Sempre aqui.
Sempre aqui.
Sempre aqui.
episódio 16
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meus puros, como estão?
espero que bem lol
neste episódio falamos de uma gatinha que se atirou do 3º andar, da Odisseia (falamos brevemente, não sou cinéfilo), ir à baliza, ter filhos e pais que educam bem ou mal, áudios do Tiktok e mais umas coisas.
demos o ganda abraço e as recomendações da semana.
meus puros obrigado por ouvirem,
aquele beijinho. ou aquele abraço se não curtirem toque físico <3 e este coração
Sup sempre aqui me espurou como é que vocês estão? Bem-vindos aqui ao episódio 16 de sempre aqui. Malta, como é que vocês estão? Como é que vos correu a semana? Correu-vos bem? Eu espero que sim, vocês já sabem, meus queridos, eu espero que a vossa semana tenha corrido bem. A minha por acaso, não sei. Sinceramente não sei, não sei como é que é definir, não sei. Sei que eu comecei agora e agora a gravar, não é? E a gravar e apareceu-me aqui. Ou seja, nós neste podcast já estamos habituados a aparecerem autocarros, motas. Opa! Qualquer dia um alien, sinceramente não sei, aparecem mais, aparecem todos e mais alguma coisa. Agora, apareceu-me isto aqui. Yo yo do chatuschete do 725 Exatamente, eu estava a testar o áudio, não é? Do chatuschete pá, não julguei. Desculpa bem lá, desculpa bem lá. Tipo, eu estou num momento em que tenho que dizer alguma coisa, estou só a dizer. E. De repente está ali o gajo da Clock do Benfica estava aqui na rua. De repente, estava aqui com o megafone. E eu percebo o gajo, disse, há certas formas de dizer as neiras que são mesmo tipo. são mesmo certeiras. Pai, o gajo por acaso acertou ainda bem, olha. Abraço para ele, parabéns. Diz as neiras muito bem. E de coração é que ficou no outro sítio. Bem, mas depurou-se. O que é que me aconteceu semana passada? Eu vou-vos dizer, a mim não me aconteceu nada, mas a minha gatinha, a flor, magoa-se. Ela magoa-se. Porquê? Vou-vos explicar. Portanto, ela não vive comigo, não é? Ela vive com o meu pai e com lá a família. Agora, ela o que acontece? Ele vivem num apartamento e ela tirou-se cá para baixo. Olha de uma de suicida. Olha de uma de suicide. Soy settled. Ok. Ok, Flor, pronto. Pá. Pá, ela mandou-se do terceiro andar. Uma coisinha daquelas, uma bolinha de. Ela é uma pedrinha no fundo, ela é uma pedrinha, uma coisinha muito pequenina, muito. Uma coisinha. Manda-se, ora decidi mandar. Estou a ver. Os gatos. Malucos, pá! Qual é necessidade? Ficou toda a decisão, que é mesmo assim. Ficou toda magoadinha. Por acaso não me partiu nada? Que essa também é outra. Os gatos podem literalmente. Os gajos podem fazer tipo paraquedismo sem paraquedas. Caem, não partem. Não partem nada. Estão na boa, caem de pé. Caem de pé. Esse meio gajo me mandou-se do terceiro andar. Está na boa. Está na boa, está podem estar a mandar para outra. Para cima mandou um mortal e tudo que paguei duas patas. Maluca, pá. Flor, flor maluca. Mas pronto, acho que ela já está bem. Ela entretanto já foi várias vezes ao veterinário. Acho que está a ir a consultas regulares. Portanto, se vocês gostam da flor, um dia eu convido-o aqui para ela vir no podcast que tadinha. Agora mandou-se. Parvalhinha, parvelhona, parvalhuta, enfim. Também fui ver a Odisseia. Eu não sei se vocês já foram ver ou não. Eu malta, eu nem sei bem o que achar, sinceramente. Sendo-vos o mais honesto possível, eu não sei bem o que achar. Eu preciso de ver outra vez. Foi uma coisa, havia tanto alarido à volta do filme, tanta coisa ali que é tipo, pá, eu preciso de ver outra vez. Eu preciso de ver outra vez, eu preciso de ver outra vez. Eu preciso de comer pipocas e ver bebida a ver aquele filme outra vez, porque assim, primeira impressão, eu adorei, adorei, acho que nunca tinha visto um filme em IMAX, acho que nunca tinha visto e adorei, mas é uma cena brutal, uma sala super gira, com azul, todo giro, eu sei que não é, se calhar é como muito todas, não sei, não sei se é mesmo da brand da marca, mas eu adorei, pá, tinha um azul, todo giro, o ecrã gigantíssimo, parecia que estávamos naquela sala de cinema que eu penso que é, obviamente só existe nos Estados Unidos da América, que é tipo a imersiva, sabem? Foi mais perto que eu tive de estar numa sala assim, adorava visitar uma sala assim, mas foi a minha primeira vez em AMX, e só pelo filme, só que por ser na AMX, e mesmo tendo em conta a fotografia daquilo que Gandaprops é um amigo meu que se chama Roberto, que me explicou que o vídeo, ou seja, um vídeo são várias fotografias por milissegundo, malta, eu não sabia, desculpem, não sabia, incrível, portanto, e por isso é que se diz a fotografia do filme. Não sabia se vocês sabiam, guys, you are genius. Eu não sabia, e eu digo, a fotografia é incrível. Há ali shots que uau, uau! E saber que, ok, claro que aquilo foi tudo depois trabalhado em pós-produção, mas saber que aquilo foi tudo captado a sério, tipo, estamos a ver um barco no meio do mar a sério, de longe, estamos a ver tipo, é tipo é absurdo, não quero já dizer que é tipo andando Master Pete, não, porque a minha sensação é mesmo que eu quero ver outra vez. Eu acho que é dos poucos filmes que eu quero ver outra vez. Eu nem sou muito, não sou muito uma pessoa de ver filmes, eu por hábito não tenho tipo, olha, tens tempo livre e bora ver um filme, bora, não, não tenho. Mas quando gosto de um filme, eu gosto e quero me relacionar e quero ver e quero aprender e quero ler e quero não sei o quê, e este filme senti isso, neste filme senti isso, e senti que preciso de ver outra vez para formular uma opinião. Eu gostava de ter aqui uma análise toda pormenorizada, mais aprofundada sobre o filme, mas não tenho, não tenho, sinto só que sinto só que quero ver outra vez, por exemplo, pois não quero estar aqui a avaliar com uma estrela, tipo o jornal Yornal Y ou a revista Y não sei estar a avaliar só com uma estrela e depois estar a criticar a boi já a dissecar e tudo mais, tipo eu sei que existem essas pessoas, admiro quer dizer, não admiro, mas é pá, não quero