Sempre aqui.
Sempre aqui.
Sempre aqui.
episódio 11
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yooo meus puros,
como estão? calorzão, logo estão bem. só não destilem pa, cuidado
neste episódio falamos de um bebé chorão, gritos na rua, amizades, falar com chefes no trabalho, críticas ao Ronaldo e mais umas coisinhas.
demos o ganda abraço e a recomendação (que são duas) da semana.
obrigadão e beijo grande!
Sempre sempre aqui, como é que vocês estão? Bem-vindos aqui ao episódio 11 malta, episódio 11. Como é que este podcast já chegou ao episódio 11? Eu estou malta, eu estou orgulhoso da consistência que nós temos tido ao longo deste tempo. Sim, nós. Sim, nós equipa. Imaginem, é pleno domingo, ok?
SPEAKER_00Eu estou a gravar porque eu durante a semana não vou conseguir por motivos de que não podem ser divulgados aqui em Praça Pública.
SPEAKER_01Vou São João João no Porto e para não estar a dificultar-me a minha vida e aos meus colegas de tipo desculpem, vou só ali que ele fale um palavrinho que eu vou dizer. Para não ser assim toda uma cena, mas vou gravar hoje e vou-vos dizer uma coisa. Eu tentei ir ali para o carro para ver se melhoravam o som. Tentei gravar para dentro do carro para ver se melhoravam o som. Só que só prejudicou, não sei o que é que se passa com o carro. Quer dizer, os carros têm uma acústica incrível e de repente, quando é mesmo preciso, deixam de ter. E não sei se é só o meu, não percebo. E depois há outra coisa, que é os carros em Lisboa estão todos sujos. Não é? Tipo os carros em Lisboa ficam sujos com uma facilidade. Tipo, o meu carrinho está a chorar. Eu sinto que ele já tem lixo seco no teto, coitado, aquele parece lixa, já sabem. Coitadinho. Mas isso influencia o som? Não, não influencia, mas influencia a estética, a beleza, a energia. Nós estamos de. Enfim, outra coisa que foi, eu estava a gravar no carro, estava-me a sentir assustado. Estava-me a sentir assustado porque imaginem que aparecia lá algum sem abrigo. Aparecia lá aquele do berro. Eu estou lá a gravar, ah, eu achei isto muito engraçado durante esta semana e o gajo aparece lá. Que é mesmo assim que o gajo grita, eu ainda hoje ouvi um gajo aqui. Tem claramente problemas, mas é que aquele grito é um grito porra que uma pessoa arrepia-se e sente mesmo tipo, quem é que é que precisa de ajuda? Quem é que precisa de ajuda? O que é que aconteceu? Quem é que está aí em apuros? E depois percebes, ah não, é o gajo que manda um grito que é um grito depá, deitar cá para fora. Eu sinto que é mesmo, fico um bocado fico com pena. Quer dizer, não sei se é pena que eu sinto, é uma espécie de compreensão. É tipo, porra, eu percebo-te, e há às vezes, mas claro que claramente a pessoa tem um problema, mas é assim, até que ponto é que ele tem um problema se este grito é tipo, eu consigo compreender, se calhar eu não me tenho neste problema. Não, mas é pá, há sempre coisa que ele grito é assusta-me. Eu estou por acaso tenho uma história com sem abrir, que uma vez estava com um amigo meu no MEC. Vejam lá, vejam lá se isto é. O que é que é isto? Se isto é mal dizer da minha parte ou não. Estava com um amigo meu, estávamos para ir ao MEC. Ok? Estávamos para ir ao MEC e era de noite, era tipo uma, meia-noite, uma. E nós entramos no estacionamento, estamos lá no estacionamento, que já com o mequezinho para comer, e de repente estou ao pé de uns arbustos e dos arbustos sai um sem abrigo e bate-me à janela e eu estava virado para o meu amigo, não estava virado para a janela, o gajo bate-me à janela e pergunta-me se eu tenho dinheiro, se eu tenho dinheiro para lhe dar. Se eu tenho comida para lhe dar. E eu tipo, isto é comida, isto é comida é comida. O gajo não nega. Portanto, eu disse-lhe, olha, vai ali. Eu vou-te ali buscar comida ao Mac. Portanto, posso-te buscar na boa. E o gajo disse assim, ah, ok, boa, boa. E a boa, pá, estava para fazer marcha atrás e ir ao McDrive quando o gajo me diz assim: Ah, e não dá para