Sempre aqui.
Sempre aqui.
Sempre aqui.
episódio 15
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meus puuuuuurous se eu estou a falar 1hora e 20 min para vocês...isto é amor.
neste episódio falamos de pessoas que representam bem ou mal o nosso signo, comer polvo, sopa, morangos e pêssego, putos, crianças e avós, dizer "slay omds és perfeito", ódio aos D.A.M.A ser forçado, pessoas que são "Oh pergunta ao ChatGpt", respeito e bueeee mais. gostei mesmo deste episódio :,)
demos os gandas abraços da semana e a recomendação da semana.
beijinhos e abraços às avós e a vocês e às vossas avós! <3
Meus puras estão aqui, vocês sabem que estão aqui. Estão aqui no coração. Ai ai ai, meus puras. Como é que vocês estão, meu? Boa seras! Episódio 15. Eu não sei porque é que eu começo sempre assim, mas é que para mim é um alívio gravar podcast. Porque é tipo, uma pessoa tem que estar sempre uma cara séria na vida e depois chega aqui e é uma cacada! Uma cacada, que ao mesmo tempo não é muito positivo, não é? Tipo, porque imaginem, eu às vezes penso como é que vocês estão a ouvir isto. E tipo, se vocês estiverem, por exemplo, no vosso local de trabalho a ouvir isto é bué mau. É bué mau porque vocês vão estar no vosso cantinho assim e depois as outras pessoas vão estar a olhar para vocês tipo, a querer porque é contratamos este gajo ou esta gaja, porque nós não discriminamos ninguém, não é? Malta, como é que vocês estão? Como é que vocês estão? Bem-vindos aqui ao episódio 15 de Sempre aqui e como é que foi a vossa semana? Já sei, não vão dizer, vocês nunca partilham nada nenhum, querem, vocês nunca dizem nada. Olha, eu vou-vos dizer para variar um bocadinho como é que foi a minha. Olha, para começar, eu estou a começar esta semana, eu estou com esta boa disposição, mas eu na verdade estou cheio de sono, meu cheio de sono. A semana passada, comecei a semana, a vida é bela. A vida é bela, tipo, está sol, estamos todos na luta, estamos todos a tentar descobrir o significado, o propósito. Estamos todos cá, estamos todos no mesmo barco, estamos todos a lutar, todos a navegar. Cheguei a segunda-feira, estou tipo, epá, eu quero ir dormir, eu quero ir dormir, não me chatei, não me chatei a mim nem aos meus amigos, estamos todos no mesmo barco, nós queremos ir dormir. Esta semana é para dormir. Esta semana é para dormir. Foi uma semana bem intensa, foi uma semana cheia de coisas que eu posso já começar por dizer: Olha, é assim, pessoas que dizem slay e oh meu Deus, amo! Olha, olha, sai, tchau, não me apetece, desculpa, desculpa, não consigo, não consigo, eu podem pá, ouvintes, mas amigos, ouvintes, que distância é esta? Não, mas pura-se, se vocês dizem, pronto, eu aceito, não é? Eu aceito, mas não digam a mim. Ai, tipo, epá, é o mesmo assim: tipo, esta linguagem de Genes e slay, oh meu Deus, amo! Oh my god, eles são perfeitos, epá, Calat, está bem? Desculpa lá, não consigo, desculpa, desculpa lá, mas eu não consigo. Eu não consigo, não é para mim isso, estás a ver? Não é mesmo, pá, não é para mim, não sei. Isto é tipo, começam-me a dizer, começam-me a dizer isto, é que não é, não sei, não é verdadeiro, não é? Se te for perguntar mais a fundo, tu vais começar a dizer sim, realmente aqui estiveste um bocado mal, por exemplo, imaginem uma pessoa teve uma atitude, não é? E vocês estão a contar ao vosso colega para perceber se tiveram uma boa atitude ou não, tipo, pá, eu fiz isto, o que é que tu achas? E a reação da pessoa foi tipo, Oh meu Deus, se daí, és perfeito, para já tens uma deficiência mental, e depois é tipo, não foi assim tão perfeito. Depois tu fosse tentar esclarecer ou tentar receber um pouco mais da pessoa, vocês vão perceber que a reação dela não foi oh meu Deus, és perfeito, foi mais tipo, e ah, se calhar aqui podias ter feito isto ou aquilo, estão a ver, portanto é tipo é aquele slang que é pá, também reparei a semana passada que e tenho vindo a reparar até que eu acho que nós conseguimos aproveitar mais, e claramente conseguimos isto, não é nenhuma descoberta, conseguimos aproveitar muito mais da nossa vida quando não estamos tipo 24 sobre 7 a perguntarnos se estamos a fazer a pergunta certa, se estamos a responder de forma certa, se estamos a viver a vida de forma certa, se esta vida é para quando uma pessoa começa a pensar assim, não estás presente, não estás presente, não estás a viver a tua vida, não estás a decidir. Eu até diria que esse tipo de pensamentos e esse tipo de reflexões é um bocado para fugir à decisão, não é? Se repararem, há sempre esse padrão. Vocês começam sempre a pensar muito mais quando têm alguma coisa para decidir, têm algumas coisas pendentes, têm responsabilidades e o vosso cérebrozinho, o nosso, o nosso cérebrozinho, que estamos todos no mesmo bar, temos todos o mesmo cérebrozinho. Começa-nos a mandar aqueles, ai, se eu tivesse outra vida, pai, às vezes sinto a isso, às vezes começo logo, epá, se eu fosse jogador de futebol, ia ter tipo 14 milhões na conta, mas é tipo, bro, não, estás só a pensar assim desta forma, é um pensamento irreal, porque é tipo, para ser jogador de futebol já vais tarde, já vais tarde, e ainda por cima eu tenho uma dor no joelho e tenho mesmo, tipo, tenho mesmo, é um quisto ao pé do menisco. Ou seja, o quisto é tipo uma pedrinha, não é? Que está ao pé do menisco, portanto, eu não vou mesmo ser jogador de futebol, o quisto está mesmo a olhar para o meu menisco assim, puto, tu mexes a perna para ser jogador do futebol ou ao arrebento do joelho. É que não vais mesmo ser, tipo, o quisto está a apertar o pescoço ao menisco. Estão a perceber? Isto acontece, por acaso são dores horríveis. Aproveito aqui para partilhar com vocês: são dores horríveis, não desejo isto a ninguém, meu Deus. Mas, ou seja, quando nós começamos a pensar muito de ai, eu curtia tanto ter porque temos boa de responsabilidades ou muitas coisas pendentes que temos que fazer, que temos que decidir e não as estamos a enfrentar, que é mesmo assim. A semana passada também me aconteceu uma coisa com os nossos amigos muito falados neste podcast, quem sabe, quem está desde o início que é tipo aqui, ou seja, se são 15 episódios, é tipo 15, ai não, que borriça. Ia dizer 15 episódios 15 dias adiante, nem vou falar muito, mas aconteceu outra vez uma historizinha com um dos nossos amigos, o sem abrigo, eu não percebo, não percebo o meu fascínio por sem abrigo, não sei porque é que Deus me coloca neste caminho, mas a verdade é que aconteceu. A semana passada eu estava a trabalhar, estava numa ativação de marca com sampling de produto, enfim, estava a fazer isso, estava a distribuir produto e a entrevistar pessoas e aparece-nos um sem abrigo a dizer, a perguntar: desculpem, por acaso podem-me comprar alguma coisa para comer? E eu, apesar de ser a favor desta ideologia e desta abordagem, eu não podia, porque estava a trabalhar, no entanto, eu disse-lhe, olha, eu não tenho nada para comer, mas tenho algo para beber. E portanto, eu posso dar algo para beber. E o gajo encolhe os ombros. O gajo tipo, ok, pronto, não era o que eu queria, mas pronto. Epa, epá, epá, tudo bem, ignorei dele a bebida e eu acho que o gajo agora vai pedir comida a alguém e vai ter uma refeição. Pronto, boa sorte. Passado 5 minutos passo por ele, está ele todo cego a beber a lata, parecia que aquilo tinha ouro lá dentro. Só faltava ter passado por mim e ter feito. Olha, isto é muita bom, dois e mais, epá, putz, então também a semana passada aconteceu uma coisa que foi eu comi polvo, comi polvo com a minha ilustre progenitora, comemos polvo e eu não queria. Eu não queria comer polvo porque eu acho que é tipo, nós jovens, hoje em dia temos um bocado mais consciência em relação àquilo que mandamos cá para dentro. Temos um bocadinho mais de consciência do que os nossos pais e os nossos avós e os nossos tetravós que comiam pezinhos de coentrada e orelha de macaco e bico de galinha de cebolada e bacalhar o Espírito Santo e comiam essas coisas, não é? Portanto, temos um bocadinho mais consciência do que essa malta, os nossos puros. Acontece que o polvo é mesmo, eu acho que o polvo é tipo um teste à nossa integridade humana, a sério, porque é tipo a sério, mas tipo, não a sério, não é? Vocês percebem? Porque o polvo, epá, polvo é boedabom, salada de polvo, arroz de polvo, polvo alagareiro regado com azeite, não é? O nosso antagonista de Portugal é tudo bom, é tudo bom, o polvo é incrível, só que o polvo é