor? É realizar as negociações, é analisar os dados, os números, acompanhar os indicadores e ver se aquela estratégia que ele está tomando ali naquela negociação, se ela vai poder ser seguida ou não, porque às vezes a gente inicia o ano negociando tarifa de hotel, que de repente mudou dentro da sua corporação. Eu utilizava muito o hotel numa determinada região, numa cidade, mas a minha operação mudou, porque a estratégia da minha companhia foi alterada. Então aquela negociação, para mim, ele não serviu. Eu posso usar a IA ao meu favor para analisar aqueles dados, para me apoiar, me dar o suporte e mudar a minha estratégia de negociação naquele momento. Então eu acho que ali eu uso muito, tá? Eu sou uma pessoa que eu sou viciada. Eu também. Inteligência artificial, eu não vivo mais sem. Está no celular, tá no tablet, tá no notebook, em todos os lugares. E eu acho que assim, hoje em dia, a gente não tem que saber todas as respostas. A gente tem que saber fazer as perguntas corretas.
SPEAKER_02É isso aí. Perguntar acho que virou um luxo, né? Um artigo de importância na vida, né? E a resposta hoje tem muita informação em qualquer lugar. Se você vai perguntar, você vai achar a resposta certa.
SPEAKER_01Exatamente. As respostas estão todas aí. É só você ir atrás que você vai conseguir. Mas como que você faz as perguntas corretas para você chegar naquela resposta? Então eu acho que é esse o nosso papel ali. O gestor tem que se posicionar, a gente tem que garantir a relevância dessa nossa profissional, mostrar que o nosso papel, existem as secretárias, existem as assistentes, assessoras. O gestor tem que ter um papel estratégico de ali estar fazendo as negociações, as conexões com as pessoas corretas, os players do mercado. Ele tem que conversar com os clientes internos, que são os stakeholders deles. Ele tem que saber transitar entre as áreas da empresa. Então, ele tem que saber conversar com o C Level, com o diretor, com cargos de gerência. Ele tem que entender qual é a necessidade da operação dele para que ele possa colocar uma boa política de viagens em prática. São muitos os pratinhos que o gestor tem que equilibrar. Essa profissional não vai acabar com o advento das Travel Techs.
SPEAKER_02Não tem como.
SPEAKER_01Não tem como. Muito pelo contrário, a Travel Tech vai tirar essa parte toda operacional do trabalho ali do gestor.
SPEAKER_02Aquele mato alto que hoje tem que cortar na mão, isso acabou.
SPEAKER_01Acabou, não corte mais na mão esse mato alto. Adorei aí a analogia, a associação. Não corte mais, você tem outros maps.
SPEAKER_02Mas o tempo que você ia cortar o mato e fazer algo mais estratégico, né?
SPEAKER_01É isso, é focar na estratégia, focar. Eu acredito muito na questão das conexões, to saber quem são as pessoas que podem te ajudar no moment that you could precisely dent of the corporation. And then estudar, se capacitar, be attress do conhecement. Não fica ali só pensando que a IA or my travel technique. You don't tomorrow the mudar.
SPEAKER_02São coisas complementares.
SPEAKER_01Complementaries. Of your trabalho vai mudar anda mudar junto. And for mudar junto, você precisa entender, estudar a estratégia de como você vai fazer essa entrega. Então acho que é mais ter essa visão assim, que é a médio prazo, porque já chegou, a IA já está aí.
SPEAKER_02É uma realidade.
SPEAKER_01É uma realidade, ela já está sendo usada. Os viajantes pós-pandemia, por outro lado também, eles entenderam que forem de casa, as familias deles, and cumprir o papel daquela missão, eles têm que estar muito bem assessorados. So there are a series of fators that vem junto with my viagem to that. O cara tem que estar tranquilo, hein? It's a assessoria do início, desde the moment that he booked that return to the casa dele. So fators that are culturais, some fatores psicológicos. He will business for atividade física, because he will take manters dele, that he segue no trabalho quando ele está em casa. Tem a questão de atividade física também que influencia muito na experiência do viajante. Não tem que se preocupar ali em apagar os incêndios.
SPEAKER_02Que é o que a gente conversou que muda um pouco. 10 anos atrás da viagem corporativa olhava custo, olhava menor tarifa. Hoje ela olha a experiência do viajante. Só que são tantas variáveis que vem para ajudar nisso.
SPEAKER_01Totally. Antigamente, quando eu assumi a posição que eu trabalho atualmente, o processo era totalmente manual.
SPEAKER_02Imagina fazer tanto de variável na mão?