estar já aqui a disseccar o filme e não sei o quê, porque eu sinto que preciso mesmo de ver outra vez e até gostava de ter a capacidade de ler a Ilíada e a Odisseia e ler sobre todos os personagens desse mundo, sobre a Cassandra, sobre o Agamemnon, sobre todos esses personagens, sobre a Circe. Gostava de possuir esse conhecimento. E a minha admiração vai sobretudo para as pessoas que possuem esse conhecimento, já, que têm esse conhecimento, que leram. Eu admiro-vos, malta. Se vocês são uma dessas pessoas, eu admiro-vos. A semana passada também fui à praia. Obviamente, não é? É uma coisa bela. Coisa bela ir à praia, ir à praia é belo, é belo, há relaxamento, há relaxação. Estamos descansados, não é? Ainda está para vir o dia, ainda está para nascer o sol do dia em que nós vamos ter um surto coletivo e vamos perceber. Não, vamos tipo, mas é todos para a praia, o que é que andamos aqui a fazer? Estamos aqui a trabalhar no linguinho e não sei o quê, para quê? Para nada, estamos a fazer para quê? Para nada. E de repente estamos todos na praia sem putos a gritar, sem putos com fome. Oh mãe, não há meus anos, não quer, não tens fome, não queres, não há. Estou a brincar. Esta realidade obviamente é super distante, até porque eu provavelmente seria a pessoa que tinha fome, mas fui à praia e aconteceram várias coisas neste dia praia de neste dia de praia. Primeira coisa que aconteceu, malta, eu fui jogar à bola com os putos e eu estava a sentir. Estava a sentir, estava a tipo, eu acho que vou ser hoje vou ser guarda-redes. Estão a ver? Eu hoje vou interpretar o papel de guarda-redes. Estão a ver? Não, hoje vou ser extremo, hoje vou ser. Não, malta, eu hoje eu naquele dia fui guarda-redes e eu vou-vos dizer uma coisa. Eu fiz defesas que eu nem sei bem, eu defendi e depois levantava-me a olhar para as mãos, oh my god! Tipo, eu fiz ali defesas que foi tipo, malta, eu defendi penaltis, penaltis, tipo cinco penaltis, ok? E estamos a falar tipo, ah, mandou-te a bola para o meio ou assim para o lado para o meio. Não, não, mandou a bola para o canto inferior, para o canto superior, a defender e a bola raspar depois na trave, no poste, malta, houve uma defesa que foi tipo. Imaginem, por exemplo, um daqueles lances do Cristiano Ronaldo em que o gajo vai sozinho, faz aquela finta dele para dentro, remata e a bola vai, em vez de ir para o segundo posto, vai para o primeiro posto para o cantinho de baixo, que se vocês jogam futebol, se vocês estão a pai, mesmo aquele remate a enganar o guarda-retes. Houve um puto que fez isso e ele quase que me enganava, e eu fui lá, tipo atirei-me, de repente eu estava tipo a encarnar o Dio Costa, eu tipo, malta uma defesa, eu até defendi tipo só um braço, eu dei por mim, estava-me a atirar com os dois braços, que é isto, enquanto me atirava, estava tipo, olha eu atirar-me, não sabia que conseguia fazer isto e defendi depois penaltis e tal, e coisa, pá! Achei inacreditável, se calhar, quem sabe, não é? Quem sabe uma carreira enquanto guarda-redes, quem sabe? Também notei, obviamente, que há pessoas que falam demasiado alto na praia. Eu sei, é um tema super batido e tal e coisa, mas estas pessoas tinham aqui uma particularidade, que é que há um falar alto que é tipo, ok, eu estou a perceber que tu estás a falar alto, pronto, não te vou ligar. Tipo, se estivesse a fazer brincadeir na areia, estão todos a brincar, estão todos a jogar a bola, aí é bem, putz, não estás ligando, aí, aí, pronto, ai, pronto, tipo, ok, ok. Agora, estas pessoas em particular eram dois casais que tinham filhos, cada um tinha um filho, acho eu. Não percebo se eram dois, se eram três, eu não percebi, não percebi. Aquilo estava assim tão a monte que eu não percebi quem é que era quem. Estão a perceber? Estão a perceber? Exato. Epá, era um falar alto, era um falar alto do tipo É tumads, é tumades, tipo, está a ser tumudes, e depois houve ali uma cena, houve ali uma cena de pai para filho que eu fiquei um bocado tipo, epá, fez-me pensar, tipo, eu acho que quando nós eu acho que é importante saber saber se quer ter filhos ou não, se estamos prontos para ter filhos ou não. Porque o que é que aconteceu ali? De repente, eu estou ali na praia, estou a relaxar, mais pessoas estão a relaxar, estamos todos a relaxar, e há tipo um pai que está ali a educar um filho de uma forma um bocado agressiva, sabem? O filho estava a se a portar mal, pelos vistos, tipo, o pai estava a rhar com ele e ele estava tipo, oh pai, pois bateu com o pé na areia, que é tipo, pronto, se fosse na areia, nem estás a ouvir. Não é tipo, estás a bater com o pé, pronto, o miúdo está a se expressar, meu. Não é assim tão agressivo. Acho que há coisas que os miúdos fazem hoje em dia muito piores. De repente o pai está tipo, aquele comportamento fez o pai meter as mãos atrás das costas, estão a perceber? Começou a encostar o puto tipo com o corpo para vento que os gajos tinham e estava tipo, faz isso outra vez? Faz isso outra vez. E o puto está tipo, pai, para pai, e é tipo, faz isso outra vez? E o pai não largava, e está tipo. Aqui vais assaltar o teu filho. Oh chaval, passa aí uma moeda, pai, mas tu és meu pai, não interessa, passa na mesma, puto, então, de repente tu vais assaltar o miúdo. Vais botar uma naifada no bucho? Estás a encostar o tipo nem à parede, é um paravento, atão. Nós estamos todos a concordar com isto. Epá, não sei. E era este gritar e depois era tipo a forma deles falarem era mesmo aquele português. Como é que se diz? Não é o Ruizinho, não é o Ruizinho, é o Senhor Povinho, Mr. Povinho, Zé Povinho, é o Rui Povinho, o Rui Povo, tipo, Zé Povinho, estava um boi com o discurso de Zé Povinho, de noutro dia um brasileiro disse que me vinha para aqui ganhar dinheiro e eu fiquei tipo, éste para o sítio errado, tipo, tudo bem, pode ser o sítio errado, pode haver aqui boa da coisas mal, mas é tipo estás a falar isso aos altos berros na praia. Não sei se é The Ting, não é? Não sei se é tipo o melhor sítio para estás a falar sim, tipo assim, e tipo, e