um animal que é super inteligente, mais do que inteligente, ele é sensível, o gajo é tipo amigo, percebem? Então é tipo, eu estou a comer um estou a comer polvo epá, senti-me um bocado mal em comer polvo, e mesmo às vezes quando uma pessoa come tipo um bife ou assim é tipo, porra uma pessoa fica a sentir aquela culpa que é tipo, estou a comer bife do lomb, isto é delicioso, mas ao mesmo tempo é tipo, porra, porquê que eu estou nesta posição? Mas quanto ao polvo, é que é tipo, por exemplo, comer camarões, pá, não, não interessa bana, os gajos são um bocadinho marrecos, tipo, não faz mal, faz mal, faz mal, não estou a dizer que os marrecos não são os seus, mas é tipo, o polvo é inteligente e é sensível, pá. Eu estou a imaginar algumas pessoas que eu conheço que ouvem o meu podcast que, sobretudo, que são do norte, a ouvir isto e dizem tipo, mano, eu vou comer polvo feijoada, bro, nunca mesmo saber. Eu percebo, sinceramente, eu também quando vou ao norte adoro dobrada e portanto cá estamos, mas senti-me mal pá, comer polvo, porque o polvo é inteligente e é sensível. E quer dizer, eu aqui em episódios estou a mandar grandes abraços a pessoas que são inteligentes e sensíveis porque se vê nos olhinhos, e depois estou a comer polvo. Sinto-me um bocado mal, sinto-me um bocado culpado. Também a semana passada e tenho vindo a reparar que nem é bem a reparar, é mais a sentir, e quero vos perguntar se vocês também sentem isto, que é vocês têm um signo, não é? Vocês são de um signo, são peixes, são carneiro, são capricórnio, são gémios, são loucos da cabeça se forem gémios, não é? Pronto, têm dupla personalidade, são um bocado bipolares. Não sei se dá para perceber que eu odeio gémios, pronto, são o que tiverem que ser, são como Deus vos fez, ok? Pronto, são o que tiverem de ser, mas vocês quero-vos perguntar se vocês também às vezes olham para a vossa vida e entram naquela fase de introspecção comparando-se com pessoas que têm o mesmo signo que vocês. Porque, por exemplo, eu vou-vos explicar, a semana passada eu trabalhei com uma pessoa que é do meu signo e eu adorei. Adorei. Eu estava tipo, e esta pessoa é mesmo do meu signo. Ou seja, é incrível. Mas também já me aconteceu e conseguia justificar, ou seja, tipo, ela é do meu signo porque é isto, porque é organizada, porque é perfeccionista, pronto, podem-me dizer, ah, as qualidades. Está bem, se não acreditam em signos, olha, olha, olha, olha, tchau. Slay, oh meu Deus, perfeito. Se não acreditam em signos, também não faz mal, não vos quero forçar. Só que tipo, se não acreditam, por favor, desliguem, estou a brincar. Portanto, esta pessoa, eu vi que era do meu signo e fiquei, esta pessoa é mesmo do meu signo, mas também já me aconteceu eu olhar para uma pessoa que é do meu signo e ficar tipo: Porra, pá, porquê tu és o meu signo? Porquê que não és do outro signo qualquer? O que é que estás agora a manchar a reputação do meu signo? Por depois em conversazinhas de café e tudo mais, vão dizer: ai, o signo Tatat é muito. Olha, aquela pessoa, aquela não sei das quantas, que é signo, visto o comportamento dela, estás a ver? estás a contribuir para a má fama do meu signo e eu não curto disso. Por exemplo, eu lembro-me quando houve aquela polémica da Cristina Ferreira, de ela ter dito aquilo em relação àquele caso de violação, enfim, Deus atanha, disse aquilo, Deus atanha a Cristina Ferreira, ok? Só para deixar claro, portanto, ela fez aqueles comentários e eu lembro-me de ficar assim: pá, a Cristina Ferreira, quase de certeza, que é do meu signo, que é virgem, quase de certeza, pá, estou a sentir, e não é que eu vou pesquisar, que a gaja é virgem. Fiquei lixado, meu. Fiquei lixado, porquê que ela não podia ser do outro signo qualquer? Sei lá, leão, gêmeos, camelo, puto, qualquer cena, pode ser qualquer cena, escorpião, qualquer outro, qualquer outro. Não, tinha que ser virgem, está a representar mal, porque depois eu fico tipo, porra, será que eu também vou ter estes surtos malucos quando for mais velho? Porque eu sou do mesmo signo que ela, será que isto vai acontecer? Ou, por exemplo, às vezes também vejo, por exemplo, a Mafalda Castro, não é? A Mafalda Castro, às vezes é um bocadinho crítica com o Rui Simões, se calhar não é. Se calhar não é, se calhar é só a ideia que eu tenho, mas ela às vezes parece-me ser um bocadinho crítica com o Rui Simões, não é? Não sei, é a minha opinião. Mas eu fico tipo, porra pá, será que eu também sou assim crítico? Porque ela é do mesmo signo que eu, ela é virgem. Será que isto? Será que eu também vou ser assim? Será que eu também sou assim? Será que eu já sou assim? Não sei. Não sei. A semana passada também fui a uma festinha de um familiar. Malta, e eu trago boeda sumo desta festinha. Boeda sumo desta festinha. Ok? Porque é assim. É assim, eu gostei da festa. Eu adorei a festa, mas é tipo, primeiro, epá, festas que têm aquela música tipo pum pum pum pum pum. Put. Ainda por cima, a comida é tipo buffet, é tipo self-service, és tu que te vais servir. Estás ali a comer meio em pé, meio sentado, meio tipo à piscina, há relva, há pessoas, há putos, há não sei o quê, depois está aquela música pum, pum, pum, puto. Aquilo apressa-me de uma forma que eu fico logo sem fome. Fico logo sem fome, parece aquela música de cycling, tipo uma pessoa está ali a comer pum, pum, pum. Parece que está com pressa para comer, puto, calma, tem calma, deixa eu comer. Porra, deixa comer uma batada frita, deixa apreciar um bocado, a grelhada mista, puto. Estás com pressa para onde? É uma festa, mano. Mete uma música mágica minha. Irrita-me. Essa música do pum pum pum e isso irrita-me. Parece que estamos ali a pisar ovos, mano. Parece que estamos na Vindima. Fogo-me. Para as sobremesas, ok, para as sobremesas é compreensível, mas tipo, porra, puto, deixa aí comer com calma. Depois também, eu ainda sou, eu estou naquela fase em que é tipo, eu sou adulto o suficiente para ter conversas de tipo, já estou a trabalhar, a vida é dura, pagar finanças, lavar a casa, pronto, tudo bem. Mas também sou puto o suficiente para estar com os putos e jogar à bola e fazer macacadas com os putos. Acontece que os putos são tipo irritantes hoje em dia. São tipo, não são irritantes, não é que sejam irritantes, mas são buedadifíceis de lidar. Vamos pôr assim, acho que é melhor, são bueda difíceis de lidar. Primeiro temos aqui um puto que eu achei ingratizíssimo, ingratitíssimo. Achei bem ingrato, pá, e eu vou-vos contar e vocês vão concordar comigo. Imaginem, nós estamos a jogar a bola, já é tarde, já é tipo de noite, estou eu e estão mais três putos, e um dos putos chega ao pai e diz: 'Oh Martim, vamos chamar Martim, Martim, vamos embora!' Não sei porque é que ele também, o pai falar assim para o Martim também é um bocado mal, Oh, chaval, vamos embora! Não foi bem assim, foi mais tipo, Martim, vamos embora já, está bem? Vou chamar a mãe, cinco minutos, vamos embora, está bem? A bola é para terminar, é para terminar, terminar. A bola é para terminar agora, estás a dizer? Pronto, vocês entenderam? A bola é para terminar agora, e o puto diz tipo, não sei, como assim não? Desculpa, como assim não? Tipo, não é não que tu vais dizer. Quanto muito diz tipo, oh pai, só mais um bocadinho e fazes birra, ok? E depois não vais ganhar a birra, vais embora e pronto! E acabou! Não é não, não o quê? Não sim, putz, essa resposta não está certa. É tipo, ah, vamos embora, não, não mandas em mim, putz. É que os putos estão assim, os putos estão assim, e eu sei que vocês sabem porque também devem conviver com putos. Não são todos, mas os putos estão assim. Não só isto aconteceu, como depois, a avó do gajo que estava lá, grande avó, olha, não vai ser mais tarde. Mandamos-lhe um grande abraço, se eu me esquecer, fica aqui, que o mais provável de Deus quer dizer, grande abraço para esta avó, um grande abraço extra para esta avó, que chegou-se à frente e disse assim: Martim, queres dormir em casa da avó? E o puto, ok, portanto, vocês perceberam, não é? Ela está tipo a salvar o miúdo porque percebe que o miúdo quer ficar ali mais tempo, a avó ainda não se vai embora, porque estava ali a fazer umas coisas, portanto, Martim, queres dormir em casa da avó? Que a avó ainda não se vá embora, tipo, tá, tá, tá, e o puto diz tipo: Já vai dizer ao pai, aaaaaa, maleducado, tu tens que saber as regras da street, meu puto. Tens de saber as regras. A vózinha está-te a salvar o cor, mano.