SPEAKER_01Imagina. E assim, era através de e-mail que você solicitava a viagem. Em uma empresa que seja pequena, sei lá, você tem 10 colaboradores, isso já seria difícil se você tem um volume grande de viagens, ainda que você tenha poucos viajantes. Imagina numa empresa grande. Você tem que ter uma ferramenta porque o seu viajante possa pedir. Então o processo era todo solicitado por e-mail. Além de ter uma burocracia gigantesca, né? Porque você tem que mandar um e-mail, aí a pessoa que recebia o e-mail passava para a agência, a agência enviava a cotação para esta pessoa, que era o gestor de viagens, e aí depois essa pessoa passava para o viajante, e aí ele escolhia e voltava para a agência. Então, quer dizer, olha quantas etapas colocava-se ali no processo. Depois, a política ali esquece, ela não vai ser seguida. Não tem como, né? Não tem como controlar tudo isso. Não tem como controlar. E aí uma pessoa chega e fala: Ah, mas é que eu falei com o fulano Beltrano, esse clano liberou a viagem, ou que seja a classe executiva, ou esse tipo de hotel, enfim. Não tem uma política e um processo de viagem para ser seguido. Então cada um faz o que quer.
SPEAKER_02E fora o tempo, né? Entre as aprovações, o preço já mudou, já não existe mais disponibilidade, todo mundo, né?
SPEAKER_01Pra todo mundo. E aí, quando ele volta da viagem que ele vai prestar contas.
SPEAKER_02Aí é o parto.
SPEAKER_01Processo manual, preenchendo aquela planilha de colocado.
SPEAKER_02Cola a notinha no papel, perde nota, perde exceção.
SPEAKER_01Gente, é um caos. A gente tem que tornar a experiência do cara que tá saindo pra viajar a trabalho fluida. Ele tem que ter flexibilidade, ele tem que saber o processo do início ao fim. A gente também tem que pensar que, de repente, pode acontecer alguma coisa ali naquela viagem? Como que ele vai estar respaldado? Tem seguro? Não tem? Quem que ele aciona? Qual vai ser o primeiro fone de contato? E aí você até perguntou do GBTA. E no GBT se falou muito. Realmente, o tema do GBTA de 2025 foi a questão da inteligência artificial. Mas também se falou que você. Óbvio, a inteligência artificial tá aí. Ela chegou para ficar.
SPEAKER_02É uma realidade. É uma realidade. Não lutem contra isso. Ponto.
SPEAKER_01Não lutem contra ela. Aceitem que vai ganhar menos. Porém, a gente não pode esquecer o lado humano. A gente tá lidando com pessoas. E tem situações que a inteligência artificial ali não vai conseguir ajudar, né? Então, nessa hora, eu acho que o gestor também tem um papel muito, muito atuante de substituição da inteligência e um atendimento humanizado, personalizado, que são situações que são atípicas e que realmente a gente tem que entrar nessa área pra atuar. E outra situação também que se falou muito no GBT é que, por exemplo, você deixaria a inteligência artificial atender um sea level teu, né? Porque imagina, é um atendimento todo automático, robotizado. Como é que a gente faz com esse tipo de público que é o VIP do VIP do VIP? Então acho que a gente consegue mesclar. But essa parte seria, sei lá, 5% da tua demanda.
SPEAKER_02A gente fala de viagem internacional, que requer um conhecimento melhor, um cuidado maior, né? E a gente falou muito de capacitação, né? Então, assim, hoje a Lajev já tem um processo, já tem um apoio de inteligência artificial para os parceiros. Como é que tá essa parte de comunicação e treinamento da Lajev, capacitação e tudo mais?
SPEAKER_01A Lajev é muito tecnológica, né? Tem maps e números, assim, né? E inteligência artificial. Ano passado nós lançamos a DEA, que é uma inteligência artificial específica, um chat, focado para gestores de viagens. Eu uso muito, tá? Uso praticamente o dia inteiro. Então ali você pode tirar dúvidas rápidas do seu dia a dia. E conforme você vai utilizando, você vai treinando a tua inteligência artificial e a própria DEA. Então é uma ferramenta que foi oferecida pela AlaGev sem custo nenhum para os associados. E é incrível. Eu recomendo demais. Salva no dia a dia. E ela, inclusive, faz até análises, tá? De indicadores, planilhas, te dá os dados ali. Eu acho que não é questão de mastigar o processo, é uma questão de você ter um direcionamento, você ter uma orientação para onde você vai seguir ander fazer a leitura andetação do que está sendo dito para você. Além disso, a gente está vendo aqui no LACT muita tecnologia. A Lajev também lançou o aplicativo que vai te avisando das sessões, dos mini-labs, almoço que vai ser servido, painel que vai estar ali no palco principal, enfim. A tecnologia está aqui, na palma da nossa mão. É só a gente saber utilizar.