boa é tipo, as mulheres deles também eram tipo ai, você vai à praia, não sei o que é, e ele tipo, fogo, nunca viu uma gaja de um ciumento. É tipo, aí estás-me a trazer para a tua relação para quê? Eu não queria e depois é tipo, pior do que isto tudo, eram feios, ai ai ai ai, pronto, porque é aquele tipo, se fossem pessoas bonitas, é tipo, pronto, podem discutir, ok? Não é? Não, não é. É só brincar, obviamente. Mas eles eram um bocadinho feios, realmente. Tipo, o corte de cabelo de um em específico, tipo, eles eram todos aceitáveis, mas havia um em específico que tinha um cabelo um bocado tipo, tu precisas de um novo look, ok? Tipo, posso passar o nome da minha cabeleireira que eu felizmente fui abençoado com uma densidade capilar mesmo gigante. Já sabes, pá, Lidia Morganiça, cabeleireiro, marinho grande, melhor cabeleireira de sempre, vais lá, no teu caso é rapar, não há outra seleção, mas pronto, também se quiseres fazer-se uma extensão, ela faz, está bem? Mas sem dúvida que a forma como eles estavam a tratar os filhos e estavam aquela predisposição para bater, sabem, do tipo, ou faz lá, ou faz lá, ou faz lá ver se não apanha a zoom, é tipo. Contrariamente estavam mesmo ao meu lado, uns pais com um filho, e aqui, eu não sei se eu não sei se os outros casais tinham tipo se era filho único, eu acho que era também, mas de qualquer forma, estes casais têm filho único, o filho único não tem ali nenhum puto para brincar, epá, e ganda shoutout para eles, tipo, ganda abraço para eles, shoutout, ganda abraço mesmo, porque os gajos estavam tipo eles estavam a ser bons pais, eles educaram bem, tipo, o miúdo. Até houve um exemplo de uma birra que o puto começou a fazer porque eram tipo 7 da tarde, ouviu-se os nadadores salvadores a pit, e o puto perguntou logo tipo, ah, mãe, mas o que é que se passa? E a mãe, tipo, inteligente, e bem, porque é daquelas mentiras que se diz aos filhos que é completamente aceitável. Foi tipo, ah, já não se pode ir ao mar, filho. E teoricamente é uma mentira, mas também não é bem uma mentira, não é? Porque normalmente os nadadores salvadores, tipo, para apitarem, apitam todos ao mesmo tempo quando vão sair do seu posto, e portanto é para avisarem a praia, tipo, malta, já não há segurança. Portanto, de certa forma, acaba por ser tipo, não é proibido, mas acaba por não ser recomendado ir a água. Portanto, é aquela mentira mesmo de pai ou de mãe. Eu acho que é de mãe. É a mentira de mãe que é tipo, é mentira, mas ao mesmo tempo eu não consigo que não é, não consigo, é verdade. Portanto, logo por aqui foi tipo, tu és boa mãe. E depois eles estavam, até vou ser sincero, eu até achei estranho, porque tipo, eles eram pessoas alternativas, sabem? Eram aquele alternativo tipo, o pai tem boé de pele, boé de pele do peito, um óculos de solo específico, cabelo, barba, tipo, aquele calção, era um calção de banho, tipo, alternativo, não sei bem, é assim um verde de tropa, mas com uma t-shirt dos Rock'n' Rollins, não é? E depois a mulher dele, a mulher era tipo, tinha uma blusa bordeau, com um cabelo curto, assim, era um cabelo, não era castanho escuro, era um castanho assim a fugir para o Bordeaux também, e portanto estou a perceber os alternativos que eles eram, e eles estavam a ser super bons pais, mas ouçam com uma capacidade de relaxar e de ultrapassar. Imagina, não vais fazer isso. Vou vos dar o exemplo: o Xavier, que era o nome do puto, o que é que aconteceu? Aqueles vistos dos pais tinham-lhe malta, isto tudo, eu a ouvir o nível de cusco deste gajo, mas pronto, o que é que querem que eu faça também, não é? Castelas na areia? Não, desculpa, uma pessoa que cresce tem que evoluir o seu nível de a fazer, fica diferente. Eles estavam ao meu lado e, pelo que eu entendi da conversa, o Miúdo tinha-lhe prometido um gelado, que é tipo: bem, já não estão a ser bons pais, aqui tenho que proteger o meu puto, Xavier, não é, Xavier? Tu queres que me é um pista? Pois, então me comprei ao Xavier, comprei um para mim também, já agora estão, não é? Pelo visto, tinham-lhe prometido um gelado ao Xavier, tinham-lhe prometido um geladinho. O que acontece? A praia já estava a fechar, os dois estava dois saíram, os cafés também fecharam e o puto reparou e ficou tipo: eles estão a fechar, e agora? E eles tipo, ah, realmente estão a fechar, Xavier. Pois já não dá para comprar os gelados, e o miúdo toca de chorar, não é? Fizeram a mesma promessa, não estão a cumprir, claro que não vai chorar, não é? Lei dos pais, mas também não faz mal, tipo, há de acontecer comigo. Aliás, já acontece com sobrinhos e putos e primos, portanto, acontece aos melhores. Portanto, o puto toca de chorar, não é de tipo, mãe, mas me pronto os lados. Pai, logo, ou Xavier, tipo, não fazes isso, é completamente desnecessário. Não há mesmo necessidade, esquece isso, não estás a exagerar. Ai, mas eu queria os lados, Xavier, e se nós pararmos tranquilo, imagina. Queres comer isso quando? Tipo, quando a gente sair da praia, podemos passar uma bomba, por exemplo, pode ser, o que é que te parece, pai? Para mim, parece-me ótimo. Podemos passar o aldeia. Olha que boa ideia! Que boa ideia, Xavier, estás a ver? E o puto, tipo, gradualmente, estava tipo, ah, ok, eles estão a resolver a situação, tipo, é ok, os lados vêm para mim na mema. Eu vou comer gelado na mema, esta situação vai acontecer na mema. Então vamos a ver. Sentia que um lidar com o choro do miúdo e com uma promessa que no fundo não foi cumprida, lhe deram bem, pá, lhe deram bem, bons pais, gostei, gostei. Paralelamente a tudo isto estavam umas senhoras, umas senhoras, como é que eu diz? Elas estavam-se a divertir, elas estavam a divertir, podiam estar a divertir-se. Agora, elas estavam tipo a beber álcool na praia, ok. Tinham tipo uma tendinha, uma mini tenda, ok? Estavam sempre a dançar, vai para o Sun Cedar, está, vai, aqui, e está, que é aquela dança que é tipo, eu não sei o que é que é isto, bem, é tipo, é mexer os cotovelos para trás e para a frente e os ombros e balançar, e a cabeça