entrar? Então. Quer dizer, eu estou-te aqui a oferecer um Big Mac. E tu queres. Ah, mas se vais oferecer, então significa que eu vou contigo. Não, putz, fica lixado. O que é que eu fiz assim ir? Mas aí! Ah não, agora vou-lhe dar o Big Mac. Está bem. É putz. Não me venham com essa cena de que é racismo da minha parte. Ou de que é o que seja. É que também já me aconteceu a semana passada, aconteceu-me com um gajo também. Estava no Oriente. Eu não sei, estas situações, isto persegue-me. A semana passada estava para ir para o Porto, estava para apanhar o comboio, estou à espera do comboio, vem um senhor. Por acaso até tinha perdido o primeiro comboy, portanto estive de comprar o bolhete. Ganda confusão, estava à espera do comboio, vem um senhor e diz-me assim: ah, jovem, olá, olá, eu sou não sei das quantas. Olá, não sei das quantas. Ele, boa, olha, eu quero, preciso de um bolhete para Palmela, que é na margem Sul. Preciso de um bilhete de autocarro para Palmela, e não tenho aqui moeda, o senhor importa-se a palavra de honra, eu só quero mesmo ir para a Palmela. E eu fui, palavra de honra, palavra de honra? Se é palavra de honra, eu vou acreditar, não é? Se é palavra de honra, eu vou acreditar. Ah, está bem, então quanto é que custa o bilhete? 7,20€. E eu o pior é que eu à primeira ainda acreditei, nem estranhei. Foi tipo, ah, é 7,20€, um bilhete de autocarro, tipo que eu não ando todos os dias, ok, vamos oferecer, então deixa-me só ir levantar dinheiro. Vou levantar dinheiro. E tento levantar 10€ e ele dá os 10€, ajudava, ok, isto claramente não é para o bilhete de autocarro. Mas toma lá os 10€, ok, estou tipo assim, estou a dar, olha, estou a dar. Faz-me falta a mim, faz. Mas tipo, fica com os 10€, tranquilo. A máquina só tinha de 20, portanto só me deu uma nota de 20. Eu, porra, não lhe vou dar uma nota de 20, isto também é à vontade, mas não é à vontadinha. Vou um café e tento trocar a nota. Isto sempre com o sem abrigo atrás de mim. Ok? Sempre a ser perseguido. Entretanto, pá, entrega a nota, ah, não dá para trocar. E o gajo vira-se e diz-me assim: ah, mas também não faz mal, podes mudar a de 20 que depois mando por MBWay, também assim aproveito e como qualquer coisinha aqui. Eu, oh, oh, então. Fiquei consciente, portanto, isto tudo para dizer que estava a gravar no carro e comecei a ficar assustado. E tenho os meus motivos. Porque já vivi muito com este. Ok. Como é que vocês estão? Como é que foi a vossa semana? Desculpem lá eu receber-vos assim já aqui estão. Uou! O que é que se passou? Qual é o teu medo? Desculpem lá eu receber-vos já assim, mas como é que foi a vossa semana? Foi uma boa semana? Eu espero que sim. Como já tenho, como já venho dizendo há algum tempo, espero que sim. Espero que sim, espero que estejam a viver bons dias, está muito calor. Está para fazer o quê? Vocês já sabem, ou então estar com os amigos, ou então estar em casa. Também é difícil estar em casa com o calor, porque aquilo abafa, uma pessoa parece que está a viver dentro de Merfreia, credo, Nossa Senhora. Onde é que veio tanta transpiração de repente? E depois a lombar aquece, ai que horror! Mas pronto, é bom, estão dias bons, estão bons dias, e espero que estejam a ter uma boa semana, que tenham tido uma boa semana, e que estejam prestes a viver uma boa semana também. Semana passada aconteceu-me uma coisa muito engraçada, não tenho graça nenhuma, mas aconteceu. E foi o seguinte, eu estava no trabalho e como eu pá, é o trabalho que eu tenho, aquilo é à toa, é muito informal, é um ambiente de trabalho informal, não significa que seja mau, significa só que é o quê? Que é informal. E portanto não é estranho ter, por exemplo, animais, ter bebés, ter várias coisas. Estava lá um bebê. Pá, eu estava. O bebê era lindo. É daqueles bebês que é lindo, não é um bebê feio. Eu, por exemplo, fui um bebê feio.
SPEAKER_00Se eu perguntar à minha mãe, ah não, você era um bebê lindo. Ela não me quer trata por você.