SPEAKER_02É isso aí. E aí hoje, do que você já vê de IA sendo aplicado nos setores de viagens corporativas, onde você acha que ele está agregando mais valor hoje? Na parte de operação, negociação ou na experiência? Ou não tem ainda como ter uma visão clara sobre esses três pilares?
SPEAKER_01Eu acho que a IA ainda tem um trabalho, uma trajetória para ser percorrida. Mas eu acho que basicamente seriam nas questões cotidianas, né? Do dia a dia. Então, por exemplo, tirar dúvidas, você pode criar uma IA que fique tirando dúvidas sobre a política. A gente cria processos tão longos, às vezes são 40, 50 páginas de política, a IA vai conseguir resumir aquilo. Contratos com fornecedores, for example. Você recebe um contrato de um acordo, de uma negociação que você fez, você colocar o texto ali e pedir pra ela analisar se está tudo dentro dos pilares que foram negociados, se está conforme foi acordado. Eu acho que isso também é uma outra linha que você pode seguir. Eu uso muito para os pilares financeiros também. Para análise dos indicadores, para auxiliar ali, como se fosse um BI, um business intelligence.
SPEAKER_02É, até porque se o gestor, ou a gestora entender que a IA veio para agregar, ele vai aumentar a produtividade dele e tempo é dinheiro, então vai reduzir custo também diretamente. Então, acho que tem uma inteligência em aceitar que a IA chegou o que a gente falou e como é que você vai trabalhar com ela, né? Exatamente. E aí, falando um pouco de ainda continuando um pouco da parte de capacitação, porque eu acho que capacitação hoje é fundamental para isso, é mudar um pouco a cabeça, a linha que você pensa, quais as abilidades você acha que faz partor e da gestora? Quais are the abilities essentially for trabalhar in this new scenario?
SPEAKER_01Because I cheguei. I have six years of industry of viagens corporatives. So at last, when I come, I don't know quite. And I desperate, my dear, what you have? What will be the routine of the world? And I think the base is a capacity. There's problems in the problem in not attention and respond to that. The Lajev has a part of the Educa with courses totally interactive, disponible, online. But there are other players and offering capacitors increased. So I think the connectivity is disponible online, at least of chatbot, in leitura of lives. Capacitando. As I cheguei lá atrás, como você chegou, a gente tem que mostrar para essas pessoas dar o poder, para que elas aprendam, para que elas se capacitem andas vão mantendo esse legado que nós construímos ao longo dos anos.
SPEAKER_02E o legal é que se você souber a própria IA te ajuda a aprender sobre a inteligência artificial, né? Totalmente. Então você não precisa pagar, como antigamente, um curso caríssimo, você ir para fora do país. Se você souber usar a inteligência artificial, ela te ensina a usar ela mesma.
SPEAKER_01Exato.
SPEAKER_02Isso é quase mágico.
SPEAKER_01Até no Instagram aparecem vários posts, às vezes, olha, desse comando para a sua IA e você não irá se arrepender. Então você também pode seguir, está ali, está no Instagram, na rede social, em vez de ver fotos. Vamos aprender sobre esses comandos. Eu tenho aprendido bastante, viu?
SPEAKER_02E aí, falando um pouco de você, GBTA, Minerva, Alajev. Como é que a inteligência artificial te ajudou a trabalhar em três locais diferentes, com públicos diferentes, com focos diferentes? Quanto a IA é importante na tua vida?
SPEAKER_01200%. Eu tenho treinado muito.
SPEAKER_02Na prática, como ela te ajuda pra gente até a inspirar outras pessoas que não usam? O que ela te ajuda no dia a dia?
SPEAKER_01Gente, assim, até muitas vezes até em responder um e-mail, sabe? Porque eu acho que não é uma questão. Não entendam mal, não é automatizar uma resposta, mas é você saber dar a resposta correta e você partir para um próximo assunto. Porque muitas vezes a gente fica naquela troca de e-mail porque você não soube digitar aquela resposta correta. Você está perdendo tempo, o teu, o da pessoa que está perguntando. Então, eu acho que até em como responder a um e-mail corretamente é do mais simples até o mais estratégico. Então, assim, eu uso o dia inteiro, eu treinei muito a minha ferramenta, ela já sabe o que é o GBTA, ela sabe o que é a Ala Geva, sabe o que é a Minerva, tá super treinada. Então, ela faz as análises pra mim dos indicadores da Minerva, as análises financeiras que eu preciso pra realizar as negociações. And the parte de GBTA e de Ela Geva, ela me ajuda a pensar na estratégia. Então, é só você saber dar os comandos certos ali do que você precisa naquele momento. And ela vai te ajudar com ideias, com insights. E aí você, de repente, um comando que você deu ali, vem uma sugestão, e aí você volta, olha que ideia boa, mas e se for assim e assado? So é uma conversa, é uma troca com como se a gente estivesse conversando aqui um amigo de mercado de anos e você fala, cara, que legal essa ideia que você me deu.