está, e a cabeça está solta. E de repente estão ali nisto em top less. Ouvi tecno. Imaginem, malta tipo, mulheres com tipo 40, 50 anos, não quer estar aqui a dar-lhes aquela responsabilidade que é tipo, porra, tens 40 anos, 50, já não me podes divertir. Não, claro que podes divertir. Só tipo, já. Isto estava a acontecer paralelo a tudo isto paralelo também a tudo isto que estava a acontecer quando estou prestes a sair da praia vi também com os meus próprios olhos, sim, sim, viro eu vou te contar, eu vi eu vi um casar um casar indoostânico cujo calma, calma, já vou, já vou a lavar as crianças no chuveiro dos pés, que eu sinceramente até fiquei realmente bem pensado, porque o puto é dessa altura, portanto, não, não, estás muito a bem, estás a fazer muito a bem. Agora o que acontece? Realmente o pai não tinha mesmo jeito nenhum para agarrar o bebê e não estava a subir a bem, porque já não era um bebê, era uma criança, mas mesmo assim era uma criança pequenina, tipo, 4, 5 anos, tipo, o gajo agarrou, imagina, o puto saiu do chuveiro dos pés, ok? Direito ao pai, o pai embrulhou de tal forma na toalha que tipo, o puto não estava a ver nada. Tipo, ele parecia que estava a raptar a criança, meu. Ele estava tipo, o puto estava todo embrulhado, não se via mesmo nada, tipo, estava com aquele olho na cabeça, nu, tipo assim, coitado do miúdo, puto, coitado, deixa-me medo ver a luz do dia, meu. Porra, coitadinho. Quer dizer, já está aí assim lavado onde as pessoas com um pé de atleta e tudo mais lavam o pezinho. E de repente, tipo, estás a embrulhar o puto numa toalhinha assim, logo às três pancadas, coitado do miúdo. Também, a semana passada, fui a um restaurante ao pé da praia. E porquê que isto é um pormenor importante? Porque nós fomos a este restaurante, eu estava com a minha dama e um amigo nosso e fomos ao restaurante e nós estávamos vestidos de praia, ok? Estamos tipo de chinelos, estamos com aquele vestido de praia, estamos com calções, estamos com t-shirt ou com aquela camisa de praia ou clubes de sol, com aquela tau to bag ou com mochila, portanto, estamos assim e chegamos a um restaurante que de facto é super requintado, e eu percebo que eles queiram passar uma vibe requintada, mas ao mesmo tempo é ao pé da praia. O que acontece? Nós entramos e o senhor não é a primeira vez que acontece, não é a terceira, também que tem acontecido várias vezes sempre que vou lá. O senhor tira os óculos, ele é um senhor careca que tem óculos, tira os óculos, esfraga os olhos do tipo. Evita, volta a meter os óculos, evita contacto direto, estamos ver, contacto com os olhos, ou evita olhar diretamente para nós, do tipo, olha para nós, mas depois olha para o chão e depois olha para nós, depois para o chão, andá, tudo bem, tem reserva. E nós tipo, criamos só uma mesa para três para comer pizza, pode ser lá fora. Ah, sim, pode sentar numa daquelas, assim, olhar do tipo cima a baixo, estamos a dizer assim, realmente você está vestido só para sentar numa daquelas, e assim primeiro está aqui já uma coisa mal da minha parte da minha parte, que é eu vou a um restaurante e já me estou, porque estou a sentir que estou a deixar o empregado constrangido pela forma como eu estou vestido, já me estou a meter num canto, tipo, já eu posso ficar ali só numa mesinha de fora. Não, não, ainda por cima estava frio, estava imenso frio, de repente, uma pessoa está a rapar frio, tudo porque chegou ali e fez tipo, ai, eu percebo que é para ficar na vana. Não, está mal feito. Se eu chego ali a um restaurante e vou para comer, ainda por cima, vou pagar, vou pagar um serviço, estamos ao pé da praia, pá, crio uma mesa, por favor. E depois, logo aqui está mal, não é? Eu aceitar o tratamento de coisas. E depois, porquê, não é? Será que. O que é que vocês acham? O que é que vocês acham aqui desta situação? Porque eu acho que, ok, o restaurante é bastante requintado, mas ao mesmo tempo não é um restaurante assim tão requintado. É um restaurante que fica ao pé da praia dentro de um campus universitário, se vocês saberem qual é, tipo, já sabem qual é o restaurante, pá, e de repente estamos aqui a agir como se eu estou. Imagina, eu não estou a entrar no sud, eu não estou a entrar num jequ. Eu estou a entrar num restaurante que pratica preços bastante tranquilos, fica num campus universitário e ao pé da praia. Pá, eu percebi se entrasse de chinelos tipo no rooftop do Tivoli, tipo, uma cena e de repente todos os chinelos calções de banho, tipo ok. Há toda uma rega, uma etiqueta que se tem que agora num restaurante num campus universitário ao pé da praia, onde eu vou comer tipo pizza, não é? Não sei, não sei, achei assim um maltrato e é tipo não sei. Esta cena não gosto muito disto. Eu acho que é claramente daquelas pessoas que vive para aquilo, gostava que aquilo tivesse outro respeito, gostava que o restaurante tivesse outro respeito, que tivesse outra etiqueta, mas não consegue, então tenho que tipo, já me aconteceu várias vezes. Já fui lá uma vez com um colega meu e aí eu até lhe dou razão. Porquê? Porque eu diz ao meu colega: meu puto, nós fomos jogar futebol, nós estamos a suar a cabeça, estamos tipo com uma sapatilha de sal football, tipo, não acho que seja o mais adequado para ir jantar, tipo onde é que seja. Só se for e buscar comida. Ele, não, não, bora, vamos, não sei o quê. And that situation a senhor olhou para nós, não, isto está cheio. O restaurante está cheio, já não servimos mais. E o restaurante estava tipo nem perto de cheio. Mas também já me aconteceu na mesma situação: sair da praia, chegar ali, oh lá, queria comer pizza, olá, queria jantar, ah, tem reserva. Não, estamos mesmo cheios, já não estamos a servir pratos principais. Não, não, mas é pisa. Ah, é para levar, e de repente estamos aqui, tipo, vocês precisam de clientes ou não? Sejam eles qual forem, os clientes, sejam eles quem sejam, sejam sejam os clientes quem sejam, vocês precisam de lucrar, não é? E se eu vos quiser comprar uma pizza pá, não é por estar a cena à mal da boca