SPEAKER_01Não, tu eras um bebê lindo, João. Lindo. Não digas isso, são coisas feias de dizer. Tu eres um bebê lindo. Há bebês feios. Mas tu eras lindo. Claro, mãe. Claro, ainda bem que aos teus olhos eu serei um príncipe encantado, sempre. Mesmo com 90 anos em cima. Isso é bom, isso é ótimo. Significa que há amor verdadeiro. Mas o bebê de facto era lindo, lindo, fofinho, umas fechechas lindas, uns olhos grandes, mesmo gigantes. Epá, e uma pessoa estava a brincar com o bebê. Eu fez cochiquita no pé. Um peijinho que é do tamanho de uma unha, quase. Fazia uma cochiquita. E não é que o puto começa a chorar. Então, o puto começa a chorar. Começa a chorar, eu estou a brincar com ele e o miúdo começa a chorar. Era uma miúda. A miúda começa a chorar. Malta, comecei-me a sentir bada mal. Malta do colegas de trabalho lá, ei, Joana, não sei o que é. A culpa é tua, e o bebê está a chorar um bocado a ti. Ah, pois está. E depois o pior era que o bebê afastava-se de mim e ficava bem. Aproximava-se, começava a chorar. Olha-me, puto. Neste caso, não é? Porque é uma miúda. Olha-me a Parva. Olha-me a Parvelho, desculpa-me, mas eu fiz alguma coisa. Ai olha a Parva. É sério, eu estou aqui a brincar, a fazer conseguir, está a fazer tu com o tica, estou com o pipipi aqui não fica muito bem. Chiquili, Chiquili. Estou a fazer brincadeiras com a bebezita. E ela a chorar. Então, isto nem sequer costuma sair assim comigo. Eu até costumo ter jeito para os bebês e para as crianças. Olha agora, qual é a tua, meu? Minha? Qual é a tua? Está a passar o quê? Queres falar um spap na. Tadinha. É que depois aconteceu, imagina, passado umas horas e tal, eu tipo vi o bebê, era uma senhora que estava com ela ao colo, e eu, então, vamos fazer as pazes, não é? Eu perto-lhe a mão, ela deu uma mãozinha, ficou tudo bem. Passado um bocadinho, fui até com ela, começou a chorar outra vez! Olha para olha para onde olha meu. Então, isto é assim, olha, fiquei. Fiquei um bocadinho desiludido. Não gostei daquela atitude. Gostei daquela atitude. Mas pronto, aceitei e avancei com a minha semana. Também reparei que é irritante quando uma pessoa tem que ter uma conversa com um chefe, não é? É irritante, porque uma pessoa. Porquê é que aquela pessoa tem sequer tanta importância? Tipo, é um chefe, ok, manda ali, ok, mas tipo. E então? E ele é quem? Porquê é que eu estou a sentir-me nervoso de falar com esta pessoa? Eu nem sequer conhecia. Antes de entrar numa empresa, porquê é que agora eu estou nervoso com a falar com um chefe? É só uma pessoa, é só uma pessoa que também cozinha, também lava a roupa. E de repente eu estou com medo de falar porquê? Acho que às vezes nós nas empresas. Quer dizer, não é um podcast de empresas. Portanto, também não quero estar aqui a mudar nada, vocês fazem aquilo que vocês quiserem dentro das empresas e mundo empresarial e tudo mais. Mas é que às vezes opa, a relação com o chefe é sempre uma coisa tão intensa, é sempre uma coisa tão. Ai, é o chefe. Coitado do que é que ele vai dizer. E aí o que é que ele vai dizer? E aí, o que é que ele vai dizer? Isto isso é bem, isto isso é mal, não interessa? Estão aqui a passar a boia da motas porque alguém me sabe explicar. Fogo, a um domingo à noite, uma concentração de motares, obrigado, obrigado, Boninho. Isto porquê? Porque eu tive que falar com uma chefe, digamos assim, pá, e dou por mim a ficar tenso e a ficar tipo intenso aquilo. Eu fico tenso e fico intenso e fico denso e fico atento e fico. Tipo, é me difícil. Mas ao mesmo tempo, porquê? Porque. Ou seja, antes de uma pessoa entrar para uma empresa, nem sequer conhecer aquela pessoa. E de repente parece que quando entramos para dentro de uma empresa, parece que somos integrados numa nova comunidade onde há o que manda aos que seguem, os que mandam, há os que não sei o que. E de repente estamos ali, eu nem sequer conhecer estas pessoas há uns meses e de repente tenho medo de falar com elas, tenho medo de interagir, tenho medo de dizer eu acredito mais nisto, eu acredito mais naquilo. E de repente estou a sentir todo o nervismo para ir expor a minha posição ou a minha ideia ou partilhar a minha ideia com uma chefe só porque é chefe, se calhar faz sentido isto, não sei. Se calhar é normal uma pessoa sentir medo, mas é normal uma pessoa sentir medo, mas é irritante porque é tipo, porque é que eu estou a sentir isto? Eu não quero sentir isto. Quero só dizer a minha ideia, a pessoa concorda e pronto, e acabou, porque eu é que sou o chefe aqui, estás a ver? Se calhar isto, se calhar é por isso que eu tinha anotado aqui esta ideia, é por eu ser não gostar de nervosismo e não gostar de que outras pessoas estejam em controlo. Acho que é aqui a questão, não é? Eu estou no fundo a tentar falar com alguém que tem mais controle do que eu, tem mais antes de casa, antes de casa é uma expressão