Sempre aqui.

episódio 7

João Rui

Use Left/Right to seek, Home/End to jump to start or end. Hold shift to jump forward or backward.

0:00 | 32:39

meus purouuuus, como estão?

neste episódio, com uma voz semi-recuperada, falamos de calafrios no verão, de pessoas com tatuagens, de passadeiras rolantes mágicas e de fofoqueiros que se escondem atrás de um estendal enquanto pessoas gritam umas com as outras na rua.

demos o ganda abraço e a recomendação da semana. 

beijoca! (duvido que queiram com esta voz mas ok)

SPEAKER_03

Meu espuros a mãe, olhem para ele, coitadinho, ainda continua, coitadinho, olhando Malta Que saudades! Parecia que não falava para vocês. Meus espuros, como é que vocês estão? Ainda estou completamente debilitado. Não sei se para ver por esta vozinha. Malta e melhorou bastante. Vocês não estão a ver como é que eu estava no domingo. Eu no domingo acordei acordei, tentei falar e foi tipo.

SPEAKER_00

Foi silêncio, não falava, não tinha voz. Olha para isto, eu pareço, sei o que é, meu. Olha para esta voz.

SPEAKER_03

Eu pareço o efeito do TikTok, do malandro. Parece, não foi bem feito, mas parece. Olhem para esta voz. Malta, será que isto é o universo contra o podcast do tipo, epá, é melhor eu tirar-te o piu, é melhor estás a falar muito. É melhor tirar-te a voz. Será? Ou será que ele me conseguiu trazer a voz a tempo de gravar o podcast? Olha aí, olha aí, é uma questão de perspectiva. Como é que vocês estão? Tinha uma saudade de vossas, porque semana passada falei, foi tipo, foi 15 minutinhos, isso foi tipo a compensação do Sporting. É tipo um prolongamento. Se é tipo um prolongamento, nem vamos falar sobre isso. Mas pronto, é tipo um prolongamento, foi tipo 15 minutinhos. É tipo 15 minutinhos, não é? Não foi muito, não foi pouco. Pronto, ok. Desculpamos o rapaz que ele teve ali dois episódios a falar 50 minutos sozinho.

SPEAKER_00

Mas agora voltamos para falar mais 50 minutos. É malta, esta voz eu não sei.

SPEAKER_03

Eu vou tentar, não é? Esta coisa das personagens e de fazer vozinhas e tudo mais, mas é assim, vai-me falar. Vocês compreendam sem mais demoras aí, produção bem de qualidade que neste momento é uma parede e uma gente sempre aqui. Mas putos, tinhas mesmo? Olha que tiro-lhe a vós, tiro-lhe a linguagem também, não sabe falar. Tinha mesmo saudades de vossas, pá. Tinha mesmo saudades de falar, porque a semana passada falei pouquinho, falei pouquinho. Esta estou aqui, mas eu vou-vos mostrar um áudio de como é que estava a minha voz no domingo. Ouíssam bem, não tenho horário.

SPEAKER_01

Malta, que horror, que horror. Eu parecia o voto morta falar a falar.