SPEAKER_02E é uma coisa que a gente pede há anos, né? Queria ter mais dois mil aqui pra poder dar conta de tudo. E hoje, quem sabe trabalhar? Tem. Se você treinar direito, pra quem não está acostumado, você treinar a sua inteligência artificial, você tem um você ali, não na mesma versão, com as mesmas qualidades, mas que te ajuda no dia a dia, né? Então, o segredo é capacitar a sua própria IA de acordo com o que você quer. Eu acho que isso é quase mágica, né?
SPEAKER_01É capacitar a sua IA para que ela deixe você capacitado para que você possa dar andamento às negociações, para que você possa dar andamento a um painel que você vai participar no LACT ou para uma outra reunião estratégica tua, seja aqui no Brasil ou fora dele. A IA tem que estar ali, ó, 24 horas até o favor.
SPEAKER_02Isso aí. Joyce, foi um prazer conversar com você. Foi uma aula, você é uma referência na nossa indústria, no nosso mercado. Obrigado por estar aqui compartilhando com a gente. Espero que você volte em breve com outros assuntos, você tem um monte, mas foi muito bacana trazer um pouco da realidade da inteligência artificial para o mercado corporativo.
SPEAKER_01Eu é que agradeço, foi uma honra estar aqui com vocês, acho que é um tema super relevante. A gente ainda tocou em outro tema que pra mim é super sensível, que é o papel do Travel Manager. Então, é um apelo que eu faço aos meus colegas aí de trabalho. Vamos nos valorizar, vamos nos capacitar, vamos usar a IA ao nosso favor e vamos mostrar a relevância dessa profissão. Não vamos deixar essa profissão morrer. Vamos juntos.
SPEAKER_02Isso aí, tem espaço para todo mundo e a inteligência ajuda a gente a ganhar tempo.
SPEAKER_01É isso, otimização de tempo. Mas, assim, infinitamente muito obrigada. É uma honra estar aqui, foi muito produtivo.
SPEAKER_02A gente que agradece, Joyce. Obrigado.
SPEAKER_01Obrigada.
SPEAKER_02Bom, continuando aqui, se a tecnologia muda o papel do gestor, os dados são o combustível dessa transformação. Para esse bloco, eu recebo Paterson Prado, vice-presidente comercial e estratégia non-fly, formado em turismo e hotelaria, o executivo do MBA em Gestão Comercial pela Live University e MBA em Tecnologia na POC do Rio Grande do Sul, além do Seminário Internacional de Inovação e Transformação Digital na Barry University, nos Estados Unidos. Patterson já acumula mais de 26 anos de atuação no setor de turismo and viagens. Pet, it's an honor to be here, além de tudo, meu amigo.
SPEAKER_00Grande posse. É isso aí. Enfim, então espero contribuir aqui. Olha, Possato, eu sabia, você comentou aí um pouquinho mais de 20 anos na indústria, né? Ando foi a transformação dessa indústria, né? And I constatando this moment is that a indústria está in a transição para o digital. And the Prop OnFly oferece, as Trevotechs of the transient passes totally de uma traveltech. And for a go back bem, talvez a indústria de viagem was one of digitalized. Antes do ano 2000, já tinham plataformas para o B2C. E você avança com várias plataformas como o Booking.com, por exemplo, Decolar, todos esses caras já são, sei lá, mais de 20 anos, já na estrada. Só que o B2B era um cara que tava ficando um pouco pra trás. E a gente sabe que tem a fricção do B2B porque uma pessoa consome, mas é a outra que paga. Então, né? A pessoa física ela consome, mas quem paga é a jurídica. And I think passa muchas transformações technológicas inústria de viagens corporativas, principalmente a partir da digitalização for B2B. In 2015, principalmente integrando viagens andesas. Because OBTs que faziam viagens, enfim. But essa conexão da infraestrutura de toda a jornada, ela começa a acontecer a partir de 2015 com o surgimento das Travel Techs, integrando o que a gente chama de jornada AWAN. Então acho que quando você começa a trazer essa digitalização, se você olha, clica, toma a decisão. Se você olha, clica, faz a gestão. Você realmente traz a tecnologia como protagonista pra te ajudar. Então acho que essa transição, inclusive, que a gente vive hoje, passa muito por toda essa jornada da digitalização. And the maior desafio que eu vejo hoje é principalmente que pro gestor de viagem, muitos que estão aqui, inclusive rodando pelo event, não pode olhar isso como um risco. Tem que olhar como o que é. Olhar como opportunity.