mesmo horrível, tem mais antes de casa, já fiz buedoces da casa, por isso é que tem anos, ok. Tem mais respeito, mais respeito também. Não, não sei, estão a perceber? Eu espero que sim. Há todo o nervosismo em falar com pessoas que estão em posições hierárquicas superiores à nossa, que é irritante porque coloca-nos ali numa espécie de descontrolo e de nervosismo. Depois a pessoa começa a notar que nós estamos nervosos, começa-se a aproveitar se for uma má pessoa, se for uma boa pessoa, dá aquele espaço sem dizer nada, é sair. É mesmo? Tu mereces estar a chefe, até te respeito, não sei, mas é irritante uma pessoa tentar falar com o chefe, não gosto daquele aquele nervosismo e meio tipo secretismo, e tipo, epá, oh, dix só o que é que queres e tipo move on. Não sei, isto é uma coisa que em corporate é muito normal, e pessoas que trabalham em corporate é tipo, estão habituadas a isto e se calhar já lidam bem, outras se calhar estão tipo, ah meu, eu compreendo, mas epá, não sei, é uma coisa que falar com o chefe é toda uma situação que irrita-me porque afeta aquilo, se calhar eu tinha uma ideia aqui a partilhar e vou começar mudá-la aos poucos para tentar que o chefe para tentar não ser muito pontiagudo para o chefe, por assim dizer, ou para não tentar ser muito manifestativo, talvez, para o chefe, não sei uma coisa boa também que aconteceu a semana passada foi Portugal jogou e joga quando? Terça-feira, independentemente do resultado, malta, eu quero só dizer que ver Portugal com os amigos é incrível, é uma cena e mesmo ou sem amigos, estar a ver Portugal ou estar a ver a seleção com amigos com familiar, é todo um sentimento giro, porque para já podemos estar ali a apoiar todos a mesma equipa e estamos contra estamos todos contra o mesmo, não estamos uns contra os outros, e isso é bonito, isso é bom, é um bom sentimento, é uma boa coisa de se viver. E depois todos os petiscos, seja bifana, seja cerveja, seja mec, seja frango assado, seja leitão, seja um jantar todo sofisticado, quer dizer, se não está sofisticado, se calhar não se adecua muito, mas também se for, o que é que tem? Estamos todos. Epá. Pronto, estás a andar de moda. Olha, espero mesmo, eu espero mesmo que chegas ali e bate com a cabeça no chão. Epá, desculpa lá, estás-me interromper. Estás-me interrompido. Estou a brincar, não seja mal à pessoa. Coitadinho, agora se ele tropeça, eu me senti mal. É uma cena, ver Portugal com amigos é uma cena. E depois, assim, não percebo bem, esta cena, esta questão do Ronaldo é sempre uma questão. Mas é tipo, nós ainda não percebemos que o gajo é só um gajo. Ele é só um gajo que é e foi e continua a ser, digamos assim, dos melhores jogadores do mundo. Tipo, pelo menos em termos de longevidade, temos que lhe dar isso. Temos que reconhecer que ele é incrível. E é irritante ver comentadores ver, não só comentadores nacionais como internacionais, ver TikTokers, ver influencers. Epá, mas isto o que é que se passa nesta rua? E esta foi mais uma interrupção porque o locutor vive ao pé de uma estrada principal. Estava com um ponto de vista. É irritante, é um bocado e é um bocado até cobarde existirem tantos comentadores, seja nacionais ou internacionais, influencers, pessoas a comentar a comentar tipo como se fosse como se estivéssemos todos de acordo e como se houvesse aqui livre livre aprovação, livre aprovação, não, tipo, como se fosse ok, estamos só aqui a dizer que um gajo tipo pá, o gajo é mau.
SPEAKER_00Não, ele já é mau. Não, ele é mau, ele está velho. Está velho, não joga nada já, desculpa lá. Não, não joga, não joga, não é bom, ele é egoísta, ele é egocêntrico, ele só procura o golo.
SPEAKER_01De repente estamos aqui a dizer mal de uma pessoa e há nem aprecio o Ronaldo, é tipo, estamos só aqui a comentar mal sobre uma pessoa só porque Portugal empatou, quando claramente a culpa não é só dele. É que a culpa não é dele, se fomos ver o jogo, o homem fez coisas. Se calhar até foi dos de Portugal que mais fez, ou tentou fazer, ou procurou fazer, procurou desmarcar-se, procurou passar para os colegas, procurou desmarcar os colegas, procurou. Aliás, o lance do gol até é a meia responsabilidade dele porque ele arrasta defesas com ele, o João Neves aparece, consegue capsear a bola, ganda gol do João Neves. Porquê que de repente estamos aqui todos a criticar o Ronald tipo. Quando o rapaz o rapaz até jogou bem, até nem jogou assim tão mal, o que é que estamos. Há tudo uma coisa. E depois é irritante porque vê-se. Por exemplo, o Messi. Malta, o jogo do Messi e os gols do Messi foram incríveis, sem dúvida. Gando os gols, grande forma de jogar. Mas o Ronald já fez aquilo, pá. O Ronald também já fez aquilo. Eu vou defender I stand my position. O Ronald já fez aquilo. Porquê é que de repente é tipo.
SPEAKER_00Uou, Messi é mesmo tipo the GOAT, é mesmo a cabra.