SPEAKER_03

E ainda estou. Na verdade, ainda está aqui. Mas é que estava mesmo horrível. Ainda por cima, no domingo, também tive um almoço. E estava a malar para toda a gente, e depois às vezes falhava-me a voz. Eu até houve um, ou seja, acho que foi sábado. Sábado de manhã, eu estava assim meio roco. Tive que ir lavar o carro porque choveu imenso. Bem, agora dei aqui um. Cortámos esta parte. Fico sabendo que o indivíduo doceu e doceu bastante alto. Muito obrigado pela compreensão e um bom resto do episódio. Que horror. Sabem o filme O Venom? Yeah. Eu sinto que tenho o Venom dentro de mim. Ele está a sair aos bocadinhos. Não sai bem preto, ele sai bem verde. Nem é bem verde, é cinzento. Agora pensem. A imagem visual mental com que vocês. A imagem visual. Ok, voltando ao assunto. No sábado fui lavar o carro porque choveu imenso. E estava a lavar o carro e estava um velhinho atrás de mim e eu estava a lavá-lo. E sou cuidadoso, portanto deixei o meu carrinho a brilhar. E ele virou-se para mim e disse-me: Ah, muito bem, muito bem. Você deixou uma lavagem impecável, não é? Como quem diz, putz, sai daqui que eu quero lavar o meu carro. Mas ele disse que o carrinho estava bem limpo. E eu vou para falar com ele, tipo, Ah, sim, sim, mas tipo, falhou uma voz ali de uma forma que eu atingi notas Ariana Grande Level, mas eu nem sabia que dava fogo. Por acaso das piores sensações é mesmo uma pessoa estar doente no verão e com calor, porque uma pessoa começa a sentir calafrios, porque tem frio porque está doente, mas está um calor do que uma pessoa vira tipo morto vivo. Eu fico mesmo morto vivo, e não por cima, eu sou uma pessoa que tem a temperatura corporal, ui, tem a temperatura corporal, não sei muito quente, vai aqui, 44 graus eu estou sempre a ferver, sempre, a sério, se algum dia me conseguirem meter a mão na testa, que vai ser um bocado difícil, porque como assim alguém veio para meter a mão na testa e eu vou deixar, tudo bem. Mas a sério, a minha temperatura corporal é mesmo, mesmo, mesmo, mesmo quente. Mesmo, eu pai com 37 gramas, eu pai com 37 graus, estou acamado no hospital, estou mesmo cansado, estou tipo, estou para desmaiar, está mãe, é homem e não sei o quê. É então, e então, mas não pode. Fico mesmo, fico mesmo mal. E depois começo a tentar, isto é malefico, mas começo a tentar passar a doença para alguém na rua. Por exemplo, se alguém me passar, eu faço assim. Parece que é para tipo, não, não faço isto, estou a brincar, é uma piada, é uma piada, não faço isto, isto é mesmo rudo, isto não se faz. Mas é mesmo horrível estar cansado, estar doente quando está imenso calor, porque vai ele de moto, vai ele de moto, não podia ir de autocarro, quer ver? É mesmo difícil estar doente com imenso calor, porque uma pessoa sente calafrios, é uma sensação horrível, parece que uma pessoa está infectada, e está, não é? No fundo tem um vírus, mas tipo, está inetada, depois começa a suar por todo o lado, depois parece mesmo que está a virar zombie. Parece mesmo que não recomendo. É mesmo uma sensação que depois, neste caso, perder a voz, é tipo, eu tenho coisas para fazer. Eu tenho coisas para eu quero falar, eu quero interagir. Também é bom, putz, não podes ter opinião também sobre tudo. Se calhar tens de estar um bocadinho calado. Mas é pá, tipo, deixem-me fazer coisas, tenho coisas para fazer. Agora estou doente quase aqui no verão. Não, tenho coisas para fazer. E para adicionar aqui a esta infecção virus, infection, também ultimamente ando com os espasmos na mão. Ando tenso. Não sei se isto também vos acontece, quase de certeza que sim, porque vivemos nesta sociedade super stressada e super tensa e depois o stress tem que sair por algum lado. é bem, onde é que isto pode ir? Onde é que é? Porquê eu ponho-nos sempre neste? Eu vou avançar. Bem, a mim sai-me pela mão, e não é a bater em alguém, é-me sozinho. Por exemplo, dou por mim, estou a comer, ou estou no sofá, ou estou a ver um filme, ou estou a cair do céu, e tenho um espasmo na mão. Tenho um espasmo na mão e dou sempre por mim, estou sempre tenso, estou sempre com o punho fechado. Está bem. Parece-te. Estou sempre tenso, parece que estou sempre. O que é que se passa? Estou bem? Isto é a querer mandar-me o corpo para a bate, ou quê? Pá, tipo, ultimamente não sei, pois também acontece muito, às vezes, estou a dormir, estou por mim, estou a fazer boa da força nos dentes. Estou a dormir ao feu! Estou a dormir com os gente! Mas estou com medo do quê? Estou à espera do que? Estou a dormir e vai-me aparecer aqui a briga ali da rua que me veio nu. Não! O que é que vai acontecer? Não, não estou em chave, acho eu. Não sei. Foi umas semanas um bocadinho intensas. Tiraram-me a voz, deixaram-me doente com calafrios, com suores, depois metem-me aqui com o punho fechado. Malta, se vocês também estão a sofrer disto, muita força para nós. Ainda por cima com um calor aqui à chapa do sol. É difícil. Esta semana também reparei que eu sou um fofoqueiro. I don't sabia what era. Se eu estiver numa mesa a fofocar com pessoas, eu vou ser as pessoas que menos vai falar. Porque eu começo-me a pôr no lugar as outras pessoas, as pessoas que estão a ser fofo. Isto é verdade, isto é verdade. But I sou um fofoqueiro do pior. Se eu estiver numa mesa a fofoca, eu fico, ah, coitadinho. Se calhar ele, se calhar ele até precisava de trair a namorada, estás a ver? Eu até compreendo as pessoas quando elas fazem ações horríveis. Claro que depende da ação horrível também, não é? Eu nunca fofoco, tenho sempre assim um bocado de medo de fofocar, mas eu reparei que sou um fofoqueirão. Porquê? Eu a semana passada, a semana que passou, eu estava na salinha muito bem, e ouço, e como vos disse, vivo aqui numa rua principal, ouço um bate-boca entre um homem e uma mulher. Ouço assim um grito, não é? Pá, mas estás-me a calar! Assim uma coisa. E eu, opa! O que é que se passa? Fui logo, levantei-me logo da cadeira, estava a trabalhar, trabalho passa para o segundo plano, como é óbvio. Levantei-me, fui à janela, fui à janela e mete-me a espreitar.

