#114 – Quando era criança, era minha tia que contava as histórias. E foi o meu irmão, três anos e meio mais velho do que eu, que tinha originalmente o sonho de ser escritor. Ele preenchia seu caderno com ideias e títulos para histórias aventurescas, e criava fanzines, ilustrava essas histórias e partia para a aventura seguinte.
Nada me fascinava mais do que isso. O ato de contar e de escutar histórias é sempre criativo. Olhamos para o céu, em torno da fogueira, e lá encontramos os nossos personagens, o nosso destino, a projeção dos nossos desejos.
Neste episódio de Prelo, conversamos sobre a participação do inconsciente no processo. Da importância de sempre começar, de descobrir a inocência do movimento. E de como frequentemente superestimamos a ideia de talento nas artes.
E hoje, quero fazer um convite: entre os dias 27 de julho e 2 de agosto, vou dar uma formação imersiva online gratuita sobre nada menos que o romance, o gênero mais desafiador da prosa, e ao mesmo tempo o mais lido e vendido em todo o mundo.
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