SPEAKER_01Tipo, o Ronald já fez aquilo. E depois é irritante porque os argentinos estão lá, no matter what. No matter what. Estão lá. Messi é bom, estão lá. Messi está mal, estão lá. Eles apoiam-no, eles protegem-no e nós portugueses não. Nós nunca protegemos, nós parece que estamos sempre a pôr à prova dos outros. É tipo o Ronaldo se marcou. O que é que os outros disseram? Eles disseram que não foi bom. Ah, não foi bom. Não, não foi bom, não foi bom. Isto é uma coisa muito portuguesa que é meter as nossas coisas, aquilo que é português, à prova dos outros, à mercê dos outros. A opinião dos outros é contra, não a nossa. Não a nossa vontade, a nossa. Isto é irritante, porque parece que vivemos sempre à espera do dia em que aconteça alguma coisa e que nós vamos vencer e tipo, é pá, malta, what the hell, bora só apoiar. Bora só apoiar, ok, empatamos e então, bora para a próxima. Eu de repente estou a ouvir pessoas portuguesas que estão tipo, ah, eu quero que a Alemanha ganhe. Puto. Então vai-me a ser fixe na fixe. Não sei falar alemão. Ichubim, Ichim para a Alemanha, desculpa lá. Vai retir para a Alemanha. Epá, isso é irritante. Houver, tipo, sobretudo, malta mais velha. Falta tipo 50 anos, 40 anos a verem tipo a Alemanha ou verem a Holanda, ficar tipo, não, estas seleções é que jogam mesmo à bola, eles jogam muito à bola tipo a torcerem, a torcerem pela seleção mesmo, tipo a seleção marca golo e eles ficam tipo Golo! Imagina, não torce por Portugal, não sei, não sei. Há alguma coisa aqui que eu não sei, incomoda-me um bocadinho. Hoje não tenho piadas, hoje estou mesmo só irritado, incomodado, manifestativo, hoje estou assim. E depois é tipo, imaginem a força mental que o Ronaldo não tem que ter para também estar sempre a ouvir aquele aquele nhanhã. Tipo, o homem tem que estar sempre meio. É que é mesmo difícil porque tem que estar sempre. Tudo o que ele faça, ele tem que estar sempre atento àquilo que ele diz, àquilo que ele faz. Ou então faz aquilo que está a fazer agora, que é simplesmente ignora e está mais sorridente. Eu sinto, se vocês vão ver as imagens dele nos treinos e tudo mais, ele está tipo super sorridente, nota-se que ele está a ou pelo menos aparenta estar a aproveitar e estar tipo, é pá, é o meu último mundial, eu vou mas é tipo sorrir, dar-me com os meus colegas, brincar, andar a rir, andar a chutar a bola, tipo, divertir-me, aproveitar, porque daqui a uns anos se calhar não vou. Eu sinto isto quando vejo as imagens, aparenta-me isto, aparenta-me, tipo, parece-me isto, parece-me, espero que sim, porque é mesmo difícil viver sempre com isto e depois ais colegas de equipa que se calhar até têm a mesma idade e estão a comentar a performance dele, bro, vem jogar, vem jogar, vem jogar, tens a minha idade e estás a comentar, acho isso tipo, não sei, proteger Ronald all costs. Olha, uma coisa que também gostava de partilhar aqui e que acho que pode ser benéfico. É eu atualmente eu estou. Isto vai parecer o é que eu estou tipo a partilhar um chá porque eu ia dizer, eu estou a conhecer um amigo, eu estou a conhecer uma pessoa, ela é muito bonita, é mesmo inteligente, uau, estou mesmo apaixonado, não, eu acho que isto é um bom tema porque eu estou a conhecer melhor um amigo meu que eu conheci na universidade e estou contente porque eu entrei para a universidade com uma que eu acho que é algo comum, não a toda a gente, não é uma coisa que acontece com toda a gente, mas que acontece com muitas pessoas, que é afastarem-se dos grupos de secundário. Não diria perderem os grupos de secundário, nem perderem os amigos, mas meio que se separam desses amigos e seja por que motivo for, seja por se terem chateado, seja por já a perspectiva de vida já não já não é igual, já não se coaduna, ui, já não se coaduna, seja por que motivo for, ou seja, vocês partem para a universidade ou partem para a vida jovem adulta ali a perder grupos de amizade e é um é um sentimento e depois ou seja, depois passamos uma grande parte da nossa fase jovem adulta à procura de novos amigos, à procura de novas pessoas, de uma nova conexão. Muitas vezes ficamos tipo, quero uma conexão igual, quero um grupo igual, eu quero sentir aquilo que sentia quando tinha os meus amigos de secundário, eu quero sentir coisas diferentes, eu quero um grupo diferente porque eu não gostava muito do grupo que tinha, acredito numa coisa diferente. É toda uma fase que eu diria, até aos 22, 23, não sei, depende, depende muito de pessoa