que vocês me vão dizer tipo, desculpa, não, não sei, não sei, mas peronto, mas peronto, não é? Mas peronto, por acaso, short story, tinha no 11o ano, aliás, no 12o ano eu decidi fazer max à parte, tipo como exame. Não foi bem no 12o ano, foi tipo durante a universidade decidi fazer exame de Max e aliás, nem foi bem durante a universidade, foi tipo, whatever, ano sabático estava tipo, vai fazer o ano sabático e fez exame de max, e tinha uma explicadora que ela literalmente tinha um hábito que era engraçadíssimo: que era ela estava a ter aulas comigo e dizia, e depois mandava 14 passas num cigarro dentro de uma sala, ela tinha o cabelo molhado, portanto, o cabelo dela cheirava a garnia e a cigarro ao mesmo tempo. História super importante. Uma coisa que eu sei que temos todos reparado enquanto sociedade é que os áudios do TikTok, os tristes, aquilo tem demasiado impacto, aquilo não devia ter tanto impacto na nossa vida, de repente nós estamos no nosso dia a dia a ver um conteúdo que era suposto ser engraçado, estamos ali no scroll a ver de repente estamos ali neste neste sei lá o que, neste nonsense de conteúdos, e de repente passa um conteúdo de tumba com uma música toda, tu és triste, comparas a tua vida com os outros. Devias ir a viver no presente, de repente os áudios têm todos esta cena. Os áudios a mim, eu disse este áudio, pumba. Já estou, já me apetece deitar na cama, ficar ali, olhar para o céu. Deixam-me imóveis, deixam-me demasiado nostálgicos, de repente estou a pensar sobre coisas que me arrependo de ter feito na vida, sobre saudades ofers que eu tenho, sobre os saudades da minha mãe, sobre os saudades do meu pai, de repente estou aqui nestes áudio. Pá! Não! Não, não, não, não, não! Já estou com uma gaja de obsession. Não, não, não, não. Pá, não. Não pode ser. Desculpa, hein? Desculpa, TikTok. Não pode acontecer. Temos de esperar já com isto. Não é Juro. Não é, Juro. Desculpa, não é Juro. É triste. Eu não quero ficar triste. Está bem? Muito agradecido. Agradecida. Uma coisa que também aconteceu na semana passada, que eu soube, é que no meu trabalho, no meu local de trabalho, na minha empresa onde eu trabalho, uma pessoa que é pilar da empresa vai sair da empresa. Áudio do TikTok. Epá, eu não sei. Lá está, olhem, os áudios do TikTok fazem-me estar a sentir como se esta pessoa já se eu a conhecesse há tempo. De repente eu conheço a pessoa há imenso tempo e estou triste porque ela vai sair. E estou ali, pois eu percebo perfeitamente. Não percebo. Chega uma altura na vida em que as pessoas têm que seguir os seus planos, os seus caminhos, os seus objetivos. E portanto, eu percebo, percebo perfeitamente, Andréia, percebo, não percebo. Esta empresa já te deu tudo o que tinha para te dar, percebes? E tu tens de te valorizar, tens de te repente. Eu estou ali a sentir por aquela pessoa. Tu tipo, esta pessoa, eu há uns meses nem conhecia esta pessoa. E de repente tu tipo não, esta pessoa é mesmo importante, ela foi mesmo aquilo que tu conquistaste na empresa, tu nem sabes que aquela conquistou, mas é, e isto acho que será que isto é um critério para é um critério válido para nos mantermos ou para saímos de uma empresa, porque, por exemplo, uma pessoa que é pilar, que é tipo, uma pessoa que mexe a empresa de tal forma que todas as equipas funcionam bem, tudo aquilo que é preciso aparece feito ou aparece com alguém indicado para o fazer. Todos os problemas basicamente ficam resolvidos. Aquela pessoa, não estou a dizer esta em específico, mas uma pessoa que no ambiente de trabalho tem esta capacidade de resolver tantos problemas e de fazer até às vezes problemas que nem são de responsabilidade daquela pessoa. Quando uma pessoa destas sai da empresa onde vocês estão, isto é tipo, é um motivo válido para sair. Eu acho que é. Eu acho que é, ou pelo menos é uma dor. Mas ao mesmo tempo lá está, é tipo, eu não conheço esta pessoa, portanto, pronto, ninguém é insubstituível na vida, tira daquela pessoa, portanto. Ninguém é insubstituível, verão, a verão. A verão, haverá de aparecer uma pessoa igualmente competente, seja neste ou no vosso local de trabalho, se vocês já passaram por uma situação idêntica. A semana passada também fui jantar com o meu puro adjin, que eu já vos falei aqui, o meu puro adjin da Índia, mais concretamente que era ala, e o meu puro estava triste. Por acaso fomos comer comida indiana, eu sinto que ele depois ficou contente. Tinha os problemas dele, não posso divulgar aqui, obviamente. É problemas, o gajo está cá ilegal, como é que vocês sabem, portanto eu tenho que estar a esconder, estão a ver? Não, mas ele, o meu puto Jin estava aí com as suas dores, dores de pensamento, dores de sentimento, e eu não posso revelar o manento, não é? O meu puro estava aí com dores e nós fomos jantar a um restaurante indiano e é tipo a comida indiana. Epá, imaginem, tipo, sem ser, as pessoas dizem, ah, adoro comida indiana. Se vocês me disserem, adoro comida indiana, adoro biriani, ok, ok. É um arroz com sementes, que é uma cena que já, ok, já foge um bocado do teu espectro de comida, não é? Da tua foge um bocado à comida que se come aqui em Portugal. Agora, se tu me disseres, ah, adoro indiano, adoro nun bread, pá, não, não adoras indiano, adoras tipo pão, dalho, pronto. Ou pão tipo com manteiga, ou pronto, estás a ver? Agora, nós pusemos ali a comer tipo galinha com pimenta preta, docha, não é para a estrami, não é para a strami, é outra cena qualquer, pá, e aquilo é boeda picante. É boeda picante, os gajos são malucos a comer picante. Tipo, imaginem, há uma cena que se chama Docha, que basicamente é uma travessa, como se fosse um tabuleirzinho de refeitório, com três espacinhos para molhos, para molhos, tem tipo vários molhos, e depois tem um espaço grande onde entra uma espécie de crepe salgado crocante com batata lá dentro, ok? Pode ter batata, pode ter cebola, pode não ter nada, e vocês pensam tipo, ok, um prato um bocado desinteressante. É um prato um bocado desinteressante, não tem ali nada. Os