SPEAKER_02Você tocou num ponto interessante que cai por terra, uma frase que eu escuto muito. O turismo é um mercado antiquado. Se a gente fala aqui de 15 a 20 anos atrás já começou a digitalização, não é uma verdade isso.
SPEAKER_00É uma mentira.
SPEAKER_02É uma mentira. Uma empresa, um segmento que 20 anos atrás começou a se digitalizar, ele está na frente, né?
SPEAKER_00Não, você vê a chegada do bilhete eletrônico, a própria distribuição, como era, né? Você vê, mesmo com aqueles computadores antigos, com o PAC, quando o cara tinha que ligar o sistema lá, o GDS, né? Que você tinha que fazer as reservas, ali você já tinha um Direct Connection, você já fazia ali, vamos dizer assim, mesmo através de um consultor, mas você já tinha tecnologia embarcada. Então eu vejo uma evolução, só que a virada de chave é como você realmente entrega isso de uma forma, vamos dizer assim, simples na mão de um cliente. Seja ele qual persona seja. Isso aí. Pra tomada de decisão.
SPEAKER_02Então não vamos parar, pessoal, de falar aqui do Ismail Antigo, que não é não, viu? E aí, com tanta tecnologia, a gente gera muito dado. E hoje em dia a exigência do viajante mudou do que era no passado. Como é que os dados hoje conectam a experiência do viajante olhando para um viagem e resultado financeiro? Como é que a gente equilibra isso? O que ele quer como experiência, mas ao mesmo tempo tendo resultado financeiro?
SPEAKER_00Aí, assim, às vezes as pessoas confundem meio que experiência com conforto.
SPEAKER_02A voz de acento conforto é a experiência.
SPEAKER_00É a experiência. Você pode voar no acento normal e ter uma boa experiência. Muito.
SPEAKER_02Você pode voar numa primeira classe e ter uma péssima experiência.
SPEAKER_00Pela péssima experiência. Então eu acho que passa muito pelo alinhamento de expectativas, sabe, Posse? Porque às vezes a empresa coloca uma política pra você. For example, a gente tem hoje 15 dias pra pedir viagem, né? 15 dias. Senão, umas pessoas lá podem reclamar ou clicar no botão lá que não aprova. Andar assim, né? A gente tem que dar um exemplo. E aí? Então, o que eu vejo, cara? Se você tem esse alinhamento de expectativa, o cumprimento dessa política principalmente passa pela questão da experiência. Porque a empresa é responsável pela experiência. Claro. Então, se a empresa fala assim às vezes, ah, o cara tem 80 reais pra almoçar em São Paulo. De alimentação em São Paulo.
SPEAKER_02Almoçar e jantar, né?
SPEAKER_00Almoçar e jantar esse cara. Não vai comer. Nem no McDonald's.
SPEAKER_02E aí você começa a gerar subterfúgios pra quebrar a política dessa exceção.
SPEAKER_00Exato. Essas fricções que geram as fraquezas, né? Então acho que esse equilíbrio, e aí a gente fala, né? Vamos lá, o Zopa, né? Chegamos em uma zona de negociação ali. O que é bom pra você e o que é bom pra mim, né? Quando a gente chega nessa zona ali, que é difícil de chegar, né? Todo mundo acha que no lado da negociação só um lado ganha. Eu não acredito. Eu acho que sempre tem um número do curso. Então a experiência passa, na minha visão, por você ter, primeiramente, isso, tô falando de viagem corporativa, tá, pessoal? Então, deixar bem claro aqui, né? Porque a gente for falar de experiencia do viajante, de uma maneira geral, no B2C, aí a gente pode ir pra uma outra linha. And principalmente de você tirar a flexão da jornada do cara, devolver tempo pra as pessoas. This mote que a gente fala da technologia devolver tempo, it's muito important because devolução de tempo gera produtivity. And produtividade gera redução de custos, gera, vamos dizer assim, a jornada simplificada and certeza, vamos dizer assim, melhora a experiência. Because if you feel a coisa óbvia, mas rápido, isso te gera uma boa experiência. O que acontece in viagens parece que é uma coisa assim do outro mundo. Eu não vou classificar como commodity, fazer uma Rio São Paulo, o nosso clássico ponte aérea. But às vezes o que eu vejo é que o cara fazendo uma ponte aérea, comprar uma ponte aérea in quatro horas, ter que falar com o consultor, volta, vai, fez quatro aprovações, vai pra NASA aprovar, realmente complica a experiência dele.