SPEAKER_04Então, puto, então, meu.
SPEAKER_01Malta, eu até me virei na minha de adulto e disse assim: então, meu, Jo, estás aqui a danificar a avó, mano? A vó veio-te salvar a paidinha e tu estás a responder, ah, sim, vai lá, assistente, avó. Então, meu, está a passar, ok? Queres que eu estou a fogo dentro da piscina, puto? Queres que eu te meto ao cão a morder oi o joelho? Puto, achei boeda fora. Fogo só me perguntarem, tipo, ah, mas tu quando eras puto também fazias isto à tua avó? Tipo, mas é assim, mas tipo, eu cresci, puto. Ai, achei boeda fora, achei boé tipo. Tu és mesmo parvo, desculpa lá dizer-te, tu neste momento merecias mesmo ir embora com o teu pai e dormir entre a tua mãe e o teu pai, estás a perceber? Não queres saber se já não tens ideia, vais dormir entre eles, suar, puto. Está a boé de calor, tu não podes ter estado debaixo da cama sem ventoinha, sem ar-condicionado, sem nada, sem fresco. Vais dormir de suético e calção. De calção, não, calça. Calça de fatreino, pular, com meias, e gorro, e luvas, puto, aia, que irritante, meu. A sério, achei mesmo irritante e falta de respeito. E um grande abraço para a vozinha. Teve grande atitude e grande abraço para mim também, que salvei a vózinha. De repente estava ali com ela com um braço à volta dela, então, puto, vais tratar assim a minha avó, mano. Achei o puto mesmo bada estúpido. E depois os outros dois putos são, eles não são meus irmãos, não são meus meios-irmãos, eles são da minha família, eles são tipo da namorada do meu pai. E eu adoro os putos, eu adoro. Se eles são rebeldes, são demónios, mas eu adoro os. Adoro-os, acho-os mesmo engraçados. Só que os putos são mal educados. Não é mal educado. Porque eles não são mal educados. Tipo, os princípios estão lá. Sabem? Os princípios estão lá. Mas é difícil lidar com eles. É difícil. É daqueles putos que é tipo: não me apetece ter filhos. É daqueles. Eu adoro os miúdos, adoro brincar com eles, adoro fazer porcaria com eles. Mas é mesmo difícil. Porque é tipo, vocês falam com eles e é tipo, não dá. É tipo, então, o que é que achaste do Ai, vai chorar! 5x7 é impossível, é impossível. É impossível vocês terem uma conversa normal com eles, vocês tipo perguntam-lhes alguma cena e a resposta deles é sempre tipo, Sim, bebê chorão! 6x7 quem é? Eles começam tipo, eles estão bugados, eles precisam de um detox. Eles precisam de tipo de serem. Sabem o filme Exorcista? Eles precisam de lhes tirar o demónio do corpo. Para rapaz, eu sei que tens uma boa pessoa dentro, tu tens bom coração e têm, porque eles pôs, por exemplo, com a gatinha, com a flor, pá, os gajos são lindíssimos, dão-lhes imensos, dão-lhes imensos mimos, dão-lhes imenso carinho, são bué brincalhões, sabem? Tipo, estão a ver, é mesmo tipo, é mesmo 6x7, é mesmo tipo, ou é 6 ou é 7, é mesmo tipo, não dá, eles são mesmo difíceis de lidar. Pronto, nesta festa também conheci uma rapariga, uma menininha muito pequenina, chamada Mercedes, e eu acho, não sei qual é a vossa opinião, onde é que vocês posicionam quanto a este nome? É tipo, é bom ou é mau? Tem que decidir, malta. Decidam aí na vossa cabeça, imaginem. Eu acho que não é bom, pá, não é bom. Eu só vejo, eu só vejo, começo logo a ver se aqueles nomes que têm tipo pleitos ingleses lá no meio. Eu já vejo como tipo, coitado. Ele estou mesmo a vê-lo na sala de aula, a professora Francisco Robles. É tipo, epá, já, já foste, já foste? Tipo, a professora vai ficar tipo Robles, mas quem é o Robles? Quem é o teu pai? Quem é que é o teu? Estão a perceber? Agora, Mercedes é tipo, não só vai ser a professora vai ficar com aquele Mercedes, ai, você deve ter nascido num stand. Vão ver assim estas coisinhas, não só isto vai acontecer, como tipo, na noite na noite, podem abordá-la de tipo depá, eu vou só exemplificar, mas é. Olá Mercedes, queres que eu te bense? Ei, mãe! Já foste, mano? Já foste, pai, boa sorte, mãe, boa sorte. Boa sorte para vocês, mano. Ainda por cima essa miúda era bem competente. Não, ela era toda arrebitadita, ela sabia toda. Ela já sabe toda. E ela depois até me pediu para eu ir nadar com ela, para estar a brincar com ela, e assim. E eu a olhar para ela, a tentar falar a sério, porque é assim, porque eu sou boa pessoa e sou honesta, ou ali é para fazer, putz, se é para ir nadar, é para ir nadar. Então, estamos a brincar, ok? Vou aqui fazer o quê na piscina contigo? É para nadar, puto, chamaste-me para nadar, é para nadar, mano. Vai, bora nadar! De repente estou a olhar para ela do tipo: bora nadar, eu posso te ajudar, é só meter-te a mãozinha na barriga e tu ficas a dar aos pezinhos e aos bracinhos, e eventualmente vais conseguir nadar. Portanto, ela estava a ver que eu estava a falar a sério e estava a olhar para mim do tipo: coitadinho, este gajo é mesmo boa pessoa, está mesmo a falar a sério. Achei mesmo que eu vou fazer aquilo que ele me está a pedir, raparigas. As raparigas têm isto, as mulheres têm isto, pá, têm estes olhos de a semana passada também reparei de pá, é mesmo difícil fugir a uma mulher, tipo, as mulheres sabem o que é que se passa. Vocês tipo podem é que nem vale a pena, não vale a pena contornar, tipo, fazer enganar ou mentir malta, elas sabem, eu não sei o que é, eu não sei, eu não sei como, não sei como. E o melhor exemplo que eu posso dar disto é a jogar à sueca. Malta, experimentem jogar à sueca com mulheres, não tem hipótese, não há hipótese, não há hipótese, vocês tipo recebem o vosso baralho, ainda não há uma carta na mesa, uma, uma carta na mesa, e eu garanto, garanto, mas é que eu ponho as mãos, ponho o antebraço, ponho o ombro, ponho a cara, ponho tudo no fogo, é como as mulheres já sabem o que é que se fazem, já sabem, já sabem o teu baralho, meu, já sabem, tu podes nem estar a jogar do clube de sol e a refletir o jogo, já sabem, não há hipótese, mano, não há hipótese, isto é mesmo difícil, é mesmo impossível fugir aos olhos de uma mulher. É impossível, elas sabem, elas sabem na toda, mas pronto, nem era este tema que eu queria ir. Queria ir aqui para um tema mais simplista que é, provei a Água das Pedras a semana passada e eu digo-vos uma coisa. Aquilo é péssimo, malta, aquilo é péssimo. Epá, o que é que é isto? É tipo, como é que há os consumidores da Água das Pedras são tipo, são pais, não é? São homens pai com 40, 50, 60 anos, ou não, ou é malta, tipo, malta jovem? Se calhar é malta jovem, depois de sair à noite e tal para fazer a digestão, mas aquilo é mesmo horrível. Porquê que é tipo? É preferível beber um copo de água fresca com limão? Se quiserem acrescentar aquela cena, tipo, eu bebi, também não foi assim tão horrível. Eu bebi e fiquei tipo, ok, se eu acrescentar aqui uma pedrinha de gelo e um limão, bebe-se. Mas é tipo, não achei incrível, malta. Adorei o conceito de beber da garrafa, estar a beber de uma garrafa de vidro, adorei o conceito, mas é tipo, é vão. E a água das pedras ainda é também não quer estar aqui a promover o produto, não é? Mas tipo, é natural, não é? Agora, a água de castelo é tipo água de castelo e pronto, mas também não quer estar aqui a dizer que um é melhor que o outro, não é esse o meu objetivo. O meu objetivo é, são as duas péssimas, são as duas tipo água com gás. Para quê? Para quê que serve? Ah, é para dar pum. Opá, putz, por amor de Deus! Sei lá, bebe um café, bebe Coca-Cola, tipo, sei lá, meu. Bebe o que tu quiseres, mas tipo, água com gás. Enfim, para mim, acho que não é uma água que eu queira beber, mais sinceramente. Pois há aquelas pessoas que têm água com gás também da torneira. Para quê? Para quê? Não, sério, alguém me bebe? É para fazer esparguete a gás e ficar e é o quê? Não sei, não sei, tipo para mim e mas pronto, mas pronto, cada um com as suas. A semana passada também passei por um putzigano a andar de moto. Processem esta informação, o gajo ia tipo luz, ele ia tipo soltinho, sabem? Soltinho, de calção, sapatilha, sem capacete, sem proteção, ia na moto dele tal. Seis anos já ali a conduzir. E eu queria puxar aqui um. dar aqui uma sugestão ao nosso país, este de Portugal, que é eu acho que nós podemos beneficiar desta malta. Porque os chiganos são sempre tipo atacados, ah, os giganos não fazem nada, só vivem na segurança social. Ok, tudo bem, não estamos aqui para debater esse tema. Agora, podíamos aproveitar que temos putos giganos a conduzir motas, alguns desde os dois anos de idade. E é mesmo assim, nem chegam ao travão, mas vão. Vão a sacar cavalinho, travam com a mão. Sei lá como é que eles travam, mas eles desde os dois, três anos, quatro, dois, três anos é para exagerar, mas vocês perceberam, desde os 4 anos a andar de moto, sem carta, sem capacete, sem nada, e conseguem andar de moto na estrada. A estrada que é um sítio perigosíssimo. O último sítio que eu recomendaria a alguém para ir visitar a estrada, onde andam os contadores malucos. E estes miúdos andam de moto, sem capacete, sem proteção, sem nada. Eu deixo aqui uma proposta de valor para