molhos são tipo molho de tomate, molho de coco, molho de sei lá o que, molho verde, depois tem um molho picante sempre. Ah, mas eu sei para comer quando? É como entrada, é prato principal, ou almoço, ou jantar. Os gajos comem aquilo ao pequeno almoço. Os gajos que estão a comer batata ou pequeno almoço. É crazy, é um bocadinho maluco da parte deles, não é? Um bocadinho maluco, mas pronto, cada um tem as suas, não é? Cada um com as suas. Há aqui pessoas em Portugal que tipo fumam um cigarro e bebem café. Isso é tipo. antes de comer batata, antes comer uma batatinha, morre com uma calhão, se calhar era melhor. Ficava o melhor servito. Mas, isto para dizer que fui jantar com o meu puro Jin e estava a voltar quando eu vivi muitos, muitos, muitos anos. Eu vivi muitos anos com o meu puto ajin aí na rua mesmo. Vivi com o Adin durante alguns meses, um ano, um ano e meio. E ele também está à parte do sem abrigo aqui da zona. E ele conhece-nos, o sem abrigo, conheceu-nos, nós estávamos a sair do carro, estávamos, eu estava tipo, estão lá, meu puto, tchau. E o sem abrigo. Porque Ojin vive mesmo ao pé de mim, então tipo, yeah, nós esperámos, mas na verdade não se parámos, estamos aqui, coisa e tal. De repente o sem abrigo conheceu-nos aos dois e foi tipo. Oh my friend! What's up? How are you? You good? You good? Yeah, you good? Rain? Warm Raining? I'm here. Fiquei com pena. Comecei a ficar com pena porque o gajo estava tipo. Comecei a ficar com pena e perguntei-lhe como é que se chama? Porque já me cruzei várias vezes consigo e. Não sei o seu nome. Ele, Victor Santos. Vitor Santos, estou aqui há 12 anos. E é tipo, estás aqui há 12 anos sem abrigo. O gajo estava mesmo com o aspecto mesmo lastimável. Pois também não deixou de mandar aquela. Oh my friend, you have a coin? You have coin? Coin? Yes, coin. Mas pronto. Aquel situações que são constrangedoras e que são. What the hell is? A semana passada também fui jogar futebol. E o que é que aconteceu neste jogar a futebol? Epá, eu não percebo. Eu gosto de jogar a futebol. Eu gosto de jogar a futebol pelo derrapar da bola na relva. Eu sei que isto é boa específico, mas eu tenho a certeza que os homens se identificam com isto. Eu gosto de jogar a futebol por ver a bola a rolar, andar na relva e andar a correr de um lado para o outro e nem é bem marcar grande agulho e ganda ponta a pé. Não, é mesmo o silêncio que existe em passar a bola. Eu vou vos deixar aqui com um áudio de duas pessoas a trocar a bola e vocês vão dizer se isto não é relaxa. Se forem relevados ainda melhor, se forem sintéticos, se ele estiver bem tratado, é tipo incrível. Eu sei que isto é da Kinky da minha parte e estou aqui. É o é Kinky é tipo preservativo da minha parte. Mas é pá, é tão bom. É bom jogar a bola e é bom por isto. Não é para tipo, eu estou a jogar a bola e de repente estão-me tipo. Imagina, estão-te a aparecer estas duas situações. Ou o flanco está aberto e tu estás, ou está dividido e há espaço para ir para dentro para puxares o defesa e aí soltares o de CDs ao primeiro posto. Estás a ver? Pá, não, não estou a ver. Desculpa lá, não estou a ver, perdeste-me logo no flanco. Tipo, perdeste-me aí. Eu nem sabia, tipo, eu nem sabia. Eu sinceramente, tipo, até há muito pouco tempo eu não sabia que futebol era tipo que tinha táticas de tipo. Ou melhor, eu sempre soube que tinha táticas, eu só não percebi muito bem como. Porque é tipo, pronto, estamos aqui, estão aqui quatro gajas à defesa, ok, tipo à cena de estarem em linha, tipo, para não estar fora de jogo e tudo mais, ok. Os médios, tipo, estão aqui, um gajo está a defender, o dois a passar a bola, extremos, run, ponta de lança, marcar gol. E é isto, guarda-redes, defender. Treinador, mãos nos bolsos, braços cruzados, andar, fazer pronto, não há grandes táticas. De repente estamos aqui com um avançado interior, com um flanco, com o terceiro terço, com o primeiro, do segundo terço, para mim jogar à bola, e digo-vos mais, jogar à bola à chuva é tipo das melhores sensações do mundo que existem, tipo do mundo. Vocês estão tipo a correr e está a chover e têm uma bolinha e estão com as vossas chuteiras todas lindinhas, estão equipadas, estão com o vosso impermiável, estão giros, giros para aquela situação. Aliás, não, giros, eu se estivesse assim, digo-vos mais, próxima vez que eu jogar a bola à chuva, assim vou direitinho àquele restaurante. Com um chuteiro e tudo, vou entrar no restaurante. Olá, boa tarde, era para jantar. Ah, não servimos, servem, servem. Parada principal, se a favor, desculpa-te lá. Assim, quero uma assinatura? Quero uma assinatura? Quero uma assinatura, um autógrafo. Quero um autógrafo. Boa. Pá, a sério, tipo, é mesmo bom, é mesmo prazeroso jogar a bola com chuvo. Só aqui uma pequena nota, antes de avançarmos para o grande abraço e a recomendação, que eu não sei se isto é bem um tema, mas é tipo uma pequena notinha. De repente parecia que eu usei, só uma pequena nota. Tenham mais atenção quando ouvirem o podcast. Ok, não gostei da última vez. Por acaso, malta última vez foi uma hora de episódio. Uma hora e vinte. E eu senti que assusto a algumas pessoas, porque houve algumas pessoas os Donalds do episódio e desceram bem. Eu já estava a contar porque é tipo, porra, um gajo falou uma hora pequena notinha que eu queria dar aqui, que é sobre os programas de Portugal. Tipo aqueles programas de Portugal em festa, ou tipo a caminhar por Portugal, ou Portugal na Terra, ou Terra Nosta. Epá, quando é que nós, enquanto sociedade portuguesa, nós já somos tipo Zé Povinho? Nós já somos tipo assim, porque é Ainda temos estes programas a dama e não me digam, ah, os velhinhos vêm, não vêm, não vêm. Eu conheço velhinhos, tipo, já me chegou através da minha namorada de uma velhinha que estava a ver este programa e põem simplesmente isso ver este programa faz-me sentir velha, eu percebo, tipo, até que ponto é que teoria da conspiração, até que ponto é que estes programas não são para nos manter quietos? Juro, é que aqueles programas são programas