SPEAKER_00

O que é que se a ver? E os gás dá. Mas estás a ver o branquinho! E eu ali a ver a ver tudo.

SPEAKER_03

A ver tudo atrás do. Atrás do stendal. O meu stendal é vertical, o que é ótimo, porque assim cobre-me, ainda por cima eu meto a toalha, fica assim meio fantasma, pendurada, fico assim atrás da toalha, a ver o que é que se está a passar na rua.

SPEAKER_01

E de repente está um homem a gritar com a senhora e estão ali naquilo.

SPEAKER_03

No fundo foi uma confusão qualquer rodoviária, não tem muito interesse. Mas vem-me gritar aqui para a janela. Whatever. Não tem muito interesse, foi uma confusão rodoviária. Mas eu estou a olhar e de repente o senhor olha para mim e eu, opa! Pumba, pus-me atrás do estelal, agachei-me atrás da tua linha, estava a estender a roupa, não estava a fazer nada. Ele olhou para mim com um ar de caída subir ali ao submar. Pois estava, reparei que sofoqueiro, reparei também que sofoqueiro, porque não sei se estão a par do conceito de finsta, portanto, terem um Instagram secundário, creio que sim, ter que explicar isto, mas pronto, senão tudo bem, não tem mal. Portanto, fui ao meu Instagram secundário, não ia imenso tempo, e dou por mim e vejo um amigo meu que tinha uma foto com uma nova namorada e eu, olha, o que é que é feito da antiga? Pumba, vou ao perfil, começo ali a pesquisar e dou por mim e começo a perceber, malta, se eu fofoqueiro, se eu fofoqueiro e a fofoca faz bem, a fofoca se calhar até faz bem. Não sei, olha, se calhar até vos digo, eu estar a partilhar isto e estar aqui a dizer isto é um ato de coragem. E eu se calhar até estou assim porque estive doente e estou alterado, está bem? Estou em estado alterado, portanto sabem. Agora, claro, se quiserem for focar também alguma coisa comigo, sabem, digam-me, porque eu tenho vindo a perguntar alguns episódios, como é que vocês estão, se estão bem, o que é que vocês pensam, o que é que vocês dão? Ninguém diz nada. Olha, estive doente, vejam se alguém me perguntou se eu precisava de um Benuron, ou de um brufeno, ou de um Ilovico. Ninguém. Ou de um copinho de água, não é? Ninguém.

unknown

Não dizem nada.