para pessoa, mas é toda uma fase que é, eu diria um pouco dolorosa, é uma coisa um pouco estranha de se sentir porque de repente nós partimos ali de juventude e de ser ingénuos e de estar bem em grupos de amigos e no sentimento de pertença a um grupo de amigos que depois de repente isso desaparece tudo e agora somos jovens adultos, e agora és adulto e agora tens de safar e agora tens as tuas responsabilidades e agora estás por tua conta. Claro que isto não acontece em todos os casos, mas há pessoas que continuam com o mesmo grupo de amigos que eu também vos digo: é tipo: se continuas com o mesmo grupo de amigos, alguma coisa que dá mal, não, não é, não é, estou a brincar, estou a brincar, é uma pequena piadinha, meio marota que é meio verdade, meio mentira, meio o que é que é, não interessa, vamos lá avançar. Não, não é estranho. Há pessoas que mantêm o mesmo grupo de amigos e é estranho porque sinto que há ali uma espécie de, ou seja, a pessoa já percebeu que aquele grupo não lhe faz bem, mas continua porque não tem outro. Eu acho que é isto que eu me estou a tentar referir. Mas há pessoas que têm mesmo um grupo e que é raro, é raríssimo, mas há pessoas que têm mesmo um grupo e que estão ok, tipo, continuam a sentir-se bem com o grupo, continuam a sentir-se bem com todos, e isso é raro, é bom, e sinceramente os meus parabéns para essas pessoas, mas eu sinto que no meu caso eu parti para a universidade assim a separar no meio do meu grupo de amigos e passei esta fase toda até agora, mais ou menos, à procura de amigos, à procura de correspondências, pessoas que me fizessem sentir o mesmo que eu sentia com o meu grupo de amigos antigo, toda uma fase de descoberta e de crescimento, e agora é bom, eu sinto que é bom, e como eu já partilhei aqui, eu não tenho muito o meu contacto com homens, mas porque alguém me sabe explicar porque é que esta estrada está tão movimentada? Eu acho que vou meter uma barreirinha de stop ou uma bomba, como eu já disse aqui no podcast, agora vai suarco estranho, mas pronto, como eu já disse aqui no podcast, o meu contacto com homens é uma coisa estranha porque eu não tive muito durante a minha infância. É estranho e eu apego-me, não é estranho, é? Ou seja, como o meu contacto foi eu fico bem contente quando as coisas correm bem com um homem de boa aqui. Eu estou a falar de uma relação amorosa, se calhar é. Sinto bem, mas não é. É tipo uma relação de amizade normal. Agora parece bem homofóbico da minha parte, mas pronto, whatever. Estou contente por ter uma amizade e por meio que eu sinto até que a pessoa é muito parecida com um ex melhor amigo meu. É muito parecida, mas ou seja, é estranho porque lá está. Será que eu fui pela. por ok, vou escolher uma pessoa que, mas é que não fui consciente, vou escolher uma pessoa que me faça sentir o mesmo que o meu antigo melhor amigo. Isto é mau para a pessoa, não é? Porque a pessoa vai se sentir usada. Não quer que a pessoa sinta isso, não quer que a pessoa sinta sinta isso, mas estou contente porque sinto que estou aqui a ter um amigo que é diria que é tipo o conceito de melhor amigo. É o conceito de melhor amigo, é uma coisa que foi desaparecendo, mas que é tão bom ter um melhor amigo. Tipo, não só é bom para partilhar, para vocês rirem. Eu sinto que o melhor amigo é uma pessoa com quem vocês riem por tudo e por nada. E é um piadas, são coisas, são palavras que vos dão para a vida. Vocês de repente oh my God! Tipo, o que é que aconteceu? Onde é que eu estava? De repente vocês parece que tipo é um sentimento diferente e que vos dá vida, dá-vos sorriso, dá-vos, pá, só para vos dar exemplo, eu estava com esta pessoa e de repente estamos numa piada e chegamos a usar a Jean quanto jurídula voice, pá, e não sei aquilo teve tanta piada. Eu estava a conduzir, estava a conduzir um carro, não estava a conduzir a relação, se é que me entender, estava a conduzir um carro e eu comecei a chorar, a rir e foi uma sensação tão boa, fiquei tipo, porra.
SPEAKER_00É isto, é isto que é ter um amigo, é isto que é partilhar, se calhar ele estou aqui a dizer isto e o gajo está-me a esfoquear nas costas a mesmo dizer, e aquele gajo foi uma merda, está com ele, foi uma seca, o gajo não parava de chorar a rir, a conduzir, fechar a meter-me no meio do rio ou caraças, tipo a conduzir na ponte e a meter no rio, ou se não gastava só a mandar uma piada, tu gastavas a rir para caraças, não percebo. Se calhar isto está a acontecer neste momento.