que nos fazem sentir num limbo, tipo num limbo, de tipo pá, nem sei bem se estou vivo, estou morto, estou ali a olhar para a televisão a ouvir o João Baião agora temos aqui gajos da Serra do olhar de cima veio de quê porra, e depois de repente temos um gajo claramente que sabe que aquilo é playback, tipo está a Luciano a abrir a cantar e o Emanuel de repente são apresentadores e cantores ao mesmo tempo, epá, e o João Baioni é dos piores, que ele é sorridente, ele é animado, ele faz o casa feliz, ganha programa, ok, ok, casa feliz, ok, mas tipo, Portugal na Terra, caminhos de Portugal e Portugal onde é que ele anda, epá, fogo meu, tipo, já chega, já chega desse programa, são tipo horríveis. Eu tipo, sábado na tarde, maluco no telejornal, uma luça aquela e estamos aqui na cama de cima! Epá, desliga, se liga, se liga, se liga, prefiro ver 5 notícias, prefiro ver, puto, prefiro ver qualquer coisa, qualquer coisa mesmo. Portugal na Terra, não, pá, Portugal na Terra ou Terra em Portugal, de repente não sei o nome, caminhando por Portugal posto nos pura-se, vamos grande abraço esta semana, ou seja, a pessoa em questão tipo não fez ou não teve aqui alguma ação que tenha tipo esta pessoa merece grande abraço. Não, tipo, não foi um tópico, acho que da semana costuma ser um tópico, é relacionado com o futebol, mas o meu grande abraço vai para o Cocorelha e vai para o Cocorelha porque é tipo, epá, eu sinto que o gajo é odiado sem razão nenhuma. Tipo, o gajo é odiado sem razão, sem razão, ele é odiado pura e simplesmente pelo cabelo, ele tem aquele cabelo grande e é odiado, tipo, eu não acho que ele seja um jogador, ok, ele tem aqueles às vezes faz, tenta assim melgar o jogador adversário, tenta não sei o quê, mas tipo, daí daí ser justificável, estamos-lhe a puxar o cabelo, estamos a empurrá-lo pelas costas, estamos tipo a odiá-lo, a pontapiá-lo, tipo aqui com uma vibe de tipo, mano, estamos a fazer isto ao gajo para quê? Estamos a ser violentos para com uma pessoa, porquê? Eu tenho grande teoria que é tipo, eu acho que faz boé sentido, porque é tipo o Cocorelha ter aquele cabelo comprido é tipo. Isto é boeda polêmico. O que eu vou dizer é melhor não dizer, o Cocorelha ter aquele cabelo, será que é tipo as pessoas que vivem o futebol de forma tipo holigan, não é? De forma tipo será que é tipo o ódio ao Cucorela, não é não é uma espécie de tipo ódio às mulheres porque o gajo tem o cabelo comprido e é tipo ele é querido, tal como uma mulher, se calhar uma teoria da conspiração, mas tipo, ao mesmo tempo acho que não pá, ao mesmo tempo acho que não, porque é tipo de repente estou a imaginar isto na Joana Marques só consigo imaginar isto na Joana Marques, mas pronto, eu vou dizer na mesma que é o gajo como tem o cabelo comprido, eu sinto que os homens ruling antes do futebol batem e são agressivos no seu equipo como forma de descarregar ódio feminino que não descarregam nas mulheres. Estão a perceber? Isto pode ser uma teoria um bocado polémica, aquilo que eu estou a dizer pode ser um bocado polémico, por favor, não considerem isto uma teoria para argumentar um artigo científico, mas sinto que o ódio ao gajo é mesmo só pelo cabelo, não há mais nada, e ainda por cima ele é tipo, não é ele não é má pessoa, tipo, ele é boa pessoa, ele é boa e cuidadoso com o filho, porque tem autismo, tipo é tipo é um jogador normal, tipo não percebo porque é que também de repente estamos aqui a odiá-lo, não percebo, não percebo mesmo o ódio ao Coco Corelha, por isso queria mandar um grande abraço, sinto que ele vai mudar a vida dele, esse grande abraço, se ele ouvisse era bonito, mas pronto, mas ele não ouve, portanto, um grande abraço para o Coco Corelha e assim vamos para as recomendações da semana. Estamos perante uma recomendação, a primeira recomendação que eu tenho para esta semana é se vocês vão ao ginásio, tentem quando vão fazer, por exemplo, imaginem que vão fazer pernas, tentem focar-se no músculo que estão a trabalhar. É aquela recomendação que eu sei que tipo os PTs dão e assim, mas a sério, tentem-se focar tipo no músculo que estão a trabalhar, e vou dar aqui dois exemplos. Por exemplo, quando vocês vão fazer o LED pull down, que é tipo isto se forem ao ginásio, se não forem ao ginásio, malta, acho que isto não é para vocês. Imaginem aquele exercício que é, tem uma barra e que vocês agarram cá em cima e puxam para baixo com as vossas mãos e estão assim a exercitar os vossos lateral, nem sei como é que isto é em português, é, mas estão a exercitar aqui o músculo das costas de lado. Imaginem primeiro, imaginem que esse exercício vocês estão a fazer elevações na barra, ok? Numa barra, tipo, vocês estão a fazer pull-up, porque os pull-ups estão a trabalhar esse músculo que vocês estão a trabalhar nessa máquina. Portanto, quando vocês agarram na barra, imaginem que vocês estão a agarrar na barra para fazer um pull-up e puxem como se estivessem a fazer um pull-up. Juro que vão acertar no músculo certo, vocês vão sentir o músculo tipo da melhor forma possível. E depois, outra recomendação também nesta cena de ginásio é neste segmento de focarem-se no músculo que estão a trabalhar. Quando vocês forem fazer pernas, naquelas máquinas que são tipo leg extension ou então leg curl de repente isto tornou-se num podcast de ginásio, mas vou continuar. Quando estão a fazer aquele leg extension, experimentem meter menos peso e não fazer força com os tornozelos. Porque, ou seja, quando nós fazemos, por exemplo, o leg extension, os nossos pés encaixam o nosso peito de pé, encaixam ali na almofadinha que depois vocês utilizam para fazer a leg extension e nós tendemos a fazer força com o tornozelo. Experimentem não fazer. Experimentem não fazer porque metam um bocadinho menos de peso, experimentem sentir só o músculo da perna. Juro que vocês vão sentir mais o músculo. E isto também é válido para o leg curl, ou seja, metem, em vez de fazerem força com toda a parte de trás da perna, façam só com a parte de trás da coxa, porque é para