SPEAKER_03

Vamos manter assim. A semana passada também reparei que alguns dos meus colegas de trabalho têm tatuagens. E não sei porquê. Acontece-me uma coisa, quando eu reparo que alguém tem uma tatuagem e eu ainda não tinha visto, eu começo a ver essa pessoa de forma diferente. Essa pessoa para mim torna-se mais adulta, tem mais profundidade emocional do que aquilo que eu achava que ela tinha. Ela ou ele, no caso, a pessoa. Eu acho que achava que a pessoa se calhar não tinha tanta profundidade emocional, and depois vamos ver que tem uma tatuagem. E se tem uma tatuagem, tatuou aquilo por algum motivo, não é? Aliás, nem queria tanto associar a isso a tatuagens terem um significado. Não, simplesmente vejo que a pessoa tem uma tatuagem e fico, ok, esta pessoa tem profundidade emocional. Agora também não é por terem tatuagens in todo o corpo que esta pessoa é mesmo profunda. No. É tipo, eu tinha visto a pessoa sem tatuagens, ando, como eu vejo ali uma tatuagem, fico tipo, peraí, esta pessoa passou pelo processo de pôr tinta no corpo, que é corajoso. Cocoy, ok, tipo, coco, eu disse coco, cocoi, cocoi. É um processo que hoje em dia para retroceder, para voltar, para voltar a ter pele sem tatuagem, para voltar atrás, para fazer Ctrl Z ou Command Z, depende daquilo que vocês apoiarem, ou tiverem, ou não é apoiarem, é tiverem ou comprarem, you know what I'm saying. Mas este riso está a me a irritar. Este riso do. É o riso que me está a irritar. Desculpem, desculpem, malta, sério. É mesmo portado, não levem a mão, está bem? Pronto. Tudo bem que agora processos para voltar a ter a pele sem tatuagem, mas não sei de alguma forma aquela tatuagem vai ficar para sempre com a pessoa. Foi alguma coisa, alguma coisa marcou a pessoa o suficiente para ela. Não, eu vou tatuar. Ou às vezes não, não é? Às vezes é tipo: Olha, eu gostei deste filme, vou tatuar aqui a capa do filme e metem. Mas não sei, não sei. Depende da pessoa. Se for uma pessoa que, tipo, por exemplo, isto é boeda julgador da minha parte, mas vou avançar. Se for uma pessoa que está, por exemplo, com calções de cargo, bonet and t-shirt, para mim está ok. Tipo, ter tatuagens não me vai fazer diferença. Agora, imaginem, tem uma pessoa que está de camisa azul, de calças azuis, sapato nem sequer tem marca, é daqueles daquelas marcas. E de repente vocês percebem que ele tem um leão nas costas, vocês não ficam tipo, peraí, esta pessoa é diferente do que aquilo que eu achava que ela era. Não tem esta cena, vocês não ficam tipo. Eu até acho que a pessoa é mais adulta. Ficam tipo, esta pessoa tem aqui alguma profundidade que eu não estava a contar. Porque a camisa ou a forma de falar ou alguma coisa me estava a tapar isso. E agora que vejo a tatuagem fico tipo, pá, esta pessoa é um ser humano. Digo isto porquê? Porque ultimamente, com o calor, algumas das pessoas vão levando calções, vão levando t-shirts. E eu vou vendo uma tatuagem ali no antebraço, ou vendo uma tatuagem, ali no cotovelo, vou vendo uma tatuagem na axila. Espero não ver na testa, porque senão hurrivel! É sério, isso não me aparecem com uma tagagem. Não, estou a brincar, façam o que quiserem, malta. A gente não vai condenar. um bocadinho. Mas por exemplo, na coxa também parece uma pessoa com uma tatuagem na coxa e uma pessoa vai vendo ali the real ones. Quem é que é aquela verdadeira pessoa? Mas eu associo a. Ok, esta pessoa é adulta, para mim torna-se mais adulta. Não sei porquê. Se calhar é uma sensação que eu tenho. Se calhar estou a ficar mesmo doente.

SPEAKER_01

Olha assim.