Portugal, que é pegar nestes putos todos e abrir uma escolinha de moto GP. MotoGP, malta! Ah, temos o Miguel Oliveira. Miguel Oliveira já está caminha para a sua terra e idade. Já também esteve ali, ok, ganhou em Portugal e depois tal e coisa. Estes putos putos iam ser incríveis no MotoGP, meu. MotoGP, tipo, eles iam ser incríveis. Aquilo é tipo os requisitos para seres piloto de MotoGP é seres doido da cabeça, saberes andar à alta velocidade, saberes conduzir uma moto, tens carta de moto, e tens um joelho para fazer drift nas curvas. Eles têm isso tudo, o joelho deles já está queimado, nem usam proteção. Eu pergunto-se se não seria um investimento. A quantidade de troféus que nós não íamos ganhar. Vínamos meter Portugal no mapa à pala dos putos gigantes que conduzem motas sem proteção. Deixo aqui esta proposta, Luís Montenegro, se estiveres a ouvir, acho que é uma proposta para levar mesmo para o teu governo. Podíamos enriquecer, podíamos finalmente ser autossuficientes aqui, neste campo. Bem, a semana passada também temos que falar aqui um bocadinho sobre. Quer dizer, não temos, não é? A gente não tem nada. Olha agora, olha agora. Não, mas a semana passada, e é esta semana, temos aqui uns temazinhos que aconteceram, não é? Espanha foi campeã. Espanha foi campeã e eu. Ok, pronto, olha, fico feliz por eles. Fico feliz. Não sei se fiquei feliz por não ter sido a Argentina. Porque é tipo, ok, eles são ranhosos, ok, não sei o que. Eles são. Eles são mais arranhosos mesmo. As reações deles no final do jogo é tipo, bro, tenho calma. Ok? Perdeste, perdeste, pronto, vai-te embora. Ao mesmo tipo, é expulso. Bro, sai do campo! Sai do campo! Se eu faio. Pronto. Mas é pá, ver o Messi ali a chorar. É que ele tem mesmo carinha de. Tipo, ele tem aquela cara que quando chora as sobrancelhas ficam tipo a cair, sabem? Ficam em rampa. Mas ao contrário, ficam a descer. É mesmo aquela carinha assim. Tadinho. E tipo, sabendo um bocado da história dele, não é? Não sei bem se é verdade ou não, eu vi num TikTok. Eu acho que até há um filme sobre isso, e eu vi um Edit, portanto, é assim que é assim que nós consumimos a informação hoje em dia. Portanto, vocês já sabem. Vi um Edit que supostamente é de um filme, e eu não sei se é verdade ou não, mas supostamente foi a avó dele que o levou para o futebol. E acho isso muito querido. Olha, aquele puto, não é? Aquele puto que desprezou a avó. Olha, mete os olhos, mete os olhos no Messi, percebes? Está a perceber? A tua avózinha disse: sugeriu que tu dormires em casa dela para tu fazeres jogador de futebol e no futuro dás-lhe no mínimo 14 milhões. E o que tu fazes é, está bem, vai dizer, ok, olha, uma cabeçada nesse joelho e logo para dentro. Mas pronto. Mas pronto, parabéns à Espanha. Sinceramente, a minha reação é um bocado como aquela atriz, a Suzana Blazer? Blazer Suzana. É muito diferente. É muito diferente que ela sabe. É meio diferente. É muito diferente. Também tenho aqui. Não queria muito falar sobre este tema, nem me queria alongar muito, porque é tipo, nem merece. Ah, nem nem merece. Nem merece que é a série dos patrocínios. Eu, malta, eu vou-vos dizer, eu só vi porque a minha estimada companhia de vida estava a ver a série e eu vi só um bocadinho.
SPEAKER_02Epá, e fiquei lá, gás. Pronto, e caga assim, epá, desliga, desliga, desliga, desliga, desliga, desliga, desliga, desliga, diz que manda à televisão, parte de televisão, um parte de tipo, é assim, nada contra, pronto, façem, façem o que queiram e coisas, tipo, façam o que quiserem, vocês estão a produzir.
SPEAKER_01Se nós vamos consumir séries, é da nossa responsabilidade, não é? Se nós estamos a consumir isto, é da nossa responsabilidade, portanto, mas é pá, eu vi um momento em que era a Carolina Patrocínio com um marido que eu penso que se chama Gonçalo ou Tiago, não sei bem, acho que é Gonçalo, acho que Tiago é o Tiago António Pereira, que é o marido da outra, nada contra, eu até gosto do Tiago António Pereira, nem desgosto, acho que ele até era bom ator, lembram-te de ver as novelas antigamente, adorava bem o que acontece? Eu estava a ver, e naquele momento criou-se ali uma tensão toda que foi tipo, a Carolina disse assim: Pronto, e tivemos uma situação este ano, tu e é tipo, porra, é uma situação. Estás a dizer isso com o teu marido ao lado, mas depois o teu marido fez cara de cu. Foi mesmo assim, tipo, o que é que aconteceu? Foi uma traição? Foi tipo, morreu alguém? Ai, credo, desembuche, mulher, o que é que aconteceu? Não é? Ficamos nesse estado. E ela manda um.
SPEAKER_04Fui roubada por uma pessoa que se fez passar pelo Gonçalo.
SPEAKER_01É tipo, é grave, ok, mas o que é que isto é o tema? Resultado, a gaja estava chateada com o marido, porque houve uma pessoa que se fez passar pelo marido e roubou-lhe dinheiro, uma pessoa íntima, e ela está chateada com o marido, porque ficou desconfiada do marido. É mesmo aquele tema, é tipo, estão a lançar este tema para as pessoas discutirem que é o mesmo tema de nabiça. É o mesmo tema de não vamos chegar a lado nenhum com isto. Isto nem sequer é um problema. É tipo, é da tua responsabilidade, meu, é da tua responsabilidade e do teu marido a vossa confiança, do tipo, pá, se não confias nele, tipo, fala com ele, não é? Tipo? Isto é um problema mesmo grave, porque houve uma pessoa que se fez passar pelo Gonçalo e depois ele estava tipo, não, mas você não me tinha dito isto, porque eles tratam-se por você, que isso também é também é mãe, também é outra essa, que é tipo, já é mau família, não é? Pai, mãe, avó, pronto, avô ainda se percebe, ok, tipo, pai e mãe é tipo agora, marido, ou mesmo namorado ou namorado, tipo a pessoa com quem tu estás a dormir, a pessoa com quem tu estás tipo a partilhar casa, a partilhar uma vida, a fazer decisões, a fazer escolhas. E estás tipo, desculpe, pode-me passar o copo de água. Epá, puto, porra, mandava-me ter o copo de água à tromba, meu! Poça, puta, assim não dá. Claro que a vossa confiança é uma cocause, mas pronto, também não é da minha responsabilidade, nem quem me tem nisto, nem quem tem nisso, nem quem tem nisto, nem quem é ti nisto. Epá, tipo Epá, estavas-se ali a cara. Mano, problema a sério é ter doença, é ter cancro, é ter fome, é não ter dinheiro para comprar água e pão. Isto é que é um problema a sério. Olha agora um problema Ah, fia-se passar pelo que sabe e roubando dinheiro Então chegas ao pé de tu marido e depois olha lá, foste tu que me roubaste dinheiro Se ele disser sim, é sim, se ele disser não é perguntar outra vez para perceber se foi mesmo ele ou não, mas depois ultrapassas isso, não é tipo um drama, e depois depois o cá estava a responder do tipo Ah, é a primeira vez que eu estou aqui a ouvir isto é a primeira vez que a Carolina me diz isto, mas ainda está desconfiada e ela sempre desconfia bastante olha, a Viera de vos falhar a luz durante dois meses que era para ver o que é que acontecia que assim nem sequer recebiam e-mails nem nada pá, zero é mesmo tipo aqueles dramas de é mesmo aquele drama que tipo tu sabes que aquele drama é criado propositadamente para tipo gerar um tema e discussão e mas tipo só é pá, mas pronto, só caes nessa discussão e só entras nessa discussão se tu deixas, meu também a verdade é essa, mas é que é tipo pá, achei tão pronto, olha, se quiserem ver, vejam, se quiserem ver, não vejam. Eu achei, olha, irritam-me aquele problema que não é problema só para gerar tema e discussão, quando no fundo estamos aqui a imitar Kardashian, que é mesmo assim, olha, adiante. Pois também outro tema que também dá aquele que é tipo, houve toda uma discussão sobre o filme The Odyssey de Christopher Nolan a dizer que o filme era woke e que a Odyssey é woke e. Oh, put são mesmo aqueles temas que é tipo putz, nós não estávamos a discutir isto tipo há 3 semanas, vá, há um mês não estávamos a discutir isto, de repente isto entra na agenda, ficamos aqui a discutir tudo, é tipo é assim tão importante, não, não é, tipo, há pessoas a morrer, meu, há guerra, já é tipo, já é estranho estarmos aqui a viver num Europa, eu sei que isto tem sequer me diz respeito, é tipo, isto é um podcast de humor, mas é tipo, pá, uma pessoa está a viver aqui numa vida privilegiada, não é? Paralelamente a uma guerra e a decisões péssimas, tipo toda uma realidade que nem me parece que nós vivemos aqui, e de repente entra uma discussão que é tipo, ai, mas no livre não era, ai opá, mas fazte assim tanta diferença, pronto, não era, e então, e o que é que tem? É um filme, meu é um filme, e mesmo que aquela pessoa tenha sido utilizada por questões de representatividade, o que é que tem? É um filme, pá. Porra, pá, aproveita, está ali o gajo a fazer filmes em IMAX, está ali uma produção brutal que tem tipo haja dinheiro para fazer aquilo, tipo uma produção com IMAX e com atores e com tipo pessoas que percebem aquilo e com argumentistas e com realizadores e com até o assistente de câmara tipo blindado.