SPEAKER_01Mas olha, se tiver, estou a ser feliz. Porquê? Porque o coração não tem olhos. Não é assim o ditado para não é o ditado, não é assim, mas é parecido. É uma coisa parecida. Vocês perceberam? Ou seja, de olhos fechados é que importa, porque estou contente porque tu aqui depois combinei planos com esta pessoa, correram bem, foi toda uma cena. Fomos à praia, depois fomos chegar a futebol, depois fomos comer uma pizza e depois acabou o dia e depois foi engraçado e depois não sei quê, e depois já estou tipo. Não, eu esta semana ele tinha me dito. Ah, esta semana estou por aqui e tal e coisa, e eu tipo, ah, não, não dá, estou a trabalhar, mas é tipo, eu consigo na mesma, bro, I will make time for you. E eu acho que isto é tipo - é uma cena que acontece, é um clique, não sei se é um clique, se é uma vida mesmo. Acho que é a mesma vida a acontecer e não há explicação. Agora estou com medo de que outros amigos meus venham ouvir o podcast e fiquem tipo: quem não sou o teu melhor amigo? É então, nós fazemos, nós jogamos e assim ou não? Nós colecionamos cadernetas e cromos e trocamos ideias, também isso também é ser amigo. Lá está, eu lembro-me perfeitamente desta sensação também de em criança eu queria escolher um melhor amigo, mas depois sentia-me mal pelos outros não serem meus melhores amigos, e o que é que eu fazia? Eram todos os melhores amigos. O que é que isto levava? Levava desilusão, dor, mágoa. Para quem? Para eles e para mim, porque depois, se eles me faziam alguma cena, eu ficava triste. Imagina, combinava alguma cena, algum plano, eu não estava, eu ficava triste. Porquê? Porque para mim aquela pessoa foi o meu melhor amigo. Ah, é o Zed ali do canto que me falaste uma vez, não interessa, eu fiquei com pena porque eu tinha o melhor amigo e ele olhou para mim com olhos de ahí, eu não sou o teu melhor amigo, então ele ficou o meu melhor amigo também. Então, de repente, éramos todos os melhores amigos, e se não houvesse planos comigo, eu ficava triste. E o que é que eu fazia a seguir? Arranjava um novo melhor amigo. Sempre assim, portanto, era mágoa para os dois lados. Não sei se isto é uma coisa que aconteceu muito com vocês. Se não foi, eu espero que ao menos seja engraçado de ouvir. Mas é, estou contente por estar a conhecer esta pessoa que eu sinto que é o meu melhor amigo. Não sei, estou contente. Estou contente por estar a conhecer um amigo. Acho que é uma coisa importante e que sinceramente me fazia falta. Olha, sendo aqui vulnerável com vocês, fazia-me.
SPEAKER_00Sabem aquele meme do jogador de Rabby a bater no peito e a chorar ao mesmo tempo. Estou bem honeste.
SPEAKER_01Agora, uma coisa que acontece é, não sei se vocês já foram, claramente já foram. Não sei se já foram à casa da família, ou seja, se foram à casa do vosso melhor amigo, ou da vossa melhor amiga, ou do vosso amigo muito próximo, ou amiga muito próxima, e estar lá à família é estranho, não é? É uma coisa tipo, é que é tio Zé? Nunca nos vimos na vida, mas tipo. Depois até a pessoa fica meio constrangida. Isto aconteceu, eu fui à casa dele, e a família estava lá a organizar todo um almoço e de repente estão ali, está ali mal está a cortar queijo. Estão ali, ah, cumprimentei com o cotovelo que eu tenho as mãos sujas, é servido? E a pessoa, não, não, não, não queres, não quero nada desse queijo com um aspecto delicioso, e ainda por cima tem ali uma broa mesmo ali avizinhada que dá vontade de juntar os dois, fazer amor e meter-lo dentro da boca, eia bem, fazer amor e metê-lo o dentro da boca bem, puto, bem, isto enquadra-se mesmo quando uma pessoa está a conhecer um amigo. É mesmo neste contexto que esta frase deve ser utilizada, mas é pato, uma pessoa está ali a conhecer a família e depois também julga, não é? Por exemplo, a mãe, ou a tia, ou a irmã, ou por acaso só disse personagens femininas, não é? Mas ou o pai, por exemplo, o pai desta pessoa é um querido, a mãe desta pessoa é uma Bischi. Que eu acho que é assim que os casais funcionam. Pelo menos já conferenciei com a minha Lady, e supostamente todos os casais bons são assim. Não, não são, não são supostamente todos, nem há certezas disso, mas é uma jokey. Mas é uma coisa, não sei se vocês ouviram este grito, mas esta foi a prova de que o locutor não tem andado a mentir em relação aos gritos na rua. Malta, eu só tenho a dizer ainda bem que eu não gravei dentro do carro. Porque senão ia me estar a assustar muito, pá, não ia ser bom. E portanto, ainda bem que eu estou aqui são e salvo. São e salvo ou sem e salvo? Não sei. Deposto isto, vamos dar o grande abraço da