SPEAKER_03

Uma coisa que também reparei semana passada é que as passadeiras do metro são brutais. É uma sensação brutal. Aquela passadeira, por exemplo, quando vocês chegam ao Cais do Sudré, não sei se existe noutras paragens, tenho quase certeza que sim, mas aquelas passadeiras rolantes não são as escadas rolantes, são as passadeiras que vocês andam e andam mais rápido. Esta cena, isto é grande invenção, isto é bué fixe porque realmente vocês estão a ganhar tempo. Vocês estão tipo e está no aeroporto, de repente estão tipo, malta as passadeiras, uma coisa que foi inventada antes. Vocês estão a. Ou para a zero. Está a zero aquele brincadeira.

unknown

Quando é que deve brincar?

SPEAKER_03

Não, mas é que é mesmo giro. Uma pessoa vai andar e sai e vai com uma velocidade. É uma pena estarem quase sempre paradas, ou estragadas, ou desligadas, porque uma pessoa anda naquilo e sai de com uma velocidade. Às vezes até tem que, epa, peraí, espera que eu vinha a mil e ganha um tempo. Ganham tempo, porque se vocês forem andar normal, vão mais lento do. Não sei se isto é uma grande descoberta para vocês, para mim é. Para mim é uma grande descoberta e acho lindíssimas aquelas passadeiras e acho que devíamos ativar. Devia ser giro, tira aquilo no chão todo. Devia ser giro. pessoas a cair, a saírem de lados para lado. Que tadinhas. Mas é que uma pessoa, quando anda naquilo, ao sair, eu tenho sempre medo de cair. Porque eu venho com uma mochila e com uma lancheira e de repente o ritmo, a velocidade, altera. E altera drasticamente. Eu tenho que ter tipo. Olha, vou cair e partir os dentes, vou bater com a cabeça no chão. Não quero. O que é que é aquilo? É mesmo uma velocidade enorme. E até é May fashion. É May Fashion e que os fones a ouvir a vossa música estão tipo Born to the runway e andar. Por uns instantes vocês sentem que são tipo modelos. Essas passadeiras, eu acho que devíamos mesmo investir nessas passadeiras para o bem da sociedade, para toda a gente se sentir um bocadinho modelo durante uns instantes. Acho que vamos finalmente voltar à normalidade e vamos então para o grande abraço desta semana. Olha, sabes que mais? Gande abraço. Esta semana que passou, houve um acontecimento que eu achei muito hilariante e ao mesmo tempo achei um bocadinho assustador, porque imaginem o que é que é passar por aquilo. O grande abraço desta semana vai para o defesa do Arsenal Inkapé. Malta, o Inkapé, caso vocês não tenham visto, ficou com o cu de fora, basicamente. Ficou com o rabito ao Léo. Acontece, então não acontece com qualquer um, fica com o rabito, olha, ficou com o rabito ao léu. Ficou com o rabito. Malta, o gajo ia correr. Ia a correr a disputar uma bola. Caiu. De repente, o jogador que ia disputar com ela o lance pisa-lhe os calções, fica com o rabito de fora e vai ainda a deslizar ali com o pirililili. Vai ali a deslizar naquela relva fresquinha. E uns 3 segundos. Um, dois, três. Malta, ficou com o rabito de fora perante não sei quantas mil pessoas. E o que é que ele fez? Chorou? Não, virou-se. Ele virou-se! Virou-se ao contrário e puxou o calação para cima e depois começou-se a rir. Quer dizer, ele é colombiano, não é? Ou do Equador, portanto ele rir. Malta, ficou com o rabito de fora. E isso é difícil, ficar com o rabinho de fora. Mas