SPEAKER_02Tipo, está aqui toda uma produção para um filme que parece estar incrível e de repente tem-me tipo, ai, mas ela é branca e ela é preta e ele é amarelo, e ele é catanho. Epá!
SPEAKER_01Porra, putz! Olha, tu és verde, seu feio. Não estou a dizer que as pessoas verdes não sei o quê. Digam-me uma pessoa verde também. Diga-me uma pessoa verde que exista no mundo, não existem pessoas verdes, putz. As pessoas verdes são as pessoas que viajam em barco e estão enjoadas. E mesmo assim, se viajas em barco e ficas enjoado. Brincadeira. A semana passada também vi uma coisa da Arianna Grande de Arianna Grande. Desculpem, é que não dá para dizer. Vi uma coisa da Ariana Gran, Ariana Grande, quer dizer, Ariana, não fica assim tão mal, mas pronto, mas vou continuar a dizer Arianna Grande. Portanto, vi uma coisa a semana passada de Ariana Grande e era tipo um teaser para o novo álbum dela e eu adorei. Adorei, era isto que eu queria trazer aqui. Porquê que eu adorei? Porque aquilo é tipo mistério. Há ali uma parte, se vocês forem ver, é um teaser do álbum dela que se chama Paddle. Há um teaser em que ela basicamente está a aparecer num fundo preto o nome do álbum que se chama Petal, portanto, P-E-T-A-L, para quem não sabe como é que se escreve Petal, está a aparecer Petal e ela aparece, tipo, a sombra dela aparece ali entre as letras. Assim, uma vibe meio confusa, meio uma vibe tantã, sabem, Tintin, tantã, tintim. Não sei se dizem tantã, tintim, eu digo Tim. Tim, sabem? Epá, eu adoro essa vibe. Adoro essa vibe. Eu não sei se vocês já viram o filme do Tim Timela. Nem sei se é bem live action, mas era tipo um live action em desenho animado. Brutal. Eu acho que é tipo o meu filme favorito de sempre. É esse. Tipo, eu adoro. Tipo aquele desenho animado que é tipo meio real. É pá, adoro. Adoro. E depois tem toda a cena com o Capitão Adok e todo o mesmo o vilão, e depois tudo isso, gandafilm. E aquele teaser tinha essa energia, tinha essa vibe de mistério. E o mistério é bom. Nem é por saber quem é que é o vilão, porque é tipo, uma pessoa meio que consegue perceber logo desde o início, ou eu não consigo, na verdade, mas acredito que vocês acredito em vocês, acredito que vocês consigam perceber logo do início quando vem um mistério, consigam logo identificar, tipo, ou então são mais como eu, que é tipo, eu estou aqui pelo filme, eu gosto do mistério de mistérios, não é tanto por acertarem quem é que é o vilão, ou quem é que é o culpado, ou quem é que é o não sei o quê, mas é tipo a música, toda a música, todos os efeitos sonores de ambiente que transmitem, é tudo. O que é que vai acontecer? Tipo, todo o universo, ai que mistério, que tão gera! Não sei, eu adoro, adoro e queria trazer para aqui esta sensação que tive quando vi o teaser da Ariana Grande. Semana passada também me veio à cabeça dois temas de grande importância. Grande importância. Ok, pronto, estás a. Ok, pronto, ok, a pitard até ok. O primeiro tema é acreditar em Deus. Eu sei que já falei aqui nisto, disto, já falei deste tema no podcast, mas eu acho mesmo que eu tenho quase certeza que existem autores que já falaram sobre isto, obviamente, pronto, é sempre uma perspectiva mais leviana a que vocês levam daqui, mas eu acho que acreditar em Deus eu acho que nós eu acho que nós precisamos de acreditar em Deus, porque é tipo, chega a um ponto da vida em que nós temos tantas responsabilidades que são mais do que acho que nós naturalmente conseguimos aguentar, pagar a casa, pagar despesas, fazer compras, o nível de organização é tão exigente, eu acho, acho que é exigente, é difícil ser organizado na vida ou não? Estamos de acordo, é uma qualidade que, se alguém chega ao pé de vocês e diz, eu sou organizado e de facto é organizado, vocês ficam tipo: Uau, esta pessoa é organizada, tipo, parabéns, porque é difícil, é difícil ser organizado, tipo, acho que todos nós temos coisas desorganizadas. Eu, por exemplo, tenho o meu armário desorganizado há meses para ser arrumado. Tenho certeza que vocês também têm tipo memezinha, ou não, ou são mesmo bem organizados, se calhar são, e se forem, malta, parabéns, parabéns mesmo, tipo grande abraço outra vez extra para vocês, tipo grande abracinho, porque é mesmo difícil ser organizado, e eu acho que não só em termos de organização, mas também em termos de decisões de vida, há uma certa responsabilidade que nós precisamos de passar a alguém. Como não dá para passar, por exemplo, à nossa mãe ou ao nosso pai, como fazíamos quando éramos crianças, nós precisamos de passar para uma entidade divina, pode ser Deus, pode ser um Deus qualquer, pode ser um universo, pode ser energia, pode ser signos, pode ser uma pessoa, pode ser o que vocês quiserem, mas eu acho que isto acontece, porque, por exemplo, há pessoas que acreditam muito em Deus e mandam essa responsabilidade para Deus, mesmo às cegas, há pessoas que dependem de pessoas, portanto, depositam essa fé toda naquela pessoa e depois estão tipo a glorificá-la e é tipo, têm calma, é só uma pessoa. Há pessoas que mandam esta fé para os artistas, não é? Há muitas pessoas que mandam os fanáticos, pois ficam fanáticos. Mas, por exemplo, há pessoas que não mandam para lado nenhum, que são os chéticos. São os céticos, eles depositam a fé toda neles. God damn! Login! Mas ao mesmo tempo é tipo, depois tu vês e eles parece que estão sempre meio tristes. Parece que estão sempre meio tipo, precisas de um abraço, mano. Eu sei que tu sabes que Deus não existe e não sei o que, irracionalmente não faz sentido nenhum, mas tipo é uma questão de acreditar e tu precisas de acreditar e de confiar. Não sei. Eu tenho um bocado de. não sei se é empatia, mas é tipo, dá-me vontade de dar um abraço, porque eu tenho vários amigos que são céticos e ou várias pessoas na minha vida que são céticas e eu olho e fico tipo, caranças, puto, porra, acredita mano, confia, puto, tu consegues mano, tipo, não interessa se Deus não existe, confia, acredita. Estás a ver? Tipo, sai desse loop de seres só tu e tu tens que responder a tudo, e porquê? Às vezes é bom acreditar em Deus, pá, mesmo que ele não exista, mesmo que ele não exista, tipo, porra puto, protege-me aí, segura-me aí que eu estou a precisar, tenho aqui boa de cenas para fazer, mano, preciso da tua ajuda, tipo, confias em mim. Eu acho que é esta necessidade de ter que passar, não sei se é bem ter que passar a responsabilidade, é mais tipo uma espécie de precisarmos de um confortozinho. Como nós precisamos de um confortozinho, que à medida que vamos crescendo vai nos deixando necessidade pelos nossos pais ou por pessoas que tenham muito significado para nós, porque há pessoas que não têm pai ou que não têm mãe, ou pessoas que não se dão bem com a mãe ou com o pai, e portanto tiveram que encontrar esse conforto nutra pessoa ou numa outra coisa qualquer. Esse conforto eu diria que é mesmo importante de termos na vida para continuarmos a ver a vida de forma bela, apreciá-la e é tipo não ser só racional, racional, racional. Percebem? Eu acho que vocês percebem. O outro grande tema de grande importância que eu trago aqui é eu acho que o ódio aos dama é um bocado forçado. Eu acho que é um grande tema. Porque epá, é tipo, ok, pronto, os dama tiveram ali uma fase, tipo, e ah, aquele gajo foi para a casa dos segredos, não foi bom, e não sei o quê, e depois andou com não sei quem, mas é tipo, mano, as músicas deles são boedabuas, são boé boas, são boé satisfatórias de cantar porque bate tudo certo, a métrica, tal e tal, mas agora é tarde para dizer que já tenho saudade. Pedir desculpa por não ter tendo um felo. Tipo, é bom cantar as músicas deles, mesmo as mais tristes, tipo aquela, disse-me de porquê. Isto é a versão indiana que ainda não saiu, vai sair é o remix, mas é incrível as músicas. Eles têm uma música com o prof. Jam que se chama Pensa Bem, incrível, agora pensa bem, se não te faz falta, pá, boé bom, boé bom. E eu acho que nós devíamos, enquanto sociedade portuguesa, reconsiderar aqui a nossa opinião quanto aos Dama, ok? Está bem que eles também fizeram aquilo, como tchau, tchau, tchau, pronto, ok, está bem, ok, vamos ignorar, mas pronto, pá, mas acho que não sei, eles têm músicas demasiado