semana. Olha, sabes que mais? Gando abraço. Gran abraço. O grande abraço da semana só podia ir para uma pessoa. Eu acho que vocês sabem quem é. E portanto, o grande abraço da semana vai para o Guarda-redes de Cabo Verde, o Vozinha. Porquê, malta? Porque se vê no olhinho, porque se vê no olhinho que ele estava contente, estava alegre, estava satisfeito, estava animado, estava a sentir a sentir o momento, estava a sentir a responsabilidade que teve, estava a sentir o orgulho das pessoas à sua volta e isso dá sempre vontade de chorar. Isto nunca dá vontade de partir o go a carrer, dá vontade de chorar, dá vontade de se sentir emocionado, dá vontade de banar a cabeça e ficar assim com aquela cara de isto que estava a precisar. Ainda por cima o gajo o gajo defendeu imenso, meu. O gajo defendeu imenso e estava contente, tipo, mantém ali uma esperança para Cabo Verde. O que é que eles ganham o Mundial agora? Não, não quero, quero Portugal, eu não disse isto eu não disse isto, eu não disse isto, eu não disse isto, mas quero que vão longe porque merecem aquele não sei, meu grande vozinha, tinham um olho, é que as coisas veem isso nos olhos das pessoas. Pode haver palavras, pode haver ações, mas os olhos They never lie, bro. Os olhinhos pá, ali a pupila, a pupila, a pupila. Isto é uma piadinha, ai uma palavra que tem pila, infantil a pupila vê-se, meu, os olhinhos pá, vê isso tudo, e portanto o grande abraço da semana vai para ele que mereceu todo o destaque e todo o buzz à volta dele, mereceu, mereceu cada segundo, mereceu também subiu de repente tem 5 milhões de seguidores, meu puto. Agora é aproveitar para a marca ou não, fazer tudo, fazer neste um, fazer o que está a dizer. Um grande abraço para a vozinha. E portanto, vamos também para a recomendação da semana. Estamos perante uma recomendação, a recomendação da semana são duas recomendações. A primeira é o álbum, neste caso o EP do Van Z. Olhem, eu devo-vos. Devo-vos dizer uma coisa. Devo-vos. Agora disse mesmo, ok, devo-vos dizer uma coisa. Gostei muito. Ganda é EP, está uma coisa mesmo boa para ir para a praia. Vocês vão para a praia, metem aquilo, não precisam mais nada. Metem aquilo nos fones, no carro, uma coluna, onde vocês quiserem. Uma coluna não, que faz. Eu desrespeito para as outras pessoas. Mas aquele EP tem energia de praia. Sabe bem, os ritmos são bons, a voz dele é boa. Eu gostei muito. Gostei muito, ainda para mais, fui vê-lo ao vivo, aqui, no Grande Real, em Benfica. Pá, e adorei. Adorei o concerto. E sabia mais músicas do que o que estava à espera. Sabia bastante músicas do Van Z. Portanto, grande recomendação da semana irem ouvir o EP dele. Que está muito bom. Está muito catchy, está muito divertido, há muitos ritmos, há muita coisa. Ah, não se percebe o que é que ele diz. Não interessa. Está bom. Está tipo Betty Caris e está a casa blanca. Ela é que é conheceu o mundo. Ela é que é tanto. Ela é que é tudo. Eu estou-lhe a mostrar essa cidade que não é minha, mas é Sum. Hmm. A Sum. Está muito bom. Está muito bom o EP. A outra recomendação da semana. A outra. A outra recomendação desta semana. A outra recomendação da semana são gelados de Kinderwen White. Malta. É, esqueçam tudo o que já viram. Malta, esqueçam de tudo o que já viram. Ah, mas eu adoro. Não, não adoras. Malta. Corneto de Kinderwen White. Aquilo é brincadeira. Aquilo é batota. Eles estão a monopolizar o mercado. Aquilo é batota, meu. Aquilo é batora. Aquilo é batota mesmo. Aquilo é batota. Aquilo é muito bom. Ah, não gosto de Kinderwen White. Está bem, tens o Kinderwen normal. É muito bom, meu. Aquilo sabe. É Kinderwen. Eu não percebi porque é que o sabor da Nutella da Avelã com açúcar e... Porquê é que aquilo é tão viciante? Porquê é que é uma coisa tão. Porra, pá, cheira bem, sabe bem. Uma coisa mesmo cremosa, mas eu não tenho. Que cena, meu. Sério, experimentem estes cornetos. Adorei. Muito bons, meu. Valeu cada caloria no Corneto. E pronto, malta. É isto. Já sabem. Sempre aqui. Sempre aqui. Estamos muito contentes do episódio 11. Estou mesmo contente de estar aqui. Vocês estarem a ouvir. Tenham ouvido bom feedback agora. Uma pessoa vem-me dizer, Tu és mesmo engraçado! E isso é tipo, eia puto, ok. Olha, só mais.
SPEAKER_00Tu sabes. Tu sabes. A minha mãe já me disse isso. Mas tu sabes. Portanto, estou muito contente de ter o sempre aqui.
SPEAKER_01Vou continuar aqui a tentar que o sem abrigo venham ter comigo para acontecerem coisas. E é isso, malta. Espero que vocês tenham uma boa semana. Está bem? Uma boa semana. Um grande abijinho para vocês. E até breve. Até para a semana.