eu até vos digo que enquanto homem, eu gostei do rabinho. Belo rabinho. É um rabinho parcia duro. Não, não. Ah, é panina, é. Quer dizer, vocês olham para um armário e pensam, tipo, ah, este armário é mito. Vou-lhe dar um beijão. Não, vocês estão a dizer que o armário é mito, vocês estão a contemplar, não podem contemplar. Ah! Ah! Ah! Pensei, pensei! Pensei, não estou a ouvir nada, estou a dizer alguma coisa, não. Achei um belo rabinho, achei um belo rabinho. E o grande abraço desta semana vai para ele, vai para ele porque é difícil ficar com o rabito ao leo perante estamos a falar o quê? 60 mil pessoas, 50 mil pessoas. Ai, eu tenho medo de disposição. Então toma um rabinho à frente de 60 mil pessoas. Ainda deslizou de barriga para baixo, ali assim uns 3 segundinhos na relva. E virou-se ao contrário. E levantou-se e sorriu e foi campeão para compensar. Agora olha, grande abraço. Portanto, o grande abraço desta semana vai para ele. E vamos então, voltando à normalidade. Esta voz, não sei se permite. Mas voltando à normalidade, vamos então às recomendações desta semana. Estamos perante uma recomendação. Para recomendação desta semana, eu trago uma, duas, três, quatro coisas. Se calhar vamos começar de forma mais fútil, entre aspas, e depois aprofundamos, ok? Ou como é que preferem? Mais fútil? Mais não sei o que aí? De repente parecia a Dora à Exploradora. Onde é que está a árvore? Onde? Não vamos fazer isto que isto é irritante. Bem, para recomendações desta semana, temos aqui três produtos muito bons. O primeiro é tortitas de arroz com chocolate branco. Malta, poucas calorias e chocolate branco. Não muito mais a dizer. E nesta cena do chocolate branco, ah, não gosto de chocolate branco. Tens de chocolate, tamanho de leite, e também tem poucas calorias, tem que ser de marca branca, ok? Não pode ser daquelas marcas todas Rice and Ready, ok? Tem que ser mesmo tortita da baratita, ok? Pronto, nesta linha de raciocínio do chocolate branco, temos também uma barrita de proteína com mel e chocolate branco. Malta. E tem 66 calorias. Mas eu estou a comer chocolate branco e estou a comer, ok? Que eu também estou a comer olho de camelo esmagado, está bem? Com mel, mas é assim. Não importa. Estou a brincar. Estou a brincar. É uma barrita que é super boa. É de Nestlé Nerdle. Mas é da Nestlé. Eu não sei se ele pode ser. Olha, eu não sei. É uma barrita da Nestlé, proteica é super boa. Recomendo mesmo. Temos também outra recomendação mais profunda, não é uma coisa tão plástica que é comer queijo fresco com pão e pimenta preta. Malta! Eu lembro-me, eu agora aqui a ver a minha notita, eu lembro-me perfeitamente da semana passada ter mandado trinca no pão com queijo fresco e pimenta preta que eu preparei. Epá, é uma sensação brutal. É que a sério, comer queijo fresco com pão e pimenta preta é das melhores sensações que uma pessoa pode sentir na vida. Na vida! Ah, não gosto de queijo fresco, passas a gostar, estás a perceber? Porque é bué da bom. É bué bom. Recomendo. Recomendo. E a minha quarta recomendação, aprofundando a um nível, literalmente passando do 80 para o 8, ou do 8 para o 80, depende da vossa perspectiva. Eu recomendo amar. Quer dizer, estamos aqui em um podcast e ele está a fazer vozinhas assim, não tenho voz e de repente, pumba, amar.