boas para nós estarmos aqui ignorá-los também de tal forma, e isto leva-me a outro ponto que é o guilty pleasure, é um conceito que é tipo, eu percebo de onde é que ele vem, eu percebo de onde é que ele vem, é tipo, é um pleasure que é que eu não quero bem mostrar a ninguém, é um prazer que eu tenho que não quer mostrar a ninguém. Isto é um bocado tipo kinky, não é? Mas epá, se é pleasure, porque é que tenho que ser guilty? Isto merece palmas, tipo. Por exemplo, eu lembro-me de falar com pessoas e elas dizerem tipo, ai o meu guilty pleasure é tipo ouvir Loner Johnny e tipo. Então, não tens que ter medo, ouves Loner Johnny e ouves Loner Johnny, estás a perceber? Tipo, ah, o meu guilty pleasure é funk. Não, tipo, gostas de funk, gostas de funk, putz, assume. Sai à rua, putz, assume. Estás a perceber? Tens que sair à rua e canta, putz. Pega numa pessoa e canta-lhe aquilo a ouvir, mano. Tens que assumir-se. Essa cena de guilty pleasure, ou gostas de dama ou não gostas. Está a perceber? É tipo, gostas de bróculos, assume, gostas de bróculos. Ah, mas há boa das pessoas que não gostam. Assume. Percebes? Assume, sai à rua e assume, put. Sai a ruma, sai a ruma. Sai à rua e manda um grito. Eu adoro bróculo. Pronto. Está a perceber? É preciso assumir, putz. A semana passada, também reparei, eu tenho reparado muitas coisas a semana passada. Reparei que eu acho que nós, enquanto sociedade, perdemos um bocado o respeito, não é? O respeito é uma coisa um bocado conservadora, é subjetivo o que é que é respeito. Os bons princípios, as boas maneiras é uma coisa um bocadinho conservadora, e que eu acho que nós fomos perdendo um bocadinho, não é? Já não há muito boas maneiras. Mas eu acho que ainda é valorizado. Eu acho que é valorizado ter boas maneiras, ter bons princípios. Respeitar o próximo. Não digo que tenhamos que isto seja, mas eu acho que se ganha sempre em respeitar o próximo. Ou mesmo que porque é tipo, vai sempre ganhar, mesmo que não seja logo, mesmo que não seja imediato. Respeitar o próximo tem sempre boas repercussões. Eu não sei se é repercussões, é repercussões, repercussões, tem consequências positivas, têm consequências sempre positivas, tipo as repercussões, as repercussões, agora não sei, pronto, os efeitos, os efeitos secundários de ser boa pessoa, ui, pega os efeitos secundários de ser boa pessoa são sempre bons, eu acho. Acho que mais cedo ou mais tarde nós somos recompensados por ser boas pessoas, pode não vir na medida que nós esperávamos, pode não vir na medida que nós esperávamos, mas vem se calhar é tipo um senhor na rua a dizer-nos: Olha, você hoje está muito bonito, ou se calhar é uma senhora na rua que chega ao pé de nós, dá-nos um beijinho, não sabemos, não sabemos. Pode ser um senhor na rua que chega ao pé de nós e oferece-nos alguma coisa, pode acontecer, pode ser uma espécie de reconhecimento que não estávamos à espera e de repente estão a dizer bem de nós. Também é preciso estarmos de olho e olhar para essa sorte, digamos, para essa recompensa. É preciso estar dolindo e observar. Mas eu acho que é sempre bom ter bons principios andas maneiras. A semana passada também me deparei com uma pessoa, com um tipo de pessoa que agora existe, que é oh pergunta ao chat GPT, não me vou estar chateado com isso, pergunta ao chat GPT. Pergunta aí ao chat GPT. Pergunta ai ao chat. Pergunta aí ao GPT. Put a essas pessoas eu quero lhes mandar um murro na fuça. Putz é que imagina, é assim. Eu sei que o chat GPT é tipo, o chat GPT é a grande cena que ele comete boeda erros. Ok, que ele comete boeda erros, mas pronto, é a grande cena e pode ser útil, mas a cena é pá, isto aconteceu-me da seguinte forma. Eu queria perguntar a um colega de trabalho se ele sabia qual é que eram os símbolos dos gregos e dos troianos para utilizar para uma questão profissional, e essa pessoa estava acompanhada de outra pessoa, e essa outra pessoa é que disse: Oh João, pergunta ao chat GPT: olha, é assim, não gostei, não gostei, porque é tipo epá, repara. Eu sei que posso perguntar ao chat GPT, eu sei que posso perguntar a toda a gente que estava à minha volta, mas eu decidi perguntar àquela pessoa em específico. Eu decidi ter uma interação com base num achismo que eu tive, que foi tipo, eu acho que esta pessoa vai perceber de gregos e troianos, e eu acho que sim, porque parecia-me uma pessoa nerd, parecia-me uma pessoa que sabe que leu a Odisseia, que leu E Lídia e Lídia Elia, que leu aquele livro, pronto, que leu estes dois livros importantes para saber de Odyssi, e eu estava a querer ter uma conversa, a querer ter um diálogo que não é sempre manipulado e controlado por mim no chat GPT, estou ali a querer ter um diálogo humano, uma interação humana, e também esta pessoa a dizer tipo, O Jean vai perguntar a um robô, epá, tipo a um algoritmo, puto, com o algoritmo eu falo todos os dias, mano. Eu pergunto ao algoritmo: olha, quantas calorias é que eu consumi? Olha, como é que vai dar o tempo amanhã? Olha, e tipo, agora, estamos aí para este caminho de eu pergunto tudo ao chat GPT, eu falo imenso com ele, tipo, esta mesma pessoa também me disse, já me deu a entender que fala de questões pessoais, e não é uma novidade, já saíram imensas notícias sobre isto de pessoas a falarem com o chat GPT de forma quase como se fosse a desabafar, não é? E eu acho que isto é perigoso, é perigoso, não querendo ser negativo, mas é um bocado perigoso, porque quando nós desabafamos com uma pessoa há um tempo limite, aquela pessoa não está ali, tipo, aquela pessoa também é humana, também é tipo, é um ser humano que também não tem assim tanta paciência para nós, não é uma psicóloga que é uma pessoa que está a ser paga para nos ouvir, ou um psicólogo para nos ouvir, para não, não vai, não é que nos vá contrariar, mas ou seja, o nível de contradição é uma coisa controlada, é uma coisa, percebem? Agora, se nós estivermos a desabafar com amigos, com relações íntimas, é pá, tipo, essa pessoa tem obviamente um tempo limite, a pessoa não está ali o dia todo para nos ouvir, e nós, porque nós também não estaríamos, não temos essa disposição, temos é normal, somos humanos, há um tempo limite, há condições, tipo, não te vou estar a ouvir o dia todo, mas no chat GPT isso não acontece, isso não acontece, é tipo, a resposta é sempre com base naquilo que nós escrevemos, é sempre uma resposta que nós queremos ouvir e isso não é bom, meu. Isso não é bom, isso tipo vai-nos lixar um bocado aqui a ideia que nós temos de relações e de diálogos, tipo chega a um ponto em que é bom, é bom não termos sempre diálogos controlados e que nós tipo estamos um bocado sob controle do que é que nos está a ser dito, não é? Porque imagina se vocês respondem ao chat GPT e ele responde-vos de forma mais agressiva, vocês podem simplesmente dizer, olha, não estou a gostar do tom, mudera o teu tom, e ele e não é a pessoa, eu ia dizer a pessoa, mas é tipo o algoritmo vai se adaptar àquilo que tu lhe estás a pedir. Agora, uma pessoa não funciona assim, uma pessoa não funciona assim, tem tipo um ego. Eu acho que acho que é o que nos vai um bocado distinguir do chat GPT, para o bem e para o mal, eu espero mesmo que para o bem, dá, porque é tipo, nós não podemos estar a falar com uma pessoa e ela responde-nos e nós tipo, ai, tens que moderar o teu tom. Tipo, não é que tu não possas, mas isso tem consequências e não são sempre consequências positivas, a pessoa não vai sempre compreender aquilo que tu lhe estás a pedir, e no chat GPT vai, vai! E isso é tipo épá, estar aqui a procurar uma interação com um ser humano e de repente tem um ser humano a dizer: olha, não tenhas esta interação, não percas tempo, tipo, pergunta ao chat GPT, não, tipo, além do chat GPT não me dar respostas, o chat GPT vale para todos os algoritmos, todos os chatbots, tipo, não é algoritmos, já vale para todos os chatbots, tipo, além deles não terem a resposta absoluta para as questões, porque esse também é outro tema, que é nós de repente estamos a perguntar-lhes tudo como se eles soubessem tudo, e não se sabe tudo, é impossível chegar-se sempre ao cerno da questão, isso não vai acontecer em nenhum tema, e nós sabemos isto, basta ver filmes, basta