SPEAKER_02E a maioria disso passa na mão dos gestores de viagem, né? Quais habilidades hoje um gestor de viagem precisa ter para realmente ele ser um data driven? Ele está guiado, direcionado por esses dados. Quais habilidades que ele precisa ter hoje, que ele não precisaria ter 10 anos atrás, quando ele simplesmente, sim ou não, fazer uma política super rígida hoje mudou? Quais habilidades você entende que hoje para um gestor de viagem ser considerado um cara autorizado, moderno, data driver, ele precisa ter?
SPEAKER_00Cara, uma habilidade pra mim que seria uma coisa até que eu tento levar pra minha vida pessoal, eliminar os achismos e seguir pelos dados reais, né? Então, às vezes eu vejo gestores tentando, vamos dizer assim, embasar suas decisões, as suas colocações em achismo, ou sempre foi assim, né?
SPEAKER_02Não sabendo quem tá fazendo, né?
SPEAKER_00Exato. Enquanto, se você tem dado. Você imagina, por exemplo, a gente falou de experiência de viajante. A gente falou de fricção de aprovação. Você imagina um gestor num BI, mesmo a própria OnFly tem, ele conseguir enxergar que 99% das viagens são aprovadas. Apenas 1% é reaprovado. E ele olhar que em 99% dos casos que são aprovados está dentro da política. Aí é simples, é só fazer uma análise assim, racional. Se 99% estão dentro da política e são aprovadas, se estiver dentro da política, poderia ser auto-aprovado. Claro. E aí o que ele poderia fazer? Imagina pegar um percentual que perde por aprovação. Por falta de aprovação, perdão. E aí ele poderia chegar lá pro gestor dele e falar, cara, olha, nós tivemos aqui, esse mês, 150 viagens que elevaram o nosso preço aqui, enfim, nosso total cost aqui em 80 mil reais, porque o aprovador não entrou para aprovar. Só que 99% das nossas viagens, quando são aprovadas, está dentro da política. Não tem necessidade dessa aprovação. Entende? São um clássico, assim, bem simples. Bem practic. Então eu acho que realmente trazer os dados pra essa toma decision, eliminar os achisms and promover mudances. I asked no limit for different things, cara. Alright, and I asked.
SPEAKER_02And 2026 is an hour that come to transform for tecnologia, vai continuar, and the dados are importantes. Você acha que hoje a maioria das empresas ainda usam os dados para justificar suas decisions, or ainda já estão usando os dados para tomar decisions?
SPEAKER_00Infelizmente ainda é para justificar. Eu acho que quando você vê que não há mudança, porque o que seria, vamos dizer assim, natural, racional? Você ter um backlog de dados, vamos dizer assim, de informações que podem te gerar mudança no seu comportamento, uma mudança na sua maneira de comprar, uma mudança na sua política. Porque a gente vê que as empresas continuam lá com seus desvios, com seus problemas, mas não usam aquilo pra poder fazer as devidas alterações pra poder evitar aquilo.
SPEAKER_02Tratamento é causa e consequência, né? Não está causa, né?
SPEAKER_00Exato. Então é como se, né, eu tô um pouquinho rouco, né? Então aqui é fato, eu tô saindo de um resfriado. É como se eu ficasse aqui só tomando um antigripal e não fosse ver a causa. Vai ficar resfriado o restante. Vai ficar resfriado o resto da vida. E vai pior. As consequences vão piorando. Exato. Então parece meio básico, meio clichê, falar essas coisas, mas de fato é que a gente não sente the zone of comfort to really take evolution. And the evolution passes for mud peças.
SPEAKER_02I'm perguntar exatamente isso, Pet. Você tem 26 anos, você é uma referência no mercado de arte corporativa no Brazil algebra, talvez, but no mundo também. Como é que muda esse scenario? For once começa isso? É capacitação, é troca de pessoas? For once você acha que deveria ser um caminho que as empresas que estão nessa deveriam começar a trabalhar para mudar?
SPEAKER_00Vamos dizer, desafiando o status quo. Quando a gente fala de desafiar o status quo, é desafiar modelos de negócio. Então, você imagina, quando a gente fala que antes você não tinha solutions de T ⁇ E connectadas, criando essa infrastrutura, always você tem. And so it's a good idea, for example, as you have a gesture of despesas in another department? Sem olhar a área, olhar o processor, né? Sem olhar a área, olhando o processos, porque às vezes decisões simples de falar assim, caramba, o desvio de 5% em São Paulo, da média da tarifa, não vale a pena. Porque é só mandar o cara pra Guarulhos, o táxi é mais caro.