SPEAKER_02

Vamos amar, malta. Eu recomendo amar amor.

SPEAKER_03

Porquê é que eu digo isto? Eu recomendo amar até citando aqui o ator Ethanoc, que numa entrevista que ele fez várias e que aparece em Reels e em TikToks numa entrevista, ele explica que amar é ótimo e quem ama nunca sai a perder, entre aspas, eu sei que isto parece uou, é glixé e não estás a ter em conta que amar quando se perde é mesmo lixado, tipo, estás partem de teu coração e depois tu quando ficas sozinho, é mesmo é mesmo mesmo tough e ah malta, eu sei que é mesmo mesmo tough, mas eu queria dizer isto porquê? Porque eu acho que para nós temos aqui um funcionamento enquanto sociedade não faz sentido nenhum, que é assim, se duas imaginem duas pessoas amam-se, ok? Duas pessoas amam-se, entregam-se diariamente, estão ali, toma cá, toma lá, uma beijoca, estão a ver? Opa, este riso está a me irritar, este riso está a me irritar, é que está a estragar, estás a estragar riso, para, ok? Para com isso, riso chato. Pronto. Duas pessoas estão ali no Tomba Tomba, do Tomba Timbi, ok? Duas pessoas estão ali, no troca-troca, e de repente um que trai, não é um que salta fora. Porquê é que nós gozamos com o outro gajo que foi tipo, ah, és o corno, porquê? Porquê é que isso acontece? Não faz sentido, aquela pessoa entregou-se, aquela pessoa teve a coragem, tal como quem faz uma tatuagem, teve a coragem de se entregar. E ainda estamos aqui, ah, foste corno, ah, foste. Epa! Não, aquela pessoa teve a coragem de se entregar e entregou-se e está tudo bem. Não quer, olha, tu é que perdes, percebes? Tipo, a pessoa é que perde. Malta, se vocês estão a ouvir isto, se vocês foram uma das pessoas que imaginem, amaram alguém e isso não correu bem, ou porque houve traição, ou porque houve não sei o quê, malta, a pessoa é que perde. Pá, deixa-me ir, deixa-o ir, deixa-o ir.

SPEAKER_01

E de repente estou tipo aquela amiga, sabe? Malta, deixa-me ir, deixa-me ir, deixa-me ir. Ele não merece. Ele não vos merece, malta.

SPEAKER_03

Não, a sério, ele ou ela, isto também vale para os meus tropas. Tropas aí, homem, que não tem coragem de. Porquê é que eu estou com este destaque também? Um bocado racista da minha parte. Porquê que é que nós homens que também nunca falamos sobre isto, mas é pá, se tu amaste-te, estás a ver, se tu amaste-a e ela não te amou-te, então te a mata, estás a ver, mata. Se tu amaste e ela não te amou, mata, estás a perceber? É assim que funciona, mata a gaja. É, ei, ei, querete, com a quantidade de casos que andam para aí, esfaquei-o porque estava a jogar a bola, também tem calma, tem calma, não mate a nada. Não, voltando aqui a aprofundar, vamos aprofundar. Quem ama sai, sai sempre a ganhar, porque tu amaste, tu entregaste, tu entregaste a uma pessoa e isso é de valor, é uma coisa que hoje em dia se está a perder dentro da nossa sociedade. Isso é triste, portanto, não sejas assim e ama. A minha recomendação é ama, ama, amas o. Amas o da Esquina, ama, amas o ser abrigo, olha porque não, do chão não passa, amas o. Estás a perceber? Ama, amas o empregado do Pingoço, vai amar. Amas o talhante, vai. É fresco. Estás a perceber? Vão amar. A sério. Isso é o que está a faltar. O Putin devia dar um beijinho aos Elinsky e acabava a ser aqui a brincadeira. É verdade, é verdade, é verdade. Não, esses são assuntos que acho que a mão me competem. Deve ser aqui aos podcasts vizinhos. Aos podcasts vizinhos. Podcasts? Podcasts. Dúvida eterna. Mas é essa a minha recomendação. Amar é sempre bom. E uma pessoa, se não for correspondida, malta. You got a great heart. Tu tens um grande coração para os que não percebem. Francês. Vocês têm está-se bem. Tu é que perdes? Está a ser? Está a ser.

SPEAKER_01

Malta, let's go. Estamos para cima da família toda.

SPEAKER_03

Pronto, terminamos então nesta nota positiva. A missa de hoje. E malta, esta semana é tudo também. Perdoem-me aí. Estou a recuperar, mas malta, estamos a voltar ao rinking normal, quase 50, não é? Olhem mais uma vez, obrigado a quem ouve sempre aqui. Malta, nós estamos sempre aqui, mesmo com a vozinha analasada, ou mesmo com vozinha de reco, reco, ou mesmo com este cadeira que está aqui a fazer barulho, porque é que estás a fazer barulho, cadeira. Nós estamos sempre aqui para vocês, para nós. Estamos aqui para nós. Nós estamos aqui para nós. Eu estou aqui para nós e vocês estão aqui para nós. Estamos a ver? Muito obrigado a quem houve. Um beijinho gigante e um abraço gigante. Muita força e até para a semana.