trabalharem mesmo o músculo em concreto. Juro que isto eu acho que isto é a grande recomendação. Ainda há bocadinho fui ao ginásio e fui fazer pernas, fiz isto e fiquei tipo, eu tenho que anotar isto e dizer às pessoas porque de facto é útil e ajuda. Portanto, esta foi a primeira recomendação da semana. A segunda recomendação é mais deep, eu acho, mas eu senti que a semana passada, e é uma recomendação que é tipo, é uma recomendação que eu vos dou, mas também que tipo, estou-me a dar a mim. Estou-me a dar a mim estou-me a recomendar a mim também. A semana passada eu senti que foi uma semana, e sobretudo aqui para os últimos dias da semana, senti que estava muito à espera de que me dessem as minhas flores que me reconhecessem, que me reconhecessem em todas as ações. Ou seja, eu vou levar o lixo e fiz não sei o quê, e fiz boa de cenas ao mesmo tempo e quero um reconhecimento por isso. Parecia que estava à espera disso, ou precisava, não era à espera, mas precisava desse reconhecimento. Isto até esta recomendação até vai, tendo em conta todas as recomendações que já demos aqui, assim mais filosóficas andar ajuda, temos falado muito sobre isso. Eu acho que uma boa recomendação é não esperar que o nosso trabalho, ou que os nossos esforços, ou que as nossas ações sejam reconhecidas. Também, Dou, se por acaso alguma pessoa reconhecer é que assim até ganha mais valor. Porque se nós não estivermos à espera ou achar que aquele reconhecimento é tipo é necessário, se alguém nos reconhecer é um extra. É tipo wow, obrigado. Obrigado por estás a notar que eu estou a esforçar-me, ou que eu estou aqui com dificuldade e consigo superar, ou obrigado, obrigado pelo teu reconhecimento. Acho que se não esperarmos reconhecimento de ninguém, se não esperarmos que notem sempre os nossos esforços, eu acho que é um bom caminho, eu acho que é uma boa é uma boa forma de nos reconhecermos a nós próprios, de não ficarmos tão ansiosos, até, porque às vezes depois as pessoas estão à nossa volta, parece que meio que as obrigamos a reconhecerem aquilo que nós estamos a fazer, e é tipo, pá, essas pessoas também estão a fazer cenas, essas pessoas também estão a fazer e a passar por cenas difíceis, e eu não as estou a reconhecer também, não é? Sobretudo estou aqui preocupado com elas reconhecerem-me a mim. Portanto, acho que isto é uma boa recomendação e lá está, é para vocês e também é para mim. Uma outra recomendação que eu tenho é ser careca. Eu acho que ser careca é deve ser ótimo. Porque é tipo, eu vou-vos dizer uma cena, eu tenho este cabelo que é lindíssimo, cabelo lindíssimo, eu estou grato, obrigado, obrigado universo, obrigado Deus por me terado mãe por me teres dado este cabelo todo. Mas o meu cabelo cresce demasiado rápido, eu corto o cabelo na três dias a seguir, ele está igual. Ele está igual. Tipo, igualzinho. E não pode ser. E ser careca é tipo, não tens estas preocupações. Não tens preocupações com acordas, tal, estás careca, vais. Não tens que ter preocupação, ah, eu lavei o cabelo ontem e hoje se calhar é melhor não lavar, ou tipo, não tens estas preocupações. És careca. És careca, alguém mais é tipo, por exemplo, vão-te dar um beijinho na testa, podem dar um beijinho na cabeça toda. Enquanto tiveres cabelo, só dá na testa. Ser careca eu acho que é bom. Eu acho que é bom, as pessoas que são carecas vivem mais livres. Não têm aquele stress todo ali do cabelo, a suar-lhes pela nuca para através das oídas, não. Eles vão. Têm só os pensamentos para pensarem. Eu por um lado eu adorava ser careca, adorava rapar o cabelo para não ter isto aqui, às vezes esta tufa irrita-me. Só que depois, ao mesmo tempo, também este cabelo é bom giro e eu estou bem grato. Eu eventualmente vou ficar careca, eu vou ficar com entradas, vou ficar com pouco cabelo, portanto é que imaginem o meu cabelo, malta, se vocês por acaso, se vocês precisarem de cabelo, digam-me, sério, porque eu vou cortar o cabelo, cai-me imenso cabelo, e ele nasce tipo três dias assim. Se vocês precisarem da minha cabeça para alguma cena, tipo, para produzir energia, quer dizer, também de repente não me estou aqui a vender para testes de malucos, de vamos salvar o mundo com o teu cabelo, ok? Não. Mas se vocês precisarem por algum motivo, ah, precisava de meter pelos na axila, putz, ligam-me. Ok? Liga-me. Liga-me. Portanto, ser careca, acho que é bom. A última recomendação que eu tenho, antes de irmos todos embora, a última recomendação que eu tenho é mirtil-los. Mírils é bom. São bons, são carinhos, estão a ficar carinhos, mas são bons. São bons. E isto vai naquela cena de pá, malta, eu não sou muito de comer fruta. E de repente estou aqui a recomendar mirtilos. Esta semana comi mirtilos e até vos digo mais. Eu até estou com progresso, porque neste jantar a que eu fui, que o empregado estava a olhar-me de lado, nós pedimos sobremesa. Eu pedi uma sobremesa que tinha fruta, tinha lá mirtilos no meio e tinha um almoço de chocolate que tinha mirtiles, pistacho, e eu comi os mirtilos, malta. Progresso ou não? Progresso! Também tinha lá uma gleiazinha, que era ótima, que era divinal por acaso, não fazia nada justo com o comportamento do senhor que nos atendeu, que por acaso era careca. Se calhar até vou recomendar, vou recomendar, não, vou retirar a recomendação de ser careca. Mas pronto, comi o mirtil, comia geleia, geleia ótima, sabia a canela, meu, uma geleia tipo de frutos silvestres, pá, adorei. É do errei. E portanto, a última recomendação é um mirtilzinho. Um mirtilzinho. Malta, e é tudo. E estamos aqui outra vez com uma hora. Esse gajo está a falar, bué! Malta. Vocês já sabem, obrigado por ouvirem sempre aqui. Vocês nem sabem, eu acho que nem vos passa pela cabeça o quão agradecido eu sou por me ouvirem. Muito obrigado mesmo. Um beijinho para vocês, um grande abraço para vocês também. Um grande abraço para vocês, não é só para o cocurelha também. Esse palhaço tem o cabelo. Não, não é nada. Gran abraço também para vocês. Tenham uma boa semana e até para a semana, meu Spuros.