SPEAKER_02E fora que ele vai ficar três horas no trânsito, né?
SPEAKER_00Isso, só que a gestão do táxi tá lá em mobilidade, tá lá em expense, e o cara aqui de viagem tá olhando só pra viagem, tá ali louco, não, o cara tem que ir pra Guarulhos. E o outro tá aqui falando, poxa, por que esse cara foi pra Guarulhos? Então você tem que trazer essa conversa pra mesma mesa. Claro. Então, eu acredito muito que esse desafio de status quo passa nas organizações. Quando você tem que transformar gestores de viagens em gestores, de facto. A verdade é que a grande maioria sempre foi operacional. Foi saque de viajantes corporativos, fica ali resolvendo problemas.
SPEAKER_02Foi emissor, foi suporte, foi saque.
SPEAKER_00E gestor de viagem não é secretária. Não é secretária. Nada contra o secretário, é secretário, eu não tô falando sobre isso. Cada um tem seu espaço. Você falou que gestor de viagem não tem cada um suporte pra viajante. Sabe? Sim. Imagina que o seu RH, hoje, se você tivesse um problema com o seu plano de saúde, você liga lá pro RH do Onfly e fala: Ah, fulano, olha, eu tô com problema, me ajuda aí, ó. Não, a empresa já fez o papel. Resolveu, você tem lá um canal. Ou seja, o que acontece, eu acho que tem muito essa inversão de valores. Viagem se torna tão pessoal, se torna tão. A gente vai falar um pouco aqui, irmão, no outro painel aqui de a questão da experiência na emoção, né? Então traz isso tanto pra emoção do cara, é tão pessoal, tão personalizado e tão conflituoso quando você fala assim, será que o cara segue a política ou ele tenta dilubrear a política pra poder ir pra companhia aérea que ele gosta?
SPEAKER_02Quando, na verdade, deveria deixar aberto, né? E usar os dados pra justificar por que eu prefiro uma ao invés da outra. Exato. Você trabalha com orçamento.
SPEAKER_00Se você trabalha, por exemplo, com orçamento, você acaba com essa pessoa, você dá uma boa experiência pro cara, você vai fazer o cara se programar, falando, não importa do que você vai viajar, você pode de jegue. Mas você tem que gastar mil reais no trecho de São Paulo com fins.
SPEAKER_02Isso aí. Aí vai dele, você vai conseguir comprar antes, comprar na zona, na véspera e tudo mais. E acho que também passa por um ponto, não sei se você concorda, que é a mudança como os gestores de viagens são cobrados hoje, indicadores, né? A empresa meteu indicador no cara de redução de custo, tudo isso foi por água, né? Porque ele só vai olhar preço, né?
SPEAKER_00Exato. Ele só vai olhar preço também. E aí volta aquilo que a gente começou a tudo, começar o turno de novo.
SPEAKER_02E o papel da Travel Tech nesse processo? Qual a importância da gente ter esse conceito de Travel Tech nessa mudança do posicionamento, da forma de trabalhar? Qual que é a tua opinião pra isso? Dos modelos tradicionais para as travel tracks?
SPEAKER_00A Travel Tech hoje, pra mim, o maior desafio que ela tem hoje é posso que talvez algumas organizations achem assim, ah, isso é muito moderno pra me. Ah, tá bom. Vi toda a technologia, mas cadê o serviço? Lembrando que talvez com um suprimento da technologia, você não vai ter mais a necessidade de serviço AB ou ser que antes você tinha. I tô falando que não vai existir serviço. Existe, né? Claro. As Trabotecs têm.
SPEAKER_02Tem o serviço junto.
SPEAKER_00Tem serviço junto com a A. But a gente precisa transicionar isso junto com o cliente, você entende? É meio que uma mudança em ondas. Então às vezes eu acho que você saiu do lado A para o C, você precisa passar pro B. Pelo B, né? Então crear essas camadas e ajudar o cliente também, ali na cadeira de gestão, a reduzir a fricção dele, que é a fricção da mudança, que é a fricção top of the zone of comfort, que é desafiar o status quo, como a gente comentou aqui. So I think it passa muito por isso. Claro.
SPEAKER_02Pra gente ir pro caminho final e encerrar aqui, a tecnologia vai eliminar cargos ou ela vai ser um degrau que faltava pra quem sabe usar? Porque muitos medos dos gestores de viagem hoje, a IA vai acabar com o meu emprego, a tecnologia vai ser desempregado. Minha opinião é não, a tua acho que não também. Mas como é que você enxerga, como é que tá essa percepção dos gestores de viagem hoje em relação à tecnologia? É uma ameaça pra eles, eles ainda enxergam como uma ameaça, ou eles acham que é um degrau que pode subir eles pra outro patamar?