ler, basta interagir, não existem respostas, não existe uma resposta absoluta para nada, e de repente estarmos aqui a tomar as respostas do chat GPT, do Copilot, do Gemini como respostas absolutas aos nossos problemas ou às nossas questões, é pá, tipo, pode ser um bocado perigoso, além de que de repente estarmos a nós próprios a sugerir não perder tempo com uma interação humana para ter uma interação com um chatbot é tipo, ok, depende daqui da questão, mas é tipo, neste caso, eu sei que posso saber o símbolo, a simbologia dos gregos e dos troianos. Eu sei que posso saber, mas é tipo, eu queria procurar uma interação humana com uma pessoa que eu tenho a certeza que sabe, e este procurar a interação humana acho que vale tempo, acho que vale essa perda de tempo entre aspas, não é perder tempo, estamos aqui a pá, eu estou a dar-me a conhecer a uma pessoa, ou estou a demonstrar que quero conhecer aquela pessoa e aquela pessoa tinha uma oportunidade para se dar a conhecer. Também aquela pessoa também se diga de passagem, foi tipo, sei lá, afinal não sabias também, se calhar é mais valido e perguntar o chat GPT. Mas tipo, estão a perceber aqui a questão, não é? Porque acho que mesmo, por exemplo, uma coisa simples que é Ah, chat, diz-me quantas calorias é que tem este prato. Pá, o gajo não sabe ao certo, não é? Ele não sabe ao certo, depende. Depende do azeite que utilizaste, depende da pimenta de preta, depende do alho em pó, depende do pimentão doce. De repente vamos estar aqui a ir medir tudo para ter tudo exatamente e mesmo assim não é exato? Não sei. Mas pronto, deixo aqui esta questão porque acho que é tipo, epá, acho que vale todo o tempo nós procurarmos interações humanas, pá. Acho que vale. Também semana passada eu tenho vindo a reparar que eu não sei bem comer fruta. Eu não sei comer fruta, não tenho o hábito de comer fruta. Isto é uma cena que vocês também têm, de tipo, não conseguem, por exemplo, morangos. Morangos é uma fruta que eu tipo, para mim não dá. Eu sei que há tipo, há aqueles morangos recheados com chocolate e chocolate branco, e é tipo, uou, brutal. Mas é tipo, eu reconheço o sabor, mas é que para mim o problema da fruta está na textura. Porque quando era mais novo, eu acho que isto acontece com toda a gente que não gosta de uma fruta específica. Por exemplo, não gosto de manga, não gosto de pesco. Ah, normalmente, há dém-te perguntar, a próxima vez que há uma pessoa que não sabe de fruta, ou que não sabe de fruta, é que não gosta de uma. determinada fruta, pergunta-lhe porquê. E quase certeza, tentem chegar à questão, quase certeza que tem a ver com alguma coisa da infância. Quase certeza. Ou tipo, era obrigado a comer, ou tipo, tinha que era obrigado a ficar na mesa para comer, ou não podia comer gelados e tinha que comer fruta. Alguma cena. A mim foi tipo morangos. Eu lembro-me perfeitamente de ter o meu tio. Eu não, malta, não estou a denunciar o meu tio, ok? Eram outros tempos, outras educações, não faz mal, ok? O gajo estava basicamente a enfiar-me um morango pela boca dentro. E é tipo, é nojento. É nojento porque é tipo, eu não queria bem comer, eu estava-me a fechar a boca, ou seja, o gajo estava-me ali a obrigar a comer aquilo, e é tipo, e hoje em dia eu quero comer morangos, pá, não vou, e também aquela texturazinha, aquelas sementes, de repente parece uma vítima, de repente parece que o meu tio enfiou-me um morango pela boca a dentro. Tipo, o gajo fez o que sabia, pronto, eu não se preocupem, eu estou bem, mas morangos fazem um boi da confusão, porque é tipo, têm sementes, têm coisinha, por exemplo, outra coisa que também me faz boa da confusão, comer tipo a meixa ou pêssego, tipo, e ababusarem-se todos. Eu ainda este fim de semana comi um pêsego na praia e estava tipo seco. Eu prefiro que tenha sumo, eu prefiro que tenha aquele só que é tipo, também comer assim é tipo, por exemplo, ananás. Ananás é uma fruta que eu reconheço o valor, ananás é o abacaxi, reconheço o valor, com canela, ótimo, com mel, incrível, não é? É sempre incrível, ou seja, com ou sem. Mas tipo, eu não como porque eu como para comer uma fatia de ananás, eu demoro o é da tempo, porque eu fico a mastigar, a triturar tudo para ser, para passar bem. Eu fico. Então, já comeste? Não. Ainda estou. Percebem? Não sei se vocês têm isto. Eu tenho. E posto isto. Tivemos aqui o EDATM, mas malta, temos aqui quase não, temos uma horror. O que é que fez? Enfim, posto isto. Vamos então aos grandes abraços da semana. Olha, sabes que mais? Ganda abraço. O primeiro grande abraço desta semana vai para um miúdo chamado Laurie que me apareceu no TikTok. Ele é autista e o gajo faz impressions de pussars. Pá, incrível. Incrível, mas tipo. Mas incrível, tipo, vocês têm que ouvir. Vou-vos deixar aqui o TikTok.
SPEAKER_00Let's get started. First we got the bar now. Next is the ringneck dub. And you know, there's two different species of crows in the United States.
SPEAKER_01O gajo faz estes berlinhos, weatherban, e estava assim meio envergonhado, estava tipo, oh, sorry. Ok, here goes American Eagle. Incrível. Eu sinto medo da weada bem com este puto. Lori. Depois, outro grande abraço vai para. Quer dizer, é um grande abraço que é um grande abraço a gozar, na verdade. Portanto, não é um grande abraço, é uma grande cabeçada. Olha, grande cabeçada para o comentador de RTP. Ok. Que quer dizer. Vamos aqui por partes. Ganda abraço para o comentador de RTP na final. Que o gajo estava tipo. Não, calma, não é grande abraço. Não é grande abraço. É grande cabeçada para o comentador de RTP que na final do Mundial o gajo estava tipo a comentar tudo menos futebol. Put, imagina, se tu não queres estar a comentar futebol, não comentes futebol. Ok, tipo, vai comentar outra cena. Agora não tens num jogo de futebol a dizer, a mandar tipo postas de pescada sobre política internacional e sobre geopolítica, e tipo, se o ponta de lança da Argentina é de direita ou de esquerda, ou se vota no Trump, não, tipo, estamos aqui a misturar cenas, não vale a pena, portanto, ganda cabeçada para ti. E depois não sei se foi o mesmo comentador, mas grande abraço para o comentador da RTP que a comentar um jogo da Argentina, penso que foi na meia final ou nos quartos de final, não sei, já não me lembro. O gajo disse: em vez de dizer Tagliaflico, Taglia Flico, que é o nome de um lateral da Argentina, acho eu, ou de um média, de um central, não sei, é um defesa, é um gajo. Um gajo da Argentina, o gajo chama-se Taglia Flico. O gajo disse o seguinte: tentou colocar a Juliana Alvares, nós que está ainda. Taglia Felso à parede, um grande abraço para ti, não sei o que é que se passa aí com os comentadores de RTP, mas tudo bem. Gando abraço para o Messi. Para o Messi, porque pá, também não vale a pena estar aqui com o ódio e com o Ronald é melhor. Não, coitadinho. Ele estava triste, o gajo é incrível, ele é bué da bom, joga bué bem. Como já disse, supostamente foi a avó que o trouxe para o futebol. Essa história é bué bonita. Ele overall, apesar de ser um cabronzinho a jogar, não é? Um grande abraço para ele, que ele estava com um carinha triste e ele é incrível, portanto, grande abraço para o Léo Messi. Gando abraço também para todas as crianças e miúdos e miúdas que vivem em instituições de acolhimento. Acho que é um tema que nós muitas vezes não pensamos e portanto também grande abraço para a SIC, porque foi uma notícia que passou a semana passada em horário. Não sei se foi horário de almoço, de jantar, não sei, passou no telejornal, independentemente se for tipo uma notícia que tenha whatever. É uma notícia que fez bem, está bem, faz bem aparecer, porque realmente são miúdos, são putos que não têm uma vida nada fácil, não é um tema que se fale constantemente, tal como outros, que há tanta coisa a acontecer que uma pessoa não consegue chegar a todo o lado, não é? Nós não conseguimos resolver tudo, nem conseguimos apagar todos os fogos, mas foi uma notícia que estava-se ali a falar sobre o tema, e eu achei que isso era importante, portanto, queria mandar um grande abracinho para essas crianças. Eu sei que isto não faz nada, teoricamente, teoricamente, não, praticamente isto não faz nada, não ajuda nada nem