SPEAKER_00Depende muito do mindset. Se você tem um mindset de crescimento, né? Eu acho que você enxerga uma oportunidade, como um degrau, como você encarar, por exemplo, como um case de transformação. E aquilo que a gente fala, né? Os resultados escrevem por si só e você vai escrevendo a sua história ao longo da carreira, nas empresas, que as pessoas vão lembrar, né? Falar assim, ah, pô, amor, lembra daquele gestor lá, João? Aquele cara ali. Aquele cara que trouxe aquela travotec, que trouxe aquela empresa que transformou toda a nossa jornada digital aqui. Cara, como era difícil. Então eu acho que o cara prefere continuar acompanhando a Novalgina na. Eu acho que é esfriado. Exato. Então você fica dando ali alguns remédios no dia a dia, mitigando algumas coisas, mas não resolve. A gente viu isso em mobilidade, for example. Todo mundo achava que o Uber ia acabar com o táxi. E o taxista hoje tem muito mais produtividade, por exemplo, com o Uber 99, com todas essas plataformas. Com certeza. Antes o cara, ele precisava, a demanda dele estava no cara dando sinal na rua. Quanto que esse cara gastava de combustível rodando?
SPEAKER_02Sem saber pra onde ia, né?
SPEAKER_00Quanto que ele não tinha de. Quanto que ele tinha de ineficiência? E hoje, simplesmente, ele pode ficar parado numa região, limitar a região que ele quer trabalhar.
SPEAKER_02Trabalhando numa corrida, já vem a prova.
SPEAKER_00Exato, não perde nem tempo. Exato. Então, assim, isso pra mim é que eu falo, a gente precisa, às vezes, exorcizar alguns demônios aí que as pessoas pensam, abraçar o novo. Até porque você gera fator de mudança, né? Gera fator de mudança é o seguinte, se a indústria tá em transformação, tá em digitalização, vai mover e vai criar tendências e todo mundo vai pra esse caminho.
SPEAKER_02E pode ser o projeto de carreira do próprio gestor de viagem e fazer essa transformação.
SPEAKER_00Totalmente, totalmente. Eu acho que essa é a diferença. De você ser apenas um número, você ser protagonista. E eu acho que o gestor pode ser muito protagonista, porque viagem toca em todas as esferas da empresa. O CEO viaja, o estagiário, dependendo da empresa, viaja, tem o viajante de campo, tem o viajante internacional, enfim. Então, hoje é uma área que tem uma expressão, que tem um protagonismo muito grande dentro de uma empresa, e tem que aproveitar esse protagonismo. Isso foi a onda, né?
SPEAKER_02Bet, uma honra ter você aqui, obrigado pela presença, pela vida. Obrigado, eu. Todo que você trouxe conhecimento pra gente, volte sempre. Obrigado. Tamo junto no dia a dia, vamos gravar de novo aí.
SPEAKER_00Obrigado, OnFly, obrigado você. Posso pôr top demais aqui, bater esse papo. Obrigado ao time do marketing, que me convidou. Então, assim, é um prazer estar aqui e fazer parte dessa jornada e principalmente ajudar a indústria a transicionar, né? Isso a gente quer fazer.
SPEAKER_02Peterson Prado, meu amigo Pat, vice-presidente da OnFly, é isso aí, obrigado, Pat. Valeu, um abração. Essa é a segunda temporada do Thecola Talks. Se você gostou, então curta e compartilha. Não deixe de conferir os outros episódios disponíveis. Conheça também outras iniciativas da OnFly para impulsionar sua carreira em gestão de viagens e despesas corporativas, como a gente comentou aqui. Como a comunidade Onfly Decola, um espaço seguro para compartilhar experiências com profissionais de todo o Brasil, além da oportunidade para membros, como sorteios, eventos exclusivos e muito mais. Já no Thecola Cursos, você aprende as melhores práticas de mercado com conteúdos dinâmicos que vão abastecer e alavancar seu conhecimento. Tem até diploma, aproveita aí! O link para acessar tudo isso está na descrição desse episódio, aproveite que também é gratuito. E se você quer dar um passo além da sua carreira, leve um fly para sua empresa e seja conhecido por todos como a pessoa que mudou as viagens e despesas corporativas, devolvendo tempo para os colaboradores e levando mais segurança, compliance e economia para os negócios. Agende uma conversa com os nossos especialistas, o link também está aqui disponível nesse episódio. A gente fica por aqui e até o próximo episódio da Cola Fox. Valeu!