ninguém, queria só pá, no fundo, refletir um pouco sobre isto e dar-vos também um pouco, ou seja, aproveitar que vocês ouvem o podcast para também vos fazer pensar um pouco sobre isto e sobre no fundo estas crianças que vivem em instituições de acolhimento muitas vezes vão para vão passar fins de semana com pais e com pais, com casais ou com pessoas que querem ter filhos e depois vão-se embora, depois têm que voltar outra vez para toda essa vida deve ser menos difícil e queriam mandar um grande abracinho para eles, eu não sei se por acaso uma coisa foi uma coisa boa que os meus pais também sempre me colocaram na cabeça. Se vocês tiverem brinquedos, se tiverem roupas que já não utilizem, às vezes em vez de fazerem dinheiro na Vintage, que é tipo, vão fazer o que é 20€, é tipo vocês fazem esses 20€ tipo de outra forma, ok? Não o cu na estrada, ei, ei, ok. Em vez de vocês irem vender roupa na Vintage, tipo a 1, 2, 3€, 4€ para as pessoas comprarem, etc. Peguem essa roupa e deixem, por exemplo, em instituições de acolhimento para essas crianças ou brinquedos que vocês entretanto vão ficando mais velhos, já não utilizam, têm ali parados numa arrecadação porque não são organizados, ou se calhar são, se calhar têm tudo limpinho, sem pó, sem nada. Se vocês tiverem esses brinquedos, coisas que possam dar para instituições de acolhimento, eu acho que eles aceitam quase sempre, portanto, para vos deixar isso também em mente, darem um heads up para ficar na vossa pipeline, Linguagem Corporate, para ficarem na vossa cabecinha, vos puro-se, está bem? Eu sei que sim, vocês são vosso puro-se, portanto, sei que vai ficar. Outro grande abraço que eu queria dar era para dois gajos que eu vi no TikTok e que mad respect respeito. Um foi um gajo que se chama Motobre, que o gajo basicamente faz vídeos em Pio via andar de moto, e ele ia andar de moto e viu uma pessoa andar sozinha na rua e que estava triste, era um andar desesperado. Eu não sei até que ponto é que este conteúdo não pode ser para gerar engagement e é tudo ensinado, e etc. Mas pode ser que não, e portanto, se de facto aconteceu, grande abraço para este gajo que parou a moto, portanto, o gajo estava a conduzir, ele faz vídeos tipo a conduzir motas pela cidade. Acho que o gajo é norte-americano, e o gajo viu esta pessoa, parou, parou, deixou tipo, ficou com o senhor, tipo, sentou-se com ele, ficou em silêncio, falou aquilo que a pessoa também lhe permitia falar, percebem, ficou ali a fazer-lhe companhia, e acho que isso é bom. É uma atitude boa, é uma atitude que ok. O que é que o gajo pode ter a ganhar com aquilo? Pode ter a ganhar seguidores, comments, likes e pessoas que gostam dele e porque o gajo está a filmar aquele momento, mas ainda assim o gajo que é facto é que ele parou e ouviu a pessoa e falou com a pessoa portanto, um grande abracinho para este gajo que se chama Motobrew. Outro grande abraço também para um rapaz que eu não sei o nome, mas ele apareceu-me no TikTok e eu achei super querido porque ele a atitude dele mostra que nós temos tipo carinho e cuidado quando dentro de nós também temos ambição desmedida e também temos individualismo e querer nos proteger, etc, etc, etc, etc. Mas também temos este lado de compaixão, de empatia, de querer ajudar, de querer cuidar aquilo que é nosso e aquilo que é ou aquilo que a que estamos de certa forma conectados, seja racionalmente ou emocionalmente, o que aconteceu? Ele tinha um gatinho e o gatinho ficou sem andar, ou seja, os membros de trás, os membros inferiores, não sei se nos gatos são inferiores, porque eles estão todos ao nível do chão para mim, são todos inferiores, mas os membros, as perninhas, ao pé do rabito não estavam a mexer, e portanto, o que é que o gajo fez? Construiu uma cadeirinha tipo de rodas para o gatinho, e achei isso bonito, achei isso bonito porque lá está, o que é que ele tem aqui a ganhar com isto? Nada, nada, não tem nada a ganhar, é diria que é por e simplesmente querer cuidar do gatinho por quem ele tem sentimentos, portanto, acho que é bom, acho que é sempre bom e merece sempre um grande abraço quando vemos estas atitudes assim, o mais próximo de puras que conseguimos ter seres humanos e portanto, um grande abraço para este caso, mas fica aí, meu puto, fica aí, estou a mandar através do céu, através do universo, um grande abracinho. E posto isto, vamos à recomendação da semana. A recomendação desta semana é comer sopa. Há quanto tempo é que vocês não comem uma boa sopa? É uma pergunta que as nossas mães nos fazem sempre. Não consigo fazer uma tão boa quanto a tua mãe.
SPEAKER_04Está bem?
SPEAKER_01Comi uma sopa com o gajo em casa dele, portanto, já estão a ver como é que está. Já estou aí a comer sopa em casa dele, não se pôr. Essa relação já está evoluída, mas já estava a comer sopa, uma sopa incrível. Gandar abraço para a mãe e para o pai, não sei quem é que fez a sopa, acho que não foi o gajo, com a certeza, mas sopa de feijão, incrível. Não tinha muito azeite, que é isso que se quer para quem está em défico calórico, não tinha muito feijão, não tinha chauriça, não tinha, estava incrível, estava incrível, uma sopa light, mas soube-me aí, soube-me a casa, já não comi uma sopa, há sei lá, não sei. Mas experimentem comer uma sopa, mesmo com este calor, comam uma sopa e bebam um copo de água fresca, malta, vocês vão se sentir outros. Estou-vos a dizer, comam uma sopa esta semana, ok? Experimentem fazer, não é nada difícil, comam uma espinha. A semana passada, só aqui para acrescentar, não tem nada a ver com a recomendação, mas tem a ver com este amigo, porque eu a semana passada estive com ele a jogar futebol com russos, é tipo, uma pessoa que tem aquela interação que é tipo, ui, tu és russo. Mas pronto, vou jogar contigo na mesma, porque não há outro. Mas eu queria só dizer aqui: o meu amigo, o gajo, o gajo é malandro a jogar futebol, porque o gajo é daqueles gajos que é mesmo falteiro. O gajo é tipo, ele mete, ele dribla, passa por vocês, a meter-vos a mão assim no peito, que é para vocês não o passarem, e é tipo, epá, isso é falta. Putz, isso é falta. E é tipo, estás-me a fazer isso a mim? Eu sou o teu amigo, mas o gajo faz isto e já tínhamos ido uma vez, já tínhamos ido jogar futebol à minha cidadezinha, à minha terrinha, já o tinha convidado para ir, e o gajo, nesse jogo, é o engraçado, porque o gajo não estava a ter um jogo muito bom, onde não lhe estava a correr bem. E para o final, há lá um lance que o gajo tipo, um gajo da minha equipa, nós estávamos de equipas contrárias, que eu detesto. É tipo, somos melhores amigos, vamos jogar para sempre na mesma equipa, ok? Porque senão eu vou. Eu detesto estar a jogar contra melhores amigos ou amigos, porque é tipo, de repente, estou aqui a competir contigo, eu não quero, não quer competir, vamos competir do mesmo lado, se faz favor. Ok? Ah, bom, quem manda aqui sou eu. O gajo estava no final do jogo, um gajo da minha equipa estava para passar a bola e o gajo entra-lhe de carrinho com o pé no ar. E estamos a falar de futebol, malta. O gajo tinha chuteiros, o gajo entrou-lhe de carrinho com o pé, tipo na coxa. Estão a perceber? O gajo estava tipo para matá-lo. É um bocado red flag, isto ou não? Não me vais fazer isto, foi não? Vamos estar a jantar, de repente tem um pé na cabeça, puto. Não vais fazer isto, não é? Queria só deixar aqui que acho engraçado. Mas, meus puros, temos aqui a primeira quase hora e meia de podcast. Porra!
SPEAKER_03Esse gajo fala mesmo pelo cotovelo! Esse gajo fala mesmo pelo cotovelo! Ele fala lá muito! Agora aparece aquele boca, demanda gás, vocês lembram?
SPEAKER_01Eu também me lembro, mas poras é tudo por hoje. Tenham uma grande semana, a sério, tenho uma grande semana, mas poros é o quê? Problemas no trabalho. Vocês cheguem lá, rebentem com aquilo. Rebentem, eles não sabem o que é que vocês estão a produzir. Eles não sabem o que é que vocês estão a pensar, eles não estão na vossa cabeça, vocês. Boa semana para vocês. Tenham uma boa semana. Boa sorte para os vossos desafios, para as vossas cenas, para os vossos problemas. Vocês conseguem, meus poros. Vocês conseguem. Ok? Grandes beijinhos